A vítima é a culpada?

 

Original: http://colunas.epoca.globo.com/mulher7por7/2011/11/24/a-vitima-e-a-culpada/

imageO filme Confiar, dirigido por David Schwimmer (ele mesmo, o Ross do seriado Friends) não é exatamente novo. Estreou no Brasil no final de agosto, mas só fui assistir no último final de semana. Na trama, Annie, uma menina de 14 anos, é estuprada por um homem que conhece na internet. A adolescente acredita conversar com um menino da mesma idade, e só descobre que o namorado virtual era vinte anos mais velho quando, apaixonada, resolve se encontrar com ele escondida dos pais.

Mais do que o problema da pedofilia pela internet, o filme retrata com muita sensibilidade todo o drama que cerca não só a vítima, mas todos que convivem com ela. Por estar apaixonada por seu agressor, Annie demora a aceitar que foi vítima de um estupro, o que deixa seu pai transtornado e abala toda a estrutura familiar.

Uma das cenas que mais chama a atenção é quando o pai de Annie, vivido por Clive Owen, resolve desabafar e contar o problema para um amigo do trabalho. Num primeiro momento, o colega se mostra surpreso e solidário, mas quando o personagem conta como o estupro tinha acontecido, o amigo comenta algo como “Ah? Foi assim? Então menos mal, achei que ela tivesse sido atacada”.

Não é raro ver no mundo real a mesma reação. Ver pessoas invertendo os papéis e colocando as vítimas de abuso sexual como responsáveis pelo crime que sofreram. Recentemente, vi a notícia de que uma funcionária de uma empresa teria sido estuprada por oito colegas de trabalho. Não contentes em estuprá-la, ainda filmaram e mostraram para outros funcionários. Eles alegaram que ela estava bêbada e consentiu. Segundo a polícia, o vídeo mostra a mulher desfalecida, sem condições de decidir qualquer coisa.

Aí aparecem os comentários “Mas ela precisava ter bebido tanto?” “Precisava ter saído sozinha com oito homens?” Não sei. Talvez ela pudesse ter evitado essa situação? Talvez. Mas, honestamente, não acho que nenhum desses argumentos justifique um crime tão covarde e hediondo. Aliás, nada justifica. E você? O que acha?

Ah, pra quem se interessou pelo filme, este é o trailer oficial legendado.

Comentário da matéria:

  • Magdiel Lima 26/11/2011 | 15:49

    Concordo em partes, mas convenhamos que essa juventude está desvirtuada. Não acho certo o termo ‘estupro’, o tempo passou e continuam vendo os jovens e adolescentes como seres de total inocência. Tanto no caso da pedofilia, quanto no tráfico, homicídios e etc.
    Adolescentes, jovens? Sim. Mas imprudentes e inconsequentes também. Não é preciso ter mais de 18 para se ter caráter.

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    Sheila24/11/2011 | 10:14

    Deu muita vontade de ver o filme! "Não", significa "não". E o silêncio – como no caso da mulher que estava completamente inconsciente – não significa "sim". Muito menos quando covardemente atacada por vários homens. Infelizmente comentários e questionamentos aparecem mas temos que nos firmar no fato de que é absurdo se achar que, seja de qual forma foi cometido, o estupro é aceitável!

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    Mulher usa site de namoro para jantar de graça todo dia. Esperteza ou sacanagem?

    Fonte: http://colunas.epoca.globo.com/mulher7por7/2011/11/30/mulher-usa-site-de-namoro-para-jantar-de-graca-todo-dia/image

    A crise econômica está afetando muita gente. Mas a americana Minerva McGonagall (nome fictício), de 23 anos, decidiu que não ia mudar seu estilo de vida por causa disso. Ela não mudou para um apartamento mais barato, não deixou de comprar o que gosta nem deixou de comer bem. Para manter seu padrão de vida, Minerva encontrou uma solução no mínimo inusitada: cadastrou-se num site de namoro, o Match.com, e marca cinco encontros por semana. Como querem impressionar, os homens sempre acabam pagando a conta do jantar – e, com isso, segundo cálculos da Business Insider, ela acaba economizando cerca de US$ 1200 por mês.

    Minerva conta que aprendeu o truque com uma amiga que ganhava pouco como ela, mas saía para jantares sofisticados quase toda noite. Descobriu o segredo do site de encontros e decidiu fazer o mesmo, mas estabeleceu suas regras: nunca sair mais de cinco vezes com o mesmo homem, sempre encontrar o pretendente em um lugar público e deixar uma amiga avisada do destino.

    Seu único gasto é a mensalidade do site de namoro, de US$ 50. Parece um negócio e tanto, não? Sim. Tirando que Minerva tinha que se arrumar todo dia para um encontro. E tinha que repetir, toda noite, o mesmo papinho “quem sou, o que faço, de onde venho, do que gosto”. E, pior, tinha que aguentar a companhia de homens pelos quais ela não estava interessada em troco de um bom bife com risoto e de uma taça de champanhe. Vale mesmo a pena?

    Minerva diz que cansou de jogar o jogo e deixou de pagar seus jantares com encontros – ela agora tem um namorado (será que ele paga a conta sempre?) –, mas a reportagem sobre a prática gerou comentários revoltados na internet. Muitos a compararam a uma prostituta. Mas fato é que ela não vendia o próprio corpo nem ganhava dinheiro – a rigor, ela só o economizava. E nenhuma mulher é obrigada a sair, de fato, com alguém com quem teve um encontro e pagou sua conta. Isso, porém, não torna louvável a sua prática.

    Quem falou que eles não sorriem?

    O sorriso social
    Os bebês não apenas sorriem mais, eles também sorriem socialmente. Eles sorriem mais para pessoas do que para objetos. O sorriso de seu bebê provavelmente reflete o fato de que rostos são objetos familiares e não que um processo social esteja realmente acontecendo. Apesar disso, quando você sorri para o seu bebê ele pode sorrir em resposta. Como todos os pais, você verá que não há nada como esses primeiros sorrisos para lhe fazer se apaixonar pelo seu bebê cada vez mais.

    http://www.hsw.uol.com.br/compreendendo-como-as-criancas-amadurecem3.htm

    Sorrisos especiais apenas para os pais começam a aparecer aos quatro meses. Um sorriso se espalha pelo rosto do seu bebê quando ele vê você mas não quando vê qualquer outra pessoa. Esse comportamento implica não apenas um reconhecimento a você, uma habilidade cognitiva, mas também um reconhecimento de que você é especial, uma habilidade social. Isso obviamente gera uma resposta emocional incrivelmente forte de sua parte e torna muito mais divertido para você estar e brincar com o seu bebê. Na verdade, pode ser difícil para você se afastar para realizar atividades domésticas ou voltar ao trabalho. Por outro lado, isso gera grandes benefícios ao bebê, oferecendo a ele dois amigos prontos para ensiná-lo o que ele precisa aprender.

    Risada
    Alguns bebês começam a rir mesmo antes de completarem quatro meses, alguns já com cinco semanas. A risada acontece cerca de um mês depois dos primeiros sorrisos. Um estímulo repentino e intenso (talvez de surpresa) pode fazer com que um bebê dê risada.
    Mas você pode perceber que às vezes seu bebê não tem certeza se deve rir ou chorar. O riso parece ser uma emoção no limite do medo. Teorias sobre a risada sugerem que o bebê ri para objetos e acontecimentos que são quase compreensíveis a eles. Objetos e acontecimentos muito confusos, no entanto, fazem-nos chorar. Bebês de quatro a seis meses tendem a rir mais com um estímulo de toque (como cócegas) e quando você conversa com eles de um jeito bobo.
    A risada do bebê ajuda a desenvolver um elo emocional entre vocês, tornando o seu papel muito divertido. Nós gostamos de ver bebês sorrindo, de forma que repetimos o que fizemos para fazê-los rir diversas vezes. Ao fazer isso, o seu bebê está aprendendo a adquirir algum controle sobre o ambiente onde está. Através da risada eles podem também aprender o tipo de efeito que exercem sobre outras pessoas.

    http://saude.hsw.uol.com.br/compreendendo-como-as-criancas-amadurecem4.htm

    Reflexos
    Muitos dos reflexos dos recém-nascidos (padrões de comportamento instintivos) servem para assegurar proximidade física à mãe. Durante o primeiro exame do seu bebê, o médico pode demonstrar como a mão do bebê agarra firmemente seus dedos. Nos primeiros meses, esse aperto é tão forte que o bebê pode suportar quase o próprio peso. Quando um recém-nascido é assustado por um barulho muito alto ou uma mudança súbita de posição, seus braços se abrem e rapidamente se fecham, como se ele estivesse tentando se agarrar à mãe. Esse reflexo é chamado Moro ou reflexo do susto. Acredita-se que esse e outros reflexos sejam remanescentes da evolução de nossos ancestrais.

    http://saude.hsw.uol.com.br/compreendendo-como-as-criancas-amadurecem2.htm

    Um Belo Sorriso
    O primeiro sorriso de um bebê enche de alegria e orgulho toda mamãe e papai, mesmo quando na realidade se trata de um pré-sorriso: uma espécie de reflexo que ele pode demonstrar nas primeiras semanas de vida mas que ainda não tem o significado de um sorriso. Quase sempre, se manifesta em resposta a um som, uma voz, ou simplesmente para demonstrar satisfação ao fim da mamada. Um sorriso mais genérico chega no final do primeiro mês de vida, quando o bebê começa a elaborar a expressividade. Mas, por mais que seja um sorriso aberto e comova os pais e avós, é somente um aceno de saudação à visão de um vulto familiar. Para o sorriso consciente, que é aquele que o bebê presenteia somente a quem quer e com uma intensão bem definida, é preciso esperar ainda um pouco mais. Em geral por volta do terceiro mês de vida, o bebê começa a entender os instrumentos de que dispõe para se "fazer entender": aprendeu que se gritar por fome ou porque se sente sujo, alguém virá rapidamente, se chora por se sentir só a mamãe chega logo logo para pegá-lo no colo, e se quer demonstrar satisfação por algo de belo que tenha visto (quase sempre o rosto da mãe) sorri confiante em resposta. Uma dica importante: neste período o bebê frequentemente sorri também por imitação. Por isso, sorria bastante para seu filho, como verdadeiras demonstrações de alegria, pois muito provavelmente ele crescerá mais alegre e extrovertido.

    http://www.clubedobebe.com.br/Manual%20Primeiros%20Anos/osprimeirostresmeses.htm

    Sorrir, rir e outras expressões de rosto servem para a crianças comunicarem com os que estão ao seu redor. O sorriso, depois do choro, é percebido pelos pais como o primeiro comportamento social do bebé e, ingenuamente, acreditam que o seu recém-nascido está a sorrir para eles. No entanto, os bebés não o fazem até completarem um mês de vida, aí sim esboçam um autêntico sorriso. Mas, o que é que lhes provoca essa aparente felicidade? Tudo o que chama a atenção dos bebés os alegra. Sorriem quando vêem uma cara, quando estão a mamar, a descobrir ruídos, as imagens, o movimento, etc.

    O primeiro sorriso antes de nascer

    Os pais são unânimes neste aspecto: todos se lembram do primeiro sorriso dos seus bebés. Mas devemos remontar à barriga da mãe para falar da primeira vez que as crianças sorriem. Os últimos avanços tecnológicos permitiram que vários especialistas comprovassem que os bebés, quando se encontram no útero das mães, têm expressões faciais, como o sorriso, o que se explica como um acto reflexo na sua preparação para o nascimento. O recém-nascido mantém este hábito enquanto está a dormir. Esta primeira forma de movimentar os lábios parece estar relacionada com as sensações internas e com a actividade do sistema nervoso central. Trata-se de uma careta inata e espontânea provocada por uma sensação de bem-estar.

    Depois da segunda semana, os bebés reagem à voz, que lhes ocasiona o sorriso. A partir do segundo mês, o sorriso aumenta e é acompanhado de um leve esticamento dos lábios.

    Entre o primeiro e o segundo mês de vida o verdadeiro sorriso desperta e já se pode considerar uma autêntica expressão social. Para além disso, o bebé já percebe as reacções que este gesto provoca nos outros.

    A partir dos 4-5 meses passam do sorriso às risadas. O bebé passa a rir-se de coisas que antigamente não gostava e que até chegavam a assustá-lo. A imaginação e a fantasia do próprio bebé também ajudam a provocar uma reacção de risota: o bebé diverte-se pelo simples facto de converter um objecto comum como uma colher num jogo que funciona como um avião que vai até à sua boca.

    As risadas depois dos sete meses

    O riso é considerado como uma prolongação do sorriso. São expressões emocionais, tanto pela sua forma como pelos estímulos que as provocam. Rir é uma emoção muito intensa. É fundamental para o desenvolvimento afectivo da criança e indispensável para consolidar a sua relação com a mãe e o pai.

    O riso de satisfação não se produz antes dos 7-8 meses. O bebé já se ri de alegria e começa a apreciar as primeiras recompensas afectivas dos seus esforços.

    Com um ano começa a compreender como funciona o mundo que o rodeia e são muitas as coisas que o divertem, especialmente todo aquilo que é inesperado ou que não é normal: que o pai coloque um chapéu, ponha a chucha na boca, etc.

    As grandes gargalhadas e risadas incontroláveis produzem-se por volta dos 4 anos e juntamente com a aprendizagem da linguagem e da compreensão de histórias mais complexas.

    Experimente o jogo do espelho!

    Num quarto coloque um grande espelho. Fixe o espelho ao chão e coloque-o ao nível da criança. O interesse pelo seu próprio reflexo começa a partir do primeiro mês: o bebé vai observar com gestos de felicidade os jogos de luz reflectidos no vidro.

    Aos 4 meses o bebé gesticulará rindo-se, embora sem saber que a imagem que vê é a sua. Mas vai divertir-se ao pensar que tem um companheiro de jogos.

    Por volta dos 7-8 meses brincará em frente ao seu reflexo. Embora pense que o seu reflexo é outro bebé que se move ao mesmo tempo que ele, fará muitas caras divertidas que significam que a pouco e pouco vai tomando consciência de que se trata dele mesmo.

    Perto dos 12-18 meses descobre a semelhança entre os seus movimentos e os do espelho. Brinca com as mãos e aproxima-se da imagem. Tenta tocar no espelho para ver o que é que está por detrás, isto para “apanhar” o amigo que está no espelho. Um beijo no espelho é a prova definitiva que de o bebé descobriu que se trata da sua imagem.

    Cumpridos os dois anos irá perdendo o interesse pelo mistério do espelho e prefere companheiros de jogos reais, de carne e osso. Afinal, é muito mais prático!

    O que diverte um bebé?

    As carícias

    O movimento

    Os jogos de mãos

    As vozes que reconhece

    Coisas insólitas: que o pai ou a mãe façam de bebé

    Balançar sobre os pés dos pais

    As imitações de sons, etc.

    http://www.todopapas.com.pt/bebe/psicologiao-do-bebe/do-que-se-riem-os-bebes-1959

    O Provocador: Os idiotas e seus carrões ridículos

    Fonte: http://noticias.r7.com/blogs/o-provocador/

     

    Uma coisa eu nunca entendi: Por que fabricam (e tem gente que compra) carros que podem atingir até 300 km/h se no Brasil a velocidade máxima permitida, em poucas rodovias, é 120/h?

    Isso me parece uma estupidez voluntária das autoridades e uma maldade premeditada dos fabricantes. É como usar um avião supersônico para ir até a esquina.

    Em São Paulo, uma metrópole gigantesca, as principais vias aceitam até 60 km/h. Seria um pesadelo de monotonia não fossem os congestionamentos que obrigam os carros a tartarugar a 20 km/h, quando não estão rigorosamente parados. Conheço paulistanos que nunca usaram a quinta marcha.

    Portanto, quanto mais possante um automóvel, mais inútil ele é. Na verdade, ridículo. Assim como quem os dirige. Qualquer psicólogo de botequim sabe que muitos homens transferem sua potência para o motor de um bólido.

    Quando vejo um babaca num desses carrões importados, irados, turbinados e exibicionistas, eu enxergo um broxa, um tarado não por acaso impotente.

    Cada vez mais as mulheres adotam esse comportamento psicótico. Parecem buldogues siliconados. São broxantes, por sinal. Combinam.

    Fico imaginando a economia e os benefícios ecológicos caso a indústria automobilística só lançasse veículos para uso racional e responsável. Para não falar dos acidentes que seriam evitados, o que já é outra conversa.

    Por mim, descia a marreta nessas porcarias. Ou botava um poste na frente de cada um. Quando estivessem em alta velocidade.

    Sertanejo realmente universitário

    Fonte: http://charges.uol.com.br/emails-comentados/2011/11/21/sertanejo-realmente-universitario

    Dos e-mails comentados do site charges.com.br

     

     

    Quando a gente fala que “sertanojo universiotário” não é das coisas mais inteligentes do mundo, algumas pessoas vêm dizer que é só renovação da boa e velha música sertaneja, e que por ser renovação deve ser respeitada. Mas veja só, ontem eu estava no R.U. aqui da universidade (que aliás, é um restaurante normal, não um Restaurante Universitário, uma vergonha), quando tocava uma “musica” que tive de me dar o trabalho de procurar a letra na internet. Diz o seguinte:
    “É a magia do amor que traduz/ EU TE QUERO A DEZ MIL ANOS LUZ/ Já não sinto medo de chorar/ Nesse solo lunar”.
    Tudo bem, falar sobre velocidade da luz pode até ser um pouco universitário. O cara que escreveu só se esqueceu de um detalhe: anos luz é uma medida de distância. A não ser que ele queira dizer que nunca mais quer ver a sua musa inspiradora, e que ela esteja a uma distância quase inimaginável.
    PS – A lua está a uma distância muito menor que essa.

    Márcio Fraga Oliveira – Guarapuava – PR

     

    Resposta:Você não entendeu. Sem a mulher que ama ele se sente no mundo da lua (referência ao solo lunar, que nos remete a um imaginário de loucura e isolamento). Neste estado desolador, ele nos conta que prefere encontrar-se com sua amada muito, muito distante de tudo e de todos os percalços que impossibilitam seu amor. “Eu te quero a dez mil anos luz” não quer dizer portanto que ele a quer afastada: na verdade ELE quer estar AO LADO DELA a dez mil vezes dez trilhões de quilômetros de distância da Terra (ou de seu “solo lunar” emocional).
    É uma bela poesia que bebe dos conhecimentos astronômicos para elevar o cancioneiro popular a um nível anos luz acima da média.
    Comoventemente lindo.

    Avião perde roda em pleno voo no Reino Unido

    Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2011/11/11/aviao-perde-roda-no-ar-e-passageiros-entram-em-panico-durante-voo-no-reino-unido.jhtm

     

    imageOs passageiros que embarcaram no voo de Exeter, em Devon, para Newcastle, ambos na Inglaterra, esperavam uma viagem tranquila, mas levaram um susto quando um dos passageiros percebeu que a aeronave estava com problemas.

    Ao olhar pela janela, Martin Brown, 30, percebeu que uma das rodas do avião, um Dash Q400, havia caído e logo comunicou à tripulação. Ele foi um dos sete passageiros que afirmaram ter visto o momento em que a roda soltou do avião, logo após a decolagem.

    "Eu olhei pela janela e vi que faltava uma das rodas. Olhei para a pessoa que estava ao meu lado e disse:’Sem querer te preocupar, acho que a roda do avião soltou’", disse Brown.

    Antes de avisar ao piloto do ocorrido, os demais passageiros perceberam a situação logo entrarem em pânico.

    Enquanto o piloto sobrevoava a cidade para gastar um pouco do combustível – o que levou cerca de uma hora – antes de retornar ao aeroporto, boa parte dos 39 passageiros a bordo começou a enviar mensagens de despedida aos familiares.

    "Foi horrível. Eu mandei mensagens de despedida para os meus pais e para o meu filho dizendo que eu amava eles e que essa poderia ser nossa última conversa", disse Christina Jackman, 28.

    Mesmo com todo o pânico, o piloto conseguiu realizar um pouso de emergência  – com uma roda a menos – no aeroporto de Devon sem que ninguém ficasse ferido.

    O incidente acontecem em 3 de março e só agora foi divulgado pela agência Ade investigações aéreas AAIB (Air Accidents Investigation Branch). Segundo o órgão, um aumento da temperatura teria provocado a quebra de uma peça e soltado a roda.

    Será que casamento é o fim?

    Três amigas, uma noiva, uma casada e uma amante decidiram fazer uma brincadeira: seduzir seus homens usando uma capa, corpete de couro, máscara nos olhos e botas de cano alto, para depois dividir a experiência entre elas.
    No dia seguinte, a noiva iniciou a conversa:

    – Quando meu namorado me viu usando o corpete de couro, botas com 12cm de salto e máscara sobre os olhos, me olhou intensamente e disse: “Você é a mulher da minha vida, eu te amo”. Fizemos amor apaixonadamente.

    A amante contou sua versão:

    – Encontrei meu amante no escritório, com o equipamento completo! Quando abri a capa, ele não disse nada, me agarrou e fizemos amor a noite toda, na mesa, no chão, de pé, na janela, até no hall do elevador!

    Aí a casada contou sua história:

    – Mandei as crianças para a casa da minha mãe, dei folga pra empregada, fiz depilação completa, as unhas, escova, passei creme no corpo inteiro, perfume em lugares estratégicos e caprichei: capa preta, corpete de couro, botas com salto de 15 cm, máscara sobre os olhos e um batom vermelho que nunca tinha usado. Para incrementar, comprei uma calcinha de lycra preta com um laçinho de cetim. Apaguei todas as luzes da casa e deixei só as velas iluminando o ambiente. Meu marido chegou, me olhou de cima abaixo e disse:

    – Fala aí Batman, cadê a janta?