JotaPêAh!

Clientes da Oi poderão receber R$ 500 por mau atendimento em MS

Os consumidores de Mato Grosso do Sul que se sentiram mal atendidos pelo Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da empresa de telefonia Oi (Brasil Telecom) poderão receber R$ 500, conforme decisão judicial proferida neste mês. A Superintendência de Proteção e Defesa ao Consumidor (Procon/MS) vai receber as reclamações dos clientes a partir desta semana e a Justiça irá avaliar quem poderá ter direito ao ressarcimento.

A determinação foi dada em caráter liminar pelo juiz Amaury da Silva Kuklinski, da Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Homogêneos de Campo Grande. O valor é referente a uma multa que a empresa terá que pagar por cada atendimento fora das regras estabelecidas pelo Decreto n.º 6.523/2008, em vigor desde 1º de Dezembro de 2008.

Segundo informações do Ministério Público Estadual (MPE), um inquérito aberto pelo órgão no ano passado apurou que, no atendimento do SAC, a empresa descumpre várias regras estabelecidas pelo decreto, como exceder o tempo máximo para o consumidor entrar em contato com os atendentes e fazer constantes transferências de atendentes, principalmente quando o consumidor quer cancelar um serviço.

Reclamações
Para ter direito ao recebimento do valor, o consumidor deve ir até a unidade do Procon/MS para fazer a reclamação. No órgão, será montada uma petição que será encaminhada ao juiz.

O superintendente do Procon em Mato Grosso do Sul, Lamartine Ribeiro, lembra que para entrar com o pedido o consumidor precisa obrigatoriamente ter o número do protocolo do atendimento feito pelo SAC, para que seja possível a comprovação da alegação.

Lamartine explica ainda que o valor será depositado em um conta judicial. “Os consumidores poderão sacar o dinheiro apenas após o fim do processo”, esclarece o superintendente.

Ainda segundo o superintendente, a  determinação é válida para os clientes da Oi (Brasil Telecom) em todo o estado.

Oi
A assessoria da empresa informou ao G1 que até o início da tarde irá divulgar nota sobre a decisão judicial.

Serviço
O Procon/MS de Campo Grande fica localizado na rua 13 de Junho, na região central da cidade. Para mais informações ligue para (67) 3316-9800.

 

Fonte: http://g1.globo.com/mato-grosso-do-sul/noticia/2011/05/clientes-da-oi-poderao-receber-r-500-por-mau-atendimento-em-ms.html

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Trecho da Sexta Carta

Tenho um coração sem cercas. A beleza da vida me afeta sem restrições. Sou um território que não se nega a receber a poesia. É assim que me percebo sendo tocado no coração.

É fascinate perceber a capacidade que Jesus tinha de tocar as pessoas. Os relatos evangélicos nso revelam isso. Ele atría multidões. Portava um discurso que era capaz de curar as dores do corpo e da alma. Redenção completa, sem reduções, sem alienações.  A totalidade da vida humana como pauta. A vida vivida, sofrida e experimentada na crueza do cotidiano era a matéria-prima de sua fala. Por isso a sua fala era tão atraente. Era nascida da realidade.

Meu amigo, o marido que fazia semanalmente a aferição do percentual de gordura da esposa precisa aprender essa regra. Só é possível amar a rosa se considerar os espinhos que ela carrega. Amor que não considera defeitos? Acho que não é amor. Só o amor nos possibilita conviver com estes contrários. O corpo já não tem o mesmo viço do passado, mas só ele resguarda as memórias que nos recordam quem somos nós. Este é um fator determinante. Quem ama não vai embora, mas fica para receber, junto à criatura amada, a tarde que cairá.

Tenho pedido muito a Deus o dom de perceber o momento em que a semente do mal venha cair na minha terra, ou nos territórios que me rodeiam. Quero ser vigilante. É assim que cumpro minha parte no pacto que fiz com Deus. Por vezes consigo, por vezes não. O fundamental é não desistir. Ter consciência do processo é tão importante quanto chegar ao fim.

É como você bem disse sobre a arte de saber viajar. A viagem começa no momento em que decidimos ir. A beleza do que nos espera já se antecipa no desejo que nos faz arrrumar as malas.

Eu decidi viver assim. As malas estão sempre prontas. Quando eu percebo que a vida me chama, não penso duas vezes. Eu vou.

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Coluna da Folha 26-05-2011 – José Simão

BUEMBA! BUEMBA! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República!
“Após 11 anos do crime, Pimenta Neves é preso.” Mas JÁ? Pra que essa pressa toda?
E o Rubinho sumiu! “Procura-se tartaruga perdida, grande estima, com a família há 18 anos. Gratifica-se bem!” Quem tava tomando conta da tartaruga, o Suplicy?
E o Corinthians quer contratar novo técnico: o Palófi! Assim já começa com 20 pontos a mais.
E esta da Folha: “Sexo oral dá câncer na boca”. Como disse uma amiga minha: “Por que não avisaram isso ontem?”. Sexo oral dá câncer na boca! Errado. Sexo oral dá cãibra na boca! Rarará! No máximo pode dar LER: lesão por esforço repetitivo! E sabe como se fala sexo oral em Minas? Chupar um queijo! Rarará!
Não dá pra fazer mais nada: beber dá ressaca e cirrose, transar dá Aids e churrasco dá colesterol. Viver dá câncer!
E o fim do mundo? E aquele monte de americano panaca esperando o fim do mundo? Que não veio! Diz que foi o Sarney que cancelou o evento: “Como fim do mundo? Eu ainda tenho 50 mandatos pra cumprir”. E estão adiando tanto essa data do fim do mundo que vai acabar sendo sediado no Brasil, no estádio do Corinthians.
E o discurso do Obama? Folha: “Obama quer Estado palestino com as fronteiras de 1967!”. “Piauí Herald”: “Obama quer Suzana Vieira com o traçado de 1967”. Quando ela ainda tinha 82 anos.
Sensacionalista: “Após plano de paz para a Palestina, Obama tem nova missão: quer que o Serra dê um abraço no Fernando Henrique”. Rarará!
E eu já sei o que vão perguntar pro Palófi na CPI: “Como o senhor conseguiu multiplicar tudo por 20? Nós também queremos!”. Rarará! É mole? É mole, mas sobe!
E por que eu sou contra a CPI? CPI quer dizer Comissão de Perguntas Imbecis. Na última CPI um deputado perguntou: “Qual o seu modess operandi’?”. O meu modess operandi é o Sempre Livre!
E outra pergunta que eles gostam de fazer: “O senhor leu a “Veja” esta semana?”. Rarará! Quem gosta de CPI é telejornal!
E adorei esta: “Ministro tunisiano para a juventude anuncia demissão pelo Twitter”. Mas é o ministro perfeito pra juventude. Não pode pedir demissão! Rarará! Nóis sofre, mas nóis goza.
Que eu vou pingar o meu colírio alucinógeno!

Fonte: http://www2.uol.com.br/josesimao/colunafolha.htm

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Tira de quarta – Jacaré Banguela

– O que é isso?
– Orégano.
– Tem certeza?
– Tenho, oras.
– E quem é que guarda orégano no porta-malas?
– Minha mãe fez compras hoje, deve ter caído da sacola.
– E esse pó branco aqui no canto?
– Sei lá. Farinha?
– Sua mãe fez pizza pro lanche?
– Não sei. Quer que eu ligue pra ela perguntando?
– Olha aqui, garoto. Você tá de sacanagem!?
– Não. Desculpe. Falei sem pensar.
– Quanto você tem na carteira?
– Oi?
– Oi, tudo bem? Quanto você tem na carteira?
– E porque você quer saber?
– Olha aqui garoto, você tem maconha e cocaína no porta-malas, tá com uma garota menor de idade no carro e ainda quer dar uma de engraçadinho?
– É orégano e farinha, ela não é menor de idade, eu só estou indo pra casa e…
– Coloca as mãos no capô do carro.
– Pra quê?
– Coloca logo rapá!
– Tá, calmaí, tô colocando.
– Essa aqui é a sua carteira?
– Estava no meu bolso?
– Sim.
– Então é.
– Tá se achando o engraçadinho, né playboy?
– Não sou playboy não.
– É, tô vendo, só trinta reais na carteira. Tá mal ein?
– Pois é.
– Vou ficar com esse dinheiro.
– E a droga no porta-mala?
– Não era orégano?
– Era?
– Olha aqui seu filho da puta…
– Epa!
– O que foi?
– Você me para no meio do nada, rouba o meu dinheiro, me acusa de ser traficante e insulta a minha família. Você deveria proteger e servir, e não me assaltar!
– Quer me dar lição de moral, é?
– Não! Só quero dizer que você está fazendo tudo errado! Se eu não posso confiar na polícia, vou confiar em quem?
– Foda-se!
– Tá bom, vou fazer isso sim. Posso ir embora agora?
– Vaza, muleque!
– Até mais! – E Jorge entrou no carro, ligou, acelerou e saiu cantando pneu.
– Pára, Jorge!
– Policial cuzão!
– E a droga no porta-malas?
– E não era orégano? Hahahahahahahaha!
-E farinha? Hahahahahahahahah!

Fonte: http://www.jacarebanguela.com.br/2011/04/27/tiras-de-quarta-97/

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Governo edita medida provisória que dá incentivos tributários para tablets

imageO governo publicou no Diário Oficial da União desta segunda-feira (23) a medida provisória número 534, que incluiu os tablets na chamada "Lei do Bem".
A regulamentação era um dos  passos aguardados dentro dos acordos entre o governo federal e a iniciativa privada para produção dos equipamentos no Brasil.
A chinesa Foxconn, que monta o Ipad, da Apple, condicionava o início da produção no país à concessão de incentivos fiscais que já eram oferecidos para outros produtos de informática. Com a medida de redução de impostos, os preços dos tablets devem cair em 36%, segundo informou o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

A medida provisória publicada nesta segunda altera o artigo 28 da lei número 11.196, de 21 de novembro de 2005. Serão beneficiados dispositivos "que tenham uma unidade central de processamento com entrada e saída de dados por meio de uma tela sensível ao toque de área superior a 140 centímetros quadrados".

A publicação é a primeira providência do governo para desoneração. Na sequência, será publicada uma portaria interministerial do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), que enquadrará os tablets no Processo Produtivo Básico (PPB) como "microcomputador portátil, sem teclado físico, com tela sensível ao toque".

Impostos
O secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto, já havia afirmado na quinta-feira (19) que o governo federal deveria incluir os tablets na chamada Lei do Bem. Segundo Barreto, a medida isenta os produtos da incidência do PIS/Cofins. Segundo Barreto, a Receita também deve criar um código específico para os tablets, diferenciando-os dos notebooks.

Atualmente, os produtos importados são classificados como palmtops. Como há o interesse de empresas na produção dos tablets no país, essa classificação é necessária para que haja uma isenção de PIS e Cofins de 9,25%, conforme previsto na Lei de Informática. A portaria interministerial que vai definir o processo produtivo básico (PPB) para tablets deve garantir ainda uma redução do IPI de 15% para até 3%.

 

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/05/governo-edita-medida-provisoria-que-da-incentivos-tributarios-para-tablets.html

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Erro de continuidade em Nárnia 1: A Táhbatah pessoa

Lendo os erros do filme As Crônicas de Nárnia: O leão, a feiticieria e o guarda-roupa (aqui), e vendo o filme, para comprovar se é erro mesmo ou não.

Estou escrevendo uma mensagem para o site com minhas observações, quando me deparo com a seguinte situação:

 

36. Durante a brincadeira de esconde-esconde, a personagem Susan está com um vestido comprido e se esconde dentro de um baú. Na seqüência, aparecem Lucy e Edmund correndo para lá e para cá tentando se esconder. Contudo, apesar de Susan já estar escondida dentro do baú, aparecem os pés e a barra do vestido dela ainda correndo, buscando um lugar para se esconder. (Contribuição de Thais – SP – Fã de Carteirinha)

Ao ver a cena, percebo que há muito mais entre o céu e a terra…..

Então, prestem atenção nestas imagens:

lúcia

Essa é Lúcia, com seu vestido marrom.

 

susana

Essa é Susana, com sua saia quadriculada.

 

tahbatah pessoa

E essa é a pessoa que aparece correndo para se esconder, logo após a cena da Susana entrando no bau.

 

Não é a Lúcia, nem a Susana.

 

ONFS.

 

É a táhbatah pessoa, então.

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Do bit ao Yottabyte: conheça os tamanhos dos arquivos digitais

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Sabe aquele seu pendrive de 4 GB? Em alguns anos, ele estará totalmente defasado. O mesmo se aplica ao seu disco rígido de 250 GB ou ao seu SSD de 80 GB. É verdade, a cada ano os dispositivos de armazenamento oferecem maiores capacidades e os componentes mais antigos vão ficando obsoletos.

É difícil imaginar, mas os principais dispositivos de armazenamento móvel utilizados (os disquetes) até poucos anos atrás não permitiam mais do que 1,44 MB de capacidade. Achou pequeno? Pois saiba que os megabytes nem são as menores frações dos arquivos. Ainda existem os kilobytes, os bytes e os bits.

Também é preciso dizer que as informações não são limitadas aos terabytes dos HDs mais poderosos da atualidade. Há vários outros valores que serão apresentados neste artigo. Você está preparado para aprimorar o seu conhecimento sobre informática e adicionar alguns megabytes de dados ao seu cérebro? Então veja como cada uma dessas unidades é importante em sua vida.

Bits: a menor parte de um dado

Para começar, vamos falar a respeito da origem do nome dos bits. “Bit”vem de BInary digiT,ou seja, dígitos binários. Isso porque cada bit é exatamente isto: um dígito binário que pode corresponder aos valores “0” ou “1”. O conjunto deles forma os dados na forma que nós conseguimos compreender.

Quando ainda estão como bits, apenas programadores conseguem decifrá-los, pois respondem a sequências binárias mais complexas. Nos códigos de programação, você pode encontrar os binários como ativação ou negação de certas tarefas. Por padrão, o “0” desativa as opções, enquanto o “1” faz o contrário.

Bytes: a informação tomando forma

Um conjunto de oito bits representa um byte, que é a fração dos dados que pode ser compreendida pelos usuários. Nesse caso, em vez de duas combinações possíveis, existem 255. Um caractere, por exemplo, pode possuir o tamanho exato de um byte (dependendo da codificação utilizada), por isso alguns arquivos no formato TXT podem ser encontrados com menos de 1 kB.

 

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Agora, uma curiosidade. Você pode estar se perguntando: “A imagem mostrada diz que o arquivo possui 23 bytes, mas ocupa 4 kilobytes em disco. Como isso é possível?”. Apesar de possuir poucas informações, o computador gasta os 4 kilobytes para armazená-lo, pois esse é o valor mínimo definido pela formatação do computador utilizado na ocasião.

Kilobytes: os dados tangíveis

Um kilobyte é composto por 1.024 bytes. Essa é a primeira unidade (entre as citadas) que a grande maioria dos usuários deve conhecer. Muitos arquivos de texto e até mesmo fotografias com resoluções mais baixas possuem alguns kilobytes. Os antigos disquetes de 1,44 MB permitiam que os usuários carregassem vários arquivos com essas dimensões.

Essa unidade é muito lembrada quando downloads são realizados. As taxas de transferência são medidas em kilobytes por segundo. E isso já funciona dessa forma há vários anos, desde a época das conexões discadas. Se em 1999 as pessoas baixavam músicas em velocidades de 3 kB/s, hoje há várias conexões que permitem downloads de 200 kB/s ou mais.

Megabytes: o mundo multimídia

Se os kilobytes armazenam vários arquivos de texto, os megabytes permitem um mundo muito mais multimídia para os usuários. Em média, uma música em MP3 ocupa 5 MB no disco rígido e uma foto em alta resolução pode passar dos 2 MB facilmente, dependendo do formato de arquivo que for utilizado.

CDs (de áudio ou dados) possuem cerca de 700 MB de capacidade. Isso garante que muitos arquivos sejam armazenados, ou cerca de 20 músicas. “Mas uma música não possui apenas 5 MB?”. Sim, uma música em MP3 ocupa isso, mas para os CDs de áudio o formato dos arquivos é diferente e ocupa muito mais megabytes.

Você pode perceber que todo tipo de mídia pode representar alguns kBs ou muito MBs, tudo depende da qualidade com que são codificados. Isso inclui fotografias e músicas, como já dissemos, e também filmes. Um filme em qualidade baixa pode ocupar menos de 500 MBs, enquanto o mesmo em qualidade 1080p pode chegar aos 25 gigabytes.

Gigabytes: a alta definição

Em tempos remotos (mas não tão remotos assim, quando o Windows 95 era o sistema operacional mais utilizado em todo o mundo), discos rígidos não chegavam a possuir a capacidade de 1 GB. Mas os sistemas foram evoluindo, outros softwares também e a demanda exigiu melhorias nos componentes de hardware.

Hoje, dificilmente encontram-se computadores sendo vendidos com discos rígidos inferiores aos 500 GB de capacidade. Até mesmo HDs externos podem ser encontrados com capacidades maiores do que essas e sem serem vendidos por preços absurdos, como acontecia até pouco tempo atrás.

Podemos afirmar que, nos próximos anos, os gigabytes devem limitar-se às mídias de alta definição e aos pendrives, visto que HDs devem ultrapassar a casa dos terabytes em larga escala. Quanto às mídias: DVDs possuem 4,7 GB; Blu-rays, 25 GB e arquivos digitais podem ir muito além disso.

Terabytes: a nova necessidade

Quem poderia imaginar, em 2005, que seria possível dispor de um disco rígido com capacidade para armazenar um terabyte de informações? Pois hoje a realidade é outra e os HDs permitem exatamente isso. Você já parou para pensar em quantas músicas poderiam ser armazenadas em um disco desses?

Vamos às contas. Uma música em MP3, com cerca de 3 minutos, ocupa 5 MB. Em 1 TB, poderiam ser armazenadas 200 mil músicas. Caso fossem reproduzidas sequencialmente e sem interrupções, elas levariam 1 milhão de minutos para serem tocadas sem repetições de arquivos. Isso representaria 17 mil horas ou 728 dias.  Exatamente, seriam quase dois anos sem parar de ouvir músicas.

Se o mesmo cálculo fosse feito para filmes em Blu-ray, com cerca de 90 minutos e 25 GB, chegaríamos à conclusão de que 1 TB pode armazenar 40 filmes em alta definição. O que exigiria dois dias e meio de “maratona” para que todos pudessem ser vistos sem pausas. Para DVDs o período seria de 13 dias.

Petabyte: muito além do uso doméstico

Um milhão de gigabytes. É exatamente isso que representa um petabyte, muito mais do que qualquer pessoa precisa para armazenar seus dados. Na verdade, é muito mais do que muitas empresas gigantes precisam. Petabytes só são tangíveis se somarmos uma grande quantidade de servidores.

Segundo James S. Huggins (especialista em tecnologia da informação), se fôssemos digitalizar livros, apenas 2 petabytes seriam suficientes para armazenar toda a produção acadêmica dos Estados Unidos. Já o Google processa cerca de 24 petabytes de informações todos os dias, o que demanda muitos servidores dedicados à atividade.

Exabyte: o tráfego da internet mundial

Não seria possível ouvir 1 bilhão de canções em apenas uma vida (capacidade de armazenamento de um HD hipotético de 1 EB). Os exabytes ainda estão muito distantes dos computadores comuns, mas já são uma realidade na internet mundial.

O Discovery Institute (uma instituição sem fins lucrativos) realizou alguns estudos e concluiu que, todos os meses, são transferidos cerca de 30 exabytes de informações na internet mundial. Isso representa 1 EB por dia, ou 1 bilhão de gigabytes de dados circulando a cada 24 horas.

Zettabyte: todas as palavras do mundo

Você consegue imaginar o que são 1 bilhão de HDs de 1 terabyte? Agora imagine todos eles lotados de dados. Pois isso é o mesmo que ocupar 1 zettabyte com informações. Essa unidade é muito maior do que conseguimos imaginar ao pensarmos em computadores comuns.

O estudo mais curioso que já foi realizado com base nos zettabytes é de Mark Liberman (linguista da Universidade da Pensilvânia, Estados Unidos). Ele constatou que, se fossem gravadas todas as palavras do mundo (de todos os idiomas, digitalizadas em 16 bits e 16 kHz), seriam necessários 42 zettabytes para armazenar toda a gravação.

Yottabyte: mais do que existe

Some todas as centrais de dados, discos rígidos, pendrives e servidores de todo o mundo. Pois saiba que essa soma não representa um yottabyte. Um trilhão de terabytes ou um quadrilhão de gigabytes: não é possível (pelo menos por enquanto) atingir essa quantia.

Dividindo um yottabyte pela população mundial, teríamos 142 terabytes para cada pessoa. Levanto em conta que apenas 25% das pessoas possuem acesso a computadores, essa quantia seria aumentada para 568 terabytes (pouco mais do que a metade de um petabyte). Seriam 23 mil filmes em Blu-ray para cada um.

 

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/10187-do-bit-ao-yottabyte-conheca-os-tamanhos-dos-arquivos-digitais-infografico-.htm

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Do Querido Leitor – Inocência e oportunismo

Tem dias que a gente acorda elétrica, agitada. Hoje não é esse dia pra mim. Hoje estou calma, amorosa e chorona. Não estou com vontade de brigar, nem discutir, nem nada. Deve ter sido resultado da minha terapia logo cedo, que me colocou num outro patamar de reflexão. Aliás, eu já entrei lá com vontade de refletir sobre a ingenuidade e a ética.

As pessoas são muito ingênuas. Muitas porque acreditam em qualquer coisa, muitas porque não têm as informações. Só pra citar um exemplo bem prático, entrando no âmbito da televisão. A maioria dos apresentadores, como âncoras de telejornais, não fala o texto de cor, mas lê todo o texto no Teleprompter.

O Teleprompter é muito bom, é essencial para muitos trabalhos. Não é um demérito, porque jornalista não é ator, não tem que decorar o texto pra falar no teatro. (O TP da foto é antigo)

Só que pouca gente na população que vê TV sabe que o teleprompter existe. Então, por não vê-lo e não saber que o apresentador está lendo, muita gente acha que todos os apresentadores falam tudo sem errar e que sabem de tudo.

Trabalhando há tantos anos em TV, aprendi o quanto as pessoas não sabem como funciona a ‘mágica’ da televisão. Já recebi carta de telespectadora que acha que quando um programa sai do ar, a apresentadora encontra a outra na ‘porta’ na hora de entrar. A pessoa não consegue compreender que um programa é gravado em um estúdio, outro está em outro estúdio e um nem vê o outro. A TV está mentindo? Está enganando? Não. Não está. Está fazendo seu trabalho. E as pessoas é que estão acreditando em algo que não é real.Elas acreditam no que elas SUPÕEM que seja verdadeiro. E quer acreditar que está certa.

Por que estou dizendo tudo isso? Porque as pessoas preferem a ilusão à realidade. A realidade pode ser dura, triste. Como o fato de que somos mortais. As pessoas não querem falar nisso. Não querem pensar que a vida vem e passa, a gente morre e acabou. É muito mais reconfortante pensar que a gente vai para um lugar maravilhoso.

Por que alguém acreditaria em algo ruim sobre um ídolo? Ela gosta do ídolo, ela não quer acreditar que ele faça nada de errado. Mesmo que você mostre, prove, ela não vai acreditar e ainda vai ficar com ódio de você.

A massa é muito ingênua e crédula. As pessoas são muito inocentes em sua maioria.

Mas … e aí? O que você faz DEPOIS que descobre isso?

Bem, você só tem dois caminhos. Você tenta ajudar as pessoas a serem menos ingênuas ou você se aproveita da ingenuidade delas.

Tem gente que tenta ajudar, que se dedica a ensinar, a fazer com que essas pessoas cresçam e tenham discernimento.

Tem gente que se aproveita dessa ingenuidade, seja vendendo um produto ruim, seja enganando com uma ideia, seja mentindo para ter lucro.Vai da consciência de cada um.

Vai ver a ingênua sou eu.

Fonte: http://noticias.r7.com/blogs/querido-leitor/2011/05/18/inocencia-e-oportunismo/

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8 coisas que tornam um site irritante

Ter um site ou blog, hoje em dia, já não é mais privilégio de poucos. Com centenas de ferramentas de hospedagem e construção disponíveis, gerenciar um site ficou muito mais fácil. Além de pensar no conteúdo, é possível mudar o layout, acrescentar ferramentas e transformar as páginas em verdadeiras centrais de entretenimento.

Porém, o que muitos não percebem é que, ao entupi-lo com ferramentas e funcionalidades diversas, sem muita relação com o conteúdo, seu site pode acabar sendo visto como um péssimo exemplo do que existe de mais irritante na web. Listamos alguns dos aspectos mais desagradáveis que uma página pode ter. Impossível não odiar a maioria deles.

 

Rádios online automáticas

Imagine a seguinte situação: você está ouvindo música clássica tranquilamente no seu PC quando, ao clicar em um link e abrir um site, seu fone de ouvido é invadido por um pagode ou forró. As rádios online automáticas, vinculadas a blogs ou sites, são um verdadeiro tormento para muitos usuários.

Embora alguns proprietários de blogs tenham a intenção de oferecer uma ferramenta complementar para o usuário, é pouco provável que quem acessa queira, de fato, ouvir o mesmo estilo musical disponível em um site não relacionado ao assunto. Além disso, alguns blogs “escondem” as opções do player em pontos distantes da página, obrigando o usuário a fechar o site ou perder um bom tempo procurando.

 

Anúncios em excesso

 

É natural que um site precise ter muitos anúncios. Afinal, para vários deles, essa é a principal fonte de renda. Entretanto, bom senso na hora montar um layout e dispor os banners publicitários é fundamental. Alguns sites, infelizmente, não conseguem fazer uma distinção clara do que é conteúdo e do que é propaganda.

O resultado é um amontoado de banners e links patrocinados em meio aos textos, que confunde e dificulta a leitura de qualquer postagem. O excesso de poluição visual, com dúzias de anúncios piscando no canto da tela, é outro ponto negativo, que distrai a leitura e torna o carregamento de páginas mais lento.

 

Links ocultos

Não há nada mais frustrante do que entrar em um site para fazer um download e não conseguir sequer encontrar um link. Problemas como esse, infelizmente, são muito comuns. Muitos sites ganham dinheiro quando o usuário clica em anúncios de contexto e, para potencializar essa possibilidade, acabam optando pela alternativa errada de confundir o usuário.

Assim, links de download são substituídos por links patrocinados e aquilo que o usuário realmente deseja acaba ficando em segundo plano. Mesmo depois de muita procura, em alguns casos, você vai constatar que a página está ali apenas para indexação no Google, sem disponibilizar nenhum link útil para o visitante.

 

Obrigatoriedade de cadastro

Você encontrou uma manchete que chamou a sua atenção, mas ao clicar no link descobre que é preciso fazer uma cadastro para poder lê-la. Falta de agilidade e formulários obrigatórios de cadastro não combinam com a internet. Mesmo ao optar por fazer o cadastro, o usuário acaba sendo direcionado para outras páginas e perde o link original da notícia.

Além disso, fazer com que o usuário se cadastre em vários sites só aumenta a quantidade de logins e senhas necessárias para serem memorizadas. Um ponto positivo é permitir a possibilidade de login a partir de uma rede social, como o Facebook ou o Twitter.

 

Popups

Como mencionamos acima, anúncios são a principal fonte de renda de um site. Contudo, jogá-los agressivamente diante dos olhos dos usuários tem o efeito inverso, evitando que a pessoa clique ou simpatize com a propaganda. Nesse quesito, os popups são campeões de incômodo, obrigando o usuário a clicar para fechá-los ou esperar o final de uma animação.

Nem sempre o botão de fechar está claro ou disponível. Em alguns casos, é preciso realmente esperar a exibição do anúncio. Ao tentar fechá-lo, são comuns os cliques acidentais, que abrem novas páginas e abas ou ainda tiram o usuário do link que ele realmente tinha interesse em analisar.

 

Conteúdo copiado

Seja original. Ninguém gosta de ler um jornal com notícias de vários dias atrás. Na web não é diferente. Apenas copiar conteúdo de grandes portais não leva ninguém a lugar nenhum. Em alguns casos, quando o autor não identifica a fonte original do texto, o problema é ainda pior e muitos usuários são levados a acreditar que, de fato, a informação surgiu ali.

Para quem pesquisa assuntos específicos, encontrar postagens repetidas à exaustão nos buscadores já é uma tarefa rotineira. Na dúvida, a melhor solução é sempre optar pelos links dos sites que têm maior credibilidade. É a garantia de que você lerá a notícia na íntegra e com o maior número possível de detalhes.

 

Integração com dezenas de redes sociais

Integrar um site com redes sociais é fundamental. Graças a elas, é possível ampliar as possibilidades de visualização de conteúdo e garantir novos visitantes. Contudo, é preciso ficar atento e observar um limite de bom senso. Alguns blogs oferecem integração com dezenas de redes sociais, o que acaba tornando confusa a vida de quem utiliza apenas as principais.

Leve em consideração a seguinte máxima, adotada pela Apple: “menos é mais”. Escolha apenas aquelas redes sociais que realmente são significativas para você. Disponibilizar integração com mais de cinco delas já é um exagero que mais confunde em vez de ajudar.

 

Espelhamentos em links de downloads

Você já deve ter tentado baixar um determinado conteúdo em algum site e, quando clicou no link de download, viu que, em vez de baixar alguma coisa, foi redirecionado para outro lugar. Sites com links espelhados, com abertura de janelas secundárias ou que obriguem o usuário a cadastrar um número de celular são comuns.

A solução, evidentemente, não agrada a ninguém. Muitos usuários desistem no meio do caminho e outros, que optam pelo cadastro, diversas vezes acabam ficando sem o link de download. E não há nada mais irritante do que ter um experiência de usuário frustrada. É provável que essa seja a sua primeira e última visita no site em questão.

…..

Que outros problemas o deixam irritado ao navegar pela internet? Quais são os aspectos que mais lhe desagradam quando você acessa um site? Participe deixando a sua opinião nos comentários.

 

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/10134-8-coisas-que-tornam-um-site-irritante.htm

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G1 – MP que reduz imposto para tablets sai essa semana, diz ministério

A Medida Provisória (MP) que zera a alíquota de PIS e Cofins dos tablets será publicada no Diário Oficial da União e enviada ao Congresso Nacional ainda essa semana, informou nesta segunda-feira (16) o secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Nelson Fujimoto. A MP reduz de 9,25% para zero a incidência dos dois tributos nos tablets.

A MP é a primeira providência do governo para desoneração dos tablets. Na sequência, será publicada uma portaria interministerial do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), que enquadrará os tablets no Processo Produtivo Básico (PPB) como “microcomputador portátil, sem teclado físico, com tela sensível ao toque”.

“Já definimos o problema da classificação”, destacou Fujimoto. Ele lembrou que havia dificuldade para classificar os tablets, que não são nem notebook, nem palmtop, nem smartphone. Agora, com a criação de uma classificação específica, o tablet terá os mesmos benefícios de isenção de PIS e Cofins aplicados para fabricação de computadores, que já foram inseridos na Lei do Bem.

Ao passar a fazer parte do PPB, o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) cairá de 15% para 3% em alguns Estados. A redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), por ser um imposto estadual, ficará a cargo de cada estado. Em São Paulo, por exemplo, a alíquota cai de 18% para 7%. Haverá ainda redução do Imposto de Importação (II), mas os percentuais não foram informados. Segundo Fujimoto, a portaria está pronta e só falta a aprovação da presidente Dilma Rousseff.

A redução da tributação dos tablets foi uma das solicitações da taiwanesa Foxconn para produzir o iPad, da Apple, em uma fábrica em Jundiaí (SP) a partir de julho. A MP concede o benefício para qualquer empresa que fabricar o equipamento no País.

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/05/mp-que-reduz-imposto-para-tablets-sai-essa-semana-diz-ministerio.html

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Fim do OVI

A nova administração da Nokia vai desistir da marca de serviços Ovi em favor do nome da companhia em todas as suas ofertas, afirmou a maior fabricante de celulares do mundo, nesta segunda-feira (16).

A Nokia lançou a marca em agosto de 2007 para serviços como mapas e músicas em um grande evento realizado em Londres, no momento em que a companhia dominava a indústria de telefones móveis, com uma fatia de mercado de cerca de 40% das vendas de celulares.

“Esta decisão desmantela a marca dedicada a serviços Ovi que foi um ponto central da estratégia da antiga administração da Nokia”, disse Ben Wood, diretor de pesquisa da consultoria britânica CCS Insight.

A marca Ovi, que significa “porta” em finlandês, foi a ponta de lança da corrida da Nokia em direção a serviços móveis, uma estratégia do ex-presidente-executivo, Olli-Pekka Kallasvuo. A Nokia reduziu uma série de serviços Ovi no último ano e está concentrada principalmente em ofertas vinculadas à localização por satélite dos usuários. A companhia informou que vai começar a trocar a marca Ovi de seus serviços a partir de julho.

“As razões para esta decisão incluem o fato de que a Nokia é uma marca já bem conhecida e apreciada no mundo. Nossas experiências móveis são altamente integradas com nossos aparelhos, não há mais uma diferenciação”, afirmou o diretor de marketing da Nokia, Jerri deVard.

O valor da marca da Nokia caiu 28% em 2010, para US$ 10,7 bilhões, segundo a agência Millward Brown.

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/05/nokia-abandona-marca-de-servicos-ovi.html

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Trilhão

Trilhão, Luís Fernando Veríssimo.

Certas palavras nos dão a impressão de que voam, ao saírem da boca. “Sílfide”, por exemplo. É dizer “Sílfide” e ficar vendo suas evoluções no ar, como as de uma borboleta. Não tem nada a ver com o que a palavra significa. “Sílfide”, eu sei, é o feminino de “silfo”, o espírito do ar, e quer mesmo dizer uma coisa diáfana, leve, borboleteante. Mas experimente dizer “silfo”. Não voou, certo? Ao contrário da sua mulher, “silfo” não voa. Tem o alcance máximo de uma cuspida. “Silfo”, zupt, plof. A própria palavra “borboleta” não voa, ou voa mal. Bate as asas, tenta se manter aérea mas choca-se contra a parede. Sempre achei que a palavra mais bonita da língua portuguesa é “sobrancelha”. Esta não voa mas paira no ar, como a neblina das manhãs até ser desmanchada pelo sol. Já a terrível palavra “seborréia” escorre pelos cantos da boca e pinga no tapete.

“Trilhão” era uma palavra pouco usada, antigamente. Uma pessoa podia nascer e morrer sem jamais ouvir a palavra “trilhão”, ou só ouvi-la em vagas especulações sobre as estrelas do Universo. O “trilhão” ficava um pouco antes do infinito. Dizia-se “trilhão” em vez de se dizer “incalculável” ou “sei lá”. Certa vez (autobiografia) tive de responder a uma questão de Geografia no colégio. Naquele tempo, a pior coisa do mundo era ser chamado a responder qualquer coisa no colégio. De pé, na frente dos outros e — o pior de tudo — em voz alta. Depois descobri que existem coisas piores, como a miséria, a morte e a comida inglesa. Mas naquela época o pior era aquilo. “Senhor Veríssimo!” Era eu. Era irremediavelmente eu. “Responda, qual é a população da China?” Eu não sabia. Estava de pé, na frente dos outros, e tinha que dizer em voz alta o que não sabia. Qual era a população da China? Com alguma presença de espírito eu poderia dizer: “A senhora quer dizer neste exato momento?”, dando a entender que, como o que mais acontece na China é nascer gente, uma resposta exata seria impossível. Mas meu espírito não estava ali. Meu espírito ainda estava em casa, dormindo. “Então, senhor Veríssimo qual é a população da China?” E eu respondi:

– Numerosa.

Ganhei zero, claro. Mas “trilhão”, entende, era sinônimo de “numeroso”. Não era um número, era uma generalização. Você dizia “trilhão” e a palavra subia como um balão desamarrado, não dava tempo nem para ver a sua cor. E hoje não passa dia em que não se ouve falar em trilhões. O “trilhão” vai, aos poucos, se tornando nosso íntimo. É o mais novo personagem da nossa aflição. Quantos zeros tem um trilhão? Doze, acertei? Se os zeros fossem pneus, o trilhão seria uma jamanta daquelas de carregar gerador para usina atômica parada. Felizmente vem aí uma reforma e outra moeda, com menos zeros e mais respeito. Se não chegaríamos à desmoralização completa.

– E o troco do meu tri?

– Serve uma bala?

Desconfio que o que apressará a reforma é a iminência do quatrilhão. “Quatrilhão” é pior que “seborréia”. Depois de dizer “quatrilhão” você tem que pular para trás, senão ele esmaga os seus pés. E “quatrilhão” não é como, por exemplo, “otorrino”, que cai no chão e corre para um canto. “Quatrilhão” cai, pesadamente, no chão e fica. Você tenta juntar a palavra do chão e ela quebra. Tenta remontá-la fica “trãoliqua” e sobra o agá. A mente humana, ou pelo menos a mente brasileira, não está preparada para o “quatrillião”. As futuras gerações precisam ser protegidas do “quatrilhão”. As reformas monetárias, quando vêm, são sempre para acomodar as máquinas calculadoras e o nosso senso do ridículo, já que caem os zeros mas nada, realmente, muda. A próxima reforma seria a primeira motivada, também, por um pudor lingüístico. No momento em que o “quatrilhão” se instalasse no nosso vocabulário cotidiano, mesmo que fosse só para descrever a dívida interna, alguma coisa se romperia na alma brasileira. Seria o caos.

E “caos”, você sabe. É uma palavra chiclé-balão. Pode explodir na nossa cara.

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Coluna da Folha – 11/05/2011 – José Simão

BUEMBA! BUEMBA! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República!
Direto do Planeta da Piada Pronta: “Homem marca encontro pela internet e descobre que é a própria namorada”. Em que cidade? ONTÁRIO! Rarará! Outra: “Pancadaria marca jogo entre 13 e Botafogo no campeonato paraibano”. Como é o nome do estádio? AMIGÃO! Rarará!
Pancadão no Amigão! E o pensamento do Tio Dino do Twitter: “Jesus Cristo só conseguiu reunir 12 apóstolos porque não tinha Twitter”. Se tivesse Twitter ia ter mais seguidor que o Luciano Huck!
E o nome do novo líder do Al Qaeda? Ayman al Zawahiri. COMO? Por que esse povo não muda o nome pra Zé? Tenham pena da Fátima Bernardes. Que tá com a língua mais enrolada que rabo de porco!
E o site Comentando revela as cenas do vídeo do Bin Laden vendo TV. “Senhor Osama, tem um pessoal aqui na porta querendo entrar pra falar com o senhor”. “PÔ, logo agora que eu acabei de instalar TV a cabo com pay-per-view e tudo, vem um pessoal me perturbar. Pede pra esperar um pouco, Mariamehd. Vamos ver o que tem na TV. Faustão. Esse não. Gugu, esse também não! Silvio Santos: Ah, não. Eu brincava de estalinho e esse cara já tava na TV. Fantástico! Só desgraça, eu desisto, só tem bomba, MARIAHMED, deixe o pessoal entrar”. Rarará!
E essa bem infame: o Obama tava jogando buraco com o Bush quando o Bush bateu e disse: “Obama, me passa o morto”. “Impossível, joguei no mar”. Rarará! E o site QMerda lançou o troféu Ai Que Vergonha Alheia: uma bandeira do PSDB, uma camisa do Palmeiras e um CD do Luana Santana cantando o Hino!
A Eguinha Pocotó morreu! A Lacraia virou purpurina! Vai, Lacraia. Não, não! VOLTA, LACRAIA! O Brasil tá careta! Uma amiga minha quando viu a Lacraia dançando no Faustão, deu alta na terapia: “Isso que é ser feliz sem culpa”. A Lacraia rebolava mais que minhoca em anzol. Alias, a Lacraia rebolava mais que o Mick Jagger! A Lacraia era a versão funk do Mick Jagger. Rarará!
Eu adorava a letra de Eguinha Pocotó: “Minha eguinha pocotó, pocotó, pocotó”. Letra é pro Bob Dylan! Aquelas letras de três metros de papel! E no Rio tinha uma boate gay chamada O Buraco da Lacraia. Vai Lacraia! A Lacraia era um desenho animado! E já imaginou São Pedro dançando o funk do “Levanta o Camisolão”?! Rarará! Nóis sofre, mas nóis goza.
Que eu vou pingar o meu colírio alucinógeno!

Fonte: José Simão – Site Oficial – UOL.

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Adeus Escola Zezé Francisco

3 anos, 9 meses, 1 semana e 1 dia depois.

De 01/08/2007  a  09/05/2011.

A parceria com a Escola José Francisco terminou nessa segunda.

Enquanto revirava as pastas procurando restos de arquivos meus, encontrei as duas fotos abaixo.

Eu, na Reunião do Prêmio Gestão 2009, explicando sobre as licitações. Momento raro.

Essa primeira, tirada no dia 07/05/2009 21:01, em uma reunião do Prêmio Gestão.

Eu estava lá apenas para operar o computador. Mas alguém perguntou alguma coisa sobre merenda, licitação e Aliane disse que eu poderia explicar melhor. Não tive escolha. Sem nada combinado. ONFS.

 

Aurora, Wendeon, Aliane and Me (ou I?) após apresentação da orquestra na escola Zezé Francisco

E essa foi tirada dia 05/12/2009 20:39 após uma apresentação da Associação Amigos da Orquestra/Orquestra em Ação.

Não tinha essas fotos em meus arquivos.

Até agora. Já estão no Windows Live. No álbum de Maio, neste link.

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Aslan’s Meditations: (11/11) Neither Barren nor Unfruitful

It’s hard to believe we are concluding our series in 2 Peter 1:5-8, yet here we are in part 11 – the last part of our series.

I want to say thank you so much for taking this journey with me, and for all your encouraging notes along the way. It was truly a blessing to write this and I hope you learned as much from reading it as I did writing it.

We’re going to take a break for a week or two, and then AslansLily is going to take us into a new series looking at Jesus as the great I AM – so stay tuned!

In the meantime, I’d love to hear your feedback on this series and Aslan’s Meditations in general, so you can submit any feedback you have HERE.

And without further ado, here is the last installment of our series!

But also for this very reason, giving all diligence: add to your faith virtue, to virtue knowledge, to knowledge self-control, to self control perseverance, to perseverance godliness, to godliness brotherly kindness, and to brotherly kindness love. For if these things are yours and abound, you will be neither barren nor unfruitful in the knowledge of our Lord Jesus Christ.

To wrap up, let’s take a quick overview of what we’ve covered in this series.

imageIn Part 1, we began by saying that all these virtues are not a list of things for us to do, rather they are an outpouring of our love and a response to God’s amazing gift of salvation and grace.

That by God’s divine power He has given to us all things that pertain to life and godliness – through the knowledge of Him who called us by glory and virtue…by which have been given to us exceedingly great and precious promises!

In Part 2, we looked at how faith is our solid foundation – that if we do not have faith, it’s impossible to please God. Without faith in the One who has created us and sustains us, if we have all these other virtues, they mean nothing because there is no grounds for them. It’s easy to fight when things are all unicorns and rainbows and mountaintops, but faith is what keeps you strong when you can’t see – the substance of things hoped for, the evidence of things not seen. (Heb. 11:1)

Moving into part 3, we took a step back at an important word in this passage: diligence. We saw how it contrasted with perseverance, and that Paul didn’t say this was going to be an easy journey. It’s going to take careful, persistent, daily surrender to Christ – not just something we do half-heartedly or do out of present emotion at church. It’s something we have to continually keep pushing ourselves to do – because in the end the reward will be wonderful.

imageNext, in part 4, we looked at the very broad, yet penetrating value of “virtue”, where we saw the kinds of things that can get in our way of all of these things. Faith is our foundation, but where do we go from there? Often we don’t realize the things that hinder us from God because they are a mask that we’re wearing, distorting everything and preventing us from learning and growing. It put into perspective living because of God, not trying to do good things for Him – but again, living my life as a response to His grace.

In part 5, we built on the previous lesson about having the right mask over our face by talking about what we should know in the word “knowledge.” We are ambassadors for Christ, and we have the joyous, beautiful, amazing privilege of representing God to the world. We can know all the answers, know all the verses, be able to answer every question, but unless we personally know Christ, everything is worthless. This goes back again to not living for Christ but living because of Him.

imageWhen we reached part 6, we talked about self-control and how we need to be careful what we do with the knowledge that we have – that we don’t abuse it or try to use it for our own benefit or glory. We also saw how self-control – through Christ’s strength – can help us to overcome temptations because we have a greater goal in mind.

In part 7, we looked at perseverance and endurance. We saw how they were similar, and how they were different, but most of all how after all those virtues – we’re probably getting a little tired! And perseverance is what we need to press on. Sometimes it means just forsaking all and running. Sometimes it means ignoring the pain. Other times it means stopping, thinking, and praying. Other times it means letting God clean our hearts – often a painful process. But we know that we can press on because our God is fighting for us. We also saw how just enduring for the sake of enduring was not what we needed to do – but to press on.

imageIn part 8, we talked about how being godly wasn’t just not being ungodly, but rather taking meaningful steps to do what is right. It’s not just making sure we don’t do bad things, but making sure were doing the right things. So often we think we’re okay because we don’t smoke, do drugs, or drink – but we don’t realize that doing all those things is just as bad as not doing what God wants us to do.

imageA few weeks ago in part 9, we looked at brotherly kindness, and what it means to love others with a love that’s not just specific to certain types of people – but with a family-like love that loves others despite their faults: the way Jesus loved.

imageLast week in part 10, we saw how at the end of it all – we need love. Because without it we are nothing. I was really challenged by a message I heard the other day that – we should not be praying for Jesus to teach us to love; rather we need to pray that the very person of Jesus would come into us and our lives would be an outpouring of His love. We can’t love on our own, because we are fallen human beings. But through Christ’s love, as we so beautifully saw this past week during Easter, surpasses all, and through Him we can love others.

And today, here we are at the end of the series. Let’s look at the last verse of this passage:

For if these things are yours and abound, you will be neither barren, nor unfruitful in the knowledge of our Lord Jesus Christ.

Oh! To think! To be neither barren, nor unfruitful. So often I feel as if my life is empty, like I’m not doing anything for God – but God has placed me on this earth for a specific and special purpose.

It sounds super cliche to say that God has a purpose for your life.

But think about the power of that again. God has a purpose for your life.

It’s not just arbitrary. You’re not living this life for no reason or no aim – God has something very specific for you. But until we’re willing to seek Him fully, to give of ourselves to Him, all the things we cling to – our fruit will be worthless.

I have absolutely nothing – I mean nothing – of value or worth to do, make, say, or proclaim outside of what Christ has done for me. I am no one, but through Christ I am someone precious that He loves.

By myself,  I will be barren and unfruitful. My life will be nothing. It is only through Christ, in Christ, and because of Christ that I can further His kingdom – for His glory, and His alone.

Think about all the times the kids in Narnia tried to do things on their own. The times they tried to further themselves, their looks, their status, their own plans. What happened? They couldn’t see what Aslan had in store for them, but when they failed to trust in his plan, things went wrong. Yet in surrendering their own desires to the knowledge that Aslan had something better in store, they were able to do so much more.

image1 Timothy 1:17 – Now to the King eternal, immortal, invisible, to God who alone is wise, be honor and glory forever and ever. Amen.

Fonte: http://www.aslanscountry.com/2011/04/aslans-meditations-neither-barren-nor-unfruitful/

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Aslan’s Meditations: (10/11) Loooooove

I hope you haven’t forgotten about our series in 2 Peter 1:5-8! We’ve had a nice little break while I’ve been out of town, and I’m most pleased to be back again for part 10!

But also for this very reason, giving all diligence, add to your faith virtue, to virtue knowledge, to knowledge self-control, to self-control perseverance, to perseverance godliness, to godliness brotherly kindness, and to brotherly kindness love. For if these things are yours and abound you will be neither barren nor unfruitful in the knowledge of our Lord Jesus Christ.

We’re beginning to wrap up the series now – in our second to last installment on LOVE.image

Uh-oh, you say. LOVE. That’s a touchy one, isn’t it?

The word love is thrown around so much in our culture. We love certain types of food, clothing, music, games, movies. We love people, places, things, ideas. Sometimes we don’t, but we say it anyway. It’s passionate, deep, and driving.

“All you need is love.”

I personally really hate that statement, because I don’t think it’s entirely true. But I can understand where people are coming from, so we’ll get started.

While I can’t claim to know everything about love, I’d like to look specifically at love as we see it in 1 Corinthians 13. Especially as Easter draws near, we can look at love as it is modeled perfectly in the life of Jesus and His sacrifice.

imageI often think I have to model Christianity. I mean, hey – look at all those Christians who look good, sound smart, AND follow Christ. Can’t I do that, too? But I found that that started to suddenly shift my focus. I started to worry a lot more about how I looked to other people, what I sounded like, and what people were going to think of me – instead of placing my focus on Christ.

1 Corinthians 13 starts out to say – though I speak with the tongues of men and of angels, but have not love, I am a sounding brass or a clanging cymbal.

I can sound good, but if I don’t have love for Christ and for others, the words I speak are really just clangs and clashes.

And though I have the gift of prophecy and understand all mysteries and all knowledge, and though I have all faith so that I could remove mountains – but have not love, I am nothing.

I could know everything – earlier in the series we talked about knowledge. How it’s important to know what we believe. But have you ever wondered what it was like to know everything? What if I understood every mystery, every question, every problem there was to know? This verse says if I didn’t have love, I’d be nothing. Imagine! To know everything in the world, to be the epitome of knowledge – yet be regarded as nothing without love.

And though I bestow all my goods to feed the poor, and though I give my body to be burned, but have not love, it profits me nothing.

Sacrificial giving is one of the most benevolent things a person can do. Giving of yourself, your talents, and your abilities to serve others is not something to be taken lightly – but we could sacrifice our whole lives to others – and if it’s not for love, it was all in vain.

So clearly my endeavors to be a Christian and look good too – don’t quite work. I can’t have my cake and eat it too. At least – not when my goal is to look good. We’ve got to start with the basics.

Then – what is love? We’ll keep on going in 1 Corinthians 13.

Love suffers long, and is kind. Love does not envy, love does not parade itself, is not puffed up. Does not behave rudely, does not seek its own, is not provoked, thinks no evil. Love does not rejoice in iniquity, but rejoices in the truth. Bears all things, believes all things, hopes all things, endures all things. Love never fails.

Woah, that’s a load of truth right there. Have you ever stuck your name in there in place of the word love?

Hannah suffers long, and is kind. Hannah does not envy, Hannah does not boast.

Kinda puts it in a different perspective, doesn’t it? Do I really do all those things?

“Suffers long.” The usual word to replace that one in other translations is “patient” but in reality that’s just what it means – suffering for a long time. Love is willing to bear the pain and the agony, knowing there’s something greater at work.

“Does not seek its own.” That in and of itself is a load right there. To never seek my own – but to only seek Christ. To never try to parade myself as looking good, but only to parade Christ. To proclaim Christ.

“Thinks no evil.” Oh, how often have sinful thoughts crossed my mind! We are called to take every thought captive to the obedience of Christ. (2 Cor 10:5) Can you imagine if our every thought and action was captive to the obedience of Christ? How wonderful that would be?

Now go back and look at this passage – we’re so incapable, aren’t we? I can’t even begin to count the times I have done exactly the opposite of what these words tell us. But now, read it again, and think about Christ, and what He’s done.

Love suffers long, and is kind. Love does not envy, love does not parade itself, is not puffed up. Does not behave rudely, does not seek its own, is not provoked, thinks no evil. Love does not rejoice in iniquity, but rejoices in the truth. Bears all things, believes all things, hopes all things, endures all things. Love never fails.

imageJesus – the King of the universe, the one who deserves glory, fame, honor, respect, and exaltation! He did not parade Himself, He didn’t seek His own. He was the perfect picture of love – and because He loves perfectly and purely, He gave His life for we who could never love.

We are impatient. Unkind. We want others to think well of us, we want to look good. We want to *feel* satisfaction, we want to see. Our sinful natures delight in temporal satisfaction. Things we can see and touch immediately.

imageHave you ever thought of the craziness of Christ’s love? What about the fact that GOD DIED. Okay, so maybe I’m being dramatic here, but really – that the Lord of all the universe came down to die.

Not only that, but He died for the ones who were completely incapable of anything.

Because He loved us.

Oh, how sweet and powerful that truth is!

Its so cliché sometimes – I mean, you’ve heard it repeated probably more than 10 million times in Sunday school, right? We so often take it for granted.

But the God who loved perfectly loves us who cannot even fathom love.

And our response? We are called to give our lives – what more can we give but that? Jesus says whoever loses his life for His sake will find it.

Love is sacrificial – and it’s a choice. It’s not always a feeling, and it’s not always something we can see the direct results of.

But we love – because He first loved us. We can love others even when they’re scumbags. Even when they don’t love us back – because we know that the God of the Universe and the Lord over all loves US.

It’s hard to love people who don’t love back. To suffer through pain and give up ourselves. But what loss is that for the gain of being satisfied by Christ? He can’t satisfy us till we understand that we cannot satisfy ourselves.

So much that we do is in response to something that has happened. We eat because we’re hungry, we drive because we have to go somewhere. We work because we need to earn money, and we sleep because we need it.

We love others because Christ loved us.

imageIn response. How many of us would get married and live as if we were single? Or have kids and live as if we didn’t? Or win a million dollars and not do anything with it?

The fact is – Jesus sacrifice is far more beautiful, exciting, and wonderful than anything that could ever happen to us on this earth. Our love is a response to that – the way we live because of God.

imageWe see love in Narnia – clearly in Aslan. Edmund betrayed the ones he

loved – and Aslan died to save him. But what you see is a change in Edmund – how He lives in response. You also see it in Eustace – his life was drastically changed. Aslan may have had to rip and tear at him, but he did it out of love because he knew that was the only way to change him.

It reminds me of the song by tenth avenue north called “any other way.”

It’s not enough – it’s not enough, just to say that you’re okay.
I need your hurt, I need your pain – it’s not love any other way.

Love isn’t love unless there’s some sacrifice to it. The kind of pain and suffering Jesus went through was necessary for us to be redeemed. And sometimes He has to hurt us in order to teach us – but He does it because He loves us and He’s got a perfect plan and story all in place.

For now we see in a mirror, dimly – but then we shall see face to face.

We can’t always see what God is doing, or perhaps why exactly we should love someone – but we know that one day Christ will wipe away our every tear and we will see Him face to face.

So is all you need love? If you’re looking at 1 Corinthians from a strictly technical point of view, yes. But as Christians we know it’s not love we need -  it’s Christ. It’s not enough just to say we  need to “just love” – but rather that we need to give ourselves for the only one who can satisfy us – Christ.

My challenge to you this week, especially as we move closer to Easter, is to look at your life and your actions. Do they reflect Christ, and are they proclaiming Him? You don’t necessarily have to speak the Gospel in order to proclaim the Gospel. Love is an action – it’s your willed choice to press on because you know that your eternal home is secure.

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STF decidirá sobre horário especial

A mudança na data ou horário de provas de concursos públicos para garantir a liberdade de crença entrará na pauta do Supremo Tribunal Federal (STF). Diante da frequente polêmica envolvendo candidatos que, por motivos religiosos, recorrem à Justiça para pedir horário especial para as avaliações ou mesmo para não trabalhar aos sábados, a mais alta corte do país decidirá se essas alterações poderão ser feitas.

Nos últimos anos, seguidores de crenças como o adventismo do sétimo dia e o judaísmo, para os quais o sábado é um dia sagrado, começaram a entrar cada vez mais na Justiça para fazer provas em horários diferentes. Como, hoje, o tema divide tribunais em todo o país, o STF decidiu que o julgamento que fará de um processo de um integrante da Igreja Adventista que disputou um concurso do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), no Distrito Federal, terá repercusão geral. Isso significa que o resultado vai servir de orientação para juízes e tribunais das instâncias inferiores de todo o país. A data do julgamento ainda não foi definida.

A possibilidade de mudanças divide especialistas em todo o país. De um lado, estão os que se baseiam no inciso VIII do artigo 5º da Constituição, segundo o qual "ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política". De outro, aqueles que afirmam que, como o Estado é laico e os concursos públicos são uma forma de ingressar na administração pública, o processo seletivo não pode ser vinculado a questões religiosas. Há o argumento, ainda, de que o próprio artigo 5º da Constituição garante que "todos são iguais perante a lei".

 

Se mais seis religiões definirem o domingo, a 2ª, a 3ª feira, e assim por diante, como dias sagrados, como ficam as provas? Faremos tantas provas quantos forem as religiões? Seguir uma religião é uma opção individual. O que significa assumir os ônus decorrentes. Se a fé de alguém impedir de pagar tributos, isto será motivo para deixar de pagar os tributos? Se a fé impedir de transitar pela via direita da rua, vai andar na contramão colocando a própria vida e a de terceiros em risco? Óbvio que será impedido de ‘ir e vir’ neste caso, ou será punido se transitar na contramão.

Fonte: http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=82766

Fonte: http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=82765

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Pai – Do jesusmechicoteia.com.br

Removido a pedido do autor.

Fonte: http://www.jesusmechicoteia.com.br/meu-pai

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Aborto – Do jesusmechicoteia.com.br

Perguntaram pra mim se ainda gosto dela se eu sou a favor do aborto. Respondi tenho ódio que sou contra e o Andréca me pediu pra colar a resposta aqui no blog. Então aí vai:

Sou contra [o aborto]. Já explico.

Durante muito tempo, eu fui jurado no Tribunal do Júri de Penha de França, aqui em São Paulo. Aprendi nas sessões o conceito de “in dubio pro reo”: se há alguma dúvida sobre a culpa, o benefício é do réu. Isso, no caso de um júri, significa votar pela inocência do réu se você tiver qualquer dúvida quanto à culpa dele. É ruim pensar que você pode ter soltado um culpado, mas pior ainda seria viver com a sensação de ter ajudado a condenar um inocente. Por isso mesmo sou contra a pena de morte: para condenar alguém à morte você precisa ter certeza absoluta; o que não é fácil.

E o que isso tem a ver com o aborto? Muito pouco, só a questão da dúvida. Quando começa a vida? Na fecundação, na terceira semana, no terceiro mês, no quinto mês? Ninguém sabe. Não adianta falar que o aborto é legal até a sexta semana, por exemplo: ninguém sabe se um feto de seis semanas é ou não um ser humano. E aí, o que que faz? Aceita a possibilidade de matar uma pessoa?

O que eu vejo por aí é muita gente falando que tem que liberar o aborto porque o mundo está cheio de crianças na rua roubando, fumando crack etc. As pessoas são a favor do aborto para se livrarem da visão dessas crianças e do medo que têm delas. Não pensam nas crianças: pensam no próprio conforto, na própria segurança.

Outro argumento que se usa muito é que tem muita gente fazendo aborto em clínicas clandestinas, com agulha de tricô, cabide de arame, vareta de medir o nível do óleo, sei lá.Aí dizem que seria melhor liberar o aborto. Só que tem a questão da vida: se o feto abortado já é um ser humano, o aborto é assassinato, não importa se feito num fundo de quintal com uma vara de pescar ou numa clínica, com todo o conforto e tecnologia.

Ok, pode ser também que o feto NÃO SEJA um ser humano e que o aborto não tenha nenhum problema moral. Mas eu é que não quero viver com essa dúvida.

Fonte: http://www.jesusmechicoteia.com.br/aborto

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Páscoa – Do jesusmechicoteia.com.br

Removido a pedido do autor.

Fonte: http://www.jesusmechicoteia.com.br/ressurreicao

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Para não esquecer – Do jesusmechicoteia.com.br

Removido a pedido do autor.

Fonte: http://www.jesusmechicoteia.com.br/para-nao-esquecer-2

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A ordem dos fatores característicos altera o julgamento do produto – Do Querido Leitor

Hoje eu estava lendo o post de uma garota que fez cirurgia de redução de estômago. Ela diz que engordou quase 40 quilos sem perceber. E que é bonita. Que tentou de tudo para emagrecer e, em não conseguindo, fez a cirurgia. Eu acredito, sim, que a pessoa possa engordar 40 quilos sem perceber porque eu engordei 10 sem conseguir impedir que isso acontecesse.

Cada caso é um caso, porém. No meu caso, eu quero entender o que me leva a engordar, quero compreender meu comportamento (esse que me leva a comer mais do que necessito), quero ser capaz de  revertê-lo e, futuramente, impedí-lo. Essa é a minha viagem. É meu jeito de ver as coisas. Eu tenho uma vida, vida que me foi dada pelo universo e quero viver essa vida de forma experimental, acertando e errando, mas, sobretudo, entendendo e aprendendo. É a coisa que eu mais gosto. E, por mais que eu odeie meu sobrepeso eu jamais me livraria dos dez quilos de uma vez de forma cirúrgica, nem com lipo nem com nada.  Meu desejo de ser dona de mim mesma é maior do que a vontade que tenho de dar satisfações para as cobranças do mundo em relação a mim. Eu não sou uma pessoa insegura em minha essência, eu não me sinto pressionada para ser jovem e linda. Eu estou aqui, ficando feia e velha e achando muita graça. E, na medida do possível, fazendo força para não julgar as pessoas que agem de forma diferente.

O assunto ‘sobrepeso’ me interessa muito, sempre, mesmo quando estou magra. É curioso como o mundo olha e julga quem está gordo. Digamos que a pessoa escreva muito bem e seja gorda. O pensamento médio das pessoas poderia ser:

– "Ela é uma mulher gorda. E escreve muito bem."

Mas não é isso que as pessoas pensam. No fundo, elas constroem o julgamento  assim:

-"Ela escreve bem. Mas é muito gorda…"

Ou seja, o fato dela ser gorda INVALIDA sua qualidade de boa escritora. É como se o fato dela ser gorda anulasse o fato de escrever bem. No fundo as pessoas pensam isso mesmo: "do que adianta ser culta e escrever bem se ela é gorda?" A mensagem contida é a seguinte: ser magra é o essencial, o básico, o exigido pela socieade. Escrever bem ou mal tanto faz, é só um detalhe.

Tanto é verdade que quando o público vê uma gostosa analfabeta todo mundo parte pra defesa da beleza. E daí que ela é burra? Ela é linda e isso é o que importa!

Quer dizer, a BELEZA neutraliza qualquer DEFEITO e a gordura anula qualquer QUALIDADE!

Gente, isso é muito cruel. E, convenhamos, qualquer pessoa minimamente insegura e acima do peso entra em parafuso. Não é à toa que tanta gente faz dieta louca, fuma pra tirar o apetite e outras agressões contra a própria saúde. A pessoa não aguenta o tranco de ver todas as suas virtudes anuladas por sua figura física. Pra mulher é ainda mais cruel.

Aproveitando o post, vou falar de outro assunto, a falta de raciocínio das pessoas em determinados assuntos. As pessoas não sabem mais argumentar, não sabem pensar, não conseguem montar uma ordem lógicas pras coisas que falam. É assustador. Vou dar um exemplo.

Um garoto no Twitter disse que eu não podia falar que a Suzana Vieira cantava mal porque eu não canto bem. Não posso? Por que não posso? Qual a lógica? Se eu canto mal eu apenas canto mal, não significa que eu seja surda. Eu posso cantar mal e ter bom ouvido e detectar que outra pessoa canta mal. Quer dizer que a pessoa acha que só quem canta BEM pode julgar que outro canta mal? Então um anão olha um cara de 1.50 e um de 1.90 e  ele não pode julgar que o primeiro é baixinho? Porque ele é menor? Mas ele não é cego, é anão!

É um argumento totalmente sem nexo. A pessoa acha que criticar o outro é um DIREITO ADQUIRIDO POR COMPETIÇÃO. Maria e Joana se pesam. Se Maria pesar 150 quilos e Joana pesar 200, Joana não pode dizer que Maria é gorda? Só porque ela é mais gorda que a outra? Não faz sentido. Isso só acontece na cabeça de quem julga todo mundo POR S.. Se o padrão médio de uma pessoa é 70 quilos para o fabricante do elevador, então, todo mundo que tem mais de 70 quilos está acima do peso pra aquele padrão. Não é em relação A VOCÊ.

Infelizmente é assim que a maioria pensa. Todo mundo compara tudo consigo mesmo. Isso é o princípio do egocentrismo, achar que é o ‘padrão’ comparativo do mundo inteiro.

Pronto, era só um desabafo de blog.
Já estou me sentindo até mais leve…

Muito obrigada.

Fonte: http://noticias.r7.com/blogs/querido-leitor/2011/04/26/a-ordem-dos-fatores-caracteristicos-altera-o-julgamento-do-produto/

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A vontade de ter razão – Do Querido Leitor

Existe uma linha de pensamento que define a doença mental como aquilo que atrapalha o bom andamento da sua vida. Se você não consegue se relacionar, trabalhar ou seguir adiante por causa de algum problema, você tem uma doença.

E, olha, tem gente que não consegue mesmo seguir adiante em sua vida pelos mínimos acontecimentos que não lhe dizem respeito. Certeza que elas tem problemas sérios.

Exemplo? Gente que não consegue perder uma argumentação e precisa ter razão sempre, mesmo quando NÃO TEM. O tempo passa, o assunto morre pra todo mundo, mas a pessoa continua lá, buscando exceções. Doença, isso.

E tem também a pessoa que quer adivinhar o que vai acontecer, pra dizer ‘eu não falei? não te disse?’. Esse tipo de pessoa consegue tirar até mesmo o seu mérito. Você é finalista num prêmio. Ela diz ‘certeza que você vai ganhar!’. Aí, se você não ganha, ela fala: ‘noooosssa! Você perdeu?!?!?!?’ tipo, a culpa é SUA. E se você GANHA, ela diz: “não te falei, eu ´ja sábia!”, ou seja MÉRITO DELA.

Ter razão, provar um argumento, é gostoso, como demonstrar um teorema, conseguir formular um raciocínio que faz sentido.
Mas teimar e ficar buscando pelo em ovo, exceções hipotéticas absurdas, só pra dizer que o outro está errado, não faz.

Bom dia!

Acordei cedo, levei minha filha pra fazer simulado, passeei longamente com os cachorros, falei com o marido que está viajando e já fiz este primeiro post. Sábado produtivo, gente!

Fonte: http://noticias.r7.com/blogs/querido-leitor/2011/04/30/a-vontade-de-ter-razao/

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Osama Bin Laden está morto

Os exames de DNA confirmaram que o líder da rede al-Qaeda, Osama bin Laden, era a pessoa morta em uma operação de forças americanas no Paquistão, informou uma fonte do governo dos Estados Unidos.

Sob condição de anonimato, uma autoridade da inteligência dos EUA disse a repóteres que os exames confirmou com 100% de certeza de se tratar de Bin Laden ao ser comparado com o de parentes do líder da al-Qaeda. Uma mulher que se acredita ter sido esposa de Bin Laden também teria reconhecido o corpo, segundo a mesma fonte.

Os Estados Unidos agora estão revisando uma grande quantidade de material apreendida no complexo paquistanês onde as forças norte-americanas mataram Bin Laden, disse a fonte.

“Esse material está sendo explorado e analisado, e uma força-tarefa será criada pela CIA devido ao volume de material apreendido no local da operação”, afirmou.

Uma outra autoridade dos EUA disse mais cedo nesta segunda que exames iniciais de DNA mostravam uma ‘correspondência muito confiável’ com o líder da Al Qaeda.

Pronunciamento
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, confirmou em pronunciamento na TV na madrugada desta segunda-feira (2) a morte de Osama bin Laden, líder da rede terrorista da al-Qaeda, responsável pelos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 nos EUA, que mataram cerca de 3.000 pessoas.

De acordo com Obama, a morte foi consequência de uma ação de inteligência do Exército norte-americano em parceria com o governo do Paquistão, que localizou o terrorista -que tinha entre 53 e 54 anos- durante a semana passada.

O diretor da CIA, Leon Panetta, disse que a rede terrorista da al-Qaeda deve “quase certamente” tentar vingar a morte de Bin Laden.

“Apesar de Bin Laden estar morto, a al-Qaeda não está”, disse o diretor da principal agência de espionagem dos EUA. “Os terroristas quase certamente vão tentar vingá-lo, e nos devemos -e vamos- permanecer vigilantes e resolutos.”

Sigilo
A operação, sigilosa, foi executada na noite de domingo (madrugada de segunda no horário afegão) por um comando especializado da Marinha dos EUA. Um pequeno grupo de soldados conseguiu matar Bin Laden em uma fortaleza na cidade de Abbotabad, próximo a Islamabad, capital paquistanesa. A TV americana ABC mostrou imagens do interior do complexo.

A operação foi feita exclusivamente pelas forças americanas, segundo a chancelaria paquistanesa. Um funcionário dos EUA argumentou que isso ocorreu para preservar o sigilo necessário à operação.

Houve troca de tiros durante a ação, mas, segundo Obama, nenhum militar americano ficou ferido na operação e cuidados foram tomados para que nenhum civil fosse ferido.

Quatro helicópteros teriam sido usados na operação. A mansão fortificada ficou em chamas após o atentado.

Um oficial de Segurança Nacional disse à agência Reuters que a missão da equipe era matar, e não capturar Bin Laden.

‘Justiça’
“Foi feita justiça”, disse Obama. “Nesta noite, tenho condições de dizer aos americanos e ao mundo que os Estados Unidos conduziram uma operação que matou Osama Bin Laden, o líder da al -Qaeda e terrorista responsável pelo assassinato de milhares de homens, mulheres e crianças.”

Segundo o presidente -que já lançou sua campanha à reeleição em 2012-, o corpo do terrorista está em poder das autoridades dos EUA.

Fontes do governo confirmaram que o corpo foi sepultado no mar, conforme o que seria o costume islâmico.

Fonte: http://g1.globo.com/morte-de-bin-laden/noticia/2011/05/exames-de-dna-confirmam-morte-de-osama-bin-laden.html

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