JotaPêAh!

Pai – Do jesusmechicoteia.com.br

Removido a pedido do autor.

Fonte: http://www.jesusmechicoteia.com.br/meu-pai

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Aborto – Do jesusmechicoteia.com.br

Perguntaram pra mim se ainda gosto dela se eu sou a favor do aborto. Respondi tenho ódio que sou contra e o Andréca me pediu pra colar a resposta aqui no blog. Então aí vai:

Sou contra [o aborto]. Já explico.

Durante muito tempo, eu fui jurado no Tribunal do Júri de Penha de França, aqui em São Paulo. Aprendi nas sessões o conceito de “in dubio pro reo”: se há alguma dúvida sobre a culpa, o benefício é do réu. Isso, no caso de um júri, significa votar pela inocência do réu se você tiver qualquer dúvida quanto à culpa dele. É ruim pensar que você pode ter soltado um culpado, mas pior ainda seria viver com a sensação de ter ajudado a condenar um inocente. Por isso mesmo sou contra a pena de morte: para condenar alguém à morte você precisa ter certeza absoluta; o que não é fácil.

E o que isso tem a ver com o aborto? Muito pouco, só a questão da dúvida. Quando começa a vida? Na fecundação, na terceira semana, no terceiro mês, no quinto mês? Ninguém sabe. Não adianta falar que o aborto é legal até a sexta semana, por exemplo: ninguém sabe se um feto de seis semanas é ou não um ser humano. E aí, o que que faz? Aceita a possibilidade de matar uma pessoa?

O que eu vejo por aí é muita gente falando que tem que liberar o aborto porque o mundo está cheio de crianças na rua roubando, fumando crack etc. As pessoas são a favor do aborto para se livrarem da visão dessas crianças e do medo que têm delas. Não pensam nas crianças: pensam no próprio conforto, na própria segurança.

Outro argumento que se usa muito é que tem muita gente fazendo aborto em clínicas clandestinas, com agulha de tricô, cabide de arame, vareta de medir o nível do óleo, sei lá.Aí dizem que seria melhor liberar o aborto. Só que tem a questão da vida: se o feto abortado já é um ser humano, o aborto é assassinato, não importa se feito num fundo de quintal com uma vara de pescar ou numa clínica, com todo o conforto e tecnologia.

Ok, pode ser também que o feto NÃO SEJA um ser humano e que o aborto não tenha nenhum problema moral. Mas eu é que não quero viver com essa dúvida.

Fonte: http://www.jesusmechicoteia.com.br/aborto

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Páscoa – Do jesusmechicoteia.com.br

Removido a pedido do autor.

Fonte: http://www.jesusmechicoteia.com.br/ressurreicao

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Para não esquecer – Do jesusmechicoteia.com.br

Removido a pedido do autor.

Fonte: http://www.jesusmechicoteia.com.br/para-nao-esquecer-2

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Eustáquio: a conversão de um perseguidor

A trajetória de Eustáquio em A Viagem do Peregrino da Alvorada é muito parecida com a da figura bíblica de Paulo de Tarso. Ambos tinham o temperamento forte, perseguiam os que tinham uma fé diferente, o destino lhes deu um susto e acabaram por se tornar defensores daquilo que antes condenavam.

Paulo era um judeu culto, ligado ao grupo dos fariseus – que seguiam rigorosamente as tradições de sua religião e perseguiam um grupo novo que estava surgindo: os cristãos. Em uma dessas missões de perseguição aos cristãos, em Damasco, Jesus apareceu a ele numa luz e lhe disse: “Saulo, Saulo, por que me persegues?” (Atos dos Apóstolos 9,1-22). Ele caiu do cavalo, ficou cego e precisou ficar uns dias na cidade até ser socorrido por um dos cristãos que o curou milagrosamente da cegueira. A história bíblica conta que no momento da cura saíram “escamas” de seus olhos. Depois disso, Paulo foi batizado e tornou-se um dos principais propagadores do Cristianismo, levando até o título de apóstolo (o único apóstolo que não conheceu Jesus “pessoalmente”).

Eustáquio era um pseudo-intelectual, gostava de ler livros instrutivos, mas queria mesmo era ver os animais mortos, espetados como peças de coleção. Seu prazer era perseguir os primos, principalmente porque detestava a tal “fé” que tinham em um mundo chamado Nárnia. Coitado! Acabou indo parar em Nárnia com eles e teve dias difíceis em alto-mar – até foi preso como escravo. Mesmo assim, isso não bastou para que melhorasse seu comportamento, permaneceu hostil até o fim, revoltado e fazendo questão de demonstrar seu ódio. Foi em uma das ilhas que o garoto recebeu a lição de sua vida, ao escapar de ajudar o grupo para dormir escondido, ele encontrou um tesouro, quis roubá-lo e transformou-se em um dragão. Quando se arrependeu de tudo o que fez, Aslam lhe socorreu e lhe tirou da condição de dragão, arrancando-lhe com as garras as escamas e o lavando com a água de um poço. Eustáquio mudou radicalmente de comportamento, tornou-se um verdadeiro Filho de Adão e foi herói na história de A Cadeira de Prata, mesmo não chegando a ser oficialmente um rei de Nárnia.

Essas duas histórias nos mostram o caminho de transformação para a vida de muitos – de perseguidor a defensor, de arrogante a misericordioso.  Passa-se pelo extremo do ódio, para o susto e depois a mudança.

Todos nós não nascemos perfeitos, sempre existe algo a ser melhorado – convertido. Alguns precisam passar pela dor de ter de tirar as escamas, outros já descobrem a mudança com mais facilidade e nem chegam a sofrer ou ter de “cair do cavalo”. Independente de como for o seu processo, o importante é chegar ao objetivo de melhorar a cada dia.

E que Aslam nos socorra no momento certo!

Sérgio Fernandes
Publicitário, criador do fã-clube Mundo Nárnia e escritor do livro Manual da Viagem do Peregrino da Alvorada. E-mail: falecom@sergiofernandes.com.br

Fonte: http://www.mundonarnia.com/portal/eustaquio-a-conversao-de-um-perseguidor.html

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