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Corte nega recurso de jovem condenado por downloads ilegais

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2012/05/corte-nega-recurso-de-jovem-condenado-por-downloads-ilegais.html

A Suprema Corte dos Estados Unidos negou nesta segunda-feira (21) o recurso de um jovem que foi condenado a pagar US$ 675 mil por fazer download ilegal e compartilhar 30 músicas na internet. Joel Tenenbaum, de 28 anos, diz que continuará tentando reduzir a multa.

“Eu não acredito que o sistema continuará com essa multa de seis dígitos em danos pelo download de 30 músicas”, disse. “Eu não acredito que o tribunal manterá algo tão ridículo.”

Tenenbaum, que acabou de concluir seu doutorado, disse que não tem dinheiro para pagar o valor imposto.

Em 2009, um júri determinou que Tenenbaum deveria pagar US$ 675 mil –US$ 22,5 mil por música—depois que a Associação da Indústria Fonográfica dos EUA processou o jovem em nome das gravadoras, incluindo a Sony BMG Music Entertainment e a Warner Brothers Records. Um juiz disse que a penalidade era excessiva e a reduziu para US$ 67,5 mil, mas uma corte de apelações reestabeleceu o valor.

Durante o julgamento, Tenenbaum admitiu ter feito o download e compartilhado músicas de bandas como Green Day, Nirvana e Smashing Pumpkins. O advogado dele afirma que as multas por danos devem ficar em US$ 0,99 por música, o valor que ele deveria ter pago pelo download legal.

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Governo dos EUA fecha Megaupload e prende seu fundador

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2012/01/governo-dos-eua-fecha-megaupload-e-prende-seu-fundador.html

 

Um dos maiores sites de compartilhamento de arquivos do mundo, o Megaupload, foi tirado do ar nesta quinta-feira (19). O fundador da companhia e vários de seus executivos foram acusados formalmente de violar leis antipirataria nos Estados Unidos, informaram promotores federais do país.

A acusação alega que o Megaupload.com deu aos detentores de direitos autorais mais que US$ 500 milhões em prejuízo por facilitar a pirataria de filmes e outros tipos de conteúdo.

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos disse, em um comunicado, que Kim Dotcom –fundador do site, também conhecido como Kim Schmitz—e outros três executivos da empresa foram presos nesta quinta-feira na Nova Zelândia a pedido de oficiais norte-americanos.

O Megaupload é único não somente pelo volume grande de download que possibilita, mas pelo apoio que tem de celebridades conhecidas e músicos, que geralmente são vistos como as vítimas da violação das leis antipirataria. Antes de ser tirado do ar, o site trazia o “apoio” de nomes como a socialite Kim Kardashian e os músicos Alicia Keys e Kanye West –as celebridades chegaram a gravar um vídeo de apoio à companhia, mas as imagens foram tiradas do ar pelas gravadoras.

A companhia, baseada em Hong Kong, listava Swizz Beatz, um músico, como seu CEO. Antes de o site ser tirado do ar, foi publicado um comunicado dizendo que as acusações de que ele possibilitava infração de leis de direitos autorais eram “extremamente exageradas”.

“A maioria do tráfego de dados feito pelo Megaupload é legítimo e estamos aqui para ficar. Se a indústria de conteúdo quiser tirar vantagem da nossa popularidade, estamos felizes em abrir um diálogo. Temos boas ideias, entrem em contato”, dizia o comunicado.

O Megaupload é um site por meio do qual os usuários podem fazer o upload e a transferência de arquivos que são grandes demais para serem enviados por e-mail. Endereços do tipo têm uso legítimo de diversos usuários, mas associações representantes dos detentores dos direitos autorais estimam que a maioria do conteúdo enviado com a ajuda do site seja ilegal.

SOPA e PIPA
O fato acontece um dia depois que diversos sites, incluindo a Wikipédia e a Craigslist, tiraram seus sites do ar em protesto com o SOPA e o PIPA, dois projetos de lei antipirataria que circulam nos Estados Unidos.

O Stop Online Piracy Act (SOPA) é um projeto de lei com regras mais rígidas contra a pirataria digital nos EUA. Ele prevê o bloqueio no país, por meio de sites de busca, por exemplo, a determinado site acusado de infringir direitos autorais. O foco está principalmente em sites estrangeiros, contra os quais as empresas americanas pouco podem agir. No Senado, circula o Protect IP Act, conhecido como PIPA (ato para proteção da propriedade intelectual), outro projeto sobre direitos autorais que mira a internet.

Ambos são apoiados por empresas de entretenimento, constantes alvos de pirataria, mas são questionados por companhias de internet, como Google, Facebook, Amazon e Twitter, que interpretam as medidas como um tipo de censura aos sites e à liberdade de expressão. O SOPA ainda está sendo avaliado por comissão na Câmara; a PIPA deve ir à votação no Senado ainda neste mês.

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Pessoas sensíveis a ondas eletromagnéticas fogem de celulares e wi-fi

Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/09/pessoas-sensiveis-a-ondas-eletromagneticas-fogem-de-celulares-e-wi-fi.html

 

Enquanto a maior parte do mundo busca conexões mais ágeis e celulares mais eficientes, um grupo de americanos quer se ver distante das ondas eletromagnéticas.

A zona livre de ondas de rádio na Virgínia Ocidental tornou-se o oasis para essas pessoas, que fogem das dores causadas pela chamada hipersensibilidade eletromagnética.

A doença ainda não é formalmente reconhecida pela Organização Mundial de Saúde. Mas pessoas como Diane Shou conhecem bem os sintomas que a fizeram deixar o marido e os filhos no estado de Iowa em busca de um novo lar, repleto de ar puro e sem nenhuma onda eletromagnética.

Diane vive agora em Green Bank, no Estado da Virgína. A chamada zona livre de ondas de rádio possui 33 mil km² onde não há celulares e nenhuma outra conexão de internet funciona. A razão são os diversos telescópios que funcionam na área.

Enquanto ainda vivia em Iowa, Diane passava a maior parte do tempo isolada em um espaço construído especialmente para bloquear a entrada de ondas de rádio.

“É uma coisa horrível ter de ser um prisioneiro”, diz ela. “Você se torna um leproso tecnológico, porque não pode estar em torno de pessoas”.

Mesmo sem reconhecimento oficial, estima-se que 5% dos americanos possuam algum tipo de sensibilidade eletromagnética.

Estudo
Um estudo da Universidade do Estado da Louisiana, publicado no “International Journal of Neuroscience”, mostra, no entanto, que existe uma relação entre as dores e as queimaduras na pele com a frequencia eletromagnética.

O professor Andrew Marino lembra que ainda não haviam estudos relevantes sobre o assunto. A descoberta poderá amenizar a situação de pessoas como Diane no futuro.

“É um divisor de águas nesse sentido. Não há estudos anteriores que avaliam cientificamente se os campos eletromagnéticos no ambiente podem produzir sintomas nos humanos”, diz.

Os cientistas conduziram uma série de testes em uma médica de 35 anos, diagnosticada com hipersensibilidade eletromagnética.

A médica ficou sentada em uma cadeira de madeira, exposta a ondas eletrogmanéticas e a momentos com nenhuma interferência.

Ela relatou relatou dores de cabeça e espasmos musculares durante as exposições à frequencia magnética, mas não sentiu nada quando não houve exposição.

‘Ignorância tecnológica’
Segundo o professor Bob Park, da Universidade de Maryland, a radiação emitida por wi-fi é simplesmente muito fraca para causar qualquer mudança no organismo que possa causar doenças.

“O maior problema que enfrentamos é que em nossa sociedade, impulsionada pelas mudanças tecnológicas, as pessoas têm muito pouca educação”, diz ele.

“Há muitas coisas que as pessoas precisam aprender e elas não estão aprendendo. A única coisa que vai matá-los é a ignorância”.

Não é o que pensa Nichols Fox. Também moradora da zona livre de ondas de rádio, ela diz entender o ceticismo, dizendo que levou anos para reconhecer que sofria de hipersensibildiade eletromagnética.

Ela conta que seus sintomas são tão graves que se isolou quase totalmente, vivendo em uma casa remota rodeada por campos e florestas.

Para evitar qualquer problema, sua geladeira funciona com gás, a luz vem de lâmpadas de querosene e o fogão a lenha aquece a casa.

“É tão importante que as pessoas entendam que esta é uma deficiência muito séria, é uma deficiência que provoca uma mudança de vida. Isso leva a uma morte mais rápida. Eu não tenho absolutamente nenhuma dúvida sobre isso e eu acho que é apenas lamentável que não seja reconhecido”, diz.

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Motoqueiro morre ao bater a cabeça durante ato contra capacete nos EUA

Um motociclista que participava de um protesto contra o uso do capacete morreu após sofrer um acidente e bater a cabeça no chão, segundo a polícia dos EUA.

O acidente ocorreu na tarde de sábado (2), na cidade de Onondaga, próximo a Syracuse, no centro do estado de Nova York.

Policiais estaduais disseram ao "Post-Standard", jornal de Syracuse, que Philip A. Contos, de 55 anos e morador de Parish, dirigia uma Harley Davidson 1983 com um grupo grande de motociclistas.

Em protesto contra as leis que obrigam o uso de capacete, eles deliberadamente não estavam usando esse acessório de segurança, de acordo com testemunhas.

Os policiais disseram que Contos freou abruptamente, a moto balançou e ficou fora de controle. Ele voou sobre o guidão e caiu de cabeça no chão.

Contos chegou a ser socorrido, mas morreu no hospital.

A polícia disse que está investigando o motivo que o levou a dar a freada repentina.

Para os policiais, ele provavelmente teria sobrevivido ao impacto se estivesse usando um capacete.

A ABATE (American Bikers Aimed for Education), associação que organizava o protesto, disse à TV local que combate o uso obrigatório de capacete por acreditar na liberdade de escolha e no fato de que os motociclistas conhecem o risco trazido por essa prática.

 

Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/07/motoqueiro-morre-ao-bater-cabeca-durante-ato-contra-capacete-nos-eua.html

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Osama Bin Laden está morto

Os exames de DNA confirmaram que o líder da rede al-Qaeda, Osama bin Laden, era a pessoa morta em uma operação de forças americanas no Paquistão, informou uma fonte do governo dos Estados Unidos.

Sob condição de anonimato, uma autoridade da inteligência dos EUA disse a repóteres que os exames confirmou com 100% de certeza de se tratar de Bin Laden ao ser comparado com o de parentes do líder da al-Qaeda. Uma mulher que se acredita ter sido esposa de Bin Laden também teria reconhecido o corpo, segundo a mesma fonte.

Os Estados Unidos agora estão revisando uma grande quantidade de material apreendida no complexo paquistanês onde as forças norte-americanas mataram Bin Laden, disse a fonte.

“Esse material está sendo explorado e analisado, e uma força-tarefa será criada pela CIA devido ao volume de material apreendido no local da operação”, afirmou.

Uma outra autoridade dos EUA disse mais cedo nesta segunda que exames iniciais de DNA mostravam uma ‘correspondência muito confiável’ com o líder da Al Qaeda.

Pronunciamento
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, confirmou em pronunciamento na TV na madrugada desta segunda-feira (2) a morte de Osama bin Laden, líder da rede terrorista da al-Qaeda, responsável pelos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 nos EUA, que mataram cerca de 3.000 pessoas.

De acordo com Obama, a morte foi consequência de uma ação de inteligência do Exército norte-americano em parceria com o governo do Paquistão, que localizou o terrorista -que tinha entre 53 e 54 anos- durante a semana passada.

O diretor da CIA, Leon Panetta, disse que a rede terrorista da al-Qaeda deve “quase certamente” tentar vingar a morte de Bin Laden.

“Apesar de Bin Laden estar morto, a al-Qaeda não está”, disse o diretor da principal agência de espionagem dos EUA. “Os terroristas quase certamente vão tentar vingá-lo, e nos devemos -e vamos- permanecer vigilantes e resolutos.”

Sigilo
A operação, sigilosa, foi executada na noite de domingo (madrugada de segunda no horário afegão) por um comando especializado da Marinha dos EUA. Um pequeno grupo de soldados conseguiu matar Bin Laden em uma fortaleza na cidade de Abbotabad, próximo a Islamabad, capital paquistanesa. A TV americana ABC mostrou imagens do interior do complexo.

A operação foi feita exclusivamente pelas forças americanas, segundo a chancelaria paquistanesa. Um funcionário dos EUA argumentou que isso ocorreu para preservar o sigilo necessário à operação.

Houve troca de tiros durante a ação, mas, segundo Obama, nenhum militar americano ficou ferido na operação e cuidados foram tomados para que nenhum civil fosse ferido.

Quatro helicópteros teriam sido usados na operação. A mansão fortificada ficou em chamas após o atentado.

Um oficial de Segurança Nacional disse à agência Reuters que a missão da equipe era matar, e não capturar Bin Laden.

‘Justiça’
“Foi feita justiça”, disse Obama. “Nesta noite, tenho condições de dizer aos americanos e ao mundo que os Estados Unidos conduziram uma operação que matou Osama Bin Laden, o líder da al -Qaeda e terrorista responsável pelo assassinato de milhares de homens, mulheres e crianças.”

Segundo o presidente -que já lançou sua campanha à reeleição em 2012-, o corpo do terrorista está em poder das autoridades dos EUA.

Fontes do governo confirmaram que o corpo foi sepultado no mar, conforme o que seria o costume islâmico.

Fonte: http://g1.globo.com/morte-de-bin-laden/noticia/2011/05/exames-de-dna-confirmam-morte-de-osama-bin-laden.html

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Aluno paga US$ 14 mil em notas de US$ 1

Em protesto contra os aumentos nos custos do estudo superior nos Estados Unidos, o estudante americano Nic Ramos pagou a sua anuidade de US$ 14 mil (equivalente a cerca de R$ 23,5 mil) na universidade do Colorado em notas de um dólar.

Com a sua mala de dinheiro, o universitário quis chamar a atenção do país para a dificuldade cada vez maior enfrentada por estudantes para pagar a sua educação.

Ele afirmou que ao entregar a mala de dinheiro, todos os funcionários ficaram ‘boquiabertos’ e ‘não acreditavam no que viam’.

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A pilha de notas de US$ 1. (Foto: BBC)

 

‘Não ficaram exatamente zangados, mas nada satisfeitos (com a perspectiva de ter que contar a pilha de dólares).’

A universidade culpa o governo estadual pelos aumentos.

O representante da instituição Michael Carrigan diz que o orçamento da universidade não sobe há três anos e que, nos últimos anos, foram cortados US$ 50 milhões.

Para ele, o governo deveria aumentar o financiamento para educação, já que o Colorado é o penúltimo Estado americano no ranking de investimentos em educação superior.

Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/01/aluno-paga-us-14-mil-em-notas-de-um.html

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