JotaPêAh!

Altura de linha mesclada

Private Sub Worksheet_SelectionChange(ByVal Target As Range)
Dim NewRwHt As Single
Dim cWdth As Single, MrgeWdth As Single
Dim c As Range, cc As Range
Dim ma As Range

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Set c = Target.Cells(1, 1)
cWdth = c.ColumnWidth
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Next
Application.ScreenUpdating = False
On Error Resume Next
ma.MergeCells = False
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ma.RowHeight = NewRwHt
cWdth = 0: MrgeWdth = 0
On Error GoTo 0
Application.ScreenUpdating = True
End If
End With
End Sub

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A Little – Letra

A little Piece of me
It’s a little piece of you.
A little taste of something
Thats tasted all so true.

You were the first one
That I am keeping for life
A little piece of sunshine
Thats all mine.

Hold me, love me and trust me
Thats all I want to hear you say
Kiss me, feel me, its so lovely
This dream of life is here to stay.

A little bet of crazy
And heart that makes it good
A certainty of loving
When I look at you
I feel the one thing
That I never felt before
You become the one that
I adore

Hold me, love me and trust me
Thats all I want to hear you say
Kiss me, feel me, its so lovely
This dream of life is here to stay.

Take me to the places that you’ve been
I wanna know the faces that you seen
So this love can begin

A little Piece of me
A little piece of you.
A little taste of something
Thats so true.

Hold me, love me and trust me
Thats all I want to hear you say.
Kiss me, feel me, its so lovely
This dream of life is here to stay.

YouTube: http://www.youtube.com/watch?v=je4DFUanUQE

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O mal a evitar

A acusação do presidente da República de que a Imprensa “se comporta como um partido político” é obviamente extensiva a este jornal. Lula, que tem o mau hábito de perder a compostura quando é contrariado, tem também todo o direito de não estar gostando da cobertura que o Estado, como quase todos os órgãos de imprensa, tem dado à escandalosa deterioração moral do governo que preside. E muito menos lhe serão agradáveis as opiniões sobre esse assunto diariamente manifestadas nesta página editorial. Mas ele está enganado. Há uma enorme diferença entre “se comportar como um partido político” e tomar partido numa disputa eleitoral em que estão em jogo valores essenciais ao aprimoramento se não à própria sobrevivência da democracia neste país. 

Com todo o peso da responsabilidade à qual nunca se subtraiu em 135 anos de lutas, o Estado apoia a candidatura de José Serra à Presidência da República, e não apenas pelos méritos do candidato, por seu currículo exemplar de homem público e pelo que ele pode representar para a recondução do País ao desenvolvimento econômico e social pautado por valores éticos. O apoio deve-se também à convicção de que o candidato Serra é o que tem melhor possibilidade de evitar um grande mal para o País.

Efetivamente, não bastasse o embuste do “nunca antes”, agora o dono do PT passou a investir pesado na empulhação de que a Imprensa denuncia a corrupção que degrada seu governo por motivos partidários. O presidente Lula tem, como se vê, outro mau hábito: julgar os outros por si. Quem age em função de interesse partidário é quem se transformou de presidente de todos os brasileiros em chefe de uma facção que tanto mais sectária se torna quanto mais se apaixona pelo poder. É quem é o responsável pela invenção de uma candidata para representá-lo no pleito presidencial e, se eleita, segurar o lugar do chefão e garantir o bem-estar da companheirada. É sobre essa perspectiva tão grave e ameaçadora que os eleitores precisam refletir. O que estará em jogo, no dia 3 de outubro, não é apenas a continuidade de um projeto de crescimento econômico com a distribuição de dividendos sociais. Isso todos os candidatos prometem e têm condições de fazer. O que o eleitor decidirá de mais importante é se deixará a máquina do Estado nas mãos de quem trata o governo e o seu partido como se fossem uma coisa só, submetendo o interesse coletivo aos interesses de sua facção.

Não precisava ser assim. Luiz Inácio Lula da Silva está chegando ao final de seus dois mandatos com níveis de popularidade sem precedentes, alavancados por realizações das quais ele e todos os brasileiros podem se orgulhar, tanto no prosseguimento e aceleração da ingente tarefa – iniciada nos governos de Itamar Franco e Fernando Henrique – de promover o desenvolvimento econômico quanto na ampliação dos programas que têm permitido a incorporação de milhões de brasileiros a condições materiais de vida minimamente compatíveis com as exigências da dignidade humana. Sob esses aspectos o Brasil evoluiu e é hoje, sem sombra de dúvida, um país melhor. Mas essa é uma obra incompleta. Pior, uma construção que se desenvolveu paralelamente a tentativas quase sempre bem-sucedidas de desconstrução de um edifício institucional democrático historicamente frágil no Brasil, mas indispensável para a consolidação, em qualquer parte, de qualquer processo de desenvolvimento de que o homem seja sujeito e não mero objeto.

Se a política é a arte de aliar meios a fins, Lula e seu entorno primam pela escolha dos piores meios para atingir seu fim precípuo: manter-se no poder. Para isso vale tudo: alianças espúrias, corrupção dos agentes políticos, tráfico de influência, mistificação e, inclusive, o solapamento das instituições sobre as quais repousa a democracia – a começar pelo Congresso. E o que dizer da postura nada edificante de um chefe de Estado que despreza a liturgia que sua investidura exige e se entrega descontroladamente ao desmando e à autoglorificação? Este é o “cara”. Esta é a mentalidade que hipnotiza os brasileiros. Este é o grande mau exemplo que permite a qualquer um se perguntar: “Se ele pode ignorar as instituições e atropelar as leis, por que não eu?” Este é o mal a evitar.

Texto publicado na seção “Notas e Informações” da edição de 26/09/2010

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,editorial-o-mal-a-evitar,615255,0.htm

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A esposa de C. S. Lewis

O amor tem sempre o momento certo para acontecer do jeito certo. C. S. Lewis foi muito paciente com a expectativa que qualquer pessoa tem quanto a encontrar o amor de sua vida.

Ele era muito dedicado às atividades como professor e ocupou parte de sua vida (32 anos) cuidando da senhora Moore. Não teve filhos de sangue, mas gerou uma multidão de “filhos” – seguidores da mensagem de suas obras. E não ficou sozinho, nos últimos anos de vida conheceu o seu grande amor e realizou uma das mais belas histórias reais de amor já acontecidas.

Na década de 50, Lewis conheceu pessoalmente a escritora norte-americana Joy Davidman Gresham (ou Joy Gresham, por causa do primeiro marido), com a qual já se correspondia há algum tempo. Ela, que havia acabado de chegar à Inglaterra com seus dois filhos, David e Douglas, estava separada do marido alcoólatra e violento para tentar uma nova vida. Lewis tornou-se um grande amigo e amparo, inclusive se casando com ela no civil para que pudesse viver legalmente no país.

Pouco tempo depois, Joy foi internada reclamando de dores nos quadris. Constatou-se que se tratava de um câncer ósseo terminal.

A relação deles tomou novos rumos no período em que Lewis a acompanhou no hospital. O que era uma amizade se revelou outro tipo de amor e em dezembro de 1956, quando ele tinha 58 anos, realizaram o casamento religioso no próprio quarto de internação.

O câncer teve um período de recuo que propiciou ao casal viver em casa e inclusive fazer uma viagem pela Grécia e pelo Mar Egeu. Em 1960 houve uma recaída forte, que culminou no falecimento de Joy. O sofrimento causado pela perda de um amor tão recente redundou em um de seus últimos clássicos, Anatomia de uma Dor.

Lewis cuidou dos dois filhos de Joy até o final de sua vida, sendo que um deles, Douglas Gresham, é hoje um dos defensores de seu legado por meio dos livros e na produção da série As Crônicas de Nárnia para os cinemas.

Foram apenas quatro anos juntos e, depois de três anos da morte de Joy, Lewis faleceu. Era realmente uma história de amor, muito sofrida, mas intensa. Um período que trouxe grande felicidade e realização aos dois. E mais um exemplo para nós quanto aos caminhos que o amor pode percorrer.

A história da relação de Lewis com Joy foi adaptada por William Nicholson como filme para a emissora de TV BBC em 1983, com o título Shadowlands (Terra das Sombras). Em 1993 foi regravado para os cinemas com o mesmo título, dirigido por Richard Attenborough e interpretado por Anthony Hopkins (como C. S. Lewis). 

Sérgio Fernandes
Publicitário, criador do fã-clube Mundo Nárnia e escritor do livro Manual da Viagem do Peregrino da Alvorada. E-mail: falecom@sergiofernandes.com.br

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Poesia Matemática

Às folhas tantas
do livro matemático
um Quociente apaixonou-se
um dia
doidamente
por uma Incógnita.
Olhou-a com seu olhar inumerável
e viu-a do ápice à base
uma figura ímpar;
olhos rombóides, boca trapezóide,
corpo retangular, seios esferóides.
Fez de sua uma vida
paralela à dela
até que se encontraram
no infinito.
“Quem és tu?”, indagou ele
em ânsia radical.
“Sou a soma do quadrado dos catetos.
Mas pode me chamar de Hipotenusa.”
E de falarem descobriram que eram
(o que em aritmética corresponde
a almas irmãs)
primos entre si.
E assim se amaram
ao quadrado da velocidade da luz
numa sexta potenciação
traçando
ao sabor do momento
e da paixão
retas, curvas, círculos e linhas sinoidais
nos jardins da quarta dimensão.
Escandalizaram os ortodoxos das fórmulas euclidiana
e os exegetas do Universo Finito.
Romperam convenções newtonianas e pitagóricas.
E enfim resolveram se casar
constituir um lar,
mais que um lar,
um perpendicular.
Convidaram para padrinhos
o Poliedro e a Bissetriz.
E fizeram planos, equações e diagramas para o futuro
sonhando com uma felicidade
integral e diferencial.
E se casaram e tiveram uma secante e três cones
muito engraçadinhos.
E foram felizes
até aquele dia
em que tudo vira afinal
monotonia.
Foi então que surgiu
O Máximo Divisor Comum
freqüentador de círculos concêntricos,
viciosos.
Ofereceu-lhe, a ela,
uma grandeza absoluta
e reduziu-a a um denominador comum.
Ele, Quociente, percebeu
que com ela não formava mais um todo,
uma unidade.
Era o triângulo,
tanto chamado amoroso.
Desse problema ela era uma fração,
a mais ordinária.
Mas foi então que Einstein descobriu a Relatividade
e tudo que era espúrio passou a ser
moralidade
como aliás em qualquer
sociedade. 

Fonte: http://www.releituras.com/millor_poesia.asp

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Logo para 2014? Um problema..

Acho que nenhum personagem do rico folclore brasileiro poderia ser
mascote da copa de 2014. Quanto à fauna,um tucano também não seria
apropriado… haveria oposição!

Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/poucaspalavras/posts/2010/06/07/logo-para-2014-um-problema-297880.asp

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Enfrentando o pior vilão no Peregrino da Alvorada

A Viagem do Peregrino da Alvorada é o único dos sete livros de As Crônicas de Nárnia que não possui um vilão definido. Nas outras histórias havia feiticeiras e tiranos que precisavam ser vencidos pelos nossos heróis. Porém, essa ausência colocada por C. S. Lewis tem um objetivo: mostrar ao leitor um vilão que existe e está mais próximo do que imaginamos, talvez o mais forte de todos, aquele que nos trai frequentemente, ou seja, NÓS MESMOS. 

Diariamente enfrentamos em nossa consciência o conflito entre os sentimentos e a razão. Entre seguir pelos impulsos ou regrá-los pela inteligência. Nossos heróis travaram lutas contra suas vaidades, precisaram entender os seus limites e rever atitudes.

Eustáquio é o principal exemplo de transformação de conduta apresentado nessa aventura. O garoto precisou transformar-se “acidentalmente” em uma criatura abominável para que percebesse o quão abominável era a sua mesquinhez e egoísmo.
Caspian e Edmundo se desentenderam levados pela cobiça na Ilha Queimada, tiveram a sorte de Aslam aparecer e os livrar do encantamento.

Bem próximo ao final da história, mesmo com tantas aventuras, Caspian queria mais e precisou deixar as suas vontades para retornar ao seu reino, ele tinha uma boa intenção em querer seguir para o Fim do Mundo, mas nem tudo o que queremos, mesmo sendo bom, é o que deve ser feito.

Eustáquio teve uma história diferente com Nárnia, ele não foi para cumprir uma profecia e travar uma luta contra Jadis como foi com os Pevensie. Aslam o levou para que aprendesse, para que fosse transformado e depois voltasse, em A Cadeira de Prata, como um herói.

Sérgio Fernandes
Publicitário, criador do fã-clube Mundo Nárnia
e escritor do livro Manual da Viagem do Peregrino da Alvorada.
E-mail: falecom@sergiofernandes.com.br
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Os que ficaram em nosso mundo

A família Pevensie

Lúcia, Edmundo, Susana e Pedro aparecem no livro O Leão, a Feiticeira e
o Guarda-roupa sem um sobrenome. Somente depois de se passarem dois
livros, em A Viagem do Peregrino da Alvorada é que aparece o sobrenome
Pevensie.

Pevensey é o nome de um local na costa sudoeste da Inglaterra, com
um castelo medieval por onde passaram importantes personagens da
história inglesa.

Em A Viagem do Peregrino da Alvorada o Sr. Pevensie, pai de nossos
heróis, havia conseguido uma vaga como professor nos Estados Unidos,
durante quatro meses, e levou a esposa e a filha Susana. Pedro estava
com o professor Kirke. Lúcia e Edmundo ficam hospedados na casa dos
tios.

Susana Pevensie é a segunda filha da família Pevensie. É
apenas citada em A Viagem do Peregrino da Alvorada. Ela viveu com seus
irmãos duas aventuras em Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa
e Príncipe Caspian, e, por causa da idade, não voltaria a Nárnia com
seu irmão Pedro.

Pedro Pevensie é o irmão mais velho. Assim como Susana,
Pedro é apenas citado em A Viagem do Peregrino da Alvorada e não
participa da aventura com seus irmãos. Estava se preparando para um
exame e tendo aulas particulares com o professor Kirke.

Professor Kirke

Foi o primeiro humano, junto com a garota Polly Plummer, a chegar em
Nárnia. Digory Kirke aparece na história da criação de Nárnia, em O
Sobrinho do Mago, e depois de adulto é quem acolhe os irmãos Pevensie
durante a Guerra. Um guarda-roupa que fez com o tronco de uma macieira
nascida de uma semente das terras de Nárnia foi o portal de entrada
para Lúcia, Edmundo, Susana e Pedro na aventura de O Leão, a Feiticeira
e o Guarda-roupa. Em A Viagem do Peregrino da Alvorada é apenas citado,
não mora mais em uma mansão no interior, mas em um chalé, e auxilia
Pedro como professor particular.

O nome do personagem e algumas de suas características foram montados
em homenagem ao professor particular de Lewis na adolescência, William
Kirkpatrick.

Tios Alberta e Arnaldo

Pais de Eustáquio Mísero e tios dos irmãos Pevensie. São apenas citados
em A Viagem do Peregrino da Alvorada. Descritos como pessoas modernas,
de ideias abertas e vegetarianos.

Margarida e Ana

Amigas de Lúcia que foram visualizadas por ela enquanto folheava o livro de mágicas de Coriakin.

Visite MundoNarnia.com em: http://meu.mundonarnia.com/?xg_source=msg_mes_network
 

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Onde está a paz do herói de Nárnia

Da invasão de Nárnia pelos telmarinos (em 1998 – ano de Nárnia) até a sua
libertação (em 2303), o povo narniano sofreu por 305 anos escondidos na
floresta. Príncipe Caspian foi quem se uniu aos irmãos Pevensies para restituir
o reino. Foi uma estratégia difícil, mas a paz voltou a Nárnia por meio daquele
que tinha o mesmo sangue dos seus invasores.

Caspian foi educado pelo
doutor Cornelius enquanto ele ainda estava aos cuidados do tio. Aprendeu às
escondidas como ser um rei virtuoso e a respeitar a tradição da antiga Nárnia.
Seu mestre era tão sábio que pôde perceber que naquele garoto, do povo inimigo,
havia um espírito heróico que libertaria os narnianos.

Depois que venceu
o seu tio e reorganizou o país, Caspian não se acomodou. Fez um voto à Aslam e a
si mesmo de que encontraria os sete lordes dos tempos de seu pai que haviam sido
banidos de Nárnia por Miraz. O reino estava em paz, mas o seu rei queria ir até
o fim quanto às possibilidades de aventura.

A história do Peregrino da
Alvorada poderia ser chamada então de “A Odisséia de Caspian”. Não seria um erro
avaliar a história do livro Príncipe Caspian como de transição a tudo o que iria
acontecer a partir da viagem do navio Peregrino da Alvorada e, depois, em A
Cadeira de Prata.

O espírito heróico de Caspian lhe impulsionava tanto
que o próprio Aslam precisou aparecer a ele no final da aventura para dizer, em
outras palavras, “chega, você já foi longe o bastante!”. Não era uma advertência
negativa, Aslam queria que Caspian entendesse que o herói devia naquele momento
dar espaço ao rei, pois o seu povo precisava dele.

As histórias de Nárnia
são cheias desse modelo de herói:

* Digory Kirke: que vai com o cavalo alado Pluma (antes chamado Morango)
buscar a semente para plantar em Nárnia e enfrenta a tentação de Jadis (O
Sobrinho do Mago);
* Pedro: que cria coragem para estar à frente da batalha contra Jadis (O Leão,
a Feiticeira e o Guarda-roupa) e depois, enfrenta Miraz em um duelo (Príncipe
Caspian);
* Shasta e Aravis: que fogem da Calormânia e ajudam Nárnia a se livrar de um
plano terrível (O Cavalo e o seu Menino);
* Ripchip: que se oferece para atravessar com os ratos o portal para o nosso
mundo (Príncipe Caspian) e depois, se oferece para ir ao País de Aslam (A Viagem
do Peregrino da Alvorada);
* Rilian: que persegue a serpente verde que matou sua mãe (A Cadeira de
Prata);
* E muitos outros…

Tal modelo possui as virtudes de perseverança,
ousadia e muito desejo por aventura. Digamos que chegam a ser
teimosos…

Como “água parada dá dengue”, temos muito a agradecer a esses
teimosos que geraram tantas aventuras para Nárnia. Ripchip que o diga, o ratinho
era uma verdadeiro gigante em coragem e ousadia. E se Caspian tivesse se
acomodado com o reino que estava em paz, as ilhas de Extremo Oriente
permaneceriam desconhecidas por nós.

Gostei muito de ver no trailer do
filme A Viagem do Peregrino da Alvorada a cena onde Edmundo tenta alistar-se no
exército. Foi liberdade criativa da produção, mas transmitiu bem esse espírito
heróico de Nárnia. Ele queria viver mais desafios, não estava satisfeito com a
vida monótona que estava vivendo.

Quem é rei de Nárnia e viveu grandes
batalhas, tem essa força que motiva a querer novos desafios.

A paz do
herói acontece em seu coração, mas sempre há o que se descobrir e se
conquistar!

Link original deste artigo: http://www.mundonarnia.com/portal/onde-esta-a-paz-do-heroi-de-narnia.html

Sérgio
Fernandes
Publicitário, criador do fã-clube Mundo Nárnia e escritor do
livro Manual da Viagem do Peregrino da Alvorada.
E-mail: falecom@sergiofernandes.com.br

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Mussarela ou muçarela?

“Em
recente concurso, indagou-se qual a forma correta em português para
aquele famoso queijo napolitano de leite de búfala ou de vaca, que se
talha com uma espécie de fungo conhecido por mozze no dialeto napolitano.

 

A
primeira observação a ser feita é que, em nosso idioma, a autoridade
oficial para dizer quais vocábulos pertencem ao vernáculo ou não é o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, uma espécie de dicionário que lista as palavras reconhecidas oficialmente como pertencentes à língua portuguesa, bem como lhes fornece a grafia oficial, mas normalmente não lhe dá o significado.

 

É ele elaborado pela Academia Brasileira de Letras, que tem a responsabilidade legal de editá-lo, em cumprimento à vetusta Lei Eduardo Ramos, de n. 726, de 8 de dezembro de 1900.

 

Por
isso, dizer que tal ou qual dicionarista registra ou não registra
determinada forma não resolve a questão nesse campo, uma vez que a
palavra oficial não está com eles, mas com o VOLP;
este, sim, é que diz oficialmente o que se deve acatar nessa esfera. Ou
seja: por mais abalizados que sejam dicionaristas como Houaiss ou
Aurélio, eles não são a autoridade oficial nesse campo.

 

Uma
segunda observação é que, se há palavras vernáculas, isso significa que
o vocábulo já sofreu aportuguesamento, de modo que, então, normalmente
não mais se emprega o termo tal como escrito no idioma original, a não
ser que haja expressa permissão do próprio VOLP.

 

Feitas essas ponderações, uma consulta do VOLP vai demonstrar que lá não se encontram as seguintes grafias: moçarela, morzarela, mossarela, mozzarela, murzarela, mussarela, muzzarela.

 

São apontadas, todavia, como formas corretas, em mesmo local, mozarela, muçarela e muzarela.1

 

Esclareça-se que o que se tem, nesse campo da grafia, em última análise, é uma lei: a Academia Brasileira de Letras tem a delegação legal para elaborar o rol dos vocábulos oficialmente existentes em nosso idioma, e o faz por intermédio do VOLP, de
modo que qualquer discussão que se queira travar sobre a questão haverá
de situar-se no plano científico. Não está, porém, no alvedrio de quem
quer que seja adotar uma grafia não consagrada por ela, de modo que
grafar diferentemente da determinação oficial será, em última análise,
descumprir a lei.

 

Resolvida a consulta, quero, neste final, fazer três observações:

I)
– se fosse submetido a tal exame, no qual a questão foi formulada, eu
também erraria, pois ninguém sabe qual a grafia oficial de todos os
vocábulos em nosso idioma;

 

II)
– uma questão como essa não verifica o real conhecimento que um
candidato tem do uso do idioma, nem mesmo se sabe manejá-lo
adequadamente;

 

III)
– bem por isso, um teste como esse não atinge o alvo nem seleciona, de
modo efetivo, candidatos aptos para cargo nenhum, nem mesmo se
estiverem buscando um pizzaiolo ou um garçom.”

 

 

 

A leitora Marisa Galvão Klemm, do escritório Franchi Consultores, envia ao Dr. José Maria da Costa a seguinte indagação:

“Boa tarde. Gostaria que o ilustre profissional e mestre de Gramatigalhas comentasse e publicasse para os leitores sobre o assunto a seguir mencionado:

‘MUÇARELA vira polêmica em concurso

Pelo menos 50 candidatos entram com recurso para questionar a prova; grafia com ‘ss’ é a mais usada, mas está errada

Felipe Ferraz/Agência BOM DIA

Uma
questão no concurso público da Prefeitura de Jundiaí para o cargo de
educador social levantou uma polêmica gramatical na cidade: o correto é
“mussarela” ou “muçarela”? A pergunta pedia para o candidato assinalar
a frase que estava correta. A resposta certa era a que “o atacante
Ronaldo, 1,83 metro, 94,7 quilos é incapaz de resistir a uma pizza de
muçarela”. Segundo o teste, a grafia correta do tipo de queijo é com
“ç”, o que causou estranheza e revolta em alguns candidatos. Pelo menos
50 participantes entraram com recurso na prefeitura para reclamar dessa
e de outras questões da prova. Esse material deverá ser enviado à
Vunesp (Vestibular da Universidade Estadual Paulista), responsável pelo
exame realizado dia 3. Mas, as queixas provavelmente serão em vão.
Segundo o Volp (Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa), o
oficial da língua, a palavra só pode ser escrita como “muçarela”,
“mozarela” ou “muzarela”. Autor do livro “Gramática do Português Culto
Falado no Brasil” e professor de língua portuguesa da USP (Universidade
de São Paulo), Ataliba Castilho estranhou a grafia da palavra com “ç”.
“Eu mesmo achei que fosse com ‘ss’. Sempre escrevi e li desse jeito.
Estou surpreso”, disse. O professor fez questão de consultar o
dicionário “Houaiss” para constatar que sua antiga “mussarela” estava
errada. Para ele, a confusão é comum devido a origem da palavra. “Em
italiano, ela é escrita mozzarella, com ‘zz’, por isso as pessoas
costumam traduzir do jeito mais próximo ao cotidiano, mas a palavra já
foi aportuguesada”, disse. Castilho deu exemplo da palavra pizza, que,
diferente do queijo, ainda segue sendo escrita da forma original em
italiano. Poucos entendem tanto de queijo quanto Severino do Ramo
Santos Soares, 33 anos. Há 15 anos ele trabalha como pizzaiolo e
manuseia cerca de 40 quilos de muçarela por dia. “Nunca tinha ouvido
falar que é com ‘ç’. Nos cardápios dos lugares em que trabalhei sempre
estava com ‘ss’ e, graças à Deus, nunca ninguém reclamou. Nem da
gramática, nem do gosto da minha muçarela”, brincou. O gerente do
restaurante Vesúvio Rogério Antônio Fuziger, 34, também estranhou a
forma correta. Em sua pizzaria, o cardápio informa “mussarela”, do
jeito considerado errado. “Ninguém nunca falou nada. Até poderia mudar
e colocar com ‘ç’, mas acho que aí sim o pessoal iria reclamar”,
disse’.”

Fonte: http://www.migalhas.com.br/Gramatigalhas/10,MI31769,31047-Mozarela?+Mucarela?

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A mensagem cristã em A Viagem do Peregrino da Alvorada

C. S. Lewis incluiu em As Crônicas de Nárnia referências a diversas
histórias bíblicas, além, é claro, de construir os valores éticos e
morais com base em sua formação cristã. Ele criou personagens e alinhou
fatos que mostram claramente um interesse em falar de suas convicções.

Uma metáfora interessante ao Antigo Testamento em A Viagem do Peregrino
da Alvorada foi Ripchip ter se tornado para a história de Nárnia o que
foi Elias (1 Reis 17ss) para a Bíblia: possivelmente o único ser a
entrar no País de Aslam sem antes ter morrido. Elias também não morreu, a
Bíblia conta que foi levado por uma carruagem de fogo (2 Reis 2).

A mudança de caráter, já tratada por Lewis com Edmundo em O Leão, a
Feiticeira e o Guarda-roupa, é mais uma vez explorada com a história de
Eustáquio. Ela se aproxima do caminho de conversão ditada pelo Novo
Testamento, a partir de João Batista (Lucas 3). Eustáquio transformou-se
em um dragão “acidentalmente” ao tentar buscar o seu prazer indo
descansar escondido, sem pensar nos outros. João Batista pregava a
conversão pela caridade — em seus discursos até chamava as pessoas de
“raça de víboras” — e o sinal de conversão pública era o batismo. A cura
do garoto aconteceu pela intervenção de Aslam, que pediu que ele
passasse por um ritual — um batismo — para tirar a pele de dragão.
Eustáquio também lembra a história de Paulo de Tarso (Atos dos
Apóstolos, 9) que era um grande perseguidor dos cristãos e se converteu
após um encontro sobrenatural com Jesus, que lhe deixou cego, e precisou
da ajuda de um dos discípulos para ser curado. O garoto odiava Nárnia e
converteu-se em um dos heróis daquele mundo, com papel importante na
história de A Cadeira de Prata.

Ao falar em personagens, entretanto, o primeiro e mais importante a ser
lembrado é o leão Aslam. Não se pode negar que a forma como é incluído
nas histórias o coloca como a figura de Jesus Cristo. Ele é o redentor e
possui características de um ser divino: onipotente, onisciente e
onipresente. Vale lembrar que Lewis não o havia incluído no primeiro
esboço do livro O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa — foi a criação
deste personagem que trouxe alinhamento à história e o colocou como o
interventor para a solução dos dramas vividos em cada livro. Ele é o
único a aparecer nos sete livros da série.

Em A Viagem do Peregrino da Alvorada ele volta a aparecer em momentos
importantes, intervindo em alguma situação de socorro para a missão de
Caspian X. Sua presença é como luz que clareia a inteligência, como
aconteceu quando estavam enfeitiçados pela ganância na Ilha da Água da
Morte, quando lhes indicou a saída da Ilha Negra e quando avisou a
Caspian que não poderia abdicar do trono.

Dessa maneira particular de Aslam aparecer, em Príncipe Caspian Lúcia
descobre o dom de vê-lo enquanto os outros, transtornados pelas
tribulações, não conseguem. É uma situação muito parecida com a
narrativa bíblica sobre os fatos que ocorreram após a morte de Jesus,
quando os seus discípulos temiam o futuro do grupo. Jesus que não estava
mais morto, havia ressuscitado e apareceu primeiro à Maria Madalena
(Marcos 16,9). Em A Viagem do Peregrino da Alvorada as visões de Lúcia
acontecem com mais frequência.

A história da ressurreição de Jesus também é lembrada com a aparição
final de Aslam a Lúcia e Edmundo, como cordeiro. Ele os convidou a comer
e já tinha preparado sobre a relva uma fogueira com peixe. As crianças
não reconheceram que se tratava de Aslam e iniciaram um diálogo com o
cordeiro até que ele se revelou. Pedro, Tomé e Natanael (na história
contada na Bíbia em João 21) saíram para pescar, após dias reclusos com
medo, e encontraram Jesus na praia. Ele também os convidou a comer e
tinha preparado uma fogueira com peixe, só depois eles conseguem
perceber que era Ele.

O diálogo de despedida das crianças com Aslam define bem quem ele é e
qual seria o propósito de As Crônicas de Nárnia. Lúcia reclama que não
poderiam viver sem vê-lo e Aslam lhes consola dizendo que eles haveriam
de reencontrá-lo em seu mundo e diz: “Estou. Mas tenho outro nome. Têm
de aprender a conhecer-me por esse nome. Foi por isso que os levei a
Nárnia, para que, conhecendo-me um pouco, venham a conhecer-me melhor”.
Deste trecho podemos interpretar o caráter simbólico da série para o
ensino e interpretação da mensagem cristã.

(Trecho do livro
Manual da Viagem do Peregrino da Alvorada)

Sérgio Fernandes

Publicitário, criador do fã-clube Mundo Nárnia e escritor do livro Manual da Viagem do Peregrino da Alvorada. E-mail: falecom@sergiofernandes.com.br

3 comentários »

Psicroestesia

Psicroestesia (do grego: psykhros = frio + do grego : aisthesis = sensação) falsa sensação de frio em alguma parte do corpo [1]. Uma parte do corpo dá a impressão de frio, embora esteja quente. 

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Psicroestesia

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Detector de movimentos com webcam

  1. Launch Dorgem and select your Webcam from the Camera selection drop-down list.
  2. security web cam dorgem
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  3. Click the Preview button to display the view your webcam has. Physically adjust the camera to face the area you want to monitor.
  4. security web cam dorgem

    security web cam dorgem

  5. Click the Source button and make any adjustments to the Brightness, Contrast and/or other settings. Click OK when you’re happy with the results.
  6. security web cam dorgem
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  7. Click the Options button
  8. security web cam dorgem
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  9. Place a check in the box labeled Use motion detection.
    Certain Webcams (most often Labtec) can require Dorgem to “reconnect”
    after a certain period of no motion being detected. For now leave this
    box unchecked. If you notice that your Webcam isn’t capturing any images
    even though it should have, revisit this section and place a check in
    the box. It should be noted that if you do need to use this setting,
    your cam will likely take a picture every time Dorgem “reconnects” to
    it, so try using 5 minute (or higher) intervals. Otherwise you’ll end
    out with a LOT of pictures, most of which won’t have captured actual
    “motion”.
  10. security web cam dorgem
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  11. Click OK after you have enabled motion detection
    to return to the main Dorgem window. Now you’ll need to create a
    ‘profile’ – which Dorgem refers to as Storage events. Click the Store settings button to create an event.
  12. security web cam dorgem
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  13. Choose File and click OK (adding an FTP event is covered in the Advanced section, set a local file first to make sure everything works)
  14. security web cam dorgem

  15. Enter a Name: for this event, make sure Enable
    is checked, and then set an interval. Since you’ll be using motion
    detection, you probably want to capture images fairly “closely together”
    – so try 1 or 2 seconds. If you know for certain that this camera will
    detect a lot of motion (your camera faces an area with a lot of
    movement) you may want to set this somewhat higher. This setting can
    always be changed later, so experiment a bit. Click the … button next to Filename:
  16. security web cam dorgem
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  17. Here you’ll be setting the folder to save images to, and the actual
    filename for each image. Dorgem allows special characters in file names
    so that each name is unique (otherwise each time your camera detected
    motion it would take a picture and over-write the previous one).
    Somewhere in the file name, enter the characters %g – which will give
    your file name a time-stamp. If you use %G in the file name, it will
    also add the current year.
    Because my camera is taking pictures of movement on my patio, I named the file patio-camera%G%g.
    This results with images being saved as patio-camera20060926165001.jpg.
    Broken down that’s patio-camera – the current year – the current month,
    day, hour, minute and second. Click Save after you’ve selected a folder and file name.

     

    security web cam dorgem
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  18. Click OK
  19. security web cam dorgem
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  20. Click Close to return to the main Dorgem widow
  21. security web cam dorgem
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  22. Wave your hand in front of the camera. Or throw something within
    its view. Jump around in front of it like an idiot. If everything was
    set correctly, you should now have some images in the folder you
    specified. Go take a look..
  23. moron

  24. If it didn’t work, start again at step 3 and double-check
    everything. The built-in Help file included with Dorgem is actually
    pretty helpful – use it for troubleshooting. Feel free to leave a
    comment below and include as much info as possible and I’ll try to help
    as well.

O programa se encontra no link abaixo, que leva para o JotaPêAh! SkyDrive

Multiple Webcams

If you can get more than one Webcam to work in Windows (not always an
easy task, esp. if they’re Labtec), Dorgem can support them all. You
don’t need to install another copy of Dorgem, but you do need to start
each instance differently. To do so, follow the steps below..

  1. Right-click on your current Dorgem desktop icon and select Create Shortcut
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  3. You should see a new Dorgem (2) icon on your desktop – right-click on it this time, and choose Properties
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  5. Make sure the Shortcut tab is selected, and change the Target: to:
    “C:Program FilesDorgemDorgem.exe” /c:cam2

    If you installed Dorgem to somewhere other than the default location, make the appropriate changes.

    security web cam dorgem
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  6. Click Apply and then to return to your desktop. Double-click the Dorgem (2) icon. When it launches, notice that it’s titled Dorgem (cam2). Repeat the same steps you did for the first camera (though choose a different file name to save the image as).
  7. security web cam dorgem
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Sending pictures to a remote location (FTP)

If you’re using this as a personal security system for your
residence, you may want to store the files off-site, in case someone
steals your computer (rendering your security totally useless). To do
so, follow these steps.. (note: you’ll need an FTP account – check to
see if your ISP provides one for you, eg. Personal Web Space/storage).

  1. Click the Store settings button and then click Add.
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  3. This time select FTP and then click OK
  4. security web cam dorgem

  5. Enter in the required information. The file name can use special
    characters (see step 11 in the first How part of this tutorial). You may
    have to experiment with some of these settings. For example, I have to
    use Passive mode because of the way my home network is set up. You may not. Click OKwhen all of the required info has been entered.
  6. security web cam dorgem
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  7. Wave your hand in front of the webcam (or throw something through its field of view). Check your FTP site and you should see a new file (or files) there. Note: when I have both save to my local hard drive
    and save to FTP enabled, only one works. You may need to disable the
    local copy if you want FTP to work. If you figure out a way for both to
    work, by all means let me know.

 

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Sete coisas que você precisa saber sobre Aslam

Hoje a mensagem do dia traz a você uma lista de informações essenciais sobre o
nosso querido leão Aslam:

(1) Aslam é o único personagem a participar dos
sete livros, porém não foi o primeiro a ser criado. C. S. Lewis certa vez
comentou sobre como surgiu a ideia para criar Aslam: “Eu não sei de onde veio o
Leão ou a que veio, mas uma vez que estava lá, ele puxou consigo toda a
história”.

(2) O Grande Leão não é o governante de Nárnia, sua presença
está num nível superior. O reinado fica por conta dos Filhos de Adão e das
Filhas de Eva (humanos que ele mesmo escolhe).

(3) “Então ele é um tipo
de deus?!” — você pode perguntar. Aslam possui características sobrenaturais – é
um ser divino. Aparece sempre nos momentos mais dramáticos para ajudar as
crianças e os narnianos. E ele também possui um pai, o Imperador de Além Mar.
Essa figura não aparece em nenhuma história, apenas é citado e reverenciado. Em
uma interpretação cristã, Aslam seria o Cristo (chamado na Bíblia também como o
Filho de Deus) e o Imperador de Além Mar seria Deus Pai.

(4) No livro O
Sobrinho do Mago é Aslam quem cria Nárnia e suas criaturas, também é quem a
destrói, em A Última Batalha, e leva todos para o País de Aslam.

(5) Em A
Viagem do Peregrino da Alvorada sua intervenção não é diferente e ele aparece em
diversos momentos e formas:
– para curar Eustáquio da maldição que o tornou
um dragão;
– para quebrar o encanto da Ilha da Água da Morte;
– junto ao
“Feitiço para tornar visíveis as coisas ocultas”;
– como um albatroz para
guiar o navio para longe da Ilha Negra;
– no camarote de Caspian para chamar
a atenção dele quanto à responsabilidade que tinha em seu reino;
– e como um
cordeiro, no final da história.

(6) “Aslan” é uma palavra turca que
significa leão e era usada no nome de alguns reis, nas dinastias Seljúcida e
Otomana. Na Bíblia, Jesus é chamado Leão da tribo de Judá, referenciando sua
soberania sobre os povos.

(7) O leão é também símbolo de força para os
babilônicos e representado em sua arte de forma alada, com asas. Também muito
utilizado na arte heráldica, da simbologia dos brasões, como ícone de força,
coragem e nobresa.

Visite MundoNarnia.com em: http://meu.mundonarnia.com/?xg_source=msg_mes_network

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Muitíssimas origens e definições

À beça 

No Rio imperial, havia um comerciante rico
chamado Abessa, que adorava ostentar roupas de luxo. Quando alguém
aparecia fazendo o mesmo, dizia-se que ele estava se vestindo à Abessa,
ou seja, como o comerciante.

A dar com pau

O substantivo “pau” figura em várias expressões
brasileiras. Esta expressão teve origem nos navios negreiros. Os negros
capturados preferiam morrer durante a travessia e, para isso, deixavam
de comer. Então, criou-se o “pau de comer” que era atravessado na boca
dos escravos e os marinheiros jogavam sapa e angu para o estômago dos
infelizes, a dar com o pau. O povo incorporou a expressão.

A vaca foi para o brejo

Quando a seca é mais violenta, os animais começam a procurar os
brejos, regiões que permanecem alagadas por mais tempo. É sinal de que
a situação piorou.

Abraço de tamanduá

O tamanduá, quando percebe algum perigo, se
deita de barriga para cima e abre seus braços. O inimigo, ao se
aproximar, é surpreendido por um forte abraço, que o esmaga. Daí, ser
o”abraço de tamanduá” qualquer atitude falsa, deslealdade, traição.

Afogar o ganso

No passado, os chineses costumavam satisfazer as
suas necessidades sexuais com gansos. Pouco antes de ejacularem, os
homens afundavam a cabeça da ave na água, para poderem sentir os
espasmos anais da vítima.

Amor Platônico

Platão era aluno de Sócrates. Tentando entender
o motivo pelo qual seu grande mestre havia se matado, ele propõe a
existência de dois mundos: Um chamado mundo sensível, aquele que você
percebe com os cinco sentidos, e outro chamado mundo inteligível, que
você só pode perceber com a inteligência, a mente. O mundo sensível é
apenas um reflexo do que há de bom no mundo inteligível. O amor
perfeito só existe na mente das pessoas, mas o amor real (que se toca,
se vive) pode ter falhas. Por isso, quem não vive o amor real, fica só
na imaginação, vive um Amor Platônico.

Andar à toa

Toa é a corda com que uma embarcação reboca a
outra. Um navio que está “à toa” é o que não tem leme nem rumo, indo
para onde o navio que o reboca determinar. Andar sem destino,
despreocupado, passando o tempo.

Arroz de festa

Assim são chamadas aquelas pessoas que não
perdem uma festa por nada, tendo ou não sido convidadas pra mesma. A
origem dessa expressão talvez advenha do costume de se jogar arroz em
recém casados. Mas o mais provável é que ela tenha surgido devido a uma
antiga tradição portuguesa. Nas festas e comemorações das tradicionais
famílias portuguesas nunca faltava uma sobremesa feita com arroz,
leite, açúcar e algumas especiarias (arroz doce) e que era conhecida,
na época, como “arroz de festa”.

Baderna

Uma bailarina de nome Marietta Baderna fazia
muito sucesso no Teatro Alla Scalla, de Milão. Ao apresentar-se no
Brasil, em 1851, causou frisson entre seus fãs, logo apelidados de “os
badernas”. O sobrenome da artista, de comportamento liberal demais para
os padrões da época, deu origem ao termo que significa confusão,
bagunça.

Caiu no conto do vigário

Uma imagem de Nossa Senhora dos Passos foi doada
pelos espanhóis para Ouro Preto e começou a ser disputada pelos padres
de duas igrejas: a de N. Sra. de Pilar e a de N. Sra. da Conceição. O
padre de Pilar sugeriu, então, que a imagem fosse colocada em cima de
um burro, no meio do caminho entre as duas igrejas. O rumo que o animal
tomasse, decidiria quem ficaria com a imagem. Quando foi solto, o burro
se dirigiu para a igreja de Pilar. Mais tarde, soube-se que ele
pertencia ao padre de lá; logicamente sabia o caminho a seguir.

Calcanhar de Aquiles

De acordo com a mitologia grega, Tétis, mãe de
Aquiles, a fim de tornar seu Filho indestrutível, mergulhou-o num lago
mágico, segurando-o pelo calcanhar. Na Guerra de Tróia, Aquiles foi
atingido na única parte de seu corpo que não tinha proteção: o
calcanhar. Portanto, o ponto fraco de uma pessoa é conhecido como
calcanhar de Aquiles.

Casa da Mãe Joana

Na época do Brasil Império, mais especificamente
durante a minoridade do Dom Pedro II, os homens que realmente mandavam
no país costumavam se encontrar num prostíbulo do Rio de Janeiro, cuja
proprietária se chamava Joana. Como esses homens mandavam e desmandavam
no país, a frase “casa da mãe Joana” ficou conhecida como sinônimo de
lugar em que ninguém manda.

Chorar as pitangas

Pitangas são frutinhas vermelhas cultivadas e
apreciadas em todo o país, principalmente nas regiões norte e nordeste.
A palavra pitanga deriva de pyrang, que em tupi guarani significa
vermelho. Sendo assim a provável relação da fruta com o pranto vem do
fato de os olhos ficarem vermelhos, parecendo duas pitangas, quando se
chora muito.

Dar com os Burros N’Água

A expressão surgiu no período do Brasil
colonial, onde tropeiros que escoavam a produção de ouro, cacau e café,
precisavam ir da região Sul à Sudeste sobre burros e mulas. O fato era
que muitas vezes esses burros, devido à falta de estradas adequadas,
passavam por caminhos muito difíceis e regiões alagadas, onde os burros
morriam afogados. Daí em diante o termo passou a ser usado para se
referir a alguém que faz um grande esforço pra conseguir algum feito e
não consegue ter sucesso naquilo.

Disputar a negra

Os senhores do séc. XVIII, quando jogavam, o
troféu era, quase sempre, uma negra escrava. O termo é usado até hoje
em “peladas” e “rachas” de futebol.

Erro Crasso

Na Roma antiga havia o Triunvirato: o poder dos
generais era dividido por três pessoas. No primeiro destes
Triunviratos, tínhamos: Caio Júlio, Pompeu e Crasso. Este último foi
incumbido de atacar um pequeno povo chamado Partos. Confiante em sua
vitória, resolveu abandonar todas as formações e técnicas romanas e
simplesmente atacar. Ainda por cima, escolheu um caminho estreito e de
pouca visibilidade. Os partos, mesmo em menor número, conseguiram
vencer os romanos, sendo o general que liderava as tropas um dos
primeiros que caíram. Desde então, sempre que alguém tem tudo para
acertar, mas comete um erro estúpido, chamamos de “Erro Crasso”.

Ficar a Ver Navios

Dom Sebastião, rei de Portugal, havia morrido na
batalha de Alcácer-Quibir, mas seu corpo nunca foi encontrado. Por esse
motivo, o povo português se recusava a acreditar na morte do monarca.
Era comum as pessoas visitarem o Alto de Santa Catarina, em Lisboa,
para esperar pelo rei. Como ele não voltou, o povo ficava a ver navios.

Lágrimas de crocodilo

Os animais que vivem em água salgada, como focas
e crocodilos, ajudam a eliminar o excesso de sal do corpo vertendo água
salgada pelos olhos, pressionando o céu da boca com a língua. Ele chora
enquanto devora suas vítimas.

Motorista Barbeiro

– Nossa, que cara mais barbeiro!
No século
XIX, os barbeiros faziam não somente os serviços de corte de cabelo e
barba mas, também, tiravam dentes, cortavam calos, etc… E por não
serem profissionais, seus serviços mal feitos geravam marcas. A partir
daí, desde o século XX, todo serviço mal feito era atribuído ao
barbeiro, pela expressão “coisa de barbeiro”. Esse termo veio de
Portugal, contudo a associação de “motorista barbeiro”, ou seja, um mau
motorista, é tipicamente brasileira.

Não Entendo Patavinas

Os portugueses encontravam uma enorme
dificuldade de entender o que falavam os frades italianos patavinos,
originários de Pádua, ou Padova, sendo assim, não entender patavina
significa não entender nada.

OK

A expressão inglesa “OK” (okay), que é
mundialmente conhecida pra significar algo que está tudo bem, teve sua
origem na Guerra da Secessão, nos EUA. Durante a guerra, quando os
soldados voltavam para as bases sem nenhuma morte entre a tropa,
escreviam numa placa “0 killed” (nenhum morto), expressando sua grande
satisfação. Daí surgiu o termo “OK”.

Pensando na Morte da Bezerra

A história mais aceitável para explicar a origem
do termo é proveniente das tradições hebráicas, onde os bezerros eram
sacrificados para Deus como forma de redenção de pecados. Um filho do
rei Absalão tinha grande apego a uma bezerra que foi sacrificada.
Assim, após o animal morrer, ele ficou se lamentando e pensando na
morte da bezerra. Após alguns meses o garoto morreu.

Pessoa Maquiavélica

Nicolau Maquiavel foi um autor do século XV.
Entre suas obras, encontra-se um livro chamado “O Príncipe”, uma
espécie de manual de como um governante pode controlar o povo. A
principal característica do livro era “O fim justifica os meios”; ou
seja, se seu objetivo é bom, não há problema em fazer coisas más para
concretizá-lo. Matar pode ser errado, mas matar um assassino com o
objetivo de salvar várias outras vidas, seria justificável. Maquiavel
gera duas expressões: “Pessoa Maquiavélica”, que significa “sem
escrúpulos”, e “plano maquiavélico”, que significa “aquele que não
falha nunca”.

Quem não tem cão, caça com gato

Na verdade, a expressão, com o passar dos anos,
se adulterou. Inicialmente se dizia “quem não tem cão caça como gato”,
ou seja, se esgueirando, astutamente, traiçoeiramente, como fazem os
gatos.

Santo do Pau Oco

Durante o século XVII, as esculturas de santos
que vinham de Portugal eram feitas de madeira. A expressão surgiu
porque muitas delas chegavam ao Brasil recheadas de dinheiro falso. No
ciclo do ouro, os contrabandistas costumavam enganar a fiscalização
recheando os santos ocos com ouro em pó. No auge da mineração, os
impostos cobrados pelo rei de Portugal eram muito elevados. Para
escapar do tributo, os donos de minas e os grandes senhores de terras
da colônia colocavam parte de suas riquezas no interior de imagens ocas
de santos. Algumas, normalmente as maiores, eram enviadas a parentes de
outras províncias e até de Portugal como se fossem presentes.

Tirar o Cavalo da Chuva

– Pode ir tirando seu cavalinho da chuva porque não vou deixar você sair hoje!
No
século XIX, quando uma visita iria ser breve, ela deixava o cavalo ao
relento em frente à casa do anfitrião e, se fosse demorar, colocava o
cavalo nos fundos da casa, em um lugar protegido da chuva e do sol.
Contudo, o convidado só poderia pôr o animal protegido da chuva se o
anfitrião percebesse que a visita estava boa e dissesse: “pode tirar o
cavalo da chuva”. Depois disso, a expressão passou a significar a
desistência de alguma coisa.

Vai Tomar Banho

Em “Casa Grande & Senzala”, Gilberto Freyre
analisa os hábitos de higiene dos índios versus os do colonizador
português. Depois das Cruzadas, como corolário dos contatos comerciais,
o europeu se contagiou de sífilis e de outras doenças transmissíveis e
desenvolveu medo ao banho e horror à nudez, o que muito agradou à
Igreja. Ora, o índio não conhecia a sífilis e se lavava da cabeça aos
pés nos banhos de rio, além de usar folhas de árvore para limpar os
bebês e lavar no rio as redes nas quais dormiam. Ora, o cheiro exalado
pelo corpo dos portugueses, abafado em roupas que não eram trocadas com
frequência e raramente lavadas, aliado à falta de banho, causava
repugnância aos índios. Então os índios, quando estavam fartos de
receber ordens dos portugueses, mandavam que fossem “tomar banho”.

Fonte: http://www.amigosdolivro.com.br/materias.php?cd_secao=551&codant=

 

Olha o passarinho

Quando a fotografia foi inventada, a impressão da imagem no filme não
se dava com a mesma rapidez dos dias atuais. Na metade do século 19, os
fotografados tinham de permanecer parados por até 15 minutos, a fim de
que sua imagem fosse impressa dentro da máquina. Fazer as crianças
ficarem imóveis por tanto tempo era um verdadeiro desafio. Por isso,
gaiolas com pássaros ficavam penduradas atrás dos fotógrafos, o que
chamava a atenção dos pequenos. Assim, a expressão “Olha o passarinho”
ficou conhecida como a frase dita pelo fotógrafo na hora da pose para a
foto.

Ovelha negra

Esta expressão não é brasileira nem restrita à língua portuguesa.
Vários outros idiomas também a utilizam para designar alguém que destoa
de um grupo, assim como uma ovelha da cor preta se diferencia em um
rebanho de animais brancos. Na Antiguidade, os animais pretos eram
considerados maléficos e, por isso, sacrificados em oferenda aos deuses
ou para acertar certos acordos. Daí o hábito de chamar de “ovelha
negra” aqueles que se diferenciam por desagradar e chocar aos demais.

Tintim por tintim

Corrente tanto no português do Brasil como em Portugal, a expressão
“tintim por tintim” é utilizada para falar de alguma coisa descrita em
seus mínimos detalhes. Segundo o filólogo brasileiro João Ribeiro,
“tintim é a onomatopeia do tilintar de moedas”, ou seja, tintim é o
barulho que uma moeda faz quando cai sobre outra. Em sua origem, a
expressão “tintim por tintim” era usada para se referir a uma conta ou
dívida paga até a última moeda. Assim, quando queremos obter
informações precisas sobre algum fato ou situação, costumamos dizer:
“Conte-me tudo, tintim por tintim”.

Fonte: http://www.soportugues.com.br/secoes/proverbios/proverbios3.php

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Leão-de-chácara

Porteiro de boate. Ou mesmo de alguma festa particular.

HISTÓRICO:

Tradição que veio da África, com os poucos pigmeus capturados como escravos e
trazidos para o Brasil. Habitavam a África central e tinham, no máximo, um metro e meio.
E usavam leões para proteger suas plantações, suas chácaras. Os pigmeus trouxeram a
expressão para o Brasil, como nos lembra o professor Felipe Cremonese, em sua tese de
doutoramento da USP, Poucos Pigmeus – Introdução ao Conceito do Homem Baixo a Partir
de Estudos de Saint-Hilaire.

Fonte: http://www.marioprataonline.com.br/obra/literatura/adulto/benedito/verbetes/leao_de_chacara.htm

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Nomes estranhos

Abaixo,
estão relacionados alguns nomes estranhos de pessoas, registrados em
cartórios de todo o Brasil. O objetivo não é de ridicularizar ninguém,
mas sim de trazer uma pequena amostra da criatividade do povo
brasileiro. Os nomes foram coletados a partir de listas públicas, como
uma relação de segurados com nomes estranhos divulgada pelo extinto INPS
na década de 80, e pesquisas em cartórios realizadas por autores de
livros especializados. Vejamos os Nomes !

 

Abrilina Décima Nona Caçapavana Piratininga de Almeida
Acheropita Papazone
Adalgamir Marge
Adegesto Pataca
Adoração Arabites
Aeronauta Barata
Agrícola Beterraba Areia
Agrícola da Terra Fonseca
Alce Barbuda
Aldegunda Carames More
Aleluia Sarango
Alfredo Prazeirozo Texugueiro
Alma de Vera
Amado Amoroso
Amável Pinto
Amazonas Rio do Brasil Pimpão
América do Sul Brasil de Santana
Amin Amou Amado
Amor de Deus Rosales Brasil (feminino)
Anatalino Reguete
Antônio Americano do Brasil Mineiro
Antonio Buceta Agudim
Antonio Camisão
Antonio Dodói
Antonio Manso Pacífico de Oliveira Sossegado
Antonio Melhorança
Antônio Morrendo das Dores
Antonio Noites e Dias
Antônio P. Testa
Antonio Pechincha
Antônio Querido Fracasso
Antonio Treze de Junho de Mil Novecentos e Dezessete
Antônio Veado
Prematuro
Apurinã da Floresta Brasileira
Araci do Precioso Sangue
Argentino Argenta
Aricléia Café Chá
Armando Nascimento de Jesus
Arquiteclínio Petrocoquínio de Andrade
Asteróide Silverio
Ava Gina (em homenagem a Ava Gardner e Gina Lolobrigida)
Bananéia Oliveira de Deus
Bandeirante do Brasil Paulistano
Barrigudinha Seleida
Bende Sande Branquinho Maracajá
Benedito Autor da Purificação
Benedito Camurça Aveludado
Benedito Frôscolo Jovino de Almeida Aimbaré Militão de Souza
Baruel de Itaparica Boré Fomi de Tucunduvá
Benigna Jarra
Benvindo Viola
Bispo de Paris
Bizarro Assada
Boaventura Torrada
Bom Filho Persegonha
Brandamente Brasil
Brasil Washington C. A. Júnior
Brígida de Samora Mora
Belderagas Piruégas de
Alfim Cerqueira Borges Cabral
Bucetildes (chamada, pelos familiares, de Dona Tide)
Cafiaspirina Cruz
Capote Valente e Marimbondo da
Trindade
Caius Marcius Africanus
Carabino Tiro Certo
Carlos Alberto Santíssimo Sacramento
Cantinho da Vila Alencar da Corte Real Sampaio
Carneiro de Souza e Faro
Caso Raro Yamada
Céu Azul do Sol Poente
Chananeco Vargas da Silva
Chevrolet da Silva Ford
Cincero do Nascimento
Cinconegue Washington Matos
Clarisbadeu Braz da Silva
Colapso Cardíaco da Silva
Comigo é Nove na Garrucha Trouxada
Confessoura Dornelles
Crisoprasso Compasso
Danúbio Tarada Duarte
Darcília Abraços
Carvalho Santinho
Deus Magda Silva
Deus É Infinitamente Misericordioso
Deusarina Venus de Milo
Dezêncio Feverêncio de Oitenta e Cinco
Dignatario da Ordem Imperial do Cruzeiro
Dilke de La Roque Pinho
Disney Chaplin Milhomem de Souza
Dolores Fuertes de Barriga
Dosolina Piroca Tazinasso
Drágica Broko
Ernesto Segundo da Família Lima
Esdras Esdron Eustaquio Obirapitanga
Esparadrapo Clemente
de Sá
Espere em Deus Mateus
Estácio Ponta Fina Amolador
Éter Sulfúrico Amazonino Rios (socorro…)
Excelsa Teresinha do Menino Jesus da Costa e Silva
Faraó do Egito Sousa
Fedir Lenho
Felicidade do Lar Brasileiro
Finólila Piaubilina
Flávio Cavalcante Rei da Televisão
Francisco Notório Milhão
Francisco Zebedeu Sanguessuga
Francisoreia Doroteia Dorida
Fridundino Eulâmpio
Gigle Catabriga
Graciosa Rodela D’alho
Heubler Janota
Hidráulico Oliveira
Himineu Casamenticio das Dores Conjugais
Holofontina Fufucas
Homem Bom da Cunha Souto Maior
Horinando Pedroso Ramos
Hugo Madeira de Lei Aroeiro
Hypotenusa Pereira
Ilegível Inilegível
Inocêncio Coitadinho
Isabel Defensora de Jesus
Izabel Rainha de Portugal
Janeiro Fevereiro de Março Abril
João Bispo de Roma
João Cara de José
João Cólica
João da Mesma Data
João de Deus Fundador do Colto
João
Meias de Golveias
João Pensa Bem
João Sem Sobrenome
Joaquim Pinto Molhadinho
José Amâncio e Seus Trinta e Nove
José Casou de Calças Curtas
José Catarrinho
José Machuca
José Maria Guardanapo
José Padre Nosso
José Teodoro Pinto Tapado
José Xixi
Jovelina Ó Rosa Cheirosa
Jotacá Dois Mil e Um Juana Mula
Júlio Santos Pé-Curto
Justiça Maria de Jesus
Lança Perfume Rodometálico de Andrade
Leão Rolando Pedreira
Leda Prazeres Amante
Letsgo Daqui (let’s go)
Liberdade Igualdade
Fraternidade Nova York Rocha
Libertino Africano Nobre
Lindulfo Celidonio Calafange de Tefé
Lynildes Carapunfada Dores Fígado
Magnésia Bisurada do Patrocínio
Manganês Manganésfero Nacional
Manolo Porras y Porras
Manoel de Hora Pontual
Manoel Sovaco de Gambar
Manuel Sola de Sá Pato
Manuelina Terebentina
Capitulina de Jesus Amor Divino
Marciano Verdinho das Antenas
Longas
Maria Constança Dores Pança
Maria Cristina do Pinto
Magro Maria da Cruz Rachadinho
Maria da Segunda Distração
Maria de Seu Pereira
Maria Felicidade
Maria Humilde
Maria Máquina
Maria Panela
Maria Passa Cantando
Maria Privada de Jesus
Maria Tributina Prostituta Cataerva
Maria-você-me-mata
Mário de Seu Pereira
Meirelaz Assunção
Mijardina Pinto
Mimaré Índio Brazileiro de Campos
Ministéio Salgado
Naida Navinda Navolta Pereira
Napoleão Estado do Pernambuco
Napoleão Sem Medo e Sem Mácula
Natal Carnaval
Natanael Gosmoguete de Souza
Necrotério Pereira da Silva
Novelo Fedelo
Oceano Atlântico Linhares
Olinda Barba de Jesus
Orlando Modesto Pinto
Orquerio Cassapietra
Otávio Bundasseca
Pacífico Armando Guerra
Padre Filho do Espírito Santo Amém
Pália Pélia Pólia Púlia dos Guimarães Peixoto
Paranahyba Pirapitinga Santana
Penha
Pedrinha Bonitinha da Silva
Percilina Pretextata
Predileta Protestante
Peta Perpétua de Ceceta
Placenta Maricórnia da Letra Pi
Plácido e Seus Companheiros
Pombinha Guerreira Martins
Primeira Delícia Figueiredo Azevedo
Primavera Verão Outono Inverno
Produto do Amor Conjugal de Marichá e Maribel
Protestado Felix Correa
Radigunda Cercená Vicensi
Remédio Amargo
Renato Pordeus Furtado
Ressurgente Monte Santos
Restos Mortais de Catarina
Rita Marciana Arrotéia
Rocambole Simionato
Rolando Caio da Rocha
Rolando Escadabaixo
Rômulo Reme Remido Rodó
Safira Azul Esverdeada
Sansão Vagina
Sebastião Salgado Doce
Segundo Avelino Peito
Sete Chagas de Jesus e Salve Pátria
Simplício Simplório da Simplicidade Simples
Soraiadite das Duas a Primeira
Telesforo Veras
Tropicão de Almeida
Última Delícia do Casal Carvalho
Último Vaqueiro
Um Dois Três de Oliveira
Quatro
Um Mesmo de Almeida
Universo Cândido
Valdir Tirado Grosso
Veneza Americana do Recife
Vicente Mais ou Menos de Souza
Vitória Carne e Osso
Vitimado José de Araújo
Vitor Hugo Tocagaita
Vivelinda Cabrita
Voltaire Rebelado de França
Wanslívia Heitor de Paula
Zélia Tocafundo Pinto

Os irmãos Epílogo, Verso, Estrofe, Poesia e Pessoína Campos.
As irmãs Xerox, Autenticada e Fotocópia
Os irmãos Cedilha, Vírgula, Cifra e Ponto
As irmãs Defuntina e Finadina.
As irmãs Dialinda e Noitelinda.
Os irmãos Rebostiana e Euscolástico.
Os irmãos Creio Em Deus Pai Kramer e Espírito Santo Riograndense Kramer.
O caso do pai Fredolino e do filho Merdolino.
O flamenguista fanático que batizou seus filhos com nomes do tipo: Flamena e Zicomengo.
Sem falar numa família inteira, no Sul do Brasil, cujo sobrenome é Cachorroski.
E
tem o caso dos dois irmãos chamados Zalboeno e
Zauxijoane. “Zalboeno” foi montado através de combinações com o nome do
Balboeno, ex-jogador de futebol da Argentina. E “Zauxijoane” é: Za (de
Zalboeno), Auxi (Auxiliadora, a mãe), Joa (João, o pai) e Ne (Nordeste, a
região onde nasceu).

Combinações estranhas são comuns. Exemplos: Kêmula Katrine, Liney Lindsay, Reimar Rainier…
E também combinações entre nomes de irmãos: Zigfrid, Zigfrida, Zingrid.

Nomes de personalidades também costumam batizar diversas pessoas pelo Brasil afora. Exemplos:

Adolpho Hitler de Oliveira
Anjo Gabriel Rodrigues Santos
Charles Chaplin Ribeiro
Elvis Presley da Silva
Hericlapiton da Silva
Ludwig van Beethoven Silva
Maicon Jakisson de Oliveira
Marili Monrói
Marlon Brando Benedito da Silva
Sherlock Holmes da Silva

Mas
os próprios artistas não ficam atrás. Os
filhos da cantora Baby do Brasil (antigamente conhecida como Baby
Consuelo) se chamam: Sarah Sheeva, Zabelê, Nana Shara, Kriptus Rá Baby,
Krishna Babye e Pedro Baby.

E há os clássicos erros de cartório ou mesmo dos pais, que não sabe como se escreve o nome…
Por exemplo, uma pessoa chamada Merco (era para ser Américo…).
E tem uma mulher chamada Jafa Lei. O diálogo no cartório:
– “Qual o nome?”
– “Já falei…”
E como é difícil acertar o nome Washington. Tem Uoston, Woxingtone, Oazinguito…

E
tem o caso de uma empregada doméstica, daquelas bem simples, deu à
filha o nome de Madeinusa. Quando uma pessoa da casa foi perguntá-la o
motivo do nome, ela respondeu inocentemente: É que eu estava pegando
suas roupas para lavar e li na etiqueta de sua camiseta a palavra “Made
in USA”, eu achei tão lindo…

 

Ainda não acabou !!!…

Há também o casal Robeto Grosso e Patricia Pinto
A moça ficou com o nome de casada: Patricia Pinto Grosso

os irmãos: Orlaneide Araújo Silva e Orlanílson Araújo Silva,

os irmãos: Phebo Lux Rochester (em homenagem aos sabonetes e ao laboratório) e Godson (“filho de Deus”, em inglês)

No Rio Grande do Norte, há uma família cujos nomes dos filhos são os números em francês, na ordem de nascimento:
Un Rosado, Deux Rosado, Trois Rosado, Quatre Rosado, Cinq Rosado etc.
Nossa fonte não
sabe ao certo quantos são, mas tem conhecimento de um Vingt Un Rosado (21)…

Casamentos costumam render belos sobrenomes.
Uma moça da família Rego casou-se com um rapaz cujo sobrenome de família era “Barbudo”.
Não deu outra: o sobrenome da moça ficou “do Rego Barbudo”.

Tem um casal de nomes Adolfo Penteado e Elizabeth Rego, portanto os filhos são legítimos “Rego Penteado”.

E há o caso de uma mulher que, depois de casado, ficou com o nome Cármem Melo Pinto.

Um

outro casal, mais discreto, preferiu manter os nomes de solteiro, mesmo
após o casamento. Ele se chama José Francisco Pinto e ela, Maria José
Brochado.

Na cidade de Mogi das Cruzes, uma das maiores colônias
japonesas do Brasil, um casamento entre duas famílias tradicionais
acabou se tornando em motivo de piada.
A moça se chamava Mitiko Kudo e o seu noivo, Jorge Endo.

Na
euforia do casamento, esqueceram que o nome que seria adotado pela
futura Sra. Endo traria sérios dissabores para a mesma. Esqueceram e o
nome da moça acabou ficando assim: Mitiko Kudo Endo.

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Talking about Juros de financiamentos

Na verdade a questão dos juros remuneratórios, como são chamados os
juros que incidem sobre o capital emprestado, é bastante tormentosa no
Direito Brasileiro.

Em se tratanto de financiamento de veículos
estes são fixados, desde logo, no contrato que foi assinado com o banco
ou a financeira.

Se o empréstimo fosse efetuado por uma pessoa
física (pobre mortal) ou uma empresa que não seja instituição
financeira (banco ou financeira), os juros remuneratórios não poderiam
ser superiores a 1% (um por cento) ao mês.

Porém em se
tratando de instituição financeira, os juros não são limitados a
qualquer patamar. A única restrição ou parâmetro é se esses juros
estiverem muito acima do percentual médio praticado pelo mercado
financeiro para aquele tipo de produto ou empréstimo.

Portanto,
quando se vai discutir judicialmente algum contrato visando a redução
dos juros remuneratórios é preciso atentar para esse detalha, ou seja,
se os juros cobrados naquele contrato para aquele produto está acima da
média do mercado financeiro. Se o percentual estiver dentro da média
praticada pelo mercado financeiro, não há o que fazer. Juiz algum irá
mandar reduzir.

No entanto, como em Direito nada é definitivo,
em alguns casos é possível obter revisão do percentual de juros p. ex.,
quando o negócio jurídico for efetuado sem que haja contrato escrito
entre as partes ou o Banco o extraviou e não apresentou nos autos. São
casos especiais e específicos.

Já a questão da capitalização dos juros, a questão comporta algumas considerações.

Tendo
em mãos o contrato de financiamento, basta encontrar a cláusula ou o
item que fala dos juros. Lá normalmente o cliente encontrará
descriminado a taxa de juros mensal e a taxa efetiva anual.

Se a
taxa de juros mensal multiplicada por 12 (doze meses) resultar num
percentual menor que aquele que estiver indicado como taxa efetiva
anual é porque os juros estão capitalizados. Isso é líquido e certo.

Obtida
essa informação, vc já tem condições de saber se os juros estão ou não
capitalizados. A regra, nesses contratos, é de que os juros estejam
capitalizados.

Após isso, deve ser lido com toda a atenção
possível todas as cláusulas do contrato e procurar saber se entre elas
existe alguma que permita que os juros remuneratórios cobrados no
empréstimo seja capitalizado.

E isto porque a partir da edição
03/2OOO, por obra e arte de uma Medida Provisória, foi permitida a
capitalização de juros com periodicidade inferior a um ano desde que
devidamente contratada. Por isso a cautela de verificar se o contrato
permite essa capitalização.

Muitos contratos que analiseis, na
verdade a maioria, não permitem essa capitalização e, nesse caso, o
pedido de revisão contratual é perfeitamente plausível.

No caso
do contrato que já findou, os juros cobrados a mais por conta da
capitalização devem ser devolvidos, observados os cuidados antes
citados, bem como deve ser requerida a devolução dos valores pagos por
conta da emissão do boleto bancário, a taxa de abertura de crédito
(TAC), eventuais juros moratórios – estes devidos em razão do atraso no
pagamento das parcelas – em percentual superior a 1% (um por cento) a
mês, tarifas de cobranças não contratadas, e etc…

Cada caso comporta uma solução.

Identicamente
se o contrato ainda estiver sendo cumprido pode ser proposta ação
revisional, buscando obter a exclusão da capitalização dos juros, da
cobrança da taxa de emissão do boleto, a exclusão ou compensação da TAC
paga, porém, é preciso que as parcelas continuem sendo pagas.

Demontra boa fé e disposição de cumprir o contrato, aquele que ingressa com ação revisional e continua cumprindo a avença.

Essa
afirmação deve ser feita porque o fato de se propor ação revisional do
contrato não impede que a financeira ou o banco requeira busca e
apreensão do bem alienado fiduciariamente, porque o objetivo da ação
revisional é solucionar uma crise de direito e não crise financeira ou
econômica.

Assim se a pessoa propõe uma ação revisional buscando
reduzir o valor das parcelas mediante a exclusão da capitalização dos
juros e demais encargos não contratados e não pagar as parcelas do
financiamento, poderá ser surpreendido com um Oficial de Justiça
fazendo a apreensão do veículo, apesar da revisional.

Identico
raciocínio, quando ao cabimento da ação revisional, aplica-se aos casos
de cartão de crédito, conta corrente, títulos descontados e etc…

Em
se tratanto, entretanto, de crédito rural, comercial ou industrial a
questão comporta outros questionamentos pois nesses casos existe
legislação própria e específica para cada caso.

Espero ter, de
alguma forma, ajudado aqueles que procuram informações a respeito de
como identificar a existência ou não de juros capitalizados em seus
contratos, pois sei que essa informação – ainda que de fácil
constatação – não é compartilhada e permanece como mistério para muitas
pessoas.

Saudações
Marcos A F Bueno mbadvogado@uol.com.br
Fonte: http://forum.jus.uol.com.br/55222/contrato-de-financiamento-juros-abusivos-parametro/

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A nobreza dos animais

“— Nárnia, Nárnia, desperte! Ame! Pense! Fale! Que as árvores caminhem! Que os animais falem! Que as águas sejam divinas!” (O Sobrinho do Mago, capítulo 9)

Foram com essas palavras que Aslam selou de forma solene (majestosa) a criação de Nárnia. Sua canção gerou naquele universo a fauna e a flora, depois escolheu um animal de cada espécie, deu-lhes um tamanho maior que o normal e o dom de falar. Na sequência, vieram à Nárnia os seres mitológicos.

C. S. Lewis realmente fez uma grande mistura no enredo de Nárnia. Não bastava ter apenas os faunos, que são seres mitológicos, ou os castores simpáticos, que são animais falantes. Ele se permitiu incluir tudo o que lhe vinha a imaginação. Até um papai noel acabou tendo espaço!

Existe um detalhe super interessante sobre a criação de Nárnia e os tipos de personagens incluídos que tem muito a ver com a vida de Lewis, de um apelido que ele tomou para si desde a infância e dos livros que mais gostava.

Aos quatro anos de idade, Lewis presenciou o atropelamento de um cão chamado Jacksie. Ele, como toda criança, amava muito os animais, se comoveu com o que viu e decidiu então que passaria a responder apenas pelo mesmo nome do cão. Ele também não gostava de seus dois primeiros nomes – Clive Staples – e o apelido pegou com muita facilidade, mas com a adaptação para Jack. O apelido seguiu até o final de sua vida, tanto que diversos textos o citam com este nome.

O amor aos animais também foi influenciado pelos livros prediletos de sua infância, como os animais falantes de Beatrix Potter (Peter Rabbit), E. Nesbit (A História dos Caçadores de Tesouro) e Hans Christian Anderson (A Pequena Sereira).

Colocar a criação dos animais de Nárnia no momento mais solene e com a frase mais bela do livro O Sobrinho do Mago não foi feito por acaso. Lewis mostrou o quanto essas criaturas são importantes para a natureza e para todos nós. Eles possuem também sua nobreza.

A reflexão de hoje nos leva a valorizar os animais. A raça humana, pela capacidade intelectual, deveria ser guardiã de toda a criação – e não os que a destroem. Os animais domésticos e selvagens precisam ser respeitados. Muitos deles têm sofrido por abandono e até extinção.

Sérgio Fernandes
Publicitário, criador do fã-clube Mundo Nárnia e escritor do livro Manual da Viagem do Peregrino da Alvorada.
E-mail: falecom@sergiofernandes.com.br

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Jadis e o poder da palavra

A Humanidade tem na fala um dom indiscutivelmente importante. Por meio das palavras nos comunicamos, conseguimos nos organizar como sociedade e expressamos aos outros os nossos sentimentos. Também é pela diferença dessas palavras, os idiomas, que muitos povos estão afastados, pela dificuldade de se compreenderem.

Na convivência com as pessoas, mesmo tendo o mesmo idioma, muitas vezes a palavra não consegue atender o seu papel. Se nos expressamos mal, ou falamos “da boca pra fora”, nossas palavras podem ferir pessoas.

Jadis, a Feiticeira Branca, nunca se deu bem com as palavras. No livro O Sobrinho do Mago, que conta a sua origem e como ela chega a Nárnia, Jadis é rainha de Charn e destrói o seu mundo por meio da Palavra Execrável – um tipo de magia que destrói toda a vida do universo, menos a pessoa que a proferiu. Ela não consegue ter no dom da palavra uma virtude, mas opta por usá-la para o egoísmo.

A partir de sua entrada em Nárnia, Jadis oficializa ser “o lado negro da força”, a cobiça lhe impede de se arrepender de ter destruído o seu mundo e agora sua pretensão é dominar Nárnia. Ela utiliza de forças mágicas para ser uma feiticeira muito poderosa.

Um dos elementos da magia é a palavra. O poder de Jadis é como que uma forma negativa de utilização da palavra, e ainda artificial, já que ela precisa de outras coisas para que a magia aconteça (como a varinha mágica).

Quando ela tenta utilizar o menino Edmundo, em O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa, para capturar os seus irmãos, ela usa da magia (com manjar turco) para argumentar a ele que seria o seu herdeiro e que precisava trazê-los. Talvez não fosse necessário usar magia para o convencimento, mas para ela, sua palavra só adquiria força dessa forma.

Precisamos entender então, pela figura de Jadis, como a palavra acontece em nossas vidas. Se é utilizada para o bem, que não necessita de artifícios para ter efeito, ou se é utilizada para a destruição.

Pessoas egoístas e más possuem veneno em suas palavras, estão sempre a procura de seu benefício próprio. Destroem, enganam… E assim tornam nosso mundo cheio de desconfiança – não podemos acreditar na palavra de qualquer pessoa!

Que o dom da palavra para você seja algo bom. Um dom de criação, como foi a canção de Aslam no início de Nárnia.

http://www.mundonarnia.com/portal/jadis-e-o-poder-da-palavra.html

Sérgio Fernandes
Mundo Nárnia – http://www.mundonarnia.com
falecom@sergiofernandes.com.br
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O poder de criação de Aslam x poder de destruição de Jadis

A Feiticeira Branca era muito poderosa, não somente pela força física e tamanho (por ser descendente de gigantes), mas por conhecer a fundo a magia. Não lhe bastava vir de uma família de reis, Jadis queria um poder que superasse qualquer outra força do universo. Ela encontrou em Aslam um opositor perpétuo e desejava desde o início destruí-lo.

“De repente a feiticeira caminhou ostensivamente na direção do Leão. Este se aproximava, sempre cantando, com passos lentos e pesados. Estava a menos de dez metros. Ela ergueu o braço e arremeteu a barra de ferro bem na sua cabeça.
Ninguém (muito menos Jadis) erraria àquela distancia. A barra acertou o Leão bem entre os olhos e caiu na relva. O Leão continuou a caminhar: seu passo não era nem mais lento nem mais apressado do que antes. Nem mesmo era possível afirmar que fora atingido. Embora não fizesse barulho ao andar, dava para sentir o seu peso, enquanto se aproximava.
A feiticeira deu um berro e correu, desaparecendo entre as árvores.”
O Sobrinho do Mago, capítulo 9

Aslam mostrou-se mais forte do que qualquer coisa que Jadis tivesse enfrentado. Seus antigos opositores foram exterminados pela Palavra Execrável. Agora, de frente a um leão (mesmo forte, não deixava de ser uma mera criatura – segundo o pensamento da Feiticeira), ela estava ameaçada e precisava de alguma forma livrar-se desse adversário.

Depois do sumiço na floresta, Jadis reaparece para tentar Digory quando ele vai buscar uma semente de uma macieira especial para plantar em Nárnia. Por não conseguir vencer o Leão, a Feiticeira agora busca ao menos destruir os seus queridos. Essa perseguição às crianças segue com Edmundo e, para a Feiticeira Verde (no livro A Cadeira de Prata), Rilian – o filho de Caspian.

Jadis adquire também um poder mágico que é a versão contrária ao dom de Aslam. Na criação, Aslam aparece cantando e todo aquele universo e criaturas tomam vida. Em O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa, ela transforma em pedra qualquer um que a desafia.

Na tradição judaico-cristã, Deus cria o homem do barro e lhe dá vida por meio de seu sopro. É evidente que C. S. Lewis inspirou-se nessa linguagem simbólica para que Nárnia fosse criada a partir do “fôlego” de Aslam. Já o maléfico poder de transformar os narnianos em pedra seria a retirada desse fôlego, que é a presença do grande Leão neles.

Quando Aslam criou Nárnia, fez tudo bom. As criaturas mitológicas presentes, mesmo com temperamentos difíceis, viviam em um ambiente de paz e harmonia. Jadis chegou por acidente àquele mundo e trouxe consigo todo o mal. No período em que ela reinou em Nárnia, quem estava ao seu lado na verdade tinha medo de virar pedra. Ou seja, a Feiticeira não tinha aliados, apenas súditos medrosos.

O que é mal sempre será mal, não dá para se fazer de outra forma. A ausência do fôlego de Aslam representa a morte, virar pedra. Se somos criaturas de base boa, mesmo limitadas, temos o potencial de fazer o bem, não há sentido de buscarmos o caminho do mal.

Não se engane, Jadis não tem interesse em aliados! Ela quer apenas súditos e pode transformar qualquer um em pedra.

Para aplicar à sua vida hoje essa mensagem, independente de sua visão do bem e do mal, reveja de qual lado você está e onde quer chegar. O que apenas lhe digo é que o único destino final para o caminho do mal é tornar-se pedra.

Sérgio Fernandes
Publicitário, criador do fã-clube Mundo Nárnia e escritor do livro Manual da Viagem do Peregrino da Alvorada.
E-mail: falecom@sergiofernandes.com.br

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Encontrando Nárnia em nosso mundo

Lúcia e Edmundo tiveram de ficar na casa dos tios Arnaldo e Alberta durante o tempo em que seus pais (e Susana) foram aos Estados Unidos – o pai tinha conseguido uma vaga de professor por quatro meses. Pedro ficou com o professor Kirke se preparando para um exame.

A nossa história começa numa tarde em que Edmundo e Lúcia aproveitavam juntos alguns minutos preciosos. Como é óbvio, falavam de Nárnia, nome do país secreto deles. Acho que quase todos nós temos um país secreto, que, para a maioria, é apenas um país imaginário. Edmundo e Lúcia eram bem mais felizes: o país secreto deles era verdadeiro. Já tinham até visitado Nárnia duas vezes, de verdade, não sonhando, nem brincando. É claro que tinham conseguido chegar lá por Magia, que é a única maneira de atingir Nárnia. E tinham prometido que lá voltariam algum dia. Assim, você pode imaginar como eles falavam de Nárnia, sempre que podiam.

Naquela tarde, estavam sentados na beira da cama no quarto de Lúcia, olhando para um quadro pendurado na parede — o único quadro de que gostavam em toda a casa.

(…)

— Ficar olhando para um navio de Nárnia sem poder chegar lá é pior ainda! — disse Edmundo.

— Olhar é sempre melhor do que nada — respondeu Lúcia. — E esse aí é um verdadeiro navio de Nárnia.

A Viagem do Peregrino da Alvorada, capítulo 1.

A monotonia da casa dos tios os levava ainda mais a lembrar de Nárnia. Eles sabiam que um dia voltariam para lá, conforme a promessa de Aslam, e o meio de se sentirem mais próximos daquele mundo mágico seria falarem das aventuras que viveram e imaginarem todas aquelas belas coisas que viram.

O quadro na parede, para eles, era de um navio de Nárnia. Contemplaram a pintura indo além da arte estática. Imaginaram para quantos lugares o navio viajou, o quão imenso era aquele mar e como seria a sua tripulação. E assim a magia se concretizou e foram levados para Nárnia…

Estes momentos iniciais da história de A Viagem do Peregrino da Alvorada não poderiam ser encarados por nós como apenas uma introdução feita por C. S. Lewis para explicar aos leitores o que aconteceu após o livro Príncipe Caspian. Eu, particularmente, considero que o primeiro e o último capítulo deveriam “andar no bolso” (ou no coração) de todos os fãs da série. Eles trazem o SEGREDO de Nárnia. As outras centenas de páginas trazem as histórias e mensagens, estes dois capítulos trazem, de forma única, a essência da obra.

Sobre o SEGREDO de Nárnia, pretendo falar ainda no futuro, conforme desenvolvermos mais os assuntos aqui.

O que este capítulo nos revela sobre a essência da obra de Nárnia é que Nárnia pode ser contemplada em nosso mundo.

Edmundo e Lúcia sentiam saudades daquele universo mágico e se consolavam com lembranças. Na língua grega, a palavra lembrança/memória se diz “anámnesis” (uma das variações para a língua portuguesa é a palavra “amnésia”, que é a falta de memória) e o seu sentido vai além do simples ato de se lembrar. Memória quer dizer reviver algo, tornar o ocorrido uma realidade objetiva para este momento. Quando os povos antigos celebravam a memória de algum fato histórico, era como se ele fosse renovado e naquela celebração estivessem experimentando novamente o que aconteceu. Por meio do quadro, um símbolo que lhes permitiu fazer memória, as crianças foram levadas a Nárnia.

O que gostaria de revelar a você hoje, como parte deste SEGREDO de Nárnia, é que podemos realmente encontrá-la em nosso mundo.

Acredito que você já tenha experimentado isso quando viu um lampião em uma praça ou uma estátua de um leão em algum monumento. Se naquela hora você fechasse os olhos, tenho certeza de que ouviria o som de flautas e cascos de faunos dançando ou um rugido.

Não se trata de “loucura” de fã, mas Lewis criou Nárnia com um sentido. E ele não escreveu à toa que tal experiência poderia ser vivida em nosso mundo.

Procure um lampião em sua cidade… Feche os olhos… E escute a voz de Aslam. Ele deve ter algo muito pessoal a lhe dizer.

Por Sérgio Fernandes
Publicitário, criador do fã-clube Mundo Nárnia e escritor do livro Manual da Viagem do Peregrino da Alvorada.
E-mail: falecom@sergiofernandes.com.br

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Conheça o Manteiga Rançosa

Covardia nunca dá certo. Tudo bem quanto a ser cauteloso para não se meter em encrenca, mas o bom senso pode bem ajudar a se cuidar sem cair na covardia e ainda fazer feio na história.

Entre a tripulação do Peregrino da Alvorada um marujo se deu mal por conta de sua covardia. Não bastasse ter um apelido estranho, o de Manteiga Rançosa, o pobre ficou famoso como aquele que teve medo e perdeu grandes aventuras.

A tripulação do Peregrino da Alvorada precisava seguir para o Fim do Mundo, após a Ilha da Estrela, Caspian os convidou para seguirem adiante, vários tiveram medo porém acabaram confiando em seu líder. Apenas um não conseguiu vencer o medo e preferiu ficar com Ramandu e sua filha, comendo do banquete da Mesa de Aslam.

Manteiga Rançosa ficou aliviado quando o navio partiu e estava convencido de que tinha feito a melhor escolha: tinha um banquete para comer todos os dias e a companhia de duas estrelas.

Após alguns dias, o covarde notou o quanto havia se dado mal, foram dias chuvosos e era tão ignorante que não sabia apreciar a conversa com a filha de Ramandu. E para um medroso não era nada agradável comer ao lado dos quatro fidalgos adormecidos pelo encantamento.

A situação piorou com a volta de seus companheiros. Todos tinham muitas histórias a contar, ele não tinha assunto e se envergonhava ainda mais pela covardia.

Manteiga Rançosa arrependeu-se tão amargamente que não quis voltar para Nárnia, deixou o navio (desertou) e foi morar na Calormânia. Lá, de covarde passou a ser um mentiroso, contando histórias de aventuras que teria vivido no Fim do Mundo.

É muito fácil encontrarmos por aí, na escola ou no trabalho, diversos “Manteigas Rançosas”. Eles geralmente não tem assunto, mas falam muuuito… Contam histórias e vantagens que, na verdade, nunca viveram. A intenção é fazer com que os outros acreditem que são corajosos, sendo que não passam de covardes.

Se você conhece uma pessoa assim, tome cuidado pois esse perfil de companhia não oferece segurança alguma – ele pode lhe abandonar a qualquer momento. Porém, se você é um Manteiga Rançosa, resolva isso desde agora para não perder a oportunidade de viver grandes aventuras.

Nárnia precisa de pessoas corajosas e verdadeiras!

Sérgio Fernandes

Publicitário, criador do fã-clube Mundo Nárnia e escritor do livro Manual da Viagem do Peregrino da Alvorada.

E-mail: falecom@sergiofernandes.com.br

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O que Nárnia é para a literatura e para a vida

No verão de 1948, C. S. Lewis comentou vagamente para Chad Walsh, um
amigo americano que estava lhe fazendo uma visita, que havia começado a
escrever um livro para crianças semelhante aos de E. Nesbit. 

Edith Nesbit (1858-1924) foi uma escritora inglesa que publicou mais de
60 livros infantis e é considerada a primeira autora moderna. Ela
conseguiu reverter uma “moda literária” da época, trazida por sucessos
como os de Lewis Carroll (Alice no País das Maravilhas), que de certa
forma apresentavam enredos extremamente ingênuos. Não por culpa
exclusiva de Carroll, mas praticamente tudo o que era publicado na
época oferecia mundos imaginários tão fantasiosos que caiam na
inutilidade, sem oferecer algo prático ao aprendizado das crianças.

Lewis não queria de forma alguma que suas obras formassem um público
alienado. Ele teve uma infância muito difícil, perdeu a mãe cedo,
sofreu nos internatos que passou, mas foi maduro o suficiente para que,
de forma alguma, usasse das obras de ficção e de seu talento criativo
para alimentar algum tipo de fuga da realidade.

O elemento mágico mantinham-se essencial para ele, mas era importante
que sempre levasse uma lição a ser aplicada em nosso mundo.

Nárnia foi criada com os melhores elementos de contos de fadas e
épicos, com uma mistura única de figuras como o Papai Noel, animais
falantes e seres mitológicos. Portais mágicos levavam crianças para
aquele mundo, elas eram protagonistas de grandes conquistas e lideravam
reinos. Porém, a exemplo dos irmãos Pevensies, a viagem mágica tinha um
sentido: era para que aprendessem a viver no mundo real.

“–— Já são muito crescidos. Têm de chegar mais perto do próprio mundo em que vivem.” Resposta de Aslam à Lúcia sobre não voltarem mais à Nárnia.(A Viagem do Peregrino da Alvorada, capítulo 16)

Este é o objetivo da série e como criador do fã-clube Mundo Nárnia, não
tenho a intenção de ferir os objetivos originais de Lewis e tornar
nosso trabalho aqui algo alienante. Cada um de nós em sua fase de vida,
sejam crianças ou adultos, devemos compreender o que é fantasia e o
quanto devemos ser maduros para perceber que Nárnia nos leva para uma
posição diferente quanto aos desafios do mundo.

Se você leu os sete ou apenas um livro de série, viajou por aventuras
fantásticas e com certeza percebeu que, mesmo com saudades de Aslam, do
Ripchip e do Sr. Tumnus, a vida aqui fora segue seu rumo. Aslam já nos
avisou que estamos grandinhos, não fomos à Nárnia para ficarmos mimados
ou retrocedermos. Nosso período de reis nos ensinou todas as virtudes
necessárias para sermos majestades aqui fora.

Venha, vamos atravessar juntos a fenda na parede azul! O mundo real precisa de nós para fazermos a diferença!

…..
Sérgio Fernandes
Publicitário, criador do fã-clube Mundo Nárnia e escritor do livro Manual da Viagem do Peregrino da Alvorada.
E-mail: falecom@sergiofernandes.com.br

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A donzela pastora

“Navegaram a manhã toda em águas baixas, com o fundo do mar coberto de
capim. Perto do meio-dia, Lúcia viu um grande cardume volteando por
entre a erva. Comiam com vontade e moviam-se na mesma direção. “Como um
rebanho de ovelhas”, pensou Lúcia. De repente viu, entre os peixes, uma
donzela do mar, mais ou menos da sua idade, calma e solitária, com uma
espécie de cajado na mão. Lúcia teve a certeza de que era uma pastora –
uma pastora de peixes e que o cardume era um rebanho pastando. Estavam
perto da superfície. No instante em que a menina se elevava na água
pouco funda, Lúcia inclinou-se na beira do navio. A menina olhou para
cima e fixou atentamente o rosto de Lúcia. A pastora mergulhou depois e
Lúcia nunca mais a viu. Não parecia assustada, nem zangada, como os
outros habitantes do mar. Lúcia simpatizara com ela, e a simpatia
parecera recíproca. Tinham ficado amigas num minuto. Seria difícil um
novo encontro, mas se isto acontecesse correriam uma para outra de
braços abertos.” (A Viagem do Peregrino da Alvorada, Capítulo 16)

No extremo Oriente, próximo ao País de Aslam, o navio Peregrino da
Alvorada navegou por cima do Povo do Mar. Eles são habitantes de uma
cidade construída em um monte dentro do Mar Derradeiro. Não usavam
roupas, sua pele era de tom marfim antigo e o cabelo púrpura escuro.
Tinham o costume de caçar nas florestas das profundezas.

Lúcia encontrou essa donzela pastora, que cuidava de um cardume de
peixes com um cajado nas mãos. O encontro foi rápido, mas a duas se
simpatizaram.

Existe uma provável inspiração de C. S. Lewis para a criação deste povo
com base no mito da Atlântida, de uma nação submersa, e no mito das
sereias. Lorde Drinian, inclusive, tem receios de que seus marinheiros
sejam enfeitiçados.

Já a donzela pastora poderia vir de uma história ouvida por Lewis
quando criança, de um mito originário de sua cidade natal, Belfast, na
Irlanda. Conta-se que uma jovem, chamada Liban, ficou presa com o seu
cão em uma caverna submarina durante um ano, após uma enchente que
aniquilou o seu povo. Ela rezou aos deuses que a transformassem em
peixe para que pudesse sair daquele lugar. E assim aconteceu: ela
tornou-se um salmão da cintura para baixo e o seu cão uma lontra.
Libian livrou-se da prisão, mas continuou como sereia por 300 anos, até
que encontrou um padre que a ouviu cantando e pediu que a tirasse da
água. Ele a ajudou, depois a batizou com o nome de Murgen e lhe deu a
escolha de viver mais 300 anos de vida ou entrar imediatamente no Céu.
Murgen escolheu a segunda opção. Mesmo sendo uma lenda, em alguns
almanaques antigos e no santoral católico irlandês aparecem referências
a Santa Murgen.

Fonte: MundoNarnia.com
 

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Exibir formulário através de variável

Para executar determinados formulários do VBA através de variáveis, é só usar o código a seguir:
Na verdade nem precisa declarar uma variável.
Simples, simples.
Como não pensei nisso antes?!?!?!?

       X = InputBox("Show which UserForm?: ")       VBA.UserForms.Add(X).Show

Fonte: http://support.microsoft.com/kb/182411/pt-br

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Parabéns Sistema de Controle de Patrimônio e Almoxarifado

Ontem fez um ano que uso o Sistema.
No destaque, o primeiro registro.
Dia 01/09/2009 às 16:40. 

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jotapeah.com

Registrado até 2012.

WHOIS information for jotapeah.com :

[Querying whois.verisign-grs.com]
[whois.verisign-grs.com]

Whois Server Version 2.0

Domain names in the .com and .net domains can now be registered
with many different competing registrars. Go to http://www.internic.net
for detailed information.

Domain Name: JOTAPEAH.COM
Registrar: UNIVERSO ONLINE S/A (UOL)
Whois Server: whois.host.uol.com.br
Referral URL: http://registrar.host.uol.com.br
Name Server: NS1.DOMINIOS.UOL.COM.BR
Name Server: NS2.DOMINIOS.UOL.COM.BR
Status: clientTransferProhibited
Updated Date: 01-sep-2010
Creation Date: 23-sep-2009
Expiration Date: 23-sep-2012

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Rumpelstiltskin

Rumpelstiltskin (em alemão: Rumpelstilzchen) é um conto de fadas compilado no primeiro volume do livro Contos para a infância e para o lar dos Irmãos Grimm, publicado em 1812.

Para impressionar o Rei , com o objetivo de fazer o príncipe casar com a sua filha, um moleiro bastante pobre mente e diz que ela é capaz de fiar palha e transforma-la em ouro. O Rei chama a moça, fecha-a numa torre com palha e uma roda de fiar, e exige-lhe que ela transforme a palha em ouro até de manhã, durante três noites, ou será executada. Algumas versões dizem que, se ela falhasse, seria empalada e depois cortada em pedaços como um porco, enquanto outras não são tão gráficas e dizem que a moça ficaria fechada na torre para sempre. Ela já tinha perdido toda a esperança, quando aparece um duende no quarto e transforma toda a palha em ouro em troca do seu colar; na noite seguinte, pede-lhe o seu anel. Na terceira noite, quando ela não tinha nada para lhe dar, o duende cumpre a sua função em troca do primeiro filho que a moça desse à luz.

O Rei fica tão impressionado que deixa a filha do moleiro casar com o seu filho, o príncipe, mas quando nasce o primeiro filho, o duende regressa para reclamar o seu pagamento: “Agora dá-me o que me prometeste”. A Rainha ficou assustada e ofereceu-lhe toda a sua riqueza, se este a deixasse ficar com a criança. O duende recusa, mas por fim aceita desistir da sua exigência, se a Rainha conseguisse adivinhar o seu nome em três dias. No primeiro dia, ela falhou, mas antes da segunda noite, o seu mensageiro ouve o duende a saltar à volta de uma fogueira e a cantar. Existem muitas variações da canção, mas a mais conhecida é:

Hoje eu frito, amanhã eu cozinho! Depois de amanhã será meu o filho da rainha! Coisa boa é ninguém saber Que meu nome é Rumpelstiltskin!

Quando o duende foi ter com a Rainha no terceiro dia, ela revela o nome dele, Rumpelstiltskin, e ele perde o seu negócio. Na edição de 1812 dos Contos dos Irmãos Grimm, depois disto, Rumpelstiltskin foge zangado e nunca mais regressa. O final foi revisto numa edição de 1857 para uma versão mais macabra onde Rumpelstiltskin, cego de raiva, se divide em dois. Na versão oral dos Irmãos Grimm, o duende voa da janela numa panela.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Rumpelstichen

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O Flautista de Hamelin

O Flautista de Hamelin é um conto folclórico, reescrito pela primeira vez pelo Irmãos Grimm e que narra um desastre incomum acontecido na cidade de Hamelin, na Alemanha, em 26 de junho de 1284.

Em 1284, a cidade de Hamelin estava sofrendo com uma infestação de ratos. Um dia, chega à cidade um homem que reivindica ser um “caçador de ratos” dizendo ter a solução para o problema. Prometeram-lhe um bom pagamento em troca dos ratos – uma moeda pela cabeça de cada um. O homem aceitou o acordo, pegou uma flauta e hipnotizou os ratos, afogando-os no Rio Weser.

Apesar de obter sucesso, o povo da cidade abjurou a promessa feita e recusado-se a pagar o “caçador de ratos”, afirmando que ele não havia apresentado as cabeças. O homem deixou a cidade, mas retornou várias semanas depois e, enquanto os habitantes estavam na igreja, tocou novamente sua flauta, atraindo desta vez as crianças de Hamelin. Cento e trinta meninos e meninas seguiram-no para fora da cidade, aonde foram enfeitiçados e trancados em uma caverna. Na cidade, só ficaram opulentos habitantes e repletos celeiros e bem cheias despensas, protegidas por sólidas muralhas e um imenso manto de silêncio e tristeza.

E foi isso que se sucedeu há muitos, muitos anos, na deserta e vazia cidade de Hamelin, onde, por mais que se procure, nunca se encontra nem um rato, nem uma criança.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Flautista_de_Hamelin

Vídeo do flautista no filme Shrek: https://jotapeah.wordpress.com/2011/01/25/shrek-para-sempre-o-flautista-de-hamelin/
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