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Piada de Mineiro: Rede sem-fio “UAIreless”

Fato inédito no meio científico…

Durante escavações no estado do Rio de Janeiro, arqueólogos fluminenses descobriram, a 100 m de profundidade, vestígios de fios de cobre que datavam do ano 1000 A.C.
Os cientistas cariocas concluíram que seus antepassados já dispunham de uma rede telefônica naquela época.

Os paulistas, para não ficarem para trás, escavaram também seu subsolo, encontrando restos de fibras óticas a 200 m de profundidade.
Após minuciosas análises, concluíram que elas tinham 2000 anos de idade.
Os cientistas paulistas concluíram, triunfantes, que seus antepassados já dispunham de uma rede digital à base de fibra ótica quando Jesus nasceu!

Uma semana depois, em Belo Horizonte, foi publicado por cientistas mineiros o seguinte estudo:
“Após escavações arqueológicas no subsolo de Contági, Betim, Barbacen, Passa-Quato, Jijifó, Sans Dumont, PosoAlegre, Santantoin do Monti, Varginha, Nanuque, Águas Formosas, Moncarmelo, Carnerim, Lagoa Dorada, Sanjão Del Rei, Beraba, Berlândia, Belzonte, Bosta do Biá, Divinópis, Pará de Mins, Furmiga, Vernador Valadars, TiófilOtoni, Piui, Carmo do Cajuru, Lagoa Santa, Morro do Ferro, Biraci, Sélagoa, Carvalhópolis, SSParaíso e diversas outras cidades mineiras, até uma profundidade de 500 metros, não foi encontrado absolutamente nada.

Concluiu-se então que os antigos mineiros já dispunham há 5000 anos de uma rede de comunicações sem-fio: “wireless”.

Nota dos arqueólogos: Por isso se pronuncia “UAI” reless.

Fonte: http://pt-br.paperblog.com/piada-de-mineiro-rede-sem-fio-uaireless-50611/

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‘Vi meu filho com um tiro na cabeça’, disse pai de vítima de massacre em Realengo

Rafael Pereira da Silva, de 14 anos, era aluno do 7º ano da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo. Um menino de hábitos caseiros, que queria trabalhar com informática, foi morto com um tiro na cabeça dentro do colégio.

No início da manhã desta sexta-feira, seu pai adotivo esteve no Instituto Médico-Legal para liberar o corpo do adolescente. Sem conseguir chorar, ainda tentando entender o que aconteceu, o instalador de som Carlos Maurício Pinto, de 38 anos, contou o que ficou sabendo da tragédia através de sua filha mais nova, de 11 anos, que também é aluna do colégio e fará aniversário neste sábado.

– Minha filha estava com dores na garganta, então permiti que ela levasse o telefone celular para escola, para caso se sentisse mal me ligasse, porque trabalho próximo do colégio. Ela me ligou e disse que estava tendo um tiroteio dentro da escola e que era pra eu não ir para lá e disse que não tinha informações do Rafael – disse.

Carlos foi até o local e entrou na escola. Foi quando viu seu filho desfalecido:

– Eu entrei na escola e vi meu filho com um tiro na cabeça desmaiado em cima de uma maca sendo levado. Eu fui atrás da minha filha e a encontrei no terceiro andar. Eu a levei para casa e fui para o hospital saber do meu filho.

Rafael foi adotado com poucos dias de vida pela sogra de Carlos. Quando o menino tinha cinco anos, sua mãe adotiva faleceu e pediu para que o genro cuidasse do garoto para ela.

– Ela me pediu para eu cuidar dele até que ele pudesse andar com as próprias pernas, mas não consegui cumprir a minha promessa – lamentou Carlos.

Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/mat/2011/04/08/vi-meu-filho-com-um-tiro-na-cabeca-disse-pai-de-vitima-de-massacre-em-realengo-924190377.asp

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G1 – ‘Ele matou minha amiga’, diz aluna que sobreviveu a ataque em escola – notícias em Rio de Janeiro

Uma das alunas da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, nesta quinta-feira (7), lembra os momentos de terror na unidade. Aos 12 anos, ela viu o atirador entrar na escola e estava dentro da sala de aula quando ele abriu fogo contra os alunos.

“Ele começou a atirar. Eu me agachei e, quando vi, minha amiga estava atingida. Ele matou minha amiga dentro da minha sala”, conta ela, que afirma que estava no pátio na hora em que Welligton Menezes de Oliveira entrou na escola.

“Ele estava bem vestido. Subiu para o segundo andar e eu ouvi dois tiros. Depois, todos os alunos subiram para suas salas. Depois ele subiu para o terceiro andar, onde é a minha sala, entrou e começou a atirar”, completou.

 

G1 – ‘Ele matou minha amiga’, diz aluna que sobreviveu a ataque em escola – notícias em Rio de Janeiro.

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G1 – Ataque em escola no Brasil é sem precedentes, dizem especialistas – notícias em Rio de Janeiro

Estudiosos de assassinatos em massa, a escritora Ilana Casoy e o psiquiatra forense Guido Palomba dizem nunca terem visto no país um caso como o ocorrido nesta quinta-feira (7) na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, quando pelo menos 11 estudantes foram mortos e 18 feridos. O ministro da Educação, Fernando Haddad, também considerou o ataque a tiros na escola municipal do Rio de Janeiro como uma “tragédia sem precedentes no Brasil”.

Para Ilana, este deve ser até agora o o caso mais emblemático de atirador que provoca mortes em escolas no país. O outro caso ocorrido em escolas do Brasil lembrado pela escritora ocorreu em 2002, quando um estudante de 17 anos matou a tiros uma colega e deixou outra ferida após realizar disparos em uma sala de aula em Salvador.

“Enquanto nos Estados Unidos estas situações ocorrem com maior facilidade, aqui no Brasil é mais difícil, porque nossa cultura é menos armamentista. Lá nos Estados Unidos há maior facilidade de se adquirir armas, então pessoas transtornadas conseguem mais rapidamente transformar a fantasia em ação”, diz Ilana.

“Este tipo de ação é raro no mundo, e mais ainda no Brasil”, acrescenta ela.

O psiquiatra Guido Palomba, que diz que não há registros brasileiros de um caso semelhante ao ocorrido no Rio de Janeiro. ”Este é o primeiro caso no Brasil. Não tenho conhecimento de literatura a respeito”, diz.

Caso semelhante em SP
Em 28 de janeiro de 2003, em Taiúva, a 363 km de São Paulo, um ex-aluno de 18 anos entrou na escola e atirou contra os estudantes no momento do intervalo, atingindo sete pessoas. Depois, se suicidou. Segundo a polícia, o jovem era vítima de bullying escolar. Atingido na coluna, um estudante que tinha 18 anos, na época do crime, ficou paraplégico.

Atirador do shopping
O mais emblemático dos casos no Brasil até então, segundo especialistas, foi quando o ex-aluno de medicina Mateus da Costa Meira abriu fogo contra pessoas que assistiam a uma sessão de cinema no Shopping Morumbi, em São Paulo, na noite de 3 de novembro de 1999. O “atirador do shopping”, como ficou conhecido, usou uma submetralhadora e deixou três mortos, quatro feridos e pelo menos quatro feridos. “Todos que fazem isso são desequilibrados”, diz Guido Palomba.

“O Mateus já tinha fantasias desde criança, e conseguiu executar seu desejo de atirar contra a multidão do cinema aos 17 anos. Só que uma pessoa interrompeu o Mateus quando recarregava a arma, por isso a tragédia não foi maior” , diz Ilana.

Auto índice de doença mental, graves perturbações, passado de bullying e gosto por assuntos paramilitares são características que integram o perfil dos atiradores em massa, segundo Ilana. “É comum que se suicidem depois de cometer a ação, pois são pessoas traumatizadas, que tem um passado de um longo período de humilhação e baixa auto-estima”, afirma Ilana.

Palomba acredita que o entendimento da personalidade de um indivíduo deve levar em consideração o ambiente social em que ele vive. “Há uma pitada da cultura social maior ou menor em cada caso. Culturalmente falando, esse tipo de caso ocorre com mais frequência nos Estados Unidos. Isso fica aparente quando se conversa com as pessoas sobre o caso do Rio. Elas fazem relação imediata com casos ocorridos no exterior”.

O psiquiatra disse que a ausência de casos como o ocorrido na escola municipal do Rio de Janeiro automaticamente elimina as chances de que histórias assim existam com mais naturalidade. “Nos Estados Unidos, o porte de arma legal é mais fácil do que no Brasil. Ataques a escolas por lá são mais frequentes e são fatos repetitivos, o que se torna exemplo para os olhos da sociedade. Isso passa a fazer parte do imaginário do povo e do doente mental também. Os exemplos servem de caminho para ele escoar sua doença, sua patologia”.

 

Fonte: G1 – Ataque em escola no Brasil é sem precedentes, dizem especialistas – notícias em Rio de Janeiro.

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Justiça proíbe que UFRJ privilegie estudantes do RJ

A Justiça Federal no Rio de Janeiro determinou que a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) garanta o acesso às vagas destinadas através do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) aos estudantes da rede pública do ensino médio de todo o território nacional.

Segundo o Ministério Público Federal (MFP), que propôs ação civil pública, restringir o acesso aos alunos de outros Estados fere o princípio constitucional da igualdade.

A decisão, da 14ª Vara Federal do Rio de Janeiro, prorrogou as inscrições, inicialmente do dia de 16 de janeiro até 18 do mesmo mês, para até o dia 20. A decisão determina também que a universidade deve dar ampla divulgação ao novo prazo. Por meio de sua assessoria, o Ministério da Educação (MEC) informou que já reverteu na Justiça a decisão que amplia o prazo de inscrições do Sisu.

De acordo com o MPF, a UFRJ é uma instituição federal de ensino superior, e como tal, é sustentada com recursos da União originados de tributos recolhidos de toda a população do País.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,justica-proibe-que-ufrj-privilegie-estudantes-do-rj,666932,0.htm

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