JotaPêAh!

Barulhos estranhos no céu assustam pessoas de todo o mundo

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/curiosidade/17933-barulhos-estranhos-no-ceu-assustam-pessoas-de-todo-o-mundo.htm

Sons muito peculiares e de procedência desconhecida estão sendo ouvidos em várias partes do mundo nos últimos dias. Vídeos hospedados no YouTube mostram diversas versões desse som (inclusive aqui no Brasil) e que, se forem reais, são mesmo assustadores.

Uma das primeiras ocorrência desses sons ocorreu na Ucrânia, em meados de 2011. Durante a tarde, um barulho muito estranho poderia ser ouvido de diversos pontos de Kiev, sem ninguém saber confirmar qual a procedência. Outras demonstrações do fenômeno podem ser ouvidas em vídeos gravados na Bielorrússia, nos Estados Unidos, na Malásia, Dinamarca, entre outros.

Os sons normalmente são metálicos e trazem a sensação de serem provenientes de alguma grande máquina. Testemunhas afirmam que o som é tão alto que inclusive as janelas passam a vibrar com a frequência das ondas sonoras.

Grandes indústrias e trânsito? Experimentos militares como o famoso HAARP? Prenúncios de 2012 ou de uma grande invasão alienígena? Um viral para o filme “Cloverfield 2” ou simplesmente uma grande farsa? Muito está sendo discutido a respeito, mas ninguém chegou a uma conclusão definitiva ainda.

Caso queira saber mais, a página StrangeSoundinTheSky.com traz uma grande coletânea de tudo o que já foi encontrado a respeito do estranho fenômeno.

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Lei acaba com a diferença entre trabalho na empresa e remoto

Original: http://computerworld.uol.com.br/carreira/2011/12/29/lei-acaba-com-a-diferenca-entre-trabalho-na-empresa-e-remoto/

A Lei 12.551, sancionada no meio de dezembro, alterou o artigo sexto da CLT para equiparar os efeitos jurídicos do trabalho exercido por meios telemáticos e informatizados ao exercido por meios pessoais e diretos. Significa que, no Brasil, deixa de haver distinção entre trabalho na empresa, em casa ou a distância. A lei é uma tentativa de acompanhar o avanço da tecnologia e o aumento da preocupação com qualidade de vida. Agora, oficialmente, não importa mais o local de trabalho, mas se o trabalhador executa a tarefa determinada pela empresa.

O funcionário com carteira assinada que trabalha longe do escritório passa a ter os mesmos direitos dos outros, como hora extra, adicional noturno e assistência em caso de acidente de trabalho. O controle das horas e a supervisão do trabalho podem ser feitos por meios eletrônicos.

Desde o dia 15 de dezembro, data de publicação da Lei 12.551, o artigo sexto da CLT passa a ter a seguinte redação:

“Art. 6o Não se distingue entre o trabalho realizado no estabelecimento do empregador, o executado no domicílio do empregado e o realizado a distância, desde que estejam caracterizados os pressupostos da relação de emprego.

Parágrafo único. Os meios telemáticos e informatizados de comando, controle e supervisão se equiparam, para fins de subordinação jurídica, aos meios pessoais e diretos de comando, controle e supervisão do trabalho alheio.”

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A dura vida dos ateus em um Brasil cada vez mais evangélico

Original: http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/noticia/2011/11/dura-vida-dos-ateus-em-um-brasil-cada-vez-mais-evangelico.html

O diálogo aconteceu entre uma jornalista e um taxista na última sexta-feira. Ela entrou no táxi do ponto do Shopping Villa Lobos, em São Paulo, por volta das 19h30. Como estava escuro demais para ler o jornal, como ela sempre faz, puxou conversa com o motorista de táxi, como ela nunca faz. Falaram do trânsito (inevitável em São Paulo) que, naquela sexta-feira chuvosa e às vésperas de um feriadão, contra todos os prognósticos, estava bom. Depois, outro taxista emparelhou o carro na Pedroso de Moraes para pedir um “Bom Ar” emprestado ao colega, porque tinha carregado um passageiro “com cheiro de jaula”. Continuaram, e ela comentou que trabalharia no feriado. Ele perguntou o que ela fazia. “Sou jornalista”, ela disse. E ele: “Eu quero muito melhorar o meu português. Estudei, mas escrevo tudo errado”. Ele era jovem, menos de 30 anos. “O melhor jeito de melhorar o português é lendo”, ela sugeriu. “Eu estou lendo mais agora, já li quatro livros neste ano. Para quem não lia nada…”, ele contou. “O importante é ler o que você gosta”, ela estimulou. “O que eu quero agora é ler a Bíblia”. Foi neste ponto que o diálogo conquistou o direito a seguir com travessões.

– Você é evangélico? – ela perguntou.
– Sou! – ele respondeu, animado.
– De que igreja?
– Tenho ido na Novidade de Vida. Mas já fui na Bola de Neve.
– Da Novidade de Vida eu nunca tinha ouvido falar, mas já li matérias sobre a Bola de Neve. É bacana a Novidade de Vida?
– Tou gostando muito. A Bola de Neve também é bem legal. De vez em quando eu vou lá.
– Legal.
– De que religião você é?
– Eu não tenho religião. Sou ateia.
– Deus me livre! Vai lá na Bola de Neve.
– Não, eu não sou religiosa. Sou ateia.
– Deus me livre!
– Engraçado isso. Eu respeito a sua escolha, mas você não respeita a minha.
– (riso nervoso).
– Eu sou uma pessoa decente, honesta, trato as pessoas com respeito, trabalho duro e tento fazer a minha parte para o mundo ser um lugar melhor. Por que eu seria pior por não ter uma fé?
– Por que as boas ações não salvam.
– Não?
– Só Jesus salva. Se você não aceitar Jesus, não será salva.
– Mas eu não quero ser salva.
– Deus me livre!
– Eu não acredito em salvação. Acredito em viver cada dia da melhor forma possível.
– Acho que você é espírita.
– Não, já disse a você. Sou ateia.
– É que Jesus não te pegou ainda. Mas ele vai pegar.
– Olha, sinceramente, acho difícil que Jesus vá me pegar. Mas sabe o que eu acho curioso? Que eu não queira tirar a sua fé, mas você queira tirar a minha não fé. Eu não acho que você seja pior do que eu por ser evangélico, mas você parece achar que é melhor do que eu porque é evangélico. Não era Jesus que pregava a tolerância?
– É, talvez seja melhor a gente mudar de assunto…

O taxista estava confuso. A passageira era ateia, mas parecia do bem. Era tranquila, doce e divertida. Mas ele fora doutrinado para acreditar que um ateu é uma espécie de Satanás. Como resolver esse impasse? (Talvez ele tenha lembrado, naquele momento, que o pastor avisara que o diabo assumia formas muito sedutoras para roubar a alma dos crentes. Mas, como não dá para ler pensamentos, só é possível afirmar que o taxista parecia viver um embate interno: ele não conseguia se convencer de que a mulher que agora falava sobre o cartão do banco que tinha perdido era a personificação do mal.)

Chegaram ao destino depois de mais algumas conversas corriqueiras. Ao se despedir, ela agradeceu a corrida e desejou a ele um bom fim de semana e uma boa noite. Ele retribuiu. E então, não conseguiu conter-se:

– Veja se aparece lá na igreja! – gritou, quando ela abria a porta.
– Veja se vira ateu! – ela retribuiu, bem humorada, antes de fechá-la.
Ainda deu tempo de ouvir uma risada nervosa. 

 

A parábola do taxista me faz pensar em como a vida dos ateus poderá ser dura num Brasil cada vez mais evangélico – ou cada vez mais neopentecostal, já que é esta a característica das igrejas evangélicas que mais crescem. O catolicismo – no mundo contemporâneo, bem sublinhado – mantém uma relação de tolerância com o ateísmo. Por várias razões. Entre elas, a de que é possível ser católico – e não praticante. O fato de você não frequentar a igreja nem pagar o dízimo não chama maior atenção no Brasil católico nem condena ninguém ao inferno. Outra razão importante é que o catolicismo está disseminado na cultura, entrelaçado a uma forma de ver o mundo que influencia inclusive os ateus. Ser ateu num país de maioria católica nunca ameaçou a convivência entre os vizinhos. Ou entre taxistas e passageiros.

Já com os evangélicos neopentecostais, caso das inúmeras igrejas que se multiplicam com nomes cada vez mais imaginativos pelas esquinas das grandes e das pequenas cidades, pelos sertões e pela floresta amazônica, o caso é diferente. E não faço aqui nenhum juízo de valor sobre a fé católica ou a dos neopentecostais. Cada um tem o direito de professar a fé que quiser – assim como a sua não fé. Meu interesse é tentar compreender como essa porção cada vez mais numerosa do país está mudando o modo de ver o mundo e o modo de se relacionar com a cultura. Está mudando a forma de ser brasileiro.

Por que os ateus são uma ameaça às novas denominações evangélicas? Porque as neopentecostais – e não falo aqui nenhuma novidade – são constituídas no modo capitalista. Regidas, portanto, pelas leis de mercado. Por isso, nessas novas igrejas, não há como ser um evangélico não praticante. É possível, como o taxista exemplifica muito bem, pular de uma para outra, como um consumidor diante de vitrines que tentam seduzi-lo a entrar na loja pelo brilho de suas ofertas. Essa dificuldade de “fidelizar um fiel”, ao gerir a igreja como um modelo de negócio, obriga as neopentecostais a uma disputa de mercado cada vez mais agressiva e também a buscar fatias ainda inexploradas. É preciso que os fiéis estejam dentro das igrejas – e elas estão sempre de portas abertas – para consumir um dos muitos produtos milagrosos ou para serem consumidos por doações em dinheiro ou em espécie. O templo é um shopping da fé, com as vantagens e as desvantagens que isso implica.

É também por essa razão que a Igreja Católica, que em períodos de sua longa história atraiu fiéis com ossos de santos e passes para o céu, vive hoje o dilema de ser ameaçada pela vulgaridade das relações capitalistas numa fé de mercado. Dilema que procura resolver de uma maneira bastante inteligente, ao manter a salvo a tradição que tem lhe garantido poder e influência há dois mil anos, mas ao mesmo tempo estimular sua versão de mercado, encarnada pelos carismáticos. Como uma espécie de vanguarda, que contém o avanço das tropas “inimigas” lá na frente sem comprometer a integridade do exército que se mantém mais atrás, padres pop star como Marcelo Rossi e movimentos como a Canção Nova têm sido estratégicos para reduzir a sangria de fiéis para as neopentecostais. Não fosse esse tipo de abordagem mais agressiva e possivelmente já existiria uma porção ainda maior de evangélicos no país.

Tudo indica que a parábola do taxista se tornará cada vez mais frequente nas ruas do Brasil – em novas e ferozes versões. Afinal, não há nada mais ameaçador para o mercado do que quem está fora do mercado por convicção. E quem está fora do mercado da fé? Os ateus. É possível convencer um católico, um espírita ou um umbandista a mudar de religião. Mas é bem mais difícil – quando não impossível – converter um ateu. Para quem não acredita na existência de Deus, qualquer produto religioso, seja ele material, como um travesseiro que cura doenças, ou subjetivo, como o conforto da vida eterna, não tem qualquer apelo. Seria como vender gelo para um esquimó.

Tenho muitos amigos ateus. E eles me contam que têm evitado se apresentar dessa maneira porque a reação é cada vez mais hostil. Por enquanto, a reação é como a do taxista: “Deus me livre!”. Mas percebem que o cerco se aperta e, a qualquer momento, temem que alguém possa empunhar um punhado de dentes de alho diante deles ou iniciar um exorcismo ali mesmo, no sinal fechado ou na padaria da esquina. Acuados, têm preferido declarar-se “agnósticos”. Com sorte, parte dos crentes pode ficar em dúvida e pensar que é alguma igreja nova.

Já conhecia a “Bola de Neve” (ou “Bola de Neve Church, para os íntimos”, como diz o seu site), mas nunca tinha ouvido falar da “Novidade de Vida”. Busquei o site da igreja na internet. Na página de abertura, me deparei com uma preleção intitulada: “O perigo da tolerância”. O texto fala sobre as famílias, afirma que Deus não é tolerante e incita os fiéis a não tolerar o que não venha de Deus. Tolerar “coisas erradas” é o mesmo que “criar demônios de estimação”. Entre as muitas frases exemplares, uma se destaca: “Hoje em dia, o mal da sociedade tem sido a Tolerância (em negrito e em maiúscula)”. Deus me livre!, um ateu talvez tenha vontade de dizer. Mas nem esse conforto lhe resta.

Ainda que o crescimento evangélico no Brasil venha sendo investigado tanto pela academia como pelo jornalismo, é pouco para a profundidade das mudanças que tem trazido à vida cotidiana do país. As transformações no modo de ser brasileiro talvez sejam maiores do que possa parecer à primeira vista. Talvez estejam alterando o “homem cordial” – não no sentido estrito conferido por Sérgio Buarque de Holanda, mas no sentido atribuído pelo senso comum.

Me arriscaria a dizer que a liberdade de credo – e, portanto, também de não credo – determinada pela Constituição está sendo solapada na prática do dia a dia. Não deixa de ser curioso que, no século XXI, ser ateu volte a ter um conteúdo revolucionário. Mas, depois que Sarah Sheeva, uma das filhas de Pepeu Gomes e Baby do Brasil, passou a pastorear mulheres virgens – ou com vontade de voltar a ser – em busca de príncipes encantados, na “Igreja Celular Internacional”, nada mais me surpreende.

Se Deus existe, que nos livre de sermos obrigados a acreditar nele.

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Coluna da Folha, José Simão 19-07-2011

BUEMBA! BUEMBA! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República!
Ainda tô passado na manteiga com Brasil x ParaguAAAAAI! E a Granja do Mano? A Granja do Mano foi dormir com as galinhas!
E um leitor me disse que pior que perder do Paraguai é aguentar a cara de viúva do Galvão.
E o Casagrande que só chama o Ganso de Paulo Henrique? Parece a mãe dele: “Paulo Henrique, já pra casa e não solta pena”.
E a Granja do Mano? Como é que consegue perder quatro pênaltis? Eu sei, não dá pra bater pênalti de salto alto. Aí eles acertam o buraco do chão e erram o buraco do gol. Dizem que pênalti é loteria. Então essa foi Mega-Sena acumulada. Rarará!
E o Eramos6: Seleção Baggieira de Futebol. E predominou o espírito de equipe: “Se é pra perder um pênalti, vamos perder todos juntos!”.
E as manchetes do Sensacionalista: “Light confirma que bola de Elano subiu mais do que os bueiros”. E “Aeroportos e seleção não ficarão prontos pra 2014”. E a Argentina tapou os buracos com areia verde, e o Brasil vai tapar com areia movediça. Rarará!
E sabe qual a diferença entre a Argentina e o Brasil? É que eles choraram 24 horas mais cedo! E só sobrou pra um: o Tevez. O Tevez também errou pênalti. O Feio fez feio. Por isso que vai pro Corinthians.
A camisa oficial do Paraguai era pirata. Mas a vitória foi legítima. Rarará! E a seleção paraguaia devia se chamar Filhos do Lugo. No Paraguai todo mundo é filho dele.
E esta é a verdadeira seleção paraguaia: Chapa Fria, Chassi Raspado, Gato de Itaipu e Samsung Genérico! Rarará!
E o Mano, que ficava reclamando da grama? Tava sem sal? Bota ketchup! Aliás, o técnico não é huMANO! E dizem: “Mas o Mano não tem experiência internacional”. Claro, era técnico do Corinthians!
E não adianta culpar só o técnico. Jogador brasileiro só quer aparecer na televisão! Eles deram um chute no saco da torcida! Deviam ter levado a seleção feminina. Porque elas gastam menos tempo no salão!
Aliás, deviam ter levado a equipe de peladeiras de Vila Mimosa no Rio: Maria Banda Larga, Amélia Raspadinha, Vanda Teleférico, Claudinha UPP, Camila Disque Denúncia, Vilma Panela Cheia e Elza Bom Prato! Essas derrubam até a Muralha da China! Rarará! Nóis sofre, mas nóis goza.
Que eu vou pingar o meu colírio alucinógeno!

 

Fonte: http://www2.uol.com.br/josesimao/colunafolha.htm

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Coluna da Folha, José Simão 04-06-2011

BUEMBA! BUEMBA! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República!
E mais dois predestinados. Direto de Dourados (MS), o cirurgião plástico Valdir FUZIL! Só atende canhão! E o personal trainer da Gretchen: Alexandre MANGUEIRA! Rarará!
Quando nasceu, a mãe falou: "Meu filho, você vai se chamar Alexandre Mangueira e vai bombar a Gretchen". E quem se casa com a Gretchen é bundão? Rarará!
E o Neymar é santista ou bambi? "Após perder o anel no banheiro, Neymar se apresenta". Rarará! Neymar vai pra balada e perde o anel no banheiro! Rarará!
E a manchete do Sensacionalista: "Convocação de Palocci surpreende o Neymar: em que time ele joga mesmo?". No time dos 20! O Palocci é que é o verdadeiro pepino contaminado! Avisa pro mundo pra não comer o Palofi! Rarará!
E o chargista Neo Correia: "Como é que a Dilma vai carregar o Palocci se ele tá 20 vezes mais gordo?".
E atenção! Hoje amistoso em Goiânia. Brasil x Holanda. O time dos laranjas. Ótimo. Se tem uma coisa de que o Brasil entende é de laranja. E a Holanda não usa ônibus. Usa van! Vem jogar de van: Van Piersie, Van der Wiel, não confirmados Van Bommel e Van der Vaart. E o técnico: Van Marwijk. Tá faltando um: o VAMPETA! E a WANderléa!
E quem vai transmitir? O Galvão Urubueno? A Foca da Disney? Tá mais rouco que a foca da Disney. Rarará!
E o estádio do Corinthians. Sabe por que eles estão com problema de grana? Porque as notas manchadas de caixas eletrônicos explodidos não serão ressarcidas. Rarará!
Os corintianos estão precisando urgente de um estádio. Pra pichar. E é o estádio com mais nomes: Gambazão, Diferenciadão, Fielzão, Ateuzão, Lulão, Maloqueirão, Faixa de Gaza e Arena Mãos ao Alto!
O Brasil é Lúdico! Existe uma cidade no Rio Grande Norte chamada São Miguel do Gostoso. Santo sexy!
E olha a placa: "Aqui se faz GOSTOSO, bem-vindo". E esta faixa em Taubaté: "Mirian Regina, pastora, escritora e profeta de Deus! Faltam 30 dias pro mundo acabar".
Mas o mundo não pode acabar. Porque o Sarney ainda tem 50 mandatos pra cumprir. Rarará!
E esta placa de cão bravo: "Cuidado! Hot Vale!". Rarará! O Brasil é lúdico. Nóis sofre, mas nóis goza!
Que eu vou pingar o meu colírio alucinógeno!

 

Fonte: http://www2.uol.com.br/josesimao/colunafolha.htm

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Lei 12157/2009

Obriga o hasteamento da bandeira do Mercosul junto com a do Brasil em região de Fronteira

Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos

LEI Nº 12.157, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2009.

Mensagem de veto

Altera o art. 13 da Lei no 5.700, de 1o de setembro de 1971.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1o  O caput do art. 13 da Lei no 5.700, de 1o de setembro de 1971, passa a vigorar com a seguinte redação:

“Art. 13.  Hasteia-se diariamente a Bandeira Nacional e a do Mercosul:

………………………………………………………………..” (NR)

Art. 2o (VETADO)

Brasília,  23  de dezembro de 2009; 188o da Independência e 121o da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Tarso Genro

 

Fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12157.htm

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Oi irá testar rede 4G em julho no Brasil

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SÃO PAULO – A operadora Oi anunciou, hoje, [18/03/2010], em São Paulo que iniciará testes de redes de quarta geração no Brasil ainda no primeiro semestre deste ano.

De acordo com a tele nacional, os testes usarão redes móveis do tipo LTE (Long Term Evolution), uma evolução das atuais redes 3G. Atualmente, a Oi fornece serviços 3G que podem atingir até 7 Mbps.

Embora não tenha divulgado como funcionará sua rede 4G no Brasil, conexões com tecnologia LTE são capazes de oferecer conexões móveis de até 30 Mbps em países que já a adotam, como Estados Unidos e Japão.

Para montar suas primeiras redes 4G no Brasil, a Oi convidou quatro fabricantes internacionais de hardware, a Alcatel-Lucent, Nokia, Huawei e ZTE.

A experiência da Oi é interpretada por especialistas em telecom como uma forma da operadora credenciar-se para disputar os leilões de freqüência 2,5 GHz, que a Anatel deve realizar ainda este ano. Este leilão deverá liberar faixas para que as primeiras teles nacionais ofereçam redes móveis de alta velocidade.

O objetivo da agência reguladora é que as teles privadas tenham serviços estáveis de 4G em funcionamento ate 2014, ano da Copa do Mundo do Brasil. O grande fluxo de turistas para as sedes da Copa e o trabalho do staff de organização e cobertura jornalística da competição devem impulsionar o tráfego de dados em redes móveis no período.

A Oi, no entanto, ainda não divulgou as cidades onde os testes serão feitos, pois aguarda um estudo que irá identificar os locais onde não haverá problemas de interferência com serviços de TV paga via rádio (MMDS), que atualmente utilizam a freqüência de 2,5 GHz.

Apesar do desejo das teles e da Anatel de ter redes 4G estáveis em funcionamento até 2014, ainda há muitos problemas nas atuais redes 3G. De acordo com entidades de defesa dos consumidores, como Proteste e Procon-SP, os serviços de redes 3G são líderes de queixas dos consumidores.

Entre as principais reclamações estão o alto custo das conexões, falhas e intermitências nos tráfego de dados e indisponibilidade de rede 3G em muitas áreas do país.

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/oi-ira-testar-rede-4g-em-julho-no-brasil-18032011-38.shl

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Novo lançamento da Apple

Exclusivo para p Brasil.

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Fonte: http://www.torresmofresco.xpg.com.br/imagens/ipim-novo-lancamento-apple/

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Office 2007 e o acordo ortográfico

A Microsoft disponibilizou uma atualização para o Office 2007 trabalhar com as novas
regras da reforma ortográfica.

Com a atualização, o
Verificador Ortográfico, o Dicionário de Sinônimos e o Verificador
Gramatical em português (Brasil) do Microsoft Office 2007 se tornarão compatíveis
com a reforma ortográfica de 2009 do idioma português (Brasil).

Clique aqui para fazer o download.

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