50 frases do House

 

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1. "Everybody Lies!" – "Todo mundo mente!" – House
2. "It´s not Lupus. It’s never Lupus." – "Não é Lupus. Nunca é Lupus." – House
3. "Almost dying don’t change anything. Dying changes everything!" – "Quase morrer não muda nada. Morrer muda tudo!" – House
4. "We can live with dignity – we can’t die with it". – "Podemos viver com dignidade. Não podemos morrer com ela." – House
5. "Well, like the philosopher Jagger once said, ‘You can’t always get what you want.’" – "Como já disse o filósofo Jagger: "Você não pode ter sempre aquilo que quer." – House
6. "Being miserable doesn’t make you better than anybody else, House. It just makes you miserable." – "Ser infeliz não o torna melhor do que ninguém, House. Apenas o faz infeliz." – Wilson
7. "No, if you talk to God you’re religious. If God talks to you, you’re psychotic." – "Não, se você fala com Deus, você é religioso. Se Deus fala com você, você é um psicótico." – House
8. "People don´t change" – "As pessoas não mudam" – House
9. "It’s a basic truth of the human condition that everybody lies. The only variable is about what."- "É uma verdade da condição de ser humanos que todos mentem. A única variável é sobre o quê." – House
10. "People lie for thousands of reasons. There’s always a reason." – "As pessoas mentem por milhares de razões. Sempre existe uma razão." – House
11. "I’m going in. Rambo stile." – "Estou nessa. Estilo Rambo" – House
12. "Lies are like children. Hard work, but worth it because the future depends on it." – "Mentiras são como as crianças: apesar de incovenientes, o futuro depende delas." – House
13. "The treatments don’t always work. Symptoms never lie." – "Os tratamentos nem sempre funcionam. Sintomas nunca mentem." – House
14. "You need a lawyer." – "Você precisa de um advogado." – Cuddy
15. "Read less, more TV!" – "Leia menos, mais TV‘ – House
16. "Is your yelling designed to scare me because I’m not sure what I’m supposed to be scared of. More yelling? That’s not scary. That you’re gonna hurt me? That’s scary, but I’m pretty sure I can out run you." – "Você está gritando para me assustar? Porque eu não tenho certeza se isso é assustador. Mais gritos? Isso não é assustador. Você vai me machucar? Isso é assustador, mas eu tenho quase certeza que posso correr de você." – Cuddy
17. "House doesn’t break rules, he ignores them!" – "House não quebra regras. Ele as ignora." – Foreman
18. "I like you better now that you’re dying." – "Eu gosto mais de você agora que está morrendo" – House
19. "I respect things that earn respect. This decision, on the other hand, is a dog wearing a cape." – "Eu respeito coisas que merecem ser respeitadas. Essa decisão por outro lado, é como um cachorro usando uma capa." – House
20. "You can’t control your emotions…just your actions."Você não pode controlar suas emoções…apenas suas ações." – Cameron
21 – "The fact that I was wrong is NOT a proof of God." – "O fato deu ter errado não prova que Deus existe" – House
22. "No lesions, no aneurysms. Ironically, the mind of a killer looks completely normal." – "Sem lesões, sem aneurismas. Ironicamente, a mente de um assassino parece completamente normal." – Chase
23. "This is Dr. House. He’s too brilliant for introductions." – "Esse é o Dr. House. Ele é muito brilhante para apresentações." – Thirteen
24 – "You gonna trust me? I lie about everything." – "Você vai acreditar em mim? Eu minto sobre tudo." – House
25 – "People act in their own self-interest. You’re all here because you’re all happy to be here. Or at least because this is your best option." – "Pessoas agem em benefício próprio. Vocês estão todos aqui porque vocês todos estão felizes por estarem aqui. Ou, pelo menos, porque essa é a melhor opção de vocês." – House
26 – "I went crazy, not stupid." – "Eu fiquei maluco, não estúpido." – House
27 – "Her lips say no, but her hormones say ‘Oh my God, yes, more." – "Seus lábios dizem não, mas seus hormônios dizem ‘Oh meu Deus,sim, continua" – House
28 – "I’m incapable of acting like a human being."- "Eu sou incapaz de agir como ser humano." – House
29 – "I’m the last person you’d ever come to for ethical advice, which means you’ve already asked every other person. No one’s given you the answer you want." – "Eu sou a última pessoa que você procuraria por um conselho sobre ética,o que seguinifica que você jáperguntou a todas as outras pessoas. Ninguém lhe deu a resposta que você queria." – House
30 – "Another reason I don’t like meeting patients. If they don’t know what you look like, they can’t yell at you."-"Uma outra razão para não gostar de conhecer os pacientes. Se eles não sabem quem você é, eles não podem gritar com você."- House
31 – "You know how some doctors have the Messiah complex – they need to save the world? You’ve got the Rubik’s complex; you need to solve the puzzle." – "Você sabia que alguns médicos tem o complexo de Messias – eles precisam salvar o mundo? Você tem o complexo de Rubik, precisa solucionar o quebra-cabeça." – Wilson
32 – "We are who people think we are." – "Nós somos o que as pessoas acham que nós somos" – House
33 – "Hey, I can be a jerk to people I haven’t slept with. I am that good." – "Hey, eu posso ser um idiota com pessoas que ainda não dormi. Eu sou realmente bom." – House
34 – "People choose the paths that grant them the greatest rewards for the least amount of effort." – "As pessoas escolhem os caminhos que as dão as maiores recompensas com o menor esforço." – House
35 – "Religion is not the opiate of the masses; religion is the placebo of the masses." – "Religião não é o ópio da massa, é o placebo dela." – House
36 – "How come God gets credit whenever something good happens? Where was he when her heart stopped?" -"Como pode Deus levar os créditos quando algum coisa boa acontece? Onde ele estava quando o coração dela parou?" – House
37 – "I’m too handsome to do paperwork." – "Eu sou muito bonito para cuidar da papelada" – House
38 – "The weird thing about telling someone they’re dying is it tends to focus their priorities. You find out what matters to them. What they’re willing to die for. What they’re willing to lie for." – "A parte estranha de dizer a alguém que ela está morrendo, é que a ela tende a focar em suas prioridades. Você descobre o que realmente importa para elas. Pelo quê elas estão dispostas a morrer. Pelô que elas estão dispostas a mentir." – House
39 – "Bizarre is good! Common has hundredsof explanations. Bizarre has hardly any." – "Bizarro é algo bom. O comum tem milhares de explicações. O Bizarro dificilmente tem alguma." – House
40 – "No, there is not a thin line between love and hate. There is, in fact, a Great Wall of China with armed sentries posted every twenty feet between love and hate." – "Não,não existe umalinha tênue entre o amore oódio. Na verdade, existe uma Muralha da China armada com soldados armados a cada 6 metros, entre o amor e o ódio." – House
41 – "I’m physically incapable of being polite." -"Eu sou fisicamente incapaz de ser gentil." – House
42 – "You can have all the faith you want in spirits, and the afterlife, and heaven and hell, but when it comes to this world, don’t be an idiot. Cause you can tell me you put your faith in God to put you through the day, but when it comes time to cross the road, I know you look both ways." – "Você pode ter a fé quer quiser em espíritos, em vida após a morte, no paraíso e no inferno, mas se tratando desse mundo, não seja idiota. Porque você pode me dizer que deposita sua fé em Deus para passar pelo dia, mas quando chega a hora de atravessar a rua, eu sei que você olha para os dois lados." – House
43 – "Anyone can hate humanity after being shot. It takes a big man to hate them beforehand." – "Qualquer um pode odiar a humanidade depois de levar um tiro. É necessário um grande homem para odiar antes disso." – House
44 – "Perseverance does not equal worthiness."- "Perserverança não é igual a merecimento" – House
45 – "Are you … comparing me to God? I mean, that’s great, but just so you know, I’ve never made a tree." – "Você está me comparando a Deus? Quero dizer, isso é bom, mas só para você saber, eu nunca criei uma árvore." – House
46 – "If we were to care about every person suffering on this planet, life would shut down." – "Se nós fossemos nos importar com todas as pessoas que estão sofrendo nesse planeta, a vida iria parar." – House
47 – Patient: "Are there other ways I could get pregnant? Like…sitting on a toilet seat?"
House: "Absolutely. There would need to be a guy sitting between you and a toilet seat, but yes, absolutely. I was doing so well…" –
Paciente: "Existe outros meios de engravidar? Como sentar no toilet?"
House: "Certamente. Só seria necessário um cara entre você e o toilet, mas,sim, certamente. Eu estava indo tão bem…
"
48 – Nun :"Sister Augustine believes in things that aren’t real."
House: "I thought that was a job requirement for you people."-
Freira: "Irmã Augustine acredita em coisas que não são reais"
House: "Eu achei que isso fosse pré-requisito para vocês."

49 – "Because, in HouseLand, and the rest of the universe by the way, when a question presents itself, it calls for an answer." – "Porque, na terra do House, e no resto do universo, quando aparece uma pergunta, ela pede por uma resposta." – House
50 – "Foreteen’s right." – "Catorze está certo"- House (se referindo a união de Thirteen e Foreman)

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A Celebração de um Nascimento

A CELEBRAÇÃO DE UM NASCIMENTO
Pr. Mark Finley

A história de natal gira em torno de um nascimento. O nascimento do menino Jesus. Hoje, neste "Está Escrito" especial de natal, convidamos você a juntar-se a nós para celebrarmos este momento único na história. Capte a essência deste acontecimento milenar através de canções, orações, e das escrituras. Permita que Cristo encha o teu coração de encorajamento neste natal, pois continua sendo a celebração de um nascimento.Não houve acontecimento mais emocionante na vida conjugal de Maria do que o nascimento de seu primeiro filho. Minha esposa e eu tínhamos 25 anos, quando nossa filha Debby nasceu. Eu tinha tanta certeza de que o bebê seria menina, que comprei um lindo vestidinho vermelho totalmente brilhoso. Você consegue imaginar nossa filha recém-nascida usando um vestido vermelho brilhoso? Ela iluminou o hospital inteiro. Dizer que Teeny e eu estávamos felizes com o nascimento de nossa primogênita é pouco. Dizer que não estávamos preparados para a experiência é menos ainda. Nós lemos todos os livros sobre crianças que apareceram em nossa frente. Freqüentamos juntos, aulas sobre partos naturais. Escolhemos as cores para o quarto de nossa mais nova moradora, pintamos de cor-de-rosa. Compramos um berço e brinquedos de bebê. Quando Debby nasceu, nós estávamos preparados. Deus também se alegrou com o nascimento de seu filho. Um coro de anjos anunciou a sua chegada. Pastores e magos aguardavam o nascimento dEle. Profecias datadas de séculos anteriores já proclamavam o nascimento do Messias. O profeta Isaías previu que Cristo nasceria de uma virgem. Moisés acrescentou que Ele seria da linhagem de Judá. O profeta Miquéias declarou que o Messias nasceria em Belém. Deus fez de tudo para preparar o mundo para o nascimento do salvador.

Aquele não foi um nascimento comum. Jesus foi concebido de forma sobrenatural pelo Espírito Santo no ventre de Maria. Ele não foi uma criança comum, Jesus foi o divino filho de Deus habitando num corpo humano, o divino Cristo humano. Aquela não foi uma missão comum. O anjo anunciou a José a missão de Jesus. Encontramos isso registrado desta forma em Mateus, capítulo 1, versículo 21:"ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles". A missão dEle foi claramente definida por Deus: salvar o seu povo dos pecados deles.

O bebê nascido em Belém numa manjedoura é o teu e o meu Salvador. O natal é um momento de celebrar, é um momento de se alegrar, é um momento de glorificar. Nas profundezas de nossos pecados, não fomos abandonados. Na escuridão de nossa rebeldia, existe uma luz. Aprisionada na escravidão dos pecados, existe esperança. Quando Jesus nasceu, o povo de seu tempo teve três reações ao nascimento dele. E existem três reações à Jesus hoje em dia. Os escribas e fariseus foram indiferentes ao seu nascimento, eles mal sabiam o que estava acontecendo. Mas que tragédia, ser indiferente ao Salvador do mundo. Infelizmente, existem algumas pessoas religiosas indiferentes a Cristo neste natal. Cristo ainda fica perdido em meio ao consumismo desta época. Ele fica coberto sob a árvore de natal repleta de belas embalagens de presentes. Ele fica esquecido em meio a tanta correria. Ele fica silenciado por festas em empresas, almoços e vários outros compromissos natalinos. Nos dias de hoje, ofuscou-se o Cristo eterno. Não que sejamos contra Ele, apenas ficamos indiferentes a Ele. Ocupados demais.

Houve quem se opusesse a Ele na época e há quem se oponha a Ele hoje. Herodes e os soldados romanos sentiram-se ameaçados pela perspectiva deste rei recém-nascido; sentiram-se ameaçados pelo desafio iminente de seu reinado. Eles planejaram matá-lo ao nascer. Herodes baixou um decreto mandando matar todos os meninos hebreus com menos de dois anos. Ele não arriscaria o seu trono. Existem pessoas hoje, nesta época de natal, que não renunciam ao trono de seus corações; elas batalham, elas lutam, elas brigam para manter o comando. Talvez você esteja lutando há anos. Você tem tentado comandar a sua própria vida. Você tem medo de entregar o comando a Ele. Por que não, nesta época de natal, abrir o seu coração para Ele? Por que não entregar a sua vida? Você pode confiar absolutamente nele. Ele encherá a sua vida de alegria e propósito neste natal.

Ainda existe uma terceira reação em relação a Jesus. Três reis do oriente levaram presentes a Ele. Esses homens sábios ficaram de joelhos e o adoraram. Homens sábios continuam a adorá-lo hoje. O evangelho de Mateus descreve isso nestas palavras, encontradas em Mateus capítulo 2, versículo 11: "…e, abrindo os seus tesouros, entregaram-lhe suas ofertas: ouro, incenso e mirra". O ouro é presente para um rei, ele representa todos os nossos bens materiais. Nós chegamos a Jesus através da adoração, sem hesitar em nada. Tudo que possuímos é um presente de Jesus. No natal, nós reconhecemos "Senhor, tudo o que eu tenho é teu. Tu és o rei dos reis". O incenso é presente para um sacerdote. Ele era usado pelo sacerdote no antigo santuário. No natal, nós devemos declarar: "Jesus, tu és meu sacerdote, tu intercedes por mim, tu és meu intercessor. Tu apresentas a tua justiça perfeita diante de todo o céu, no lugar de minhas falhas. Senhor, toda a minha adoração é para ti". A mirra é um presente para quem está à beira da morte. A mirra era um ungüento usado nos antigos rituais de sepultamento. No natal, nós reconhecemos: "Jesus, tu és meu salvador, tu és a criança inocente que nasceu, e meu justo redentor, que morreu por mim". Alegre-se hoje, é tempo de celebrar. Aceite-o como teu salvador, receba-o como teu sacerdote, reconheça-o como teu rei.

O maior presente já dado ao nosso mundo foi aquele bebê, o menino Jesus nascido numa manjedoura em Belém. E o maior presente com o qual podemos retribuir é com o nosso coração. Por que não, nesta época de natal, permitir que Cristo nasça no seu coração? Por que não permitir que Cristo, nascido dois mil anos atrás em Belém, nasça dentro de você neste natal? Por que não entregar-lhe o seu coração? Por que não entregar-lhe a sua vida neste momento enquanto oramos.

Amado Senhor, neste natal, glorificamos a ti por quem tu és. Não queremos ser indiferentes como os sacerdotes, não queremos ser hostis como os romanos. Queremos glorificá-lo como os reis magos. Tu és o nosso salvador que por amor concede a salvação. Tu és o nosso sacerdote que intercede junto ao Pai. Tu és o nosso rei, nosso Senhor dos Senhores, nosso libertador que em breve voltará. Hoje e sempre, damos glórias a Ti, em teu santo nome. Amém.

 

Mensagem de natal Kids4Truth: http://kids4truth.com/Dyna/ChristmasMessage/English.aspx

A Construção do Navio

A construção de um navio parece com a formação das pessoas.

Durante a gestação, o casco é construído, até que somos lançados ao mar.

A maior parte de um navio é colocada depois, como acontece com a gente.

Camarotes, porões, motores, pinturas, enfeites são acrescentados durante a infância e adolescência, até o navio ficar pronto para a primeira viagem.

Um navio fica pronto quando sai do estaleiro, mas com a gente é diferente – e este é o desafio de cada um, pois crescemos todo dia e nunca ficamos prontos.

Apesar disso, é preciso partir. Mas nem todos têm a coragem de ir e continuam atracados aos cais, julgando-se incapazes de navegar sozinhos.

Algumas pessoas são obrigadas a zarpar, já que os encargos de segurança do porto tornam-se pesados demais, e, às vezes, perdem um tempo precioso da viagem, revoltadas e lamentando-se por tudo isso. Mas nem todo mundo é assim.

Alguns, mal o dia amanhece, já partiram. Parecem muito ocupados e logo somem no horizonte. Desde cedo, sabem o que querem e têm pressa de viver.

Outros navios também saem logo que podem, mas ficam dando voltas e mais voltas sem chegar a lugar algum. Acabam navegando só para comprar mais combustível todo dia, e o que ganham mal dá para a reforma do casco.

Os maiores desperdiçadores de seus próprios recursos são aqueles que não sabem o que querem. E o pior é que, quando a gente não sabe direito o que espera do rumo que está tomando ou nem se tem um rumo, não pode corrigir a rota se estiver no caminho errado.

Nós somos os maiores responsáveis pelas tempestades que não conseguimos evitar.

Já outras pessoas deixam de navegar milhares de milhas para se conformarem com umas poucas centenas, porque têm medo de atrair ventos contrários ou, então, querem agradar ou impressionar a alguém…

A gente não deve aceitar essa situação, pois significa concordar em ser menos do que se pode ser.

Todo dia é dia de evolução e aprendizado, e, como a lua cheia, quando paramos de crescer, começamos a diminuir.

Então a primeira coisa a fazer é tornar-se comandante de si mesmo, e isso equivale a pensar com a própria cabeça, a ser timão e timoneiro, assumindo riscos pelos erros, pois só erram os que tem coragem para ousar e, se caírem, levantar e tentar de novo – sempre.

Pois ninguém sabe de nossa autonomia no mar, de nossa capacidade de carga, ou a que velocidade podemos singrar as águas dos oceanos, sejam azuis ou escuras.

(As mais belas parábolas de todos os tempos – Vol. II)

A lição budista

Veja o original aqui.

 

Um monge muito sábio estava visitando um vilarejo com seus discípulos. Na praça principal ele teve a oportunidade de falar publicamente. Todos ouviam o sábio atentamente até que um homem começou a agredí-lo verbalmente, atingindo sua honra pessoal, xingando-o com palavras desagradáveis e duras. O sábio nada disse e os discípulos ficaram inquietos.

O ofensor continuou, desta vez com mais veemência, ofendendo não só a honra do monge, mas a de todos os seus discípulos também. Por isso mesmo, uma resposta parecia mais necessária. Mas o monge não disse nada.

Numa estocada final, o homem ofendeu todos os antepassados do sábio, a coisa mais desonrosa e agressiva que alguém pode proferir. Mas o monge não respondeu absolutamente nada. Apenas caminhou para longe, seguido por seus discípulos intrigados.

Já afastados da praça, os discípulos resolveram indagá-lo.

– Mestre, nós acompanhamos toda a injustiça que o senhor sofreu e não entendemos por que o senhor, tão sábio não respondeu nada ao seu ofensor.

– Isso mesmo, mestre – disse outro discípulo – ele ofendeu todos os seus antepassados e o senhor nada respondeu! Por que, mestre? Será que podemos ao menos tirar um ensinamento desse momento tão ruim?

E o mestre respondeu:

– Se eu oferecer a você um presente ruim, um rato morto e infestado de peste, você o aceita?

– Claro que não, mestre! – responderam todos em uníssono

– Então, se um homem me oferece o mal, seja materialmente ou com palavras e eu não o  aceito, quem vai embora com ele?

E assim, o mestre e seus discípulos seguiram seu caminho.

Amor

Latiffa

 

Quando o amor o chamar
Segui-o
Embora seus caminhos sejam agrestes e escarpados

E quando ele vos envolver com suas asas
Cedei-lhe
Embora a espada oculta na sua plumagem possa feri-vos

E quando ele vos falar
Acreditai nele
Embora a sua voz possa despedaçar vossos sonhos como o vento devasta o jardim

Pois da mesma forma que o amor vos coroa, assim ele vos crucifica
E da mesma forma que contribui para o vosso crescimento
Trabalha para vossa poda
E da mesma forma que alcança vossa altura e acaricia vossos ramos mais tenros que se embalam ao sol
Assim também desce até vossas raízes e a sacode no seu apego à terra

Como feixes de trigo ele vos aperta junto ao seu coração
Ele vos debulha para expor a vossa nudez
Ele vos peneira para libertar-vos das palhas
Ele vos mói até extrema brancura
Ele vos amassa até que vos torneis maleáveis

Então ele vos leva ao fogo sagrado e vos transforma no pão místico do banquete divino
Todas essas coisas o amor operará em vós para que conheçais os segredos de vossos corações
E com esse conhecimento vos convertais no pão místico do banquete divino

Todavia se no vosso temor procurardes somente a paz do amor, o gozo do amor
Então seria melhor para vós que cobrísseis vossa nudez, abandonásseis a ira do amor
Para entrar num mundo sem estações onde rireis, mas não todos os vossos risos
E chorareis, mas não todas as vossas lágrimas

O amor nada dá, se não de si próprio
E nada recebe, se não de si próprio
O amor não possui nem se deixa possuir
Pois o amor basta-se a si mesmo

Quando um de vós ama, que não diga ‘Deus está no meu coração’
Mas que diga antes ‘Eu estou no coração de Deus’
E não imagineis que possais dirigir o curso do amor pois o amor se vos achar dignos determinará ele próprio vosso curso

O amor não tem outro desejo se não o de atingir a sua plenitude
Se contudo amardes e precisardes ter desejos
Sejam estes os vossos desejos
De vos diluirdes no amor e serdes como um riacho que canta sua melodia para a noite
De conhecerdes a dor de sentir ternura demasiada
De ficardes feridos por vossa própria compreensão do amor
E de sangrardes de boa vontade e com alegria
De acordardes na aurora com o coração alado e agradecerdes por um novo dia de amor
De descansardes ao meio-dia e meditardes sobre o êxtase do amor
De voltardes pra casa à noite com gratidão
E de adormecerdes com uma prece no coração para o bem-amado
E nos lábios uma canção de bem-aventurança

 

 

Fonte: http://www.jaymemonjardim.com.br/clone/poesia/pop_amor.htm

Quem fez da modéstia…

Quem fez da modéstia uma virtude esperava que todos passassem a falar de si próprios como se fossem idiotas.
O que é a modéstia senão uma humildade hipócrita, através da qual um homem pede perdão por ter as qualidades e os méritos que os outros não têm?

 

http://www.tvcultura.com.br/provocacoes/poemas?next=9

Substância – À ela, a única Maria do mundo.

Sim, na roça o polvilho se faz a coisa alva: mais que o algodão, a garça, a roupa na corda. Do ralo às gamelas, da masseira às bacias, uma polpa se repassa, para assentar, no fundo da água e leite, azulosa – o amido – puro, limpo, feito surpresa. Chamava-se Maria Exita. Datava de maio, ou de quando? Pensava ele em maio, talvez, porque o mês mor – de orvalho, da Virgem, de claridades no campo. Pares se casavam, arrumavam-se festas; numa, ali, a notara: ela, flor. Não lembrava a menina, feiosinha, magra, historiada de desgraças, trazida, havia muito, para servir na Fazenda.
Sem se dar idéia, a surpresa se via formada. Se, às vezes, por assombro, uma moça assim se embelezava, também podia ter sido no tanto-e-tanto. Só que a ele, Sionésio, faltavam folga e espírito para reparar em transformações.
Saíra da festa em começo, dada mal sua presença; pois a vida não lhe deixava cortar pelo sono: era um espreguiçar-se ao adormecer, para poupar tempo no despertar. Para a azáfama – de farinha e polvilho. Célebres, de data, na região e longe, os da Samburá; herdando-a, de repente, Seo Nésio, até então rapaz de madraças visagens, avançara-se com decisão de açoite a desmedir-lhes o fabrico. Plantava á vasta os alqueires de mandioca, que ali, aliás, outro cultivo não vingava; chamava e pagava os braços; espantava, no dia-a-dia, o povo. Nem por nada teria adiantado atenção a uma criaturinha, a qual.

Maria Exita. Trouxera-a, por piedade, pela ponta da mão, receosa de que o patrão nem os outros a aceitassem, a velha Nhatiaga, peneireira. Porque, contra a menos feliz, a sorte sarapintara de preto portais e portas: a mãe, leviana, desaparecida de casa; um irmão, perverso, na cadeia, por atos de morte; o outro, igual feroz, foragido, ao acaso de nenhuma parte; o pai, razoável bom-homem, delatado com lepra, e prosseguido, decerto para sempre, para um lazareto. Restassem-lhe nem afastados parentes; seja, recebera madrinha, de luxo e rica, mas que pelo lugar apenas passara, agora ninguém sabendo se e onde vivia. Acolheram-na, em todo o caso. Menos por direita pena; antes, da compaixão da Nhatiaga. Deram-lhe, porém, ingrato serviço, de todos o pior: o de quebrar, à mão, o polvilho, nas lages.
Sionésio, de tarde, de volta, cavalgava através das plantações. Se a meio-galope, se a passo, mas sôfrego descabido, olhando quase todos os lados. Ainda num Domingo, não parava, pois. Apenas, por prazo, em incertas casas, onde lhe dessem, ao corpo, consolo: atendimento de repouso. Lá mesmo, por último, demorava um menos. Prazer era ver, aberto, sob o fim do sol, o mandiocal de verdes mãos. Amava o que era seu – o que seus fortes olhos aprisionavam. Agora, porém, uma fadiga. O ensimesmo. Sua sela se coçava de uso, aqui a borraina aparecendo; tantas coisas a renovar, e ele sem sequer tempo. Nem para ir de visita, no Morro-do-Boi, à quase noiva, comum no sossego e paciências, da terra, em que tudo relevava pela medida das distâncias. Chegava à Fazenda. Todavia, esporeava.
O quieto completo, na Samburá, no Domingo, o eirado e o engenho desertos, sem eixo de murmúrio. Perguntava à Nhatiaga, pela sua protegida. __ “Ela parte o polvilho nas lages…” – a velha resumira. Mas, e até hoje, num serviço desses? Ao menos, agora, a mudassem! __ “Ela é que quer, diz que gosta. E é mesmo, com efeito…” – a Nhatiaga sussurrava. Sionésio, saber que ela, de qualquer modo, pertencia e lidava ali, influía-lhe um contentamento; ele era a pessoa manipulante.
Não podia queixar-se. Se o avio da farinha se pelejava ainda rústico, em breve o poderia melhorar, meante muito, pôr máquinas, dobrar quantidades.
Demorara para ir vê-la. Só no pino do meio-dia – de um sol do qual o passarinho fugiu. Ela estava em frente da mesa de pedra; àquela hora, sentada no banquinho rasteiro, esperava que trouxessem outros pesados, duros blocos de polvilho. Alvíssimo, era horrível, aquilo. Atormentava, torturava: os olhos da pessoa tendo de ficar miudinho fechados, feito os de um tatu, ante a implacável alvura, o sol em cima. O dia inteiro, o ar parava levantado, aos tremeluzes, a gente se perdendo por um negrume do horizonte, para temperar a intensidade brilhante, branca; e tudo cerradamente igual. Teve dó dela – pobrinha flor. Indagou:__ “Que serviço você dá?” – e era a tola questão. Ela não se vexou. Só o mal-e-mal, o boquinãoabrir, o sorriso devagar. Não se perturbava. Também, para um pasmar-nos, com acontecesse diferente: nem enrugava o rosto, nem espremia ou negava os olhos, mas oferecidos bem abertos – olhos desses, de outra luminosidade. Não parecia padecer, antes tirar segurança e folguedo, do triste, sinistro polvilho, portentoso, mais a maldade do sol. E a beleza. Tão linda, clara, certa – de avivada carnação e airosa – uma iázinha, moça feita em cachoeira. Viu que, sem querer, lhe fazia cortesia. Falou-lhe, o assunto fora de propósito: que o polvilho, ali, na Samburá, era muito caprichado, justo, um dom de branco, por isso para a Fábrica valia mais caro, que os outros, por aí, feiosos, meio tostados…
Depois, foi que lhe contaram. Tornava ainda, a cavalo, seu coração não enganado, como sendo sempre desiguais os domingos; de tarde, aí que as rolinhas e os canários cantavam. Se bem – ele ali o dono – sem abusar da vantagem. “De suas maneiras, menina, me senti muito agradado…” – repetia um futuro talvez dizer. A Maria Exita. Sabia, hoje: a alma do jeito e ser, dela, diversa dos outros. Assim, que chegara lá, com os vários sem-remédios de amargura, do oposto mundo e maldições, sozinha de se sufocar. Aí, então, por si sem conversas, sem distraídas beiras, nenhumas, aportara àquele serviço – de toda a despreferência, o trabalho pedregoso, no quente feito boca-de-forno, em que a gente sente engrossar os dedos, os olhos inflamados de ver, no deslumbrável. Assoporava-se sob o refúgio, ausenciada? Destemia o grado, cruel polvilho, de abater a vista, intacto branco. Antes, como a um alcanforar o fitava, de tanto gosto. Feito a uma espécie de alívio, capaz de a desafligir; de muito lhe dar: uma esperança mais espaçosa. Todo esse tempo. Sua beleza, donde vinha? Sua própria, tão firme pessoa? A imensidão do olhar – doçuras. Se um sorriso; artes como de um descer de anjos. Sionésio nem entendia. Somente era bom, a saber feliz, apesar dos ásperos. Ela – que dependendo só de um aceno. Se é que ele não se portava alorpado, nos rodeios de um caramujo; estava amando mais ou menos.
“Se outros a quisessem, se ela já gostasse de alguém?” – as asas dessa cisma o saltearam. Tantos, na faina, na Samburá, namoristas; e às festas – a idéia lhe doía. Mesmo de a figurar proseando com os próximos, no facilitar. Porém, o que ouviu, aquietava-o. Ainda que em graça para amores, tão formosa, ela parava a cobro de qualquer deles, de más ou melhores tenções. Resguardavam a seus graves de sangue. Temiam a herança da lepra, do pai, ou da falta de juízo da mãe, de levados fogos. Temiam a algum dos assassinos, os irmãos, que inesperado de a toda hora sobrevir., vigiando por sua virtude. Acautelavam. Assim, ela estava salva. Mas a gente nunca se provê segundo garantias perpétuas. Sionésio passara a freqüentar nas festas, princípios a fins. Não que dançasse; desgostava-o aquilo, a algazarra. Ficava de lá, de olhos postos em, feito o urubu tomador de conta. Não a teria acreditado tão exata em todas essas instâncias – o quieto pisar, num muxoxozinho úmido prolongado, o jeito de pôr sua cinturinha nas mãos, feliz pelas pétalas, juriti nunca aflita. A mesma que no amanhã estaria defronte da mesa de laje, partindo o sol nas pedras do terrível polvilho, os calhaus, bitelões.
Se dançava, era bem; mas as muito poucas vezes. Tinham-lhe medo, à doença incerta, sob a formosura. Ah, era bom, uma providência, esse pejo de escrúpulo. Porque ela se via conduzida para não se casar nunca, nem podendo ser doidivã. Mas precisada de restar na pureza. Sim, do receio não se carecia. Maria Exita era a para se separar limpa e sem jaças, por cima da vida; e de ninguém. Nela homem nenhum tocava.
Sem embargo de que, ele, a queria, para si, sempre por sempre.
E, ela, havia de gostar dele, também, tão certamente.
Mas, no embaraço de inconstantes horas – as esperanças velhas e desanimações novas – de entre-momentos. Passava por lá, sem paz de vê-la, tinha um modo mordido de a admirar, mais ou menos de longe. Ela, no seu assento raso, quando não de pé, trabalhando a mãos ambas. Servia o polvilho – a ardente espécie singular, secura límpida, material arenoso – a massa daquele objeto. Ou, o que vinha ainda molhado, friável, macio, grudando-se em seus belos braços, branqueando-os até para cima dos cotovelos. Mas que, toda-a-vida, de solsim brilhava: os raios reflexos, que os olhos de Sionésio não podiam suportar, machucados, tanto valesse olhar para o céu e encarar o próprio sol.
As muitas semanas castigavam-no, amiúde nem conseguia dormir, o que era ele mesmo contra ele mesmo, consumição de peixão, romance feito. De repente, na madrugada, animava-se a vigiar os ameaços de chuva, erguia-se aos brados, acordando a todos:__ “Apanhar polvilho! Apanhar polvilho!…” Corriam, em confusão de alarme, reunindo sacos, gamelas, bacias, para receber o polvilho posto no ar, nas lajes, onde, no escuro da noite, era a única coisa a afirmar-se, como um claro de lagoa d’água, rodeado de criaturas estremunhadas e aflitas. Mal podia divisá-la, no polvoroso, mas contentava-o sua proximidade viva, quente presença, aliviando-o. Escutou que dela falassem: “Se não é que, no que não espera, a mãe ainda amanhece por ela…ou a senhora madrinha…” Salteou-se. Sem ela, de que valia a atirada trabalheira, o sobreesforço, crescer os produtos, aumentar as terras? Vê-la, quando em quando. A ela – a única Maria no mundo. Nenhumas outras mulheres, mais, no repousado; nenhuma outra noiva, na distância.
Devia, então, pegar a prova ou o desengano, fazer a ação de a ter, na sisuda coragem, botar beiras em seu sonho. Se conversasse primeiro com Nhatiaga? – achava, estapeou aquele pensamento contra a testa. Não receava a recusação. Consigo forcejava. Queria e não podia, dar volta a uma coisa. Os dias iam. Passavam as coisas, pretextadas. Que temia, pois, que não sabia que temesse? Por vez, pensou: era, ele mesmo, são? Tinha por onde merecer? Olhava seus próprios dedos, seus pulsos, passava muito as mãos no rosto. A diverso tempo, dava o bravo: tinha raiva a ela. Tomara a ele que tudo ficasse falso, fim. Poder se desentregar da ilusão, mudar de parecer, pagar sossego, cuidar só dos estritos de sua obrigação, desatinada. Mas, no disputar do dia, criava as agonias da noite. Achou-se em lágrimas, fiel. Por que, então, não dizia hás nem eis, andava de mente tropeçada, pubo, assuntando o conselho, em deliberação tão grave- assim de cão para o luar? Mas não podia. Mas veio.
A hora era de nada e tanto; e ela era sempre a espera. Afoito, ele lhe perguntou:
__ “Você tem vontade de confirmar o rumo de sua vida? __falando-lhe de muito coração. __ “Só se for já…” __ e, com a resposta, ela riu clara e quentemente, decerto que sem a propositada malícia, sem menospreço. Devia de ter outros significados o rir, em seus olhos sacis.
Mas, de repente, ele se estremeceu daquelas ouvidas palavras. De um susto vindo de fundo: e a dúvida. Seria ela igual à mãe? – surpreendeu-se mais. Se a beleza dela – a frutice, da pele, tão fresca, viçosa – só fosse por um tempo, mas depois condenada a engrossar e se escamar, aos tortos e roxos, da estragada doença? – o horror daquilo o sacudia. Nem agüentou de mirar, no momento, sua preciosa formosura, traiçoeira. Mesmo, sem querer, entregou os olhos ao polvilho, que ofuscava, na laje, na vez do sol. Ainda que por instante, achava ali um poder, contemplado, de grandeza, dilatado repouso, que desmanchava em branco os rebuliços do pensamento da gente, atormentastes.
A alumiada surpresa.
Alvava.
Assim; mas era também o exato, grande, o repentino amor – o acima. Sionésio olhou mais, sem fechar o rosto aplicou o coração, abriu bem os olhos. Sorriu para trás. Maria Exita. Socorria-a a linda claridade. Ela – ela! Ele veio para junto. Estendeu também as mãos para o polvilho – solar e estranho: o ato de quebrá-lo era gostoso, parecia um brinquedo de menino. Todos o vissem, nisso, ninguém na dúvida. E seu coração se levantou. __ “Você, Maria, quererá, a gente, nós dois, nunca precisar de se separar? Você, comigo, vem e vai?” Disse, e viu. O polvilho, coisa sem fim. Ela tinha respondido:__ “Vou, demais.” Desatou um sorriso. Ele nem viu. Estavam lado a lado, olhavam para frente. Nem viam a sombra de Nhatiaga, que quieta e calada, lá, no espaço do dia.
Sionésio e Maria Exita – a meios-olhos, perante o refulgir, o todo branco. Acontecia o não-fato, o não-tempo, silêncio em sua imaginação. Só o um-e-outra, um em-si-juntos, o viver em ponto sem parar, coraçãomente: pensamento, pensamor. Alvor. Avançavam, parados, dentro da luz, como se fosse o dia de todos os pássaros.