Piada de Mineiro: Rede sem-fio “UAIreless”

Fato inédito no meio científico…

Durante escavações no estado do Rio de Janeiro, arqueólogos fluminenses descobriram, a 100 m de profundidade, vestígios de fios de cobre que datavam do ano 1000 A.C.
Os cientistas cariocas concluíram que seus antepassados já dispunham de uma rede telefônica naquela época.

Os paulistas, para não ficarem para trás, escavaram também seu subsolo, encontrando restos de fibras óticas a 200 m de profundidade.
Após minuciosas análises, concluíram que elas tinham 2000 anos de idade.
Os cientistas paulistas concluíram, triunfantes, que seus antepassados já dispunham de uma rede digital à base de fibra ótica quando Jesus nasceu!

Uma semana depois, em Belo Horizonte, foi publicado por cientistas mineiros o seguinte estudo:
“Após escavações arqueológicas no subsolo de Contági, Betim, Barbacen, Passa-Quato, Jijifó, Sans Dumont, PosoAlegre, Santantoin do Monti, Varginha, Nanuque, Águas Formosas, Moncarmelo, Carnerim, Lagoa Dorada, Sanjão Del Rei, Beraba, Berlândia, Belzonte, Bosta do Biá, Divinópis, Pará de Mins, Furmiga, Vernador Valadars, TiófilOtoni, Piui, Carmo do Cajuru, Lagoa Santa, Morro do Ferro, Biraci, Sélagoa, Carvalhópolis, SSParaíso e diversas outras cidades mineiras, até uma profundidade de 500 metros, não foi encontrado absolutamente nada.

Concluiu-se então que os antigos mineiros já dispunham há 5000 anos de uma rede de comunicações sem-fio: “wireless”.

Nota dos arqueólogos: Por isso se pronuncia “UAI” reless.

Fonte: http://pt-br.paperblog.com/piada-de-mineiro-rede-sem-fio-uaireless-50611/

Anúncios

Oi–Crédito grátis não existe

A Oi agora está com a campanha APARELHO GRÁTIS NÃO EXISTE.

Verdade. Não existe mesmo.

Só que a Oi também cometeu seu deslize, seu momento ENGANA CONSUMIDOR.

Plano OI FAMÍLIA À VONTADE 300.

Funcionava assim:

VOZ + DADOS – DESCONTO = VALOR DO PLANO

139,90 + 69,90 – 80,00 =  129,80.

 

Agora, que não dão mais DESCONTO, ficaria assim:

84,00 + 49,00 = 133,00

 

Ou seja, se havia desconto, não era de R$ 80, 00 como mostravam, mas sim de apenas R$ 3,20.

ONFS.

Preços automáticos na Amazon fazem livros custarem milhões

imageO biólogo Michael Eisen publicou em seu blog um texto sobre sua descoberta de um livro sobre moscas na Amazon que estava sendo vendido por dois milhões de dólares e que em alguns dias subiu de preço para US$ 23 milhões. O motivo era um preço ajustado automaticamente por dois computadores entre dois vendedores de terceiros.

Eisen teorizou que os dois vendedores estavam usando estratégias diferentes no ajuste automático de preço. Um dos vendedores tinha configurado seu anúncio para ter 2% a menos que o valor mais alto disponível no site, ou seja, o preço seria um pouco abaixo para permanecer competitivo. Mas outro vendedor, no entanto, estava configurado para um preço 27% maior que o maior preço entre seus concorrentes.

O conflito automático gerou uma situação em que o vendedor 2 aumentava sua oferta em 27%, enquanto o vendedor 1 aumentava sua oferta para só 2% abaixo do valor novo vendedor 2. Com isso, o segundo vendedor novamente aumentava sua oferta, numa guerra de preços infinita que levou o livro ao valor de 23 milhões de dólares.

O preço do livro foi reajustado, mas já está novamente valendo quase mil dólares.

Eisen pensa que talvez o vendedor que reajustava seu valor em +27% não tenha o livro, já que não faz sentido ter o maior preço no site – afinal, o concorrente sempre teria um preço mais baixo pelo mesmo título. No entanto, por ele não possuir o livro, ele não tem prejuízo com a prática. Caso alguém venha a comprar dele, a margem irá permitir que ele adquira o livro de outro vendedor para repassar ao comprador.

Em outro caso semelhante, um livro de informática tem dois vendedores oferecendo o livro por US$ 99.999,99, mais frete de quatro dólares. Provavelmente um estava ajustando o preço com base no outro, até atingirem o limite de preço permitido.

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/04/precos-automaticos-na-amazon-fazem-livros-custarem-milhoes.html

Lei 12157/2009

Obriga o hasteamento da bandeira do Mercosul junto com a do Brasil em região de Fronteira

Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos

LEI Nº 12.157, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2009.

Mensagem de veto

Altera o art. 13 da Lei no 5.700, de 1o de setembro de 1971.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1o  O caput do art. 13 da Lei no 5.700, de 1o de setembro de 1971, passa a vigorar com a seguinte redação:

“Art. 13.  Hasteia-se diariamente a Bandeira Nacional e a do Mercosul:

………………………………………………………………..” (NR)

Art. 2o (VETADO)

Brasília,  23  de dezembro de 2009; 188o da Independência e 121o da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Tarso Genro

 

Fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12157.htm

G1 – ‘Não corrigimos falhas menores para não danificar o produto’, diz Microsoft

A Microsoft divulga todos os meses atualizações de segurança de seus produtos para corrigir falhas encontradas por hackers e pesquisadores. Porém, alguns problemas nunca receberam correção, mesmo depois de terem se tornado públicos.

Segundo Mike Reavey, diretor do Microsoft Security Response Center, falhas com pouco risco não são corrigidas pois podem prejudicar outras funções do produto que estão funcionando normalmente. “Os próprios consumidores não iriam aplicar a correção de qualquer jeito”, afirmou Reavey em entrevista exclusiva ao G1.

Reavey esteve em São Paulo para participar do Fórum BlueHat Security, organizado pela Microsoft para discutir as prevenções e os riscos à segurança digital. O Microsoft Security Response Center é responsável por encontrar e solucionar brechas existentes nos produtos da empresa.

Reavey contou ao G1 como é o ritmo de trabalho da sua equipe e como a Microsoft lida com as novas ameaças. Entre as revelações do executivo está a de que o grupo de segurança não usa filtro de spam para que nenhum possível relato de vulnerabilidade seja perdido.

Veja abaixo a íntegra da entrevista.

Por que existem falhas publicadas na internet que ainda não receberam correção?
Mike Reavey – O Microsoft Security Response Center sempre vai investigar qualquer falha que apareça. Nós trabalhamos para ter certeza que a maioria das falhas serão consertadas antes que os nossos consumidores fiquem sabendo. Às vezes, há problemas detectados que possuem riscos menores ou que são pouco práticos para um ataque. Além disso, aquele problema talvez requeira uma mudança na configuração e na arquitetura do produto. Se nós consertarmos essa falha, talvez prejudique outras funções do produto.

Então, para ataques de pouca severidade ou impraticáveis, nós não queremos parar a funcionalidade de sistemas que estão funcionando pois os consumidores não iriam aplicar a correção de qualquer jeito. Porém, em casos de ataques grandes, não vamos apenas corrigir o problema, como vamos colocar soluções para que as pessoas se protejam.

No entanto, é importante saber que 85% das falhas que nós reportamos – de forma privada – foram corrigidas antes que houvesse qualquer notificação pública. Portanto, a grande maioria das falhas são concertadas antes que os usuários sejam expostos a qualquer tipo de risco.

Como funciona o trabalho do Microsoft Security Response Center?
Mike Reavey – O time do Security Response coordena qualquer vulnerabilidade que é encontrada em produtos da Microsoft, como Windows, Internet Explorer e Office. Nós não criamos a correção. Nós trabalhamos com engenheiros do produto, que conhecem bem o sistema, e eles nos ajudam a criar a correção. O que fazemos é trabalhar com a equipe do produto para entender a brecha encontrada pelo hacker. Mais do que apenas concertar um problema, nossa equipe tenta resolver o maior número possível de falhas. Desta forma, quando os consumidores baixam a atualização, ela irá durar por mais tempo.

Quantas pessoas trabalham no Microsoft Security Response Center?
Mike Reavey – Mais de 40 pessoas. Porém, nós temos funcionários dedicados nas equipes dos produtos que também trabalham nos problemas de segurança. Para a maioria das ocorrências, há centenas de pessoas trabalhando na atualização de segurança. E, para incidentes maiores, é possível ter mais de 1 mil funcionários focados na falha.

Como é feita a escala dos funcionários?
Mike Reavey – Em uma grande falha, nós trabalhamos no modelo chamado “seguindo o sol” (quando as tarefas são repassadas para equipes em outras partes do mundo). A Microsoft é uma empresa global que trabalha com equipes em várias partes do mundo, como China, Índia e Europa. Muitas falhas são resolvidas durante o horário comercial. Porém, em incidentes de alta prioridade, nós não paramos de funcionar e trabalhamos 24 horas por dia em sete dias por semana no modelo “seguindo o sol” (quando um escritório fecha na Califórnia, outra equipe pega as tarefas no Japão, por exemplo).

Como a Microsoft acompanha as mudanças na área da segurança?
Mike Reavey – O nosso trabalho nunca é chato. Nós acompanhamos o desenvolvimento do cenário de segurança ao longo dos anos e a Microsoft tem crescido junto com esse panorama. Porém, uma das razões que fazemos eventos como o “BlueHat” é porque a comunidade de pesquisadores está sempre encontrando novas maneiras inovadoras de testar a segurança dos produtos. Nós criamos uma relação com essa comunidade para entender a sua metodologia.

Como a Microsoft gerencia os avisos de brechas enviados pelos clientes?
Mike Reavey – Os tipos de vulnerabilidade estão sempre mudando e as defesas também. Nós recebemos mais de 100 mil e-mails no site da Microsoft Security por ano. Nós temos funcionários que olham todos esses e-mails para entender se algum deles envolve vulnerabilidade. A maioria dessas mensagens não tem relação com segurança. Por isso, acabamos selecionando 1 mil e-mails para investigar. Chegam perguntas de suporte como “minha conta do Hotmail está comprometida”. Mas isso é normal porque o endereço da Microsoft Security é muito procurado. Porém, não usamos filtro de spam e nem sistema automático porque podemos receber problemas críticos também. Realmente temos pessoas que cuidam do e-mail 24 horas por dia.

Quais os principais desafios das ameaças de hoje?
Mike Reavey – As ameaças estão ficando melhores e mais desafiadoras em várias áreas. Por
exemplo: quando eu cheguei na Microsoft (em 2003), você via vírus que atacavam as máquinas quando o usuário não estava fazendo nada. Hoje, não se vê mais isso pois as ameaças estão diferentes. O que está acontecendo hoje, mais do que nunca, é um esforço colaborativo, uma defesa de base da comunidade, onde não há um produto trabalhando por si só tentando resolver o problema. Eles estão trabalhando com outros. Eu acho que isso é necessário para tentar criar mais confiança na internet.

Como é sempre ter que corrigir um problema novo em um produto diferente?
Mike Reavey – É sempre muito desafiador para a Microsoft atualizar os seus produtos, pois há várias versões, em diversas línguas e com diferentes funções. Mesmo assim, atualizamos os sistemas todos os meses, na segunda terça-feira de cada mês, às 10h [horário do Pacífico, 15h de Brasília]. Algumas vezes, atualizamos 600 milhões de sistemas [de usuários] durante a primeira semana do mês. E, se nós “invalidamos” algo, as pessoas não irão instalar a atualização. Então, a prioridade número 1 nas nossas atualizações de segurança é ter sempre muita qualidade. Nós construímos processos e testamos sistemas e isso leva algum tempo. Por isso, realizar esses testes é um processo muito intenso e que leva tempo.

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/04/nao-corrigimos-falhas-menores-para-nao-danificar-o-produto-diz-microsoft.html

Coluna da Folha – 20-04-2011 – José Simão

BUEMBA! BUEMBA! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República! E o site Comentando mudou o nome do PSDB: Partido dos Sem Documentos e Bafômetro.
E sabe o que o Roberto Carlos vai cantar nos seus 70 anos? “Jesus Cristo, eu AINDA estou aqui.” Rarará! E esta: “Campanha do Desarmamento paga arma na hora”. Vão começar a roubar arma pra vender pro desarmamento. Rarará!
Páscoa Urgente! Olha a placa: “Vendo ovos de Páscoa. Falar com Ovídio”. Rarará! Semana do sofrimento: Tiradentes enforcado na quinta, Cristo crucificado na sexta e foram todos pra praia. Não vai sobrar ninguém em São Paulo pra gente dar uma coelhada rápida? Semana Santa: menos ovo e mais galinhagem!
E amanhã é Tiradentes. Ninguém mais sabe quem é Tiradentes. Perguntaram prum menino na escola: “Você sabe quem é Tiradentes?”. “Sei, Tiradentes é um feriado.” Isso! Tiradentes é um feriado. Tiradentes foi enforcado, esquartejado e salgado porque não queria pagar imposto, o Quinto! Por um quinto, ele foi enforcado. Se fossem os impostos de hoje em dia, ele seria passado numa máquina de moer carne. Virava hambúrguer. Almôndega! Quibe mineiro! Tiradentes devia ser o padroeiro dos brasileiros: todo mundo com a corda no pescoço! E os impostos no Brasil não são altos. Nós é que somos baixos. Rarará!
E sabe o que Cristo falou pros apóstolos na Santa Ceia? “FICA, VAI TER BOLO!” Rarará! Aliás, sabe o que Cristo falou pros apóstolos na Santa Ceia? “De sobremesa, nós vamos ter quindim.” E os apóstolos: “MAS NÃO ERA BRIGADEIRO?”. Rarará!
E diz que o garçom perguntou pra Cristo: “Cada um paga a sua ou o Senhor vai pagar a conta toda?”. E tinha garçom na Santa Ceia? Claro! Você acha que era self-service? Por quilo? Quilão! E sabe por que não tinha japonês na Santa Ceia? Porque ele tava tirando a foto! A foto dos apóstrofos, como diz o Lula. Rarará! E sabe o que Jesus disse pro crucificado da direita? “Chega mais perto pra sair no santinho.”

E eu blasfemo, mas sou católico apostólico baiano. ACREDITO EM TUDO! Eu sou devoto de Nosso Senhor do Bonfim! Um dia fui pra igreja do Bonfim com uma amiga, entrei, ajoelhei e fiz o sinal da cruz. E ela: “Mas você não disse que era ateu?”. Sou ateu místico! E eu tô devendo uma promessa pra São Judas Tadeu até hoje! Nóis sofre, mas nóis goza! Que eu vou pingar o meu colírio alucinógeno!

Fonte: http://www2.uol.com.br/josesimao/colunafolha.htm

G1 – Mãe conta drama de escolher que filho salvar após carro cair em represa – notícias em Mundo

Uma mãe de família contou à Justiça britânica o terror de escolher que filho salvar após um acidente em que seu carro caiu em uma represa.

Rachel Edwards, de 39 anos, dirigia o carro acompanhada de sua filha de 2 anos e de seu filho de 16 quando passou por um buraco e perdeu a direção na região de Lincolnshire, no nordeste da Inglaterra, em agosto do ano passado.

A mãe conseguiu escapar do carro pela janela enquanto o veículo afundava. Porém, teve de enfrentar o drama de escolher entre salvar a vida do filho de 16 anos de idade ou da filha de 2 anos.

Dois amigos do filho também estavam no carro e conseguiram escapar pela janela e buscar ajuda.

Ao depor no inquérito sobre o acidente, na cidade de Horncastle, em Lincolnshire, Edwards disse que ainda não teve tempo de entender a sequência de eventos que se desenrolaram muito rapidamente.

‘Sei que passei por cima do buraco e o carro balançou para a direita e depois, não sei por que, para a esquerda. Não sei se passei por cima de um buraco e depois por outro buraco’, disse a mãe. ‘Não sei como fui parar na água, não sei.’

Sequência rápida
O grupo, que vive em Essex, no sudeste da Inglaterra, estava no norte do país em férias. A mãe estava grávida de seis meses quando o acidente ocorreu.

Com o carro cerca de 3 metros abaixo da superfície, Edwards e os dois amigos do filho escaparam, mas o filho Jack, de 16 anos, e a filha de 2, Isabella, continuaram presos.

A mãe decidiu então regressar e tentar resgatar os filhos. Foi então que percebeu que só poderia levar um de volta à superfície. Edwards liberou Isabella da poltrona do carro, mas nesse momento o veículo voltou a afundar.

‘Fomos puxados para baixo e, quando conseguimos nadar para cima novamente, notei que que ela estava apavorada. Eu queria voltar para o carro, mas não tinha onde deixá-la’, disse a mãe. ‘Eu sabia que se a deixasse sobre uma roda ela cairia, por isso não voltei para salvar Jack. Apenas esperei e esperei.’

Ao chegar à cena do acidente, um policial mergulhou na represa e conseguiu tirar Jack do carro. Entretanto, o filho já estava inconsciente e foi dado como morto no hospital. Um exame póstumo comprovou que o adolescente morreu por afogamento.

À época do acidente, Edwards disse que ‘sabia que se eu soltasse Isabella, não conseguiria pegá-la de volta’. ‘Desde então eu passo todos os meus momentos pensando em como eu poderia ter salvado meus dois filhos’, disse.

Perigosa
Embora o limite de velocidade na estrada seja de 60 milhas por hora (96,5 km/h), uma simulação conduzida pela polícia demonstrou que viajar à metade desta velocidade constitui uma experiência ‘desconfortável e perigosa’ na rodovia.

Os peritos avaliaram que desenvolver uma velocidade de 65 km/h na estrada já compromete a segurança do percurso.

Entretanto, o investigador forense do caso, Paul Smith, concluiu que a mãe não dirigia a uma velocidade acima do permitido por lei.

Para ele, a causa do acidente foram as más condições da estrada, que representa um risco ‘maior que uma simples estrada de terra’.

O especialista disse que alertará as autoridades de Lincolnshire para que as devidas providências de sinalização sejam tomadas.

As autoridades do condado lamentaram o incidente e afirmaram que os trabalhos de reparo na rodovia já foram concluídos.

G1 – Mãe conta drama de escolher que filho salvar após carro cair em represa – notícias em Mundo.