JotaPêAh!

Pilares da Criação

em 19/01/2010 15:17:56

Conhecidas como ‘Pilares da
Criação’, essas colunas de gás e poeira, que ocupam a região central da
Nebulosa da Águia, a cerca de 7 mil anos-luz da Terra, são um dos mais
famosos berçários de estrelas conhecidos. No topo da coluna da
esquerda, o ponto azul representa uma jovem estrela de massa quatro a
cinco vezes a do Sol.


Imagem do Telescópio Espacial Hubble mostra “Os Pilares da Criação”, localizados na Nebulosa da Águia, um berçário de estrelas pertencente à Via Láctea a 7.000 anos-luz da Terra: O BERÇO DO SISTEMA SOLAR. É sempre com deslumbramento que sentimos quando temos à nossa frente os conhecidos Pilares da Criação.

A Nebulosa da Águia, M16, é um símbolo do nascimento. É um autêntico berçário estelar. A nebulosa a “dar à luz”
as estrelas jovens é a nota mais marcante que podemos apreciar nas
imagens do Hubble e na nossa minúscula imaginação. É também algo que
nos lembra que proviemos (indiretamente das nebulosas) de outras
similares.


As nebulosas originam as estrelas que por sua vez originaram os elementos químicos que nos compõem: somos realmente filhos de estrelas. São elas que fornecem os elementos químicos que compõem o sangue, os ossos, os olhos, os pés, e tudo o que nos rodeia é fruto da evolução das estrelas. A folha que cai, suave e lentamente no ar, ou um fio de cabelo que se solta de nossas cabeças resulta de uma “tarefa diária das estrelas” como bem dizia Walt Whitman.

Fonte


As grandes nuvens de poeira cósmica conhecidas como “Pilares da
Criação” foram destruídas por uma explosão estelar (supernova) próxima.
Os cientistas acreditam que os objetos, uma das mais famosas imagens
captadas pelo Telescópio Espacial Hubble, foram destruídos há seis mil
anos, mas só poderão ser observadas da Terra daqui a um milênio.


Isso porque os “Pilares da Criação”, que faziam parte de uma formação
estelar chamada de Nebulosa da Águia, estão distante sete mil anos-luz
da Terra. Segundo informações do jornal Folha de S.Paulo,
o físico Nicolas Flagey, do Instituto de Astrofísica Espacial da
França, identificou e mediu a temperatura da nuvem aquecida por trás da
nebulosa e associou-a a uma supernova.


Essa explosão estelar aconteceu há cerca de oito mil anos. Quando a
onda da supernova chegar até os “Pilares da Criação”, a poeira cósmica
será varrida para longe.

Fonte

 


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