STF decidirá sobre horário especial

A mudança na data ou horário de provas de concursos públicos para garantir a liberdade de crença entrará na pauta do Supremo Tribunal Federal (STF). Diante da frequente polêmica envolvendo candidatos que, por motivos religiosos, recorrem à Justiça para pedir horário especial para as avaliações ou mesmo para não trabalhar aos sábados, a mais alta corte do país decidirá se essas alterações poderão ser feitas.

Nos últimos anos, seguidores de crenças como o adventismo do sétimo dia e o judaísmo, para os quais o sábado é um dia sagrado, começaram a entrar cada vez mais na Justiça para fazer provas em horários diferentes. Como, hoje, o tema divide tribunais em todo o país, o STF decidiu que o julgamento que fará de um processo de um integrante da Igreja Adventista que disputou um concurso do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), no Distrito Federal, terá repercusão geral. Isso significa que o resultado vai servir de orientação para juízes e tribunais das instâncias inferiores de todo o país. A data do julgamento ainda não foi definida.

A possibilidade de mudanças divide especialistas em todo o país. De um lado, estão os que se baseiam no inciso VIII do artigo 5º da Constituição, segundo o qual "ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política". De outro, aqueles que afirmam que, como o Estado é laico e os concursos públicos são uma forma de ingressar na administração pública, o processo seletivo não pode ser vinculado a questões religiosas. Há o argumento, ainda, de que o próprio artigo 5º da Constituição garante que "todos são iguais perante a lei".

 

Se mais seis religiões definirem o domingo, a 2ª, a 3ª feira, e assim por diante, como dias sagrados, como ficam as provas? Faremos tantas provas quantos forem as religiões? Seguir uma religião é uma opção individual. O que significa assumir os ônus decorrentes. Se a fé de alguém impedir de pagar tributos, isto será motivo para deixar de pagar os tributos? Se a fé impedir de transitar pela via direita da rua, vai andar na contramão colocando a própria vida e a de terceiros em risco? Óbvio que será impedido de ‘ir e vir’ neste caso, ou será punido se transitar na contramão.

Fonte: http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=82766

Fonte: http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=82765

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Pra frente e pra cima – Mensagens aos jovens, página 95

Quem me dera poder pintar a beleza da vida cristã!
Começando com a manhã da vida, dirigidos pelas leis da natureza e de Deus, o cristão prossegue sempre para frente e para cima, dia a dia aproximando-se mais de seu lar celeste, onde o aguardam a coroa da vida e um novo nome, “que ninguém conhece, a não ser quem o recebe”. Apoc. 2:17

Senhor de nossas prioridades

“Um escravo não pode servir a dois donos, pois vai rejeitar um e preferir o outro; ou será fiel a um e desprezerá o outro. Vocês não podem servir a Deus e também servir ao dinheiro.” (Luc. 16:13)

É horade perceber a realidade. Como cristãos, admiramos os pseudo-deuses – a TV, o rádio, a música secular, etc. Só reconhecemos o único Deus verdadeiro quando a vida fica azeda. Num mundo de tentação, recebemos a benção do livre arbítrio. Não podemos servir tanto a Deus quanto ao mundo, portanto precisamos compreender que há uma escolha a ser feita que muda toda a vida.

Temos a tendência de fazer malabarismos com nossas prioridades, dando atenção ao mundo e deixando Deus para momentos mais convenientes. Talvez tenhamos perdido o Senhor dentro da bagagem da nossa vida, mas tudo o que é necessário é tempo para esvaziar a mala e começar de novo. É hora de você refazer a mala das suas prioridades, deixando o Senhor por cima. Conserve-O por perto enquanto você faz a viagem da vida. Nunca é tarde demais para coroar novamente a Deus como Rei de nossa vida.

Em tudo o que fizermos, escolhamos servir a Deus. Podemos ir ao pastor ou ao líder de jovens e lhe perguntar como fazemos para colocar a Deus em primeiro lugar, ou melhor ainda, podemos simplesmente perguntar ao Senhor. Ele nos fala através da Bíblia e nos lembra que mesmo nesta época de controvérsias, quando outros deuses fazem com que nos desviemos do foco, podemos realizar grandes coisas se escolhermos a Ele antes que as riquezas deste mundo.

Como cristãos, é nosso dever buscar ao Senhor em todas as ocasiões. A devoção vai além de “Orei de manhã e antes de deitar”. Precisamos viver em contínuo reconhecimento do Senhor, recebendo assim direção e compreensão sem igual. Há grandes recompensas para aqueles que consistentemente colocam a Deus em primeiro lugar.

Texto de domingo, 3 de julho de 2005.

Quanto Tempo Mais

Há muito tempo uma promessa
Nos foi feita por Jesus.
De que viria novamente a este mundo,
Só pra nos buscar.
Quanto tempo mais vamos aguardar,
Até a chegada deste momento?
Para que tudo que conhecemos,
Seja transformado pra melhor?

Não demores em vir Jesus.
O coração está apertado.
Não queremos mais viver
Num mundo que não nos dá amor.
Quanto tempo teremos mais
Até Tu retornares?
Não queremos mais viver
Em meio a tanto pecado.

Já podemos sentir os raios do sol
Aquecendo quem é sincero.
Já podemos ouvir um canto de Glória
Chegando mais perto, mais perto de nós.

Correr atrás do vento – Lição de Jovens, 14 de fevereiro de 2007

Em algum ponto de sua vida, a maioria das crianças tentará realizar
a tarefa aparentemente simples de pegar uma folha que é levada pelo vento.
A essa altura da vida, a maioria de nós já sabe que essa tarefa
geralmente não é tão simples quanto parece. Bem cedo na
vida começamos a entender que não podemos ver o vento e, com freqüência,
não podemos dizer para onde ele vai. As pessoas que vivem no Caribe e
nas áreas propensas a tornados aprendem a respeitar o vento por causa
de seu poder.

Tanto a Bíblia quanto a História mencionam Salomão como
uma das pessoas mais sábias que já viveram neste mundo. Contudo,
durante toda a sua vida, uma pergunta predominou em seus lábios: “Qual
é o propósito da vida?” Nascemos, e depois morremos. Mas
entre nosso nascimento e nossa morte, onde encontramos realização?
Em Eclesiastes 6:1, Salomão
chama essa questão de uma “coisa muito triste que acontece neste
mundo”. Seu próprio relato nos primeiros capítulos de Eclesiastes
mostra que ele tentou realizar seus desejos de muitas maneiras. No entanto,
durante a maior parte de sua vida, a satisfação o iludiu como
o vento. O vinho não o satisfez, nem a prata ou o ouro. Quer parecer
que a satisfação nesta vida é quase como o vento. Você
sabe que ele está lá, mas não consegue pegá-lo.
Salomão conclui que mesmo que uma pessoa vivesse dois mil anos, ainda
morreria procurando o propósito da vida (Ecles.
6:6).

O mundo não era digno

O mundo não era digno.

Imagine esta cena: uma convocação de pessoas irritadas se reunindo numa montanha para ter uma sessão de queixas com Deus. A primeira pessoa a apresentar seu caso é Moisés. Ele agarra firmemente seu bordão e dá um passo para frente, olha para Deus e desabafa: “Deus, nós nos conhecemos muito bem. O Senhor fez um bom trabalho no Mar Vermelho e com o exército de Faraó. Mas será que eu não poderia ter colocado o pé na terra de Canaã? Tenho essa queixa e preciso desabafar. Minha experiência com o Senhor não tem sido totalmente agradável. Fui deliberadamente exaltado para depois ser humilhado. Tudo que fiz foi bater na rocha! O que há de mal nisso?”
Deus sorri reverentemente e, em silêncio, acena para o próximo da fila.
João Batista se aproxima e começa a sua lamentação: “Senhor, sei que és reto e justo, mas estou aborrecido, e quanto mais penso mais me enraiveço. Tenho uma pergunta. O Senhor já teve que comer gafanhotos? Eu tive. Ufa! Além disso o Senhor me obrigou a correr por montes e vales para anunciar o arrependimento, e o que eu ganhei com isso? Pois é, fui preso e sem cerimônia minha cabeça foi cortada. É dessa forma que ages?”

Deus novamente sorri e acena para outro da fila. Seu nome é Jó. Entre as várias reclamações ele diz: “Fui uma vítima indefesa. Sem consultar-me o Senhor deu ao diabo permissão para me destruir. Perdi sete mil ovelhas, três mil camelos, meu gado, jumentos, servos, filhos. E isso não é tudo. Enquanto me sentava sobre as cinzas de minha casa queimada, cuidando de meus tumores, minha mulher disse que eu havia perdido a integridade e devia blasfemar contra o Senhor e morrer. Deus, não consigo compreender como isso aconteceu comigo. O Senhor às vezes parece injusto nas Suas ações, não só comigo, mas com todas as pessoas sobre a face da terra.”

À sua frente Deus ainda vê muitas pessoas passarem fazendo as suas “justas” reclamações. Isso pode parecer cômico, mostrando a maneira humana de avaliar as situações, e até certo ponto forçado teologicamente, mas estas foram pessoas que abandonaram a vida mundana e submeteram sua vontade à vontade do Senhor, independente das consequências as quais suas escolhas as levariam.

Veja o que Deus disse com relação a Jó: “Você notou o meu servo Jó? (Jó 1:8). Ele estava dizendo: “Ele é demais! Eu o admiro. A maneira como ele vive é um exemplo vivo de pessoas que vivem segundo o Meu propósito.” Este é um sentimento nobre de Deus que diz respeito a seres humanos que vivem os ditames da Sua lei num mundo perdido em pecados. É uma apreciação pelo caráter íntegro daqueles que resolvem seguir os mandamentos de Deus, ainda que as luzes do mundo brilhem mais.
O mesmo Deus falou de Jesus: “Este é o Meu Filho querido” (Mat. 3:17), e a vida dEle é o exemplo perfeito de submissão ao desejo de Deus.

“O mundo não era digno deles!” (Heb. 11:38)