Alemão desaparecido pode ter sido vítima de canibalismo na Polinésia Francesa

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2011/10/17/alemao-desaparecido-pode-ter-sido-vitima-de-canibalismo-na-polinesia-francesa.jhtm

 

imageO marinheiro alemão Stefan Ramin, 40, fazia a viagem de seus sonhos em uma ilha na Polinésia Francesa, no Pacífico Sul, até que tudo virou pesadelo um mês atrás.

Ao lado da namorada, Heike Dorsch, 37, ele havia ancorado seu barco em Nuku Hiva, para participar de uma tradicional caça às cabras na ilha de cerca de 2.000 habitantes.

No entanto, após sair para caçar com um guia local chamado Henri Haiti, desapareceu. Segundo Dorsch, Haiti voltou sozinho e disse a ela que um acidente havia ocorrido e que Ramin precisava de ajuda.

Antes que ela pudesse buscar socorro, ele a amarrou a uma árvore e a agrediu sexualmente. Dorsch, no entanto, conseguiu escapar e avisar as autoridades.

Na semana passada, a polícia local encontrou, em meio a brasas, cinzas, ossos e dentes que acredita ser de Ramin.

Os restos foram enviados à Paris para confirmar se são realmente do marinheiro. José Thorel, investigador francês, não excluiu a possibilidade de que os ossos e dentes sejam de Ramin, mas ressaltou que os testes podem demorar semanas.

Enquanto isso, o tabloide alemão “Bild” afirmou que Haiti era um “provável canibal”.

“Cinzas estavam distribuídas por um acampamento, ao lado de ossos e dentes. O cheiro era de carne queimada. No local também havia roupas espalhadas. Um promotor acredita que ele foi assassinado por um canibal e partes dele foram comidas”, reportou o periódico.

Haiti está desaparecido e agora está na mira de investigações da polícia local.

Um porta-voz do governo alemão informou que “o ministro das Relações Exteriores e a polícia federal estão investigando o caso ao lado de autoridades locais”.

O marinheiro alemão Stefan Ramin, 40, fazia a viagem de seus sonhos em uma ilha na Polinésia Francesa, no Pacífico Sul, até que tudo virou pesadelo um mês atrás.

Ao lado da namorada, Heike Dorsch, 37, ele havia ancorado seu barco em Nuku Hiva, para participar de uma tradicional caça às cabras na ilha de cerca de 2.000 habitantes.

No entanto, após sair para caçar com um guia local chamado Henri Haiti, desapareceu. Segundo Dorsch, Haiti voltou sozinho e disse a ela que um acidente havia ocorrido e que Ramin precisava de ajuda.

Antes que ela pudesse buscar socorro, ele a amarrou a uma árvore e a agrediu sexualmente. Dorsch, no entanto, conseguiu escapar e avisar as autoridades.

Na semana passada, a polícia local encontrou, em meio a brasas, cinzas, ossos e dentes que acredita ser de Ramin.

Os restos foram enviados à Paris para confirmar se são realmente do marinheiro. José Thorel, investigador francês, não excluiu a possibilidade de que os ossos e dentes sejam de Ramin, mas ressaltou que os testes podem demorar semanas.

Enquanto isso, o tabloide alemão “Bild” afirmou que Haiti era um “provável canibal”.

“Cinzas estavam distribuídas por um acampamento, ao lado de ossos e dentes. O cheiro era de carne queimada. No local também havia roupas espalhadas. Um promotor acredita que ele foi assassinado por um canibal e partes dele foram comidas”, reportou o periódico.

Haiti está desaparecido e agora está na mira de investigações da polícia local.

Um porta-voz do governo alemão informou que “o ministro das Relações Exteriores e a polícia federal estão investigando o caso ao lado de autoridades locais”.


 

Atualizado 18/10/2011 17:24

A vice-prefeita da ilha de Nuku Hiva, na Polinésia Francesa, negou, em entrevista à BBC, que um turista alemão que está desaparecido desde o dia 9 de outubro tenha sido vítima de canibalismo.

Segundo Deborah Kimitete, a história, que vem sendo divulgada por parte da imprensa alemã e por outras publicações, teria sido criada por um repórter e não reflete a verdade.

"Eles encontraram ossos queimados. É isso. Eu não sei por que eles estão falando de canibalismo", disse Kimitete à BBC.

"Tribos lutavam umas contra as outras e era uma forma de absorver o poder do inimigo."
Segundo Kimitete, a população está profundamente magoada com o destaque dado à notícia. Ela acredita que a imagem da ilha pode ser prejudicada.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/bbc/2011/10/18/polinesia-francesa-nega-que-turista-tenha-sido-vitima-de-canibalismo.jhtm

 


Atualizada 04/11/2011 11:57

A namorada do turista alemão que desapareceu na Polinésia Francesa detalhou, em entrevista a uma revista alemã, como escapou da morte nas mãos do suposto canibal que teria matado seu namorado.

Na entrevista, Dorsch conta que ela e o namorado conheceram algumas pessoas na ilha enquanto estavam ancorados no local, incluindo o guia. “À noite ele voltou sozinho, dizendo que Stefan precisava de ajuda. Eu peguei uma tocha e o segui floresta a dentro”, contou Dorsch.

“De repente, ele me ameaçou. Colocou uma arma no meu nariz e disse em francês que eu ia morrer. Eu pulei na arma gritando: “Não, eu não vou morrer”, acrescentou, dizendo que, durante a briga, estava certa que ele iria violenta-la.

Quando conseguiu se livrar, ela conta que correu em direção à praia e nadou até o único barco que estava perto do seu. As pessoas que estavam a bordo a ajudaram e chamaram a polícia.

O guia continua sendo procurado na ilha de Nuku Hiva. As informações são do Daily Mail.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2011/11/03/namorada-de-alemao-desaparecido-na-polinesia-francesa-detalha-suposto-ataque.jhtm

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G1 – Mãe conta drama de escolher que filho salvar após carro cair em represa – notícias em Mundo

Uma mãe de família contou à Justiça britânica o terror de escolher que filho salvar após um acidente em que seu carro caiu em uma represa.

Rachel Edwards, de 39 anos, dirigia o carro acompanhada de sua filha de 2 anos e de seu filho de 16 quando passou por um buraco e perdeu a direção na região de Lincolnshire, no nordeste da Inglaterra, em agosto do ano passado.

A mãe conseguiu escapar do carro pela janela enquanto o veículo afundava. Porém, teve de enfrentar o drama de escolher entre salvar a vida do filho de 16 anos de idade ou da filha de 2 anos.

Dois amigos do filho também estavam no carro e conseguiram escapar pela janela e buscar ajuda.

Ao depor no inquérito sobre o acidente, na cidade de Horncastle, em Lincolnshire, Edwards disse que ainda não teve tempo de entender a sequência de eventos que se desenrolaram muito rapidamente.

‘Sei que passei por cima do buraco e o carro balançou para a direita e depois, não sei por que, para a esquerda. Não sei se passei por cima de um buraco e depois por outro buraco’, disse a mãe. ‘Não sei como fui parar na água, não sei.’

Sequência rápida
O grupo, que vive em Essex, no sudeste da Inglaterra, estava no norte do país em férias. A mãe estava grávida de seis meses quando o acidente ocorreu.

Com o carro cerca de 3 metros abaixo da superfície, Edwards e os dois amigos do filho escaparam, mas o filho Jack, de 16 anos, e a filha de 2, Isabella, continuaram presos.

A mãe decidiu então regressar e tentar resgatar os filhos. Foi então que percebeu que só poderia levar um de volta à superfície. Edwards liberou Isabella da poltrona do carro, mas nesse momento o veículo voltou a afundar.

‘Fomos puxados para baixo e, quando conseguimos nadar para cima novamente, notei que que ela estava apavorada. Eu queria voltar para o carro, mas não tinha onde deixá-la’, disse a mãe. ‘Eu sabia que se a deixasse sobre uma roda ela cairia, por isso não voltei para salvar Jack. Apenas esperei e esperei.’

Ao chegar à cena do acidente, um policial mergulhou na represa e conseguiu tirar Jack do carro. Entretanto, o filho já estava inconsciente e foi dado como morto no hospital. Um exame póstumo comprovou que o adolescente morreu por afogamento.

À época do acidente, Edwards disse que ‘sabia que se eu soltasse Isabella, não conseguiria pegá-la de volta’. ‘Desde então eu passo todos os meus momentos pensando em como eu poderia ter salvado meus dois filhos’, disse.

Perigosa
Embora o limite de velocidade na estrada seja de 60 milhas por hora (96,5 km/h), uma simulação conduzida pela polícia demonstrou que viajar à metade desta velocidade constitui uma experiência ‘desconfortável e perigosa’ na rodovia.

Os peritos avaliaram que desenvolver uma velocidade de 65 km/h na estrada já compromete a segurança do percurso.

Entretanto, o investigador forense do caso, Paul Smith, concluiu que a mãe não dirigia a uma velocidade acima do permitido por lei.

Para ele, a causa do acidente foram as más condições da estrada, que representa um risco ‘maior que uma simples estrada de terra’.

O especialista disse que alertará as autoridades de Lincolnshire para que as devidas providências de sinalização sejam tomadas.

As autoridades do condado lamentaram o incidente e afirmaram que os trabalhos de reparo na rodovia já foram concluídos.

G1 – Mãe conta drama de escolher que filho salvar após carro cair em represa – notícias em Mundo.

Viva La Vaca!

Terça-feira montamos uns móveis para o Evanilson, instalamos a TV 32″ dele e…só.
À noite, viemos para a casa da Tia Rosa.
Hoje, quarta, é mais do chove chuva.
Chove.
Para.
Sai sol.
Chove outra vez.

Hoje finalmente saiu a foto do nosso jantar no Viva La Vaca.
Como não sei quanto tempo as fotos ficam disponíveis, já fiz minha cópia.

Viva La Vaca é Show!




Super segunda

Segunda agitada, apesar de tudo.
Saímos de casa uma da tarde em direção ao Shopping Iguatemi.
Fomos ao cinema assistir Fúria de Titãs em 3D.
Muito supimpa de legal.
As personagens e os objetos parecem que vão sair da tela
Um filme interessante, com personagens conhecidos, tais como:
– Caronte, o barqueiro que atravessa as almas para o mundo dos mortos.
Na novela América, depois que o Tião cai do touro Bandido, ele tem um encontro com Caronte.
O diálogo era mais ou menos assim:
Tião: Que lugar é esse?
Caronte: É o Rio das Almas.
Tião: E quem é você?
Caronte: Eu sou o barqueiro que atravessa as almas.
Não sei do resto, pois não assisti ao capítulo, apenas à chamada. Uma pena.
No dia 9 de outubro de 2009, postei um texto extraído da Wikipedia sobre Caronte. O link é esse.

– Medusa, aquela que transforma as pessoas em pedra.
Essa parte me fez lembrar das “artes” feitas em Senador Pompeu sobre algumas fotos dos parentes.
Os cabelos que eu criei para a Rrô são quase as cobrinhas da Medusa.



– Também foi mencionado o Leão da Neméia, parte da mitologia greco-romana, que Hércules teve que derrotar em um de seus Doze Trabalhos.

– E por último, porém não menos importante, o Kraken. Um monstro da mitologia escandinava (no filme mesclado ao contexto grego), e que aparece no filme Piratas do Caribe: O Baú da Morte.

Muito bem.
Depois do filme fomos às lojas.
Comprei apenas três itens.
A mãe não encontrou nada interessante.
Ficamos por lá até umas sete horas da noite.
Depois fomos para o Viva La Vaca jantar. Mega rodízio.
Um lugar muito bacana.
Comemos muitíssimo.
Pedimos uma torre de refrigerante. Dois litros e meio. Bebemos quase tudo.
Comi arroz com camarão, coxa de faisão e moqueca de arraia. Além das outras carnes e comidas.
Pra voltar pra casa foi uma via sacra até chegar ao ponto certo e do ônibus certo.
Chegamos em casa 23:45.

Praia, praia, praia

Isso que é domingo.
Eu, Thiago e mãe saímos umas nove horas.
Fomos à Praia de Iracema.
Tiramos enes fotos, inclusive da própria Iracema, com sua barriguinha saliente.
Depois, fomos para a Praia do Futuro I, e ficamos no ambiente Cuca Legal.
De acordo com a conta, exatos 272 minutos.
Isso desde a hora que fizemos o primeiro pedido, até que fechamos a conta..
Depois ainda ficamos por ali, até sairmos para pegar conchas.
Peguei uma meia dúzia de três ou quatro.
Caminhamos quilômetros em busca delas.
O Thiago deve ter pego vários quilos.

O Beach, que era sexta, passou para hoje, ficou para domingo que vem.
O shopping e o cinema amanhã.
Além da praça da estação.
Contagem regressiva da última semana.

As fotos das praias estão  aqui.

Mais Ceará

Sábado, 22-05-2010, pela primeira vez em vários meses, fui à igreja.
Igreja bacana, com ar condicionado.
Muito confortável.
À tarde ficamos em casa até umas cinco horas.
Cansados de fazer nada, resolvemos dar uma volta à beira-mar.
Que chique.
Fomos sem nenhum acessório.
Vimos o sol se pôr.
As ondas do mar quebrando na praia.
Um som encantador.

À noite saímos com o Thiago e o amigo dele.
Fomos ao centro cultural Dragão do Mar e depois à Ponte dos Ingleses.
Descobri um recurso interessante na minha câmera, que consegue captar melhor as luzes, não deixando a imagem escura, mesmo sem o flash.
As imagens ficam um pouco “estranhas”. Diferentes. Dá um efeito artístico, de pintura.
As imagens abaixo foram tiradas da parte condenada da ponte e usando o recurso descrito.
O clima estava muito agradável, pois soprova uma brisa fresca.
Estar no meio do mar é muito supimpa.


 




Até um certo ponto, a ponte é de madeira. Depois é de alvenaria. Só que um dos lados da ponte de alvenaria despencou no mar.
Abaixo estão fotos da parte da ponte que “ainda” não caiu.






Pretendo voltar lá de dia pra tirar mais fotos.
Para finalizar a noite, comemos umas pizzas no Habbib’s.
Parece que domingo tem praia no roteiro.
Caminhar vários quilômetros pelo litoral.

Todas as fotos estão aqui.

Morrer tantas vezes

A falta do que fazer é terrível.
Em um desses momentos, resolvemos descer rolando um monte de areia próximo ao rio.
Quando tivemos a brilhante ideia: vamos fazer um enterro.
Deixamos então, aflorar nossa veia artística nas duas fotos abaixo.
Teve até choro.

 

 

Comovente.
Paulinho gostou tanto da ideia,
que resolveu fazer a própria cova.
Tentou, pelo menos.
Ou estava tentando nadar, não sei.