JotaPêAh!

Microsoft celebra em camiseta a morte do Internet Explorer 6

Fonte: http://www.gizmodo.com.br/conteudo/microsoft-celebra-em-camiseta-a-morte-do-internet-explorer-6/

 

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Como as pessoas que criaram o IE6 — um navegador lento, cheio de bugs e um pesadelo de segurança — observam a derrocada do produto? Com camisetas comemorativas, claro. Quem dera o IE6 fosse esperto quanto a camiseta que comemora seu esquecimento.

A camiseta, criada pela equipe do Internet Explorer, quase me deixa meio triste. Mas aí eu percebo sobre que tipo de morte estamos falando, e penso que essas pessoas estão mais do que feliz em dissecar esse corpo no IML. Agora é hora de fingir que o IE6 nunca existiu e pensar apenas no IE9. Calma, vai ficar tudo bem. Beeeeeeeeeeeeeeeep. [Ed Bott]

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Novo SkyDrive

São Paulo – O serviço de armazenamento em nuvem da Microsoft, o SkyDrive, ganhou uma nova interface e funções.

Entre os destaques, foi a implementação do HTML5, com vídeos [h.264], CSS3 e cliente de renderização. Esta mudança deixou o serviço mais rápido para navegar e abrir pastas, além de um novo formato de grade para a visualização de imagens.

Inclusive, a navegação por entre pastas e arquivos está mais similar ao Windows, tornando o uso do serviço mais intuitivo para os usuários do site, que já contabiliza mais de 100 milhões de pessoas.

O serviço, continuará a oferecer 25GB de espaço, porém a Microsoft dobrou o tamanho dos arquivos que podem ser carregados para 100MB.

Outra novidade é uma maior integração com o navegador Internet Explorer 9. Ao fixar o ícone do SkyDrive no browser, o usuário pode criar documentos no Office Web ou acessar pastas de arquivos com apenas um clique.

As mudanças podem ter relação com o lançamento do novo sistema operacional móvel da Microsoft, o Windows Phone 7 Mango, que chegará em 2012 e terá maior integração com o SkyDrive. O novo serviço estará disponível em alguns dias, afirmou a empresa.

 

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/novo-skydrive-oferece-funcoes-em-html5-21062011-38.shl

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G1 – ‘Não corrigimos falhas menores para não danificar o produto’, diz Microsoft

A Microsoft divulga todos os meses atualizações de segurança de seus produtos para corrigir falhas encontradas por hackers e pesquisadores. Porém, alguns problemas nunca receberam correção, mesmo depois de terem se tornado públicos.

Segundo Mike Reavey, diretor do Microsoft Security Response Center, falhas com pouco risco não são corrigidas pois podem prejudicar outras funções do produto que estão funcionando normalmente. “Os próprios consumidores não iriam aplicar a correção de qualquer jeito”, afirmou Reavey em entrevista exclusiva ao G1.

Reavey esteve em São Paulo para participar do Fórum BlueHat Security, organizado pela Microsoft para discutir as prevenções e os riscos à segurança digital. O Microsoft Security Response Center é responsável por encontrar e solucionar brechas existentes nos produtos da empresa.

Reavey contou ao G1 como é o ritmo de trabalho da sua equipe e como a Microsoft lida com as novas ameaças. Entre as revelações do executivo está a de que o grupo de segurança não usa filtro de spam para que nenhum possível relato de vulnerabilidade seja perdido.

Veja abaixo a íntegra da entrevista.

Por que existem falhas publicadas na internet que ainda não receberam correção?
Mike Reavey – O Microsoft Security Response Center sempre vai investigar qualquer falha que apareça. Nós trabalhamos para ter certeza que a maioria das falhas serão consertadas antes que os nossos consumidores fiquem sabendo. Às vezes, há problemas detectados que possuem riscos menores ou que são pouco práticos para um ataque. Além disso, aquele problema talvez requeira uma mudança na configuração e na arquitetura do produto. Se nós consertarmos essa falha, talvez prejudique outras funções do produto.

Então, para ataques de pouca severidade ou impraticáveis, nós não queremos parar a funcionalidade de sistemas que estão funcionando pois os consumidores não iriam aplicar a correção de qualquer jeito. Porém, em casos de ataques grandes, não vamos apenas corrigir o problema, como vamos colocar soluções para que as pessoas se protejam.

No entanto, é importante saber que 85% das falhas que nós reportamos – de forma privada – foram corrigidas antes que houvesse qualquer notificação pública. Portanto, a grande maioria das falhas são concertadas antes que os usuários sejam expostos a qualquer tipo de risco.

Como funciona o trabalho do Microsoft Security Response Center?
Mike Reavey – O time do Security Response coordena qualquer vulnerabilidade que é encontrada em produtos da Microsoft, como Windows, Internet Explorer e Office. Nós não criamos a correção. Nós trabalhamos com engenheiros do produto, que conhecem bem o sistema, e eles nos ajudam a criar a correção. O que fazemos é trabalhar com a equipe do produto para entender a brecha encontrada pelo hacker. Mais do que apenas concertar um problema, nossa equipe tenta resolver o maior número possível de falhas. Desta forma, quando os consumidores baixam a atualização, ela irá durar por mais tempo.

Quantas pessoas trabalham no Microsoft Security Response Center?
Mike Reavey – Mais de 40 pessoas. Porém, nós temos funcionários dedicados nas equipes dos produtos que também trabalham nos problemas de segurança. Para a maioria das ocorrências, há centenas de pessoas trabalhando na atualização de segurança. E, para incidentes maiores, é possível ter mais de 1 mil funcionários focados na falha.

Como é feita a escala dos funcionários?
Mike Reavey – Em uma grande falha, nós trabalhamos no modelo chamado “seguindo o sol” (quando as tarefas são repassadas para equipes em outras partes do mundo). A Microsoft é uma empresa global que trabalha com equipes em várias partes do mundo, como China, Índia e Europa. Muitas falhas são resolvidas durante o horário comercial. Porém, em incidentes de alta prioridade, nós não paramos de funcionar e trabalhamos 24 horas por dia em sete dias por semana no modelo “seguindo o sol” (quando um escritório fecha na Califórnia, outra equipe pega as tarefas no Japão, por exemplo).

Como a Microsoft acompanha as mudanças na área da segurança?
Mike Reavey – O nosso trabalho nunca é chato. Nós acompanhamos o desenvolvimento do cenário de segurança ao longo dos anos e a Microsoft tem crescido junto com esse panorama. Porém, uma das razões que fazemos eventos como o “BlueHat” é porque a comunidade de pesquisadores está sempre encontrando novas maneiras inovadoras de testar a segurança dos produtos. Nós criamos uma relação com essa comunidade para entender a sua metodologia.

Como a Microsoft gerencia os avisos de brechas enviados pelos clientes?
Mike Reavey – Os tipos de vulnerabilidade estão sempre mudando e as defesas também. Nós recebemos mais de 100 mil e-mails no site da Microsoft Security por ano. Nós temos funcionários que olham todos esses e-mails para entender se algum deles envolve vulnerabilidade. A maioria dessas mensagens não tem relação com segurança. Por isso, acabamos selecionando 1 mil e-mails para investigar. Chegam perguntas de suporte como “minha conta do Hotmail está comprometida”. Mas isso é normal porque o endereço da Microsoft Security é muito procurado. Porém, não usamos filtro de spam e nem sistema automático porque podemos receber problemas críticos também. Realmente temos pessoas que cuidam do e-mail 24 horas por dia.

Quais os principais desafios das ameaças de hoje?
Mike Reavey – As ameaças estão ficando melhores e mais desafiadoras em várias áreas. Por
exemplo: quando eu cheguei na Microsoft (em 2003), você via vírus que atacavam as máquinas quando o usuário não estava fazendo nada. Hoje, não se vê mais isso pois as ameaças estão diferentes. O que está acontecendo hoje, mais do que nunca, é um esforço colaborativo, uma defesa de base da comunidade, onde não há um produto trabalhando por si só tentando resolver o problema. Eles estão trabalhando com outros. Eu acho que isso é necessário para tentar criar mais confiança na internet.

Como é sempre ter que corrigir um problema novo em um produto diferente?
Mike Reavey – É sempre muito desafiador para a Microsoft atualizar os seus produtos, pois há várias versões, em diversas línguas e com diferentes funções. Mesmo assim, atualizamos os sistemas todos os meses, na segunda terça-feira de cada mês, às 10h [horário do Pacífico, 15h de Brasília]. Algumas vezes, atualizamos 600 milhões de sistemas [de usuários] durante a primeira semana do mês. E, se nós “invalidamos” algo, as pessoas não irão instalar a atualização. Então, a prioridade número 1 nas nossas atualizações de segurança é ter sempre muita qualidade. Nós construímos processos e testamos sistemas e isso leva algum tempo. Por isso, realizar esses testes é um processo muito intenso e que leva tempo.

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/04/nao-corrigimos-falhas-menores-para-nao-danificar-o-produto-diz-microsoft.html

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Apple contra-ataca questionamento da Microsoft sobre uso do termo App Store

imageNa última terça-feira (1/3), a Apple entrou com um pedido no órgão responsável por marcas e patentes dos Estados Unidos, com o intuito de indeferir o recurso da Microsoft, que quer impedir que a empresa criada por Steve Jobs tenha os direitos autoriais sobre o termo "App Store".
Em sua defesa, a Apple afirma que o pedido da Microsoft – apresentado em janeiro de 2011 -, no qual ela alega que "App Store" é um termo genérico e que pode ser utilizado por qualquer empresa que mantenha uma loja de aplicativos, não procede. Para tanto, a empresa de Jobs lembra que o mesmo raciocínio deveria ser aplicado ao Windows, que é uma das marcas mais reconhecidas da Microsoft, mas significa "janela" em inglês e, portanto, representa um termo bastante genérico.
Além disso, a Apple afirma que seus concorrentes já encontraram alternativas para designar as lojas de aplicativos, citando, inclusive, o próprio Windows Marketplace. "Como a Microsoft mesmo reconhece, esses concorrentes encontraram maneiras de nomear e descrever suas lojas de software sem usar o termo ‘App Store’", afirmou a Apple.
O pedido para registrar a marca "App Store" foi feito pela Apple uma semana após o lançamento da loja de aplicativos para iPhone, em 2008.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/apple_contra-ataca_microsoft_em_disputa_judicial_pelo_nome_app_store

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Apple se torna US$ 100 bilhões mais valiosa do que a Microsoft

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A Apple ultrapassou nesta terça-feira (15) em US$ 100 bilhões o valor de mercado (soma do valor das ações) da Microsoft, de acordo com a bolsa Nasdaq. A companhia, a mais valiosa do ramo de tecnologia, alcançou um valor de US$ 330 bilhões, enquanto que Microsoft, em segundo lugar, possui US$ 228 bilhões.

Em maio de 2010 a Apple ultrapassou a Microsoft em valor de mercado, tornando-se a empresa de tecnologia mais valiosa do mundo. Na época, a companhia alcançou US$ 222 bilhões em valor de mercado, enquanto que a empresa fundada por Bill Gates ficou com US$ 219 bilhões.

Nove meses depois, a Apple havia se valorizado em US$ 108 bilhões, enquanto a Microsoft ficara apenas US$ 9 bilhões maior, segundo a bolsa Nasdaq.

Google e IBM estão se aproximando da Microsoft. A dona do maior site de buscas do mundo está na quarta colocação, com US$ 200 bilhões em valor de mercado, enquanto que a IBM, em terceiro, está com US$ 202 bilhões.

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/02/apple-se-torna-us-100-bilhoes-mais-valiosa-do-que-microsoft.html

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Instaload by Microsoft

 

A Microsoft
anunciou hoje sua nova tecnologia InstaLoad, que permite que as pilhas
possam ser utilizadas em qualquer posição independente de sua
polarização. 

Basicamente
isso significa que você pode utilizar as pilhas em qualquer uma das
posições ilustradas abaixo e mesmo assim elas funcionarão sem problemas:

 

InstaLoad permite que as pilhas  sejam usadas em qualquer posição
InstaLoad permite que as pilhas
sejam usadas em qualquer posição

A tecnologia InstaLoad utiliza um novo tipo de
contato que não deve drenar a energia da pilha e nem requer circuitos
que custam muito caro.

Mas o detalhe mais importante é que a
InstaLoad é compatível com as pilhas AA, AAA, C, D e CR123 utilizadas
atualmente em brinquedos, lanternas e qualquer outra coisa que faça uso
de pilhas.

Para dispositivos de acessibilidade usados por
pessoas com necessidades especiais, a tecnologia InstaLoad está
disponível através de um programa de licenciamento que permite seu uso
livre de royalties.

Comentários

 

Comments (3)

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que a nossa equipe de moderação tome as providências necessárias.
Obrigado!

Como sempre no
Brasil vai demorar para chegar e depois padronizar.

 

1 resposta · ativo 49 minutos atrás

 

E quando
chegar, certamente nós precisaremos de um adaptador especial, pois algum
órgão tipo ABNT vai ter inventado um padrão similar totalmente inútil e
incompatível que deverá ser adotado por todos. 

Com isso,
seremos obrigados a gastar dinheiro sem o menor sentido com adaptadores
meia-boca nacionais: foi assim com a tomada/plug novo (cujo formato é
único no mundo), a TV digital brasileira (idem, sendo um frankenstein
japonês-brasileiro), e certamente haverão outros exemplos no futuro..

É isso, além de sermos obrigados a pagar impostos absurdos
disfarçados em “incentivo à produção nacional”, como 45% de imposto
sobre placas de vídeo (como se houvesse algo nacional remotamente
similar a uma GPU). É a mentalidade de “reserva de mercado” ressuscitada
no século XXI, um retrocesso que só atrapalha ao invés de ajudar..

 

 

É, como sempre
nós somos o país do futuro vivendo em plena Idade Média, talvez daqui
uns 100 anos nós vamos chegar á renascença! 

Fonte: http://www.baboo.com.br/conteudo/modelos/MS-anuncia-nova-tecnologia-para-pilhas_a39249_z396.aspx

 

 

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Microsoft envia flores ao funeral do IE6

A Microsoft aproveitou a divertida brincadeira que ‘velava’ a morte
do navegador Internet Explorer 6 e mandou flores e um cartão de
condolências.

Velado no último final de semana em uma brincadeira feita pela agência Aten Design Group,
o Internet Explorer 6 recebeu flores e um cartão de condolências da
Microsoft, empresa responsável pelo desenvolvimento do navegador.

“Obrigada pelos bons tempos IE6, nos vemos no MIX
quando iremos mostrar um pedacinho do céu do IE”, dizia o cartão,
fazendo referência à feira de negócios que acontecerá em Las Vegas
ainda neste mês, onde a Microsoft deve apresentar um novo navegador, o
Internet Explorer 9, explica o site The Register.

Duvidando um pouco da esportiva da Microsoft, o site Seattle PI questionou a empresa sobre a veracidade tanto do buquê de flores quanto do cartão, e a Microsoft confirmou o envio de ambos.
 

Fonte: Geek

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Resposta de I’m a PC

“Vocês que frequentam blogs diariamente e são heavy users de computador se esquecem imensamente de uma verdade absoluta. Vocês são um nicho, ou melhor, nós somos um nicho.

A grande estupidez de quem VIVE o mundo da tecnologia é achar que faz parte da maioria da população. Nunca se esqueçam que pra uma enorme parte da população a grande diferença entre o PC e o MAC é que o MAC combina mais com a cortina.

Nâo fale de MACs e PCs com seus amigos Nerds, falem com sua familia no almoço de domingo. Pergunte as diferenças pra sua mãe. Aí vocês vão entender o quão longe de parecer com a maioria vocês estão.

Pra quem começou a achar MAC legal por causa do iPod, e compra iPhone por causa do Hype e não do hardware a campanha é sim eficiente pra mostrar que ser um PC não é tão ruim quanto a Apple vende.

Windows é capenga sim, mas tá longe de ser tão ruim quanto a Apple diz. E MAC é bacana? Sim, mas longe de ser tão superior quanto os Macmaníacos dizem.

Se o Merigo fizer um post sobre como o Corinthians é legal, a maiorias dos comentários vai ser tão passional quantos os contidos nesse aqui.

Ame seu MAC, case com ele. Pinte sua casa de branco, tatue uma maçã no braço, mas não misture afeição por uma marca com o quão melhor do que outra ela é.

MAC dá pau sim, tem lá seus montes de limitações. É uma máquina pra um tipo específico de usuário. O velho e bom PC com a porcaria do XP, ou o bizarro do Vista, ainda continua cumprindo muito bem a triste missão de sobreviver num hardware totalmente despadronizado, que pode atender a grande maioria dos usuários comuns.

Quanto à campanha, ela é sim atrasada, mas muito menos prepotente do que a da Apple, pois em nenhum momento ela diz, ser um MAC é ruim, ela só diz, ser um PC tb é legal, e não é por que você não usa AllStar que você é um ser humano pior, você só não é designer, publicitário, ou trabalha com desenvolvimento.

Isso é uma dica pra todos, criem coisas para o mundo, não para os seus amigos. Pensem no mundo como um lugar onde existem bilhões de pessoas, e não as 300 que te seguem no twitter, ou que estão no seu Linkedin.”

http://www.brainstorm9.com.br/2008/09/18/microsoft-windows-im-a-pc/

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