JotaPêAh!

Resposta de I’m a PC

“Vocês que frequentam blogs diariamente e são heavy users de computador se esquecem imensamente de uma verdade absoluta. Vocês são um nicho, ou melhor, nós somos um nicho.

A grande estupidez de quem VIVE o mundo da tecnologia é achar que faz parte da maioria da população. Nunca se esqueçam que pra uma enorme parte da população a grande diferença entre o PC e o MAC é que o MAC combina mais com a cortina.

Nâo fale de MACs e PCs com seus amigos Nerds, falem com sua familia no almoço de domingo. Pergunte as diferenças pra sua mãe. Aí vocês vão entender o quão longe de parecer com a maioria vocês estão.

Pra quem começou a achar MAC legal por causa do iPod, e compra iPhone por causa do Hype e não do hardware a campanha é sim eficiente pra mostrar que ser um PC não é tão ruim quanto a Apple vende.

Windows é capenga sim, mas tá longe de ser tão ruim quanto a Apple diz. E MAC é bacana? Sim, mas longe de ser tão superior quanto os Macmaníacos dizem.

Se o Merigo fizer um post sobre como o Corinthians é legal, a maiorias dos comentários vai ser tão passional quantos os contidos nesse aqui.

Ame seu MAC, case com ele. Pinte sua casa de branco, tatue uma maçã no braço, mas não misture afeição por uma marca com o quão melhor do que outra ela é.

MAC dá pau sim, tem lá seus montes de limitações. É uma máquina pra um tipo específico de usuário. O velho e bom PC com a porcaria do XP, ou o bizarro do Vista, ainda continua cumprindo muito bem a triste missão de sobreviver num hardware totalmente despadronizado, que pode atender a grande maioria dos usuários comuns.

Quanto à campanha, ela é sim atrasada, mas muito menos prepotente do que a da Apple, pois em nenhum momento ela diz, ser um MAC é ruim, ela só diz, ser um PC tb é legal, e não é por que você não usa AllStar que você é um ser humano pior, você só não é designer, publicitário, ou trabalha com desenvolvimento.

Isso é uma dica pra todos, criem coisas para o mundo, não para os seus amigos. Pensem no mundo como um lugar onde existem bilhões de pessoas, e não as 300 que te seguem no twitter, ou que estão no seu Linkedin.”

http://www.brainstorm9.com.br/2008/09/18/microsoft-windows-im-a-pc/

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Tolerância

“Há, sempre, um limite além do qual a tolerância deixa de ser virtude.”

“Observations” (1769) in “The Works of Edmund Burke?” – Vol. I Página 102, de Edmund Burke – Publicado por George Dearborn, 1834

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Como roubar um coração

Para se roubar um coração, é preciso que seja com muita habilidade, tem
que ser vagarosamente, disfarçadamente,
não se chega com ímpeto,
não se alcança o coração de alguém com pressa.

Tem que se aproximar com meias palavras, suavemente, apoderar-se dele aos poucos, com cuidado.

Não se pode deixar que percebam que ele será roubado, na verdade, teremos que furtá-lo, docemente.

Conquistar um coração de verdade dá trabalho,
requer paciência, é como se fosse tecer uma colcha de retalhos,
aplicar
uma renda em um vestido, tratar de um jardim, cuidar de uma criança.

É necessário que seja com destreza, com vontade, com encanto, carinho e sinceridade.

Para se conquistar um coração definitivamente
tem que ter garra e esperteza, mas não falo dessa esperteza que todos
conhecem,
falo da esperteza de sentimentos, daquela que existe guardada
na alma em todos os momentos.

Quando se deseja realmente conquistar um coração, é preciso que antes
já tenhamos conseguido conquistar o nosso,
é preciso que ele já tenha
sido explorado nos mínimos detalhes,
que já se tenha conseguido conhecer cada cantinho,
entender cada espaço preenchido e aceitar cada espaço vago.

…E então, quando finalmente esse coração for conquistado, quando tivermos nos apoderado dele,

vai existir uma parte de alguém que seguirá conosco.

Uma metade de alguém que será guiada por nós

e o nosso coração passará a bater por conta desse outro coração.

Eles sofrerão altos e baixos sim, mas com certeza haverá instantes, milhares de instantes de alegria.

Baterá descompassado muitas vezes e sabe por que?

Faltará a metade dele que ainda não está junto de nós.

Até que um dia, cansado de estar dividido ao meio, esse coração chamará
a sua outra parte e alguém por vontade própria,
sem que precisemos
roubá-la ou furtá-la nos entregará a metade que faltava.

… E é assim que se rouba um coração, fácil não?

Pois é, nós só precisaremos roubar uma metade,

a outra virá na nossa mão e ficará detectado um roubo então!

E é só por isso que encontramos tantas pessoas pela vida a fora que
dizem que nunca mais conseguiram amar alguém… é simples…

é porque elas não possuem mais coração, eles foram roubados, arrancados
do seu peito, e somente com um grande amor ela terá um novo coração,
afinal de contas, corações são para serem divididos, e com certeza esse
grande amor repartirá o dele com você.

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Lá vai mais algumas enes piadas antigas

A professora divide a classe em dois grupos e decide fazer uma disputa de perguntas.
Para que Joãozinho nao lhe incomode, por ser metido a engraçadinho, ela o coloca no grupo dos inteligentes, pensando deixá-lo constrangido.
Aproveitando-se disso, ele grita para o outro grupo:
-Nós vamos arrasar com vocês, cambada de idiotas !
Começa a disputa…
– Quem descobriu a América?
O grupo de Joãozinho responde:
– Cristóvão Colombo!
E o Joãozinho grita:
– Eu não falei? Bando de orelhudos, 1 a 0 !
A professora o repreende:
– Cala a boca Joãozinho!
Segunda pergunta:
– Que idioma se fala na Espanha?
O grupo de Joãozinho responde:
– Espanhol, fessora!
E o Joãozinho:
– Viram só? Seus filhos duma égua, 2 a 0 !!
A professora o repreende:
– Cala a boca Joaozinho!
Terceira pergunta:
– Como Cristóvão Colombo chegou à América?
O grupo de Joãozinho responde:
– Nas Caravelas!
Joãozinho, emocionadíssimo, falou:
– Eu bem que avisei, seus sacos de merda, 3 a 0!
A professora, de saco cheio, grita:
– Joãozinho!!! Levanta e sai, porra!
Joãozinho responde de imediato:
– O pênis, fessora! Show! 4 a 0 seus babacas !
A professora indignada volta a gritar:
– Joãozinho, sai e nao volta mais !
Joãozinho contente responde:
– O cocô, professora. Hahaha, se fuderam, 5 a 0 !
A professora, não aguentando mais, grita:
– Joãozinho, sai e não volta dentro de um mês !
Joãozinho, feliz da vida, responde aos berros:
– Menstruação!!! Puta que pariu, 6 a 0.
Ganhaaaaaammmmmooooosss !

Tudo começou quando a turma de Direito da faculdade resolveu transformar
uma célebre frase em camiseta e ela virou moda no Campus. A turma fez a seguinte frase:
“Seu namorado faz Direito? Vem cá que eu faço!”

Aí o pessoal de Medicina resolveu provocar:
“Ele pode até fazer direito, mas ninguém conhece seu corpo melhor que eu.”

O pessoal de Administração não deixou por menos:
“Não adianta conhecer o corpo, fazer Direito se não souber Administrar o que tem!”

E a Turma de Agronomia mandou esta:
“Uns conhecem bem, outros fazem direito, e alguns sabem administrar o que tem,
mas plantar a mandioca como nós ninguém consegue!”

Depois foi o pessoal de Publicidade:
“De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar e plantar a mandioca
se depois não puder contar pra todo mundo?”

Logo veio a turma da Engenharia participar também da brincadeira:
“De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar a mandioca, e
poder contar pra todo mundo, se não tiver energia e potência para fazer varias vezes?”

Mas a frase campeã foi realmente a da Economia:
“De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar a mandioca, poder
contar pra todo mundo, ter energia e potência para fazer várias vezes se mulher gosta mesmo é de dinheiro?”

Uma loira e uma morena estavam assistindo o jornal do qual tava passando a notícia de que um homem iria se jogar do prédio de 10 andares.
– Eu aposto 50 reais que esse homem vai se jogar desse prédio – diz a morena.
– E eu aposto 50 que esse homem não irá se jogar desse prédio. – diz a loira
Alguns instantes depois,o homem se jogou e se espatifou no chão.
– Parabéns amiga! Tá aqui os seus 50 reais. – diz a loira.
– Não posso aceitar amiga.Eu assisti esse jornal de manhã. – respondeu a morena.
– Eu também assisti esse jornal de manhã. – disse a loira.
– Mas por que você disse que esse homem não ia se jogar do prédio? – indagou a morena.
– É porque eu achava que esse homem não seria tao burro de pular o prédio duas vezes.

Algumas piadas matemáticas……

Jesus chegou para seus discípulos e disse:
– ax² + bx + c
E eles disseram: – Mas senhor, o que é isto?
E Jesus disse: – É uma parábola!

Um sociólogo, um físico e um matemático recebem uma mesma quantidade de cerca, e pede-se para que eles cerquem a maior área possível.
O sociólogo pensa por um momento e decide cercar uma área quadrada.
O físico, percebendo que podia cercar uma área maior, imediantamente coloca sua cerca em forma de círculo, e sorri. “Quero ver você superar isso!”, ele diz para o matemático.
O matemático, em resposta, pega uma pequena parte de sua cerca, enrola-a em volta de si e exclama:
– Eu me defino como estando fora da cerca!

– O que é um prego?
–  É o limite de um parafuso cuja rosca tende a zero.

Dois matemáticos num bar discutindo… um afirmando que as pessoas
não sabem matemática e o outro o oposto. Depois de 30 min discutindo
o matemático que afirmava que as pessoas não sabem matemática
vai ao banheiro, e o outro, de sacanagem, chama a garçonete e fala pra
ela que mais tarde vai fazer uma pergunta e ela deve responder
“1/3 x³”. Quando o matemático volta do banheiro o outro matemático
diz:
– “Vou te provar que as pessoas sabem matemática… vou chamar a
garçonete e perguntarei qual é a integral de x²”.O outro concorda.
– Garçonete, qual é a integral de x²?
– 1/3 x³
O outro matemático fica espantado… enquanto isso quando a garçonete
está indo embora ela se vira e diz paras os matemáticos:
– E mais uma constante!

Pergunta idiota, tolerância zero…..

Quando vc está dormindo e alguém pergunta:
– Tá dormindo ?
– Não, treinando para morrer !

Quando você leva um aparelho eletronico para a manutenção e o tecnico pergunta:
– Tá com defeito ?
– Não é que ele estava cansado de ficar em casa e eu o troxe para passear.

– Vai sair nesta chuva ?
– Não, vou sair na próxima…

Quando você acaba de levantar vem 1 idiota e pergunta:
– Acordou ?
– Não.. Sou sonâmbulo !

Seu amigo liga para sua casa e pergunta:
– Onde você está ?
– No Pólo Norte ! Um furacão trouxe a minha casa pra cá !

Você acaba de tomar banho e alguém pergunta:
– Você tomou banho ?
– Não! Dei um mergulho no vaso sanitário !

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Loira suicida

Em um estado americano onde existe pena de morte, uma loira, uma morena e uma ruiva são condenadas.
No dia da execução, prestes a serem fuziladas, a morena cochicha pras outras duas:
– Esses guardas são muito tontos. Quer ver uma coisa? Vou gritar e dar um jeito de sair daqui.
Logo mais o capitão grita:
– Preparar, Apontar…
Nisso a morena grita:
– Terremoto!
Aí, o carrasco se assusta e a morena dá no pé. Em seguida, chega a vez da ruiva e o capitão diz:
– Preparar, apontar…
A ruiva, que viu o que a sua colega morena fez, grita:
– Chuva – e sai correndo.
Finalmente, chega a vez da loira. O capitão, novamente, avisa:
– Preparar, Apontar…
E a loira grita:
– Fogoooo!

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Cantada em loira não dá certo….

(PESSOA) – Oi gata… Qual é seu telefone?

(LOIRA) – Nokia. E o seu?

(PESSOA) – Uau! Isso aqui é uma calçada ou uma passarela de moda?

(LOIRA) – Hum, agora você me pegou… É que eu não sou daqui. Então não sei te informar…

(PESSOA) – Eu não tiro o olho de você!

(LOIRA) – Ainda bem, né? Senão eu fico cega!

(PESSOA) – Nossa! Eu não sabia que boneca andava!

(LOIRA) – Sério? Nossa, você tá por fora, hein? Já tem até Barbie que anda de bicicleta!

(PESSOA) – Que curvas, hein!

(LOIRA) – Nem me fala… Eu bati o carro 7 vezes pra chegar nessa festa!

(PESSOA) – Esse seu vestido vai ficar lindo jogado no chão do meu quarto!

(LOIRA) – Quer comprar um igual pra fazer um tapete? Eu te indico a loja…

(PESSOA) – Meu coração disparou quando eu te vi!

(LOIRA) – Socorro! Alguém ajude! O moço está tendo um ataque cardíaco!

(PESSOA) – Eu quero o seu amor, gata!

(LOIRA) – Espera só um pouquinho… Amô-or! Tem um moço aqui querendo você!

(PESSOA) – Quer beber alguma coisa?

(LOIRA) -Ai, que bom que você apareceu, garçom!

(PESSOA) – Me dá seu telefone, vai!

(LOIRA) – Socorro ! Um assalto!

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Piadas antigas

Professora: Vamos fazer um teste de inteligência! Você, Fernandinho: me diz aí um bichinho de 4 pernas, anda no telhado, dorme no fogão, faz miau, tem bigode e uma azeitona no nariz.
Fernandinho: Azeitona?!! Sei, não, fessora!
Professora – É gato! A azeitona, só botei pra complicar…
Agora você, Chiquinho: me diz uma coisa que a gente coloca café, leite, tem um biquinho, uma tampinha em cima e uma goiaba em baixo.
Chiquinho: Goiaba?!! Sei, não, fessora!
Professora: É bule!! A Goiaba, só botei pra complicar…
Entenderam como é ? Faz comigo agora, Joãzinho. Pergunta pra mim!
E o capetinha da classe: Ah, é?… Ah, é?… Pode deixar que eu pergunto… Deixa comigo… O que é uma coisa que é rolica, tem uma ponta vermelha, as mulheres gostam de por na boca e tem duas bolas em baixo?
Professora: O que?!?!? Tá expulso da classe, seu safado!
Joazinho: Nããããããão, fessora!! É batom! As duas bolas, só botei pra complicar.

Dicas de uma sexóloga radical e estressada, respondendo às perguntas dos ouvintes:
1 – Tenho 20 anos e não transei ainda porque gostaria que a 1ª vez fosse com um namorado fixo. O que você acha?
R: Vai ser difícil, todos eles se movem na hora H.

2 – O que fazer para surpreender meu marido que é meio tímido?
R: Apareça com um amante.

3 – Tenho um amigo que quer fazer sexo comigo, mas ele tem um pênis de 20cm. Acho que vai ser doloroso, o que faço?
R: Manda pra cá que eu testo pra você.

4 – Como faço para seduzir o rapaz que eu amo?
R: Tire a roupa! Se ele não te agarrar, cai fora que é gay.

5 – Terminei com meu ex porque ele é muito galinha e agora estou com outro. Mas ainda gosto do ex e às vezes ainda fico com ele! O que devo fazer?
R: Quem é mesmo galinha nesta história?

6 – Quero saber como enlouquecer meu namorado só nas preliminares.
R: Diga no ouvidinho dele: ‘minha menstruação está atrasada..’

7 – Sou feia, pobre e chata. O que devo fazer para alguém gostar de mim?
R: Ficar bonita, rica e ser legal. Obviamente.

8 – O cara com quem estou saindo é muito legal, mas está dando sinais de ser alcoólatra. O que eu faço?
R: Não deixe ele dirigir.

9 – Por que, na hora do sexo, quando a gente está no vai e vem, na hora em que o corpo entra em atrito e faz aquele barulho de quem está batendo palmas, a gente fica mais excitado?
R: É porque parece que tem torcida, tá ligado? Da próxima vez grite pra galera.

10 – Apesar do meu tamanho, eu tenho apenas 15 anos de idade e não tenho cara propriamente linda. O que fazer para conseguir comer umas gatas?
R: Nesta idade você tem que comer Sucrilhos, entende?

11 – Sou virgem e rolou, pela primeira vez de fazer sexo oral. Terminei engolindo o negócio e quero saber se corro o risco de ficar grávida. Estou desesperada!
R: Claro que corre o risco de ficar grávida. E a criança vai sair pelo seu ouvido.

12 – A primeira vez dói? Tenho 21 anos e ainda não transei porque tenho medo de doer e não agüentar.
R: Dói tanto que você vai ficar em coma e NUNCA mais vai levantar. Vê se deixa de ser fresca, e dá de uma vez, ô Cinderela!!!

13- Posso tomar anticoncepcional com diarréia?
R: Eu tomo com água, mas a opção é sua. Espero que use copo descartável.

Cena: sujeito entrando em uma agropecuária.
– Tem veneno pra rato?
– Tem!, Vai levar? – Pergunta o balconista.
– Não, vou trazer os ratos pra comer aqui!!!

Cena: No caixa do banco, o sujeito vai descontar um cheque.
– Vai levar em dinheiro?
– Não! Me dá em clips e borrachinhas!

Cena: Casal abraçadinho, entrando no barzinho romântico.
– Mesa para dois?
– Não, mesa para quatro, duas são prá colocar os pés.

Cena: o sujeito apanhando o talão de cheques e uma caneta.
– Vai pagar com cheque?
– Não, vou fazer um poema pra você nesta folhinha

Cena: Sujeito no elevador (no subsolo-garagem).
– Sobe?
– Não, esse elevador anda de lado.

Cena: Sujeito fumando um cigarro.
– Ora, ora! Mas você fuma?
– Não! Eu gosto de bronzear os pulmões também.

Cena: Sujeito voltando do píer com um balde cheio de peixes.
– Você pescou todos?
– Não, alguns são peixes suicidas e se atiraram no meu balde.

Cena: Homem com vara de pesca na mão, linha na água, sentado.
– Aqui dá peixe?
– Não, aqui dá tatu, quati, camundongo, … Peixe costuma dar lá no mato…

Cena: Edifício pegando fogo, funcionários saindo correndo.
– É um incêndio?
– Não, é uma pegadinha do Faustão!!!!!!

Cena: Sujeito no caixa do cinema.
– Quer uma entrada?
– Não, é que eu vi essa fila imensa e queria saber onde vai dar……

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Piadas antigas

Professora: Vamos fazer um teste de inteligência! Você, Fernandinho: me diz aí um bichinho de 4 pernas, anda no telhado, dorme no fogão, faz miau, tem bigode e uma azeitona no nariz.
Fernandinho: Azeitona?!! Sei, não, fessora!
Professora – É gato! A azeitona, só botei pra complicar…
Agora você, Chiquinho: me diz uma coisa que a gente coloca café, leite, tem um biquinho, uma tampinha em cima e uma goiaba em baixo.
Chiquinho: Goiaba?!! Sei, não, fessora!
Professora: É bule!! A Goiaba, só botei pra complicar…
Entenderam como é ? Faz comigo agora, Joãzinho. Pergunta pra mim!
E o capetinha da classe: Ah, é?… Ah, é?… Pode deixar que eu pergunto… Deixa comigo… O que é uma coisa que é rolica, tem uma ponta vermelha, as mulheres gostam de por na boca e tem duas bolas em baixo?
Professora: O que?!?!? Tá expulso da classe, seu safado!
Joazinho: Nããããããão, fessora!! É batom! As duas bolas, só botei pra complicar.

Dicas de uma sexóloga radical e estressada, respondendo às perguntas dos ouvintes:
1 – Tenho 20 anos e não transei ainda porque gostaria que a 1ª vez fosse com um namorado fixo. O que você acha?
R: Vai ser difícil, todos eles se movem na hora H.

2 – O que fazer para surpreender meu marido que é meio tímido?
R: Apareça com um amante.

3 – Tenho um amigo que quer fazer sexo comigo, mas ele tem um pênis de 20cm. Acho que vai ser doloroso, o que faço?
R: Manda pra cá que eu testo pra você.

4 – Como faço para seduzir o rapaz que eu amo?
R: Tire a roupa! Se ele não te agarrar, cai fora que é gay.

5 – Terminei com meu ex porque ele é muito galinha e agora estou com outro. Mas ainda gosto do ex e às vezes ainda fico com ele! O que devo fazer?
R: Quem é mesmo galinha nesta história?

6 – Quero saber como enlouquecer meu namorado só nas preliminares.
R: Diga no ouvidinho dele: ‘minha menstruação está atrasada..’

7 – Sou feia, pobre e chata. O que devo fazer para alguém gostar de mim?
R: Ficar bonita, rica e ser legal. Obviamente.

8 – O cara com quem estou saindo é muito legal, mas está dando sinais de ser alcoólatra. O que eu faço?
R: Não deixe ele dirigir.

9 – Por que, na hora do sexo, quando a gente está no vai e vem, na hora em que o corpo entra em atrito e faz aquele barulho de quem está batendo palmas, a gente fica mais excitado?
R: É porque parece que tem torcida, tá ligado? Da próxima vez grite pra galera.

10 – Apesar do meu tamanho, eu tenho apenas 15 anos de idade e não tenho cara propriamente linda. O que fazer para conseguir comer umas gatas?
R: Nesta idade você tem que comer Sucrilhos, entende?

11 – Sou virgem e rolou, pela primeira vez de fazer sexo oral. Terminei engolindo o negócio e quero saber se corro o risco de ficar grávida. Estou desesperada!
R: Claro que corre o risco de ficar grávida. E a criança vai sair pelo seu ouvido.

12 – A primeira vez dói? Tenho 21 anos e ainda não transei porque tenho medo de doer e não agüentar.
R: Dói tanto que você vai ficar em coma e NUNCA mais vai levantar. Vê se deixa de ser fresca, e dá de uma vez, ô Cinderela!!!

13- Posso tomar anticoncepcional com diarréia?
R: Eu tomo com água, mas a opção é sua. Espero que use copo descartável.

Cena: sujeito entrando em uma agropecuária.
– Tem veneno pra rato?
– Tem!, Vai levar? – Pergunta o balconista.
– Não, vou trazer os ratos pra comer aqui!!!

Cena: No caixa do banco, o sujeito vai descontar um cheque.
– Vai levar em dinheiro?
– Não! Me dá em clips e borrachinhas!

Cena: Casal abraçadinho, entrando no barzinho romântico.
– Mesa para dois?
– Não, mesa para quatro, duas são prá colocar os pés.

Cena: o sujeito apanhando o talão de cheques e uma caneta.
– Vai pagar com cheque?
– Não, vou fazer um poema pra você nesta folhinha

Cena: Sujeito no elevador (no subsolo-garagem).
– Sobe?
– Não, esse elevador anda de lado.

Cena: Sujeito fumando um cigarro.
– Ora, ora! Mas você fuma?
– Não! Eu gosto de bronzear os pulmões também.

Cena: Sujeito voltando do píer com um balde cheio de peixes.
– Você pescou todos?
– Não, alguns são peixes suicidas e se atiraram no meu balde.

Cena: Homem com vara de pesca na mão, linha na água, sentado.
– Aqui dá peixe?
– Não, aqui dá tatu, quati, camundongo, … Peixe costuma dar lá no mato…

Cena: Edifício pegando fogo, funcionários saindo correndo.
– É um incêndio?
– Não, é uma pegadinha do Faustão!!!!!!

Cena: Sujeito no caixa do cinema.
– Quer uma entrada?
– Não, é que eu vi essa fila imensa e queria saber onde vai dar……

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A ponte para o sempre – Richard Bach – Texto introdutório

Pensamos às vezes que não restou um só dragão. Não há mais qualquer bravo cavaleiro, nem
uma única princesa a flanar por florestas secretas, encantando cervos e
borboletas com seu sorriso.

Pensamos às vezes que a nossa era está além das fronteiras, além das aventuras. Que o
destino já passou no horizonte, as sombras reluzentes já desfilaram há muito
tempo e se foram para sempre.

É um prazer estar enganado. Princesas e cavaleiros, encantamentos e dragões,
mistério e aventuras… não apenas existem aqui e agora, mas também continuam a
ser tudo o que já existiu nesse mundo.

Em nosso século mudaram de roupa, como não podia deixar de ser. Os dragões
ostentam hoje as vestimentas do governo, o terno do fracasso e a túnica do
desastre. Os demônios da sociedade guincham, turbilhonam sobre nós, se nos
atrevemos a virar à direita em esquinas em que nos mandaram virar à esquerda.
As aparências se tornaram tão insidiosas que princesas e cavaleiros podem se
esconder um dos outros, podem se esconder até de si mesmos.

Contudo, os mestres da realidade ainda nos encontram em sonhos para dizer que nunca
perdemos o escudo de que precisamos contra os dragões, que uma descarga de fogo
azul nos envolve agora, a fim de que possamos mudar o mundo como desejarmos. A
intuição sussurra a verdade: não somos poeira, somos magia.

Esta é uma história sobre um cavaleiro que estava morrendo e uma princesa que salvou
sua vida. É uma história sobre beleza, bestas, encantamentos e fortalezas,
sobre as forças da morte que parecem e as forças da vida que são. É uma
história sobre a aventura que, na minha opinião, mais importa, em qualquer era.

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Não é o que parece…

Em 2002, a Psicologia brasileira completou 40 anos da promulgação da lei que regulamenta a profissão de psicólogo no país. Os Conselhos Federal e Regionais de Psicologia, ao considerarem a complexidade das relações humanas em um mundo globalizado e as conseqüências destas para a constituição da subjetividade, oferecem de presente à sociedade brasileira uma perspectiva de refletir sobre os seus problemas, a partir da dimensão subjetiva.

A série Não é o que Parece!, produzida em parceria com o canal Futura e o Conselho Federal de Psicologia, fala sobre preconceito, exclusão social, violência, trabalho, liderança, desigualdades sociais e identidade de grupos sociais e é composta por oito programas de 30 minutos cada um.

Gravados no Rio Grande do Sul, Pernambuco e São Paulo, tratam de questões atuais. Para discutir estes temas, foram colhidos depoimentos de pessoas que viveram as situações e emoções abordadas em cada dos episódios.

Os programas transmitem ao telespectador, de forma simples e objetiva, as contribuições que a Psicologia pode dar em relação à compreensão e transformação do mundo em que vivemos. A finalidade é divulgar a leitura da Psicologia sobre problemas sociais importantes que enfrentamos dia-a-dia. Cada episódio mostra que para compreendê-los é imprescindível levar em conta os modos de subjetivação, sob pena de subtrair aquilo que é uma experiência fundamental ao ser humano: o seu sofrimento psíquico.

Finalmente os links para os vídeos foram corrigidos!!! Abaixo estão as descrições de cada programa; ao clicar no título do programa, uma janela abrirá com o vídeo.



Com Quem Você Pensa que Está Falando?
Como é que se constrói o sentimento de subalternidade? O que faz uma pessoa se sentir inferior à outra? Na história do nosso país, no dia-a-dia de uma rotina que reforça a desigualdade social surgem sentimentos, medos, lembranças, ansiedades que muitas vezes a gente não percebe mas que modificam a forma de percebermos o mundo. Frases feitas que insistem em tentar se tornar realidade, tais como: “Você sabe quem está falando?” ou “Manda quem pode, obedece quem tem juízo” ou ainda “ Coloque-se no seu lugar” refletem muito desta dimensão subjetiva.

A partir de um porteiro chamado Severino (é proposital a referência ao poema de João Cabral de Melo Neto), residente em Copacabana, no Rio de Janeiro, e prefere andar pelo elevador de serviço, este episódio pretende discutir o conceito de humilhação social. Um representante da pastoral carcerária, a organização Fala Preta de São Paulo, dados do IBGE e do Human Rights Watch, a ASMARE (uma associação de ex-moradores de rua) fazem parte das matérias deste episódio.


Eu Lembro, Logo Eu sou.
De que forma a sociedade seleciona e constrói suas memórias? Um povo, uma comunidade, constrói sua identidade a partir da memória? Como a memória pode ser viva? Como em um jogo da memória este programa é um convite para pensar de que forma lembranças, sentimentos, medos fazem parte do que a pessoa lembra e conseqüentemente do que a pessoa é. Pessoas de três capitais brasileiras são convidadas a contar suas lembranças boas e ruins. Uma família troca relatos sobre uma aventura vivida em conjunto mas que gerou lembranças bem diferentes. Representantes do Mangue Beat explicam como a memória pode ser viva. Uma idosa anda pela cidade de São Paulo e reencontra lugares de seu passado hoje bastante modificados. Um episódio rico em sentimentos muito bem guardados..


Indivíduo e Coletivo
O que é mais importante? O tijolo ou a parede? Construir um projeto coletivo ou ter seu próprio projeto de vida? Como se constrói esta relação? Ela é natural? Se não é, como é que a dimensão subjetiva atua e constrói esta relação? Uma criança nasce em uma tribo indígena, outra em um projeto coletivo e outra em uma cidade grande. Quais são as diferenças? O que se espera delas? Que sentimentos, medos, esperanças envolvem isto? Em uma cidade grande é comum se valorizar o indivíduo, mas então o que causa a presença de mendigos? Como nascem os projetos solidários? Em um projeto coletivo se valoriza o grupo, mas o que acontece quando alguém quer ter seu próprio projeto? Para discutir a dimensão subjetiva neste episódio matérias com o grupo Nós do Morro, em uma república da USP, em um acampamento do MST e em uma cooperativa de pescadores.


Você Tem Medo de Quê?
Você Tem Medo de Quê? Você tem medo porquê? As vezes o medo pode ser maior do que sua causa? A forma como construímos o medo e o que contribui para isto é o tema deste episódio. Uma criança de 6 anos que tenta dormir mas não consegue, aquele medo prazeroso dos filmes de terror, o medo de morrer, o histórico medo do mar, medos urbanos, fobias, são discutidos neste programa sob a ótica subjetiva. É possível enfrentar o medo? Medo pode gerar medo, que gera ainda mais medo. Desconstruir esta corrente é um dos objetivos deste episódio. Entrevistas com especialistas e com comunidades que vencem o medo no seu dia-a-dia. Você lembra do bug do milênio? Se você parar para pensar talvez o medo surgido depois dos atentados às torres gêmeas e ao Pentágono, nos Estados Unidos, no dia 11 de setembro do ano de 2001 tenha sido maior que o acontecimento em si. O medo de doenças como a AIDS, principalmente quando do surgimento da doença, é combatido diariamente com a informação. “Você tem medo de quê?” apenas faz as questões, cabe a você responder.


Liderança: Profissão Impossível
Como se constrói um líder? Ele é realmente necessário? Nem sempre foi assim. O que se espera então? Qual o papel da liderança? E do liderado? É possível representar a todos? Então será que é possível ser um líder? Estas são algumas das questões deste episódio. A galeria dos líderes, dos liderados, um jogo para se tornar uma liderança e a opinião de pessoas do Recife, Porto Alegre e São Paulo são alguns dos elementos utilizados para discutir um tema tão complexo. Quais são os sentimentos, medos, as expectativas, que constróem a relação com a liderança? E com liderados? Apesar da imediata associação com a política, ser uma liderança é mais do que isto. Existem novas formas de liderança que surgem diariamente em comunidades, grupos, associações, entre outros. Entrevistas com Itamar Silva da comunidade do Santa Marta, no Rio de Janeiro, e com outras lideranças ajudam a discutir a dimensão subjetiva da liderança.


Trabalho, Trabalho
Quais sentimentos, problemas, pensamentos cabem no mundo do trabalho? Quais ficam de fora? Como é que casa e trabalho se confundem no cotidiano? Essas são algumas das perguntas que o programa sugere e que fazem parte da dimensão subjetiva. O trabalho se torna o centro da vida das pessoas sem que se perceba as conseqüências desse fato. Uma fábrica de sapatos onde a operária que produz mais de dez mil sapatos por ano possui apenas três, digitadores de uma empresa que raramente se lembram do que escreveram depois de passarem horas digitando e uma entrevista de emprego com candidatos diferentes com o mesmo currículo são algumas das matérias do episódio. Em três capitais do país, as pessoas na rua discutem sua relação com o trabalho. A professora Gisley fala sobre o Mal de Burnoult e uma representante da CEERT – Centro de Estudos das Relações do Trabalho e Desigualdade – são algumas das pessoas que se especializaram em discutir esta relação tão especial e que comentam este epísódio.


Viva a Diferença
Olhe a sua volta! O mundo não é só o que você vê, existem muitos sentimentos, desejos, emoções e lembranças que nem sempre percebemos, mas que atravessam e determinam nossas vidas. Este é o tema do programa Viva a Diferença, que discute as percepções de igualdade e diferença presentes em nossa sociedade. Com base em questionamentos do tipo – existem profissões exclusivamente femininas e masculinas, homens e mulheres são mesmo diferentes, qual o limite entre igualdade e diferença – foram entrevistados um homem que ganha a vida fazendo bordados, uma motorista de ônibus, um transexual, dois casais de homossexuais e duas pessoas com necessidades especiais. Eles relatam suas experiências de vida e explicam como aprenderam a conviver com o preconceito e com o fato de serem considerados “diferentes”.


Razão e Emoção
Por que dizemos que alguém é mais racional ou mais emotivo? Será que realmente é possível separar estes sentimentos? O que valorizamos de um e de outro? Como aprendemos a ser mais emotivos ou mais racionais? Discutir a dimensão subjetiva da razão e da emoção é discutir diretamente nossa forma de ver o mundo. Este episódio fecha a série e não é por acaso, por ser quase um resumo da discussão ao longo dos diferentes episódios, ele é o que abrange a dimensão subjetiva da forma mais ampla. O psicanalista Jurandir Freire Filho é uma das pessoas que contribuem para esta discussão. Afinal, será que o ser humano é dividido? Quais são as conseqüências desta clivagem?
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Sexa

– Pai…

– Hmmm?

– Como é o feminino de sexo?

– O quê?

– O feminino de sexo.

– Não tem.

– Sexo não tem feminino?

– Não.

– Só tem sexo masculino?

– É. Quer dizer, não. Existem dois sexos. Masculino e feminino.

– E como é o feminino de sexo?

– Não tem feminino. Sexo é sempre masculino.

– Mas tu mesmo disse que tem sexo masculino e feminino.

– O sexo pode ser masculino ou feminino. A palavra “sexo” é masculina. O sexo masculino, o sexo feminino.

– Não devia ser “a sexa”?

– Não.

– Por que não?

– Porque não! Desculpe. Porque não. “Sexo” é sempre masculino.

– O sexo da mulher é masculino?

– É. Não! O sexo da mulher é feminino.

– E como é o feminino?

– Sexo mesmo. Igual ao do homem.

– O sexo da mulher é igual ao do homem?

– É. Querdizer… Olha aqui. Tem o sexo masculino e o sexo feminino, certo?

– Certo.

– São duas coisas diferentes.

– Então como é o feminino de sexo?

– É igual ao do masculino.

– Mas não são diferentes?

– Não. Ou, são! Mas a palavra é a mesma. Muda o sexo, mas não muda a palavra.

– Mas então não muda o sexo. É sempre masculino.

– A palavra é masculina.

– Não. “A palavra” é feminino. Se fosse masculina seria “o pal…”

– Chega! Vai brincar, vai.

O garoto sai e a mãe entra. O pai comenta:

– Temos que ficar de olho nesse guri…

– Por quê?

– Ele só pensa em gramática.

Comédias para se ler na escola, de Luis Fernando Veríssimo

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Sobre Jequitibás e eucaliptos… – Dia dos Professores

Educadores, onde estarão? Em que covas se terão escondido? Professores há aos milhares. Mas o professor é profissão, não é algo que se define por dentro, por amor. Educador, ao contrário, não é profissão; é vocação. E toda vocação nasce de um grande amor, de uma grande esperança.

Profissões e vocações são como plantas. Vicejam e florescem em nichos ecológicos, naquele conjunto precário de situações que as tornam possíveis e – quem sabe? – necessárias. Destruído esse habitat, a vida vai-se encolhendo, murchando, fica triste, mirra, entra para o fundo da terra, até sumir.E o educador? Que terá acontecido com ele? Existirá ainda o nicho ecológico que torna possível a sua existência? Resta-lhe algum espaço? Será que alguém lhe concede a palavra ou lhe dá ouvidos? Merecerá sobreviver? Tem alguma função social ou econômica a desempenhar? Uma vez cortada a floresta virgem, tudo muda. É bem verdade que é possível plantar eucaliptos, essa raça sem vergonha que cresce depressa, para substituir as velhas árvores seculares que ninguém viu nascer nem plantou. Para certos gostos, fica até mais bonito: todos enfileirados, em permanente posição de sentido, preparados para o corte. E para o lucro. Acima de tudo, vão-se os mistérios, as sombras não penetradas e desconhecidas, os silêncios, os lugares ainda não visitados. O espaço racionaliza- se sob a exigência da organização. Os ventos não mais serão cavalgados por espíritos misteriosos, porque todos eles só falarão de cifras, financiamentos e negócios.

Que me entendam a analogia. Pode ser que educadores sejam confundidos com professores, da mesma forma como se pode dizer: Jequitibá e Eucalipto, não é tudo árvore, madeira? No final, não dá tudo no mesmo?

Não, não dá tudo no mesmo, porque cada árvore é a revelação de um habitat, cada uma delas tem cidadania num mundo específico. A primeira, no mundo do mistério, a segunda, no mundo da organização, das instituições, das finanças.

Há árvores que têm personalidade e os antigos acreditavam mesmo que possuíam uma alma. É aquela árvore, diferente de todas, que sentiu coisas que ninguém mais sentiu. Há outras que são absolutamente idênticas umas às outras, que podem ser substituídas com rapidez e sem problemas. Eu diria que os educadores são como as velhas árvores: Possuem uma face, um nome, uma “história” a ser contada. Habitam um mundo em que o que vale é a relação que os liga aos alunos, sendo que cada aluno é uma “entidade” sui generis, portador de um nome, também de uma “história”, sofrendo tristezas e alimentando esperanças. E a educação é algo para acontecer nesse espaço invisível e denso, que se estabelece a dois: Espaço artesanal.

Mas professores são habitantes de um mundo diferente, onde o “educador” pouco importa, pois o que interessa é um “crédito” cultural que o aluno adquire numa disciplina identificada por uma sigla, sendo que, para fins institucionais, nenhuma diferença faz aquele que a ministra. Por isso professores são entidades “descartáveis”, da mesma forma como há canetas descartáveis, coadores de café descartáveis, copinhos de plástico para café descartáveis. De educadores para professores realizamos o mesmo salto que de pessoa para funções…

Não sei como preparar o educador. Talvez porque isso não seja nem necessário nem possível… É necessário acordá-lo.

E aí aprenderemos que educadores não se extinguiram como tropeiros e caixeiros. Porque, talvez, nem tropeiros nem caixeiro tenham desaparecido, mas permaneçam como memórias de um passado que está mais próximo do nosso futuro que o ontem. Basta que os chamemos do seu sono, por um ato de amor e coragem.

E talvez, acordados, repetirão o milagre da instauração de novos mundos.

(ALVES,Rubem. Sobre Jequitibás e Eucaliptos.in:Conversas com Quem Gosta de Ensinar)

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Office 2007 e o acordo ortográfico

A Microsoft disponibilizou uma atualização para o Office 2007 trabalhar com as novas
regras da reforma ortográfica.

Com a atualização, o
Verificador Ortográfico, o Dicionário de Sinônimos e o Verificador
Gramatical em português (Brasil) do Microsoft Office 2007 se tornarão compatíveis
com a reforma ortográfica de 2009 do idioma português (Brasil).

Clique aqui para fazer o download.

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As loiras vão dominar o mundo

Um jovem ventríloco estava fazendo uma turnê e foi dar um espetáculo num bar em uma cidadezinha.
Estava exibindo seu repertório usual sobre a burrice das loiras quando uma loiraça sentada na quarta fileira levantou-se e disse:
– Já ouvi o suficiente das suas piadas denegrindo as loiras, seu idiota. O que o faz pensar que pode estereotipar as mulheres desse jeito? O que tem a ver os atributos físicos de uma pessoa com o seu valor como ser humano? São caras como você que impedem que mulheres como eu sejam respeitadas no trabalho e na comunidade, que nos impedem de alcançar o pleno potencial como pessoa, por sua causa e por causa das pessoas da sua laia perpetua-se a discriminação não só contra as loiras mas contra as mulheres em geral… tudo em nome do humor!
Confuso, o ventríloquo começou a se desculpar, e a loira, em tom esganiçado, diz:
– Fique fora disso, senhor, estou falando com esse rapazinho que está sentado no seu colo!

A loira estava lá, andando com a Nova ferrari que tinha ganhado do marido até que bate num poste.
Daí quando sai do carro, faz um escandalo:
-Buáááá!!
Meu carro novo amassou todo!O que que eu vou fazer?
Um guarda ouve o grito da loira, desesperada…e diz, só pra gozar da cara dela:
-Eu posso te ajudar filha.
E a loira, aos prantos:
-O quê,seu guarda?
-Tá vendo esse caninho aqui?É o cano de descarga.Se você soprar nele, o seu carro vai desamassar.
-Ai!Obrigada, seu guarda!-Diz a loira
E lá vai ela, soprar pelo cano de descarga.
Depois de 2 horas,a amiga loira dela chega e vê ela chorando, com a boca toda preta.
-Por que você tá assim, amiga?
-Ah,porque um guarda passou por aqui e disse que se eu soprasse por esse caninho,o meu carro novo ia desamassar.
-Mas tu é burra mesmo hem?
-Por quê?
-Por que você tinha que fechar as janelas antes.

Uma loira em seu mercedes estava dirigindo acima do limite quando foi parada por uma policial tambem loira.
Disse a loira policial:
– Por favor sua carteira de motorista.
– Carteira de motorista, oque e isso? perguntou a loira motorista.
– Como pode ser burra assim, e um documento que tem a sua foto.
A loira motorista pega a sua bolsa e comeca a procurar o documento com sua foto,quando acha um estojinho de maquiagem com espelho, abre e ver seu rosto.
– Haaaa, achei.
– Deixe me ver, disse a loira policial.
A motorista lhe entrega o espelho ela olha e disse:
– Porque nao me disse antes que voce tambem era policial?

Cansada das brincadeiras sobre sua burrice, a loira resolveu pintar o cabelo de preto.
Para comemorar o “novo visual”, foi dar uma volta de carro pelo campo e lá encontrou um pastor de ovelhas.
– Bom dia, senhor pastor! Que lindo rebanho o senhor tem!
– Obrigado!
– Se eu acertar quantas ovelhas ha em seu rebanho, eu ganho uma?
– Claro! Duvido que a senhora seja capaz!
– Sao 627!
– Impressionante!!! Esse e o número exato de ovelhas do meu rebanho. Pode escolher uma, ela e sua!
A loira olhou com atenção todas aquelas ovelhas macias e, depois de muito acariciá-las, selecionou uma e a estava levando para o carro quando o pastor chamou:
– Moça! Se eu adivinhar a cor original do seu cabelo, a senhora devolve o meu cachorro?

Advogada Loira Após finalmente concluir o seu longo curso de advocacia, a loira abre o seu escritório.
No 1º dia, alguém bate à porta. Para marcar aquela presença, ela pega o telefone e pede para a pessoa entrar e esperar. Fica uns 30 minutos fingindo uma conversa:
-Sim, claro! Eu não perco uma causa! Essa está muito fácil… O homem olha para ela com uma cara desconfiada! – Com certeza, no próximo julgamento o juiz nos dará sentença favorável e venceremos!!!
E assim ficou enrolando. Quando desligou, após aquela “longa conversa”, toda educada, ela pergunta: – Pois não, cavalheiro, no que posso ajudá-lo?
O homem respondeu: – Sou da Telemar, vim instalar sua linha…

Morreu o pai da loira. E na agitação para o funeral a mãe pede que a filha vá até a cidade comprar um terno bem bonito para enterrar o marido. E assim se fez. Um mês depois, a loira pede à mãe:
– Mamãe preciso de RS100,00 para pagar o terno de papai.
A mãe, meio distrída dá o dinheiro.
Mais um mês e a loira nvamente:
– Mamãe me dá RS100,00 para pagar o terno de papai.
E assim foi durante seis meses, até que um dia, quando a loira pediu à mãe mais RS100,00 para pagar o terno do pai, a mãe disse:
-Mas filha, em quantas prestações você dividiu o terno de papai?
– Ah! mamãe, eu não te avisei! É que naquele dia como o terno era muito caro eu resolvi apenas alugar.

O psiquiatra pergunta para a loira:

– Costuma escutar vozes, sem saber quem está falando ou de onde vêm?

– Sim…Costumo!

– E quando isso acontece?

– Quando atendo o telefone!

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Humor Tadela

Errando o verbo

O marido, ao chegar em casa no final da noite, diz à mulher que já estava deitada:
– Querida, eu quero amá-la!
A mulher, com voz sonolenta:
– A mala? Ah… não sei onde está, não! Usa a mochila que está no maleiro do quarto de visitas.
– Não é isso querida, hoje vou amar-te!
– Por mim, você pode ir até Júpter, até Saturno e até a puta que o pariu, desde que me deixe dormir em paz!

Mãe é mãe, sogra é sogra

Duas distintas senhoras encontram-se após um bom tempo sem se verem.
Uma pergunta à outra:
– Como vão seus dois filhos… a Rosa e o Francisco?
– Ah! querida… a Rosa casou-se muito bem. Tem um marido maravilhoso. É ele que levanta de madrugada para trocar as fraldas do meu netinho, faz o café da manhã, arruma a casa, lava as louças, recolhe o lixo e ajuda na faxina.
Só depois é que sai para trabalhar, em silêncio, para não acordar a minha filha. Um amor de genro! Benza-o, ó Deus!
– Que bom, heim amiga! E o seu filho, o Francisco? Casou também?
– Casou sim, querida. Mas tadinho dele, deu azar demais. Casou-se muito mal… Imagina que ele tem que levantar de madrugada para trocar as fraldas do meu netinho, fazer o café da manhã, arrumar a casa, lavar a louça, recolher o lixo e ainda tem que ajudar na faxina! E depois de tudo isso ainda sai para trabalhar, em silêncio, para sustentar a preguiçosa, vagabunda, encostada da minha nora – aquela porca nojenta e mal agradecida!

Abuso

Um casal estava na cama conversando, quando a mulher diz bocejando pro marido:
– Vou dormir… boa noite!
E ele diz:
– Já vai dormir? Logo agora que eu iria abusar de você?
E ela, entusiasmada:
– Então abusa vai, abusa logo de uma vez!
E ele:
– Vai lá na cozinha e pega uma cerveja e algumas azeitonas pra mim!

Tirando o atraso

Era tarde da noite, o caminhoneiro guiava doido para dar uma, quando avista uma plantação de abóboras:
– Uma abóbora… hummm… é macia, úmida…
Ele pára o caminhão, escolhe a abóbora mais vistosa, faz um buraco e manda ver.
Na empolgação, nem percebe a chegada de uma viatura da polícia:
– Desculpe-me, senhor ! – interrompe o
patrulheiro – Por acaso o senhor está… transando com uma abóbora?
E o caminhoneiro, tentando disfarçar:
– Abóbora? Caramba! Já é meia-noite? Cinderela! CINDERELAAAAAAA! Cadê você minha nega?

Mineirinho e a ratoeira

O homem da cidade chega numa loja no interior de Minas Gerais e pergunta:
– Bom dia moço, você tem uma ratoeira?
Ao que o mineiro responde:
– Tem sim,sinhô!
– Pois me vê uma bem depressa que eu quero pegar o ônibus!
– Eh… desse tamanho não tem não sinhô!

Nota Z

A professora para a Mariazinha:
– Mariazinha, me diga 3 partes do corpo que comecem com a letra D.
– Hummmm…. Dedo, Dente… e huummm… Dentina!
– Muito bem, vai levar uma nota que começa com D também!
– Dez! Oba!
E virando-se para o Joãozinho:
– Joãozinho, agora me diga 3 partes do corpo que comecem com a letra Z.
– Zóio, Zouvido e Zoreia, fessora!
– Vai levar uma nota que começa com Z também!
– Um zoito? Oba!

Espetáculo na Broadway

Um sujeito estava sentado na primeira fila de um daqueles espetáculos majestosos e caríssimos da Broadway onde, normalmente, os ingressos são vendidos com vários meses de antecedência. De repente um rapaz, ao ver uma poltrona vazia entre eles, comenta:
— Que coisa esquisita! Um lugar desses vazio?! Você pode acreditar que alguém paga uma fortuna por um lugar desses e não aparece no espetáculo?
O homem responde:
— Na realidade, esse lugar era da minha mulher, mas ela faleceu!
— Oh, meus pêsames — desculpa-se o vizinho. — Mas o senhor não poderia ter dado o ingresso para um amigo ou um parente?
— Infelizmente não! Estão todos no enterro!

Boas Notícias

Num campo de concentração o general fala para os prisioneiros:
— Atenção! Eu tenho uma boa e uma má notícia. Qual vocês querem ouvir primeiro?
Cansados de más notícias, os prisioneiros pediram:
— A boa notícia primeiro!
Então o general disse:
— Metade de vocês vai voltar pra casa hoje.
Os prisioneiros começaram a comemorar, até que se lembraram de perguntar:
— E a má notícia? Qual é?
E o general.
— A má notícia é que é só a parte de cima.

Providência Certa

O pediatra examina o garoto e pergunta para o pai:
— Aconteceu algo fora da rotina desde a última consulta?
— Ah! Outro dia ele engoliu a lâmina de barbear!
— Nossa! E que providência o senhor tomou?
— Passei a usar o barbeador elétrico!

Motivo para Operar

Um clínico e um cirurgião estão discutindo um caso.
— Mas me diga uma coisa… Por que você operou aquele homem?
— Por três mil reais. — responde o cirurgião.
— Não, eu quero saber o que ele tinha.
— Pois então, tinha três mil reais!

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O tesouro – O Alquimista

– Você não vai morrer –  disse [o chefe dos salteadores]. – Vai viver e aprender que o homem não pode ser tão estúpido. Aí, neste lugar onde você está, eu também tive um sonho repetido há quase dois anos atrás. Sonhei que devia ir até os campos da Espanha, buscar uma igreja em ruínas onde os pastores costumavam dormir com suas ovelhas, e que tinha um sicômoro crescendo dentro da sacristia, se eu cavasse na raiz deste sicômoro, haveria de encontrar um tesouro escondido. Mas não sou estúpido de cruzar um deserto só porque tive um sonho repetido.

Depois foi embora

O rapaz levantou-se com dificuldade, e olhou mais uma vez para as Pirâmides. As Pirâmides sorriram para ele, e ele sorriu de volta, com o coração repleto de felicidade.

Havia encontrado o tesouro.

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Provérbio árabe – O Alquimista

“Tudo que acontece uma vez, pode nunca mais acontecer. Mas tudo que acontece duas vezes, acontecerá certamente uma terceira vez”.

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A voz do coração – O Alquimista

“Mesmo que eu reclame um pouco, é porque sou um coração de homem, e os corações de homens são assim. Têm medo de realizar seus maiores sonhos, porque acham que não o merecem, ou não vão consegui-los. Nós, os corações, morremos de medo só de pensar em amores que partiram para sempre, em momentos que poderiam ter sido bons e que não foram, em tesouros que poderiam ter sido descobertos e ficaram para sempre escondidos na areia. Porque quando isso acontece, terminamos sofrendo muito”.

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Coração traiçoeiro – O Alquimista

– Então, para que devo escutar meu coração?

– Porque você não vai conseguir jamais mantê-lo calado. E mesmo que finja não escutar o que ele diz, ele estará dentro do seu peito, repetindo sempre o que pensa sobre a vida e o mundo.

– Mesmo que ele seja traiçoeiro?

– A traição é o golpe que você não espera. Se você conhecer bem seu coração, ele jamais conseguirá isto. Porque você conhecerá seus sonhos e seus desejos, e saberá lidar com eles.

“Ninguém consegue fugir do seu coração. Por isso é melhor escutar o que ele fala. Para que jamais venha um golpe que você não espera”.

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Presente e futuro – O Alquimista

“Quando as pessoas me consultam, eu não estou lendo o futuro; estou adivinhando o futuro. Porque o futuro pertence a Deus, e ele só o revela em circunstâncias extraordinárias. E como consigo adivinhar o futuro? Pelos sinais do presente. No presente é que está o segredo; se você prestar atenção no presente, poderá melhorá-lo. E se você melhorar o presente, o que acontecerá depois também será melhor. Esqueça o futuro e viva cada dia de sua vida nos ensinamentos da Lei, e na confiança de que Deus cuida dos seus filhos. Cada dia traz em si a Eternidade”.

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O vento e o deserto – O Alquimista

– Você me falou dos seus sonhos, do velho rei, e do tesouro. Você me falou dos sinais. Então, não tenho medo de nada, porque foram estes sinais que me trouxeram você. Por isso quero que siga em direção ao que veio buscar. Se tiver que esperar o final da guerra, muito bem. Mas se tiver que seguir antes, vá em direção à sua lenda. As dunas mudam com o vento, mas o deserto permanece o mesmo. Assim será com nosso amor.

“Maktub” – disse. “Se eu for parte de sua Lenda, você voltará um dia”.

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Fátima – O Alquimista

Então foi como se o tempo parasse, e a Alma do Mundo surgisse com toda a força diante do rapaz. Quando ele olhou seus olhos negros, seus lábios indecisos entre um sorriso e o silêncio, ele entendeu a parte mais importante e mais sábia da Linguagem que o mundo falava, e que todas as pessoas da terra eram capazes de entender em seus corações.

E isto era chamado de Amor, uma coisa mais antiga que os homens e que o próprio deserto, e que no entanto ressurgia sempre com a mesma força onde quer que dois pares de olhos se cruzassem como se cruzaram aqueles dois pares de olhos diante de um poço.

Os lábios finalmente resolveram dar um sorriso, e aquilo era um sinal, o sinal que ele esperou sem saber durante tanto tempo em sua vida, que tinha buscado nas ovelhas e nos livros, nos cristais e no silêncio do deserto.

Ali estava a pura linguagem do mundo, sem explicações, porque o Universo não precisava de explicações para continuar seu caminho no espaço sem fim. Tudo o que o rapaz entendia naquele momento era que estava diante da mulher de sua vida, e sem nenhuma necessidade de palavras, ela devia saber disso também.

Tinha mais certeza disto do que de qualquer coisa no mundo, mesmo que seus pais, e os pais de seus pais dissessem que era preciso namorar, noivar, conhecer a pessoa e ter dinheiro antes de casar. Quem dizia isto talvez jamais tivesse conhecido a linguagem universal, porque quando se mergulha nela, é fácil entender que sempre existe no mundo uma pessoa que espera a outra, seja no meio de um deserto, seja no meio das grandes cidades.

E quando estas pessoas se cruzam, e seus olhos se encontram, todo o passado e todo o futuro perde qualquer importância, e só existe aquele momento, e aquela certeza incrível de que todas as coisas debaixo do sol foram escritas pela mesma Mão. A Mão que desperta o Amor, e que faz uma alma gêmea para cada pessoa que trabalha, descansa e busca tesouros debaixo do sol. Porque sem isto não haveria qualquer sentido para os sonhos da raça humana.

“Maktub”, pensou o rapaz.

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O pastor e o mercador – O Alquimista

O rapaz acordou antes do sol nascer. Tinham-se passado onze meses e nove dias desde que ele havia pisado pela primeira vez no continente africano.

Vestiu sua roupa árabe, de linho branco, comprada especialmente para aquele dia. Colocou o lenço na cabeça, fixo por um anel feito de pele de camelo. Calçou as sandálias novas, e desceu sem fazer qualquer ruído.

A cidade ainda dormia…

Depois que acabou de fumar, enfiou a mão num dos bolsos do traje, e ficou alguns instantes contemplando o que havia retirado de lá de dentro.

Havia um grande maço de dinheiro. O suficiente para comprar cento e vinte ovelhas, uma passagem de volta, e uma licença de comércio entre seu país e o país onde estava.

Esperou pacientemente que o velho acordasse e abrisse a loja. Os dois então foram juntos tomar mais chá.

– Vou embora hoje – disse o rapaz. – Tenho dinheiro para comprar minhas ovelhas. Você tem dinheiro para ir à Meca.

O velho não disse nada.

– Peço sua bênção – insistiu o rapaz. – Você me ajudou.

O velho continuou a preparar o chá em silêncio. Depois de um certo tempo, porém, virou-se para o rapaz.

– Tenho orgulho de você – disse. – Você trouxe alma para a minha loja de cristais. Mas sabe que eu não vou à Meca. Como sabe que não voltará a comprar ovelhas.

– Quem lhe disse isto? – perguntou o rapaz, assustado.

– Maktub – disse simplesmente o velho Mercador de Cristais.

E o abençoou.

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Aprenda inglês

COOL ME – Verbo que indica comer: “Eu COOL ME pastel. Ou ainda: Eu
COOL ME FAR OF A.”
FREE YOU – Oposto de estar com calor: “Estou com FREE YOU”
FRENCH – Dianteira: “Sai da FRENCH, por favor.”
CLOCK – Marca de panela: “Panela de pressão, lá em casa, só CLOCK.”
COFFEE – Onomatopéia para o ato de to see: “COFFEE! Coffee! Desculpe!”
DARK – Trecho de um conhecido provérbio: “É melhor DARK que receber!”
DATE – Ordem para prostrar-se: “DATE-se aí e fique quieto.”
DICK – Início de uma música do Roberto Carlos: “DICK que vale o céu…”
ELEVEN – Mandar levantar: “ELEVEN o nível da conversa aí.”
KISS – Verbo querer no passado: “Ele KISS beijá-la.”
BOY – O companheiro da vaca: “Aluna : Hello , BOY! Aluno : Hello , vaca!”
HAND – Entregar, dar por vencido: “você se HAND?”.
FEEL – Barbante:” Me da um pedaço desse FEEL para eu amarrar aqui”.
MICKEY – Afirmativo de queimadura: “MICKEY may”.
BEACH – Homossexual: “O Cordeirinho é meio BEACH.”
BYTE – Surrar: “Dotô, ele sempre BYTE neu.”
BOTTOM – Colocar: “Eles BOTTOM tudo no lugar errado.”
CAREFUL – Supermercado: “Vou no CAREFUL comprar uns troços.”
CHEESE – Letra do alfabeto: “Exemplo, sexo e nexo se escrevem com CHEESE.”
MORNING – Nem CAN’T, nem FREE YOU: “A água esta MORNING.”
WINDOW – Usado em despedidas: “Bom, já vou WINDOW!”
HAIR – Marcha de carro: “Ele engatou a HAIR.”
MAY GO – Pessoa dócil: ele é tão “MAY GO.”
YOU – Expressão de curiosidade: “YOU seu irmão, como vai?”
YEAR – Deixar partir: “Ela teve que YEAR.”
EYE – Interjeição de dor:” EYE que dor de cabeça!”
HIM – Órgão: “Eye que dor no HIM!”
CREAM – Roubar, matar, etc.: “Ele cometeu um CREAM.”
PAINT – Objeto: “Me empresta o seu PAINT?”
FAIL – Oposto de bonito: “Ele e FAIL.”
RIVER – Pior que FAIL: “Ele é O RIVER.”
TO SEE – Onomatopéia que representa tosse: “Acho que vou TO SEE!”
CAN’T – Oposto de FREE YOU: “A água esta CAN’T.”

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O Leão e o dragão – VPA

Olhei e vi a última coisa que esperava ver: um enorme leão avançando para mim. E era estranho porque, apesar de não haver lua, por onde o leão passava havia luar.

Foi chegando, chegando. E eu, apavorado. Você talvez pense que eu, sendo um dragão, poderia derrubar a fera com a maior facilidade. Mas não era esse tipo de medo. Não temia que me comesse, mas tinha medo dele… não sei se está entendendo o que quero dizer… Chegou pertinho de mim e me olhou nos olhos. Fechei os meus, mas não adiantou nada, porque ele me disse que o seguisse…

– Falava?

– Agora que você está me perguntando, não sei mais. Mas, de qualquer maneira, dizia coisas. E eu sabia que tinha de fazer o que me dizia, porque me levantei e o segui. Levou-me por um caminho muito comprido, para o interior das montanhas. E o halo sempre lá envolvendo-o. Finalmente chegamos ao alto de uma montanha que eu nunca vira antes, no cimo da qual havia um jardim. No meio do jardim havia uma nascente de água. Vi que era uma nascente porque a água brotava do fundo, mas era muito maior do que a maioria das nascentes – parecia uma grande piscina redonda, para a qual se descia em degraus de mármore.

Nunca tinha visto água tão clara e achei que se me banhasse ali talvez passasse a dor na pata. Mas o leão me disse para tirar a roupa primeiro. Para dizer a verdade, não sei se falou em voz alta ou não. Ia responder que não tinha roupa, quando me lembrei que os dragões são, de certo modo, parecidos com as serpentes, e estas largam a pele. “Sem dúvida alguma é o que ele quer”, pensei.

Assim, comecei a esfregar-me, e as escamas começaram a cair de todos os lados. Raspei ainda mais fundo e, em vez de caírem as escamas, começou a cair a pele toda, inteirinha, como depois de uma doença ou como a casca de uma banana. Num minuto, ou dois, fiquei sem pele. Estava lá no chão, meio repugnante. Era uma sensação maravilhosa. Comecei a descer à fonte para o banho. Quando ia enfiando os pés na água, vi que estavam rugosos e cheios de escamas como antes.
“Está bem”, pensei, “estou vendo que tenho outra camada debaixo da primeira e também tenho de tirá-la”. Esfreguei-me de novo no chão e mais uma vez a pele se descolou e saiu; deixei-a então ao lado da outra e desci de novo para o banho. E aí aconteceu exatamente a mesma coisa. Pensava: “Deus do céu! Quantas peles terei de despir?” Como estava louco para molhar a pata, esfreguei-me pela terceira vez e tirei uma terceira pele. Mas ao olhar-me na água vi que estava na mesma.

Então o leão disse (mas não sei se falou): “Eu tiro a sua pele”. Tinha muito medo daquelas garras, mas, ao mesmo tempo, estava louco para ver-me livre daquilo. Por isso me deitei de costas e deixei que ele tirasse a minha pele. A primeira unhada que me deu foi tão funda que julguei ter me atingido o coração. E quando começou a tirar-me a pele senti a pior dor da minha vida. A única coisa que me fazia agüentar era o prazer de sentir que me tirava a pele. É como quem tira um espinho de um lugar dolorido. Dói pra valer, mas é bom ver o espinho sair.

– Estou entendendo – disse Edmundo.

– Tirou-me aquela coisa horrível, como eu achava que tinha feito das outras vezes, e lá estava ela sobre a relva, muito mais dura e escura do que as outras. E ali estava eu também, macio e delicado como um frango depenado e muito menor do que antes. Nessa altura agarrou-me – não gostei muito, pois estava todo sensível sem a pele – e atirou-me dentro da água. A princípio ardeu muito, mas em seguida foi uma delícia. Quando comecei a nadar, reparei que a dor do braço havia desaparecido completamente. Compreendi a razão. Tinha voltado a ser gente. Você vai me achar um cretino se disser o que senti quando vi os meus braços. Não são mais musculosos do que os de Caspian, eu sei que não são muito musculosos, nem se podem comparar com os de Caspian, mas morri de alegria ao vê-los. Depois de certo tempo, o leão me tirou da água e vestiu-me.

– Como?… Com as patas?

– Não me lembro muito bem. Sei lá, mas me vestiu com uma roupa nova, esta aqui. É por isso que eu digo: acho que foi um sonho.

– Não, não foi sonho, não – disse Edmundo.

– Por quê?

– Primeiro: a roupa nova serve de prova. Segundo: você deixou de ser dragão… Acho que você viu Aslam.

– Aslam! – exclamou Eustáquio. -Já ouvi falar nesse nome uma porção de vezes, desde que estou no Peregrino. Tinha a impressão – não sei por quê – de que o odiava. Mas eu odiava tudo. Aliás, quero pedir-lhe desculpas. Acho que me comportei muito mal.

– Não tem a menor importância. Cá para nós, você foi menos chato do que eu na minha primeira viagem a Nárnia. Você apenas foi um pouco boboca, mas eu banquei o traidor.

– Bem, então não se fala mais nisso. Mas… quem é Aslam? Você o conhece?

– Ele, pelo menos, me conhece. É o grande Leão, filho do Imperador de Além-mar. Salvou a mim e a Nárnia. Nós todos o vimos. Lúcia sempre o vê. Pode ser que tenhamos chegado ao país de Aslam.

Nenhum dos dois falou durante algum tempo. Desaparecera a última estrela. Não viam o sol, mas sabiam que este surgia, pois tanto o céu quanto a baía em frente se tingiam de cor-de-rosa.

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Apresentando: A Megera e o Lobisomem – PC

– Acabem com isso! – pediu o rei Caspian. – Gostaria de saber o que Nikabrik sugere que façamos. Mas, antes de mais nada, quero saber quem são aqueles dois forasteiros, que estão ali parados, ouvindo o que se passa, sem dizer uma palavra.

– São amigos meus – declarou Nikabrik. – Por que razão você próprio está aqui, a não ser pelo fato de ser amigo de Trumpkin e do texugo? E por que está aqui aquele velho bobo, vestido de preto, senão por ser seu amigo? Por que só eu não poderia convidar os meus amigos?

– Talvez os seus novos amigos prefiram falar por eles mesmos – sugeriu o doutor Cornelius. – Vocês aí, digam quem são e o que pretendem.

– Digno doutor e mestre — ouviu-se uma vozinha fina e lamurienta – , sou apenas uma velha, que, com sua licença, está muito grata a este digno anão. Sua Alteza, abençoado seja tão formoso jovem, nada tem a recear de uma velhinha quase entrevada pelo reumatismo e que nem mesmo tem lenha para acender o fogo. Conheço algumas artes mágicas… nada que se compare com as suas, digno mestre… pequenos feitiços e sortilégios, que poderia usar contra os seus inimigos, se todos estiverem de acordo. Porque detesto a todos eles. Mais do que ninguém.

– Hum! Tudo isso é muito interessante… Muito curioso! – disse o doutor Cornelius. – Creio que já sei quem é a senhora. E agora, Nikabrik, talvez o seu outro amigo também queira falar.

Um calafrio percorreu Caspian, quando uma voz cinzenta e pesada respondeu:

– Sou a fome e a sede. Aquilo que eu mordo, guardo-o comigo até morrer, e, mesmo depois da morte, têm de cortar do meu inimigo aquilo que eu mordi e enterrá-lo comigo. Posso dormir cem noites sobre o gelo, sem gelar. Sou capaz de beber um rio de sangue sem estourar. Mostrem-me os seus inimigos.

JotaPêAh! OBS:

Prefiro a fala do lobisomem como está no filme:

– Eu sou a fome. Eu sou a sede. Posso jejuar por cem anos…sem morrer. Posso dormir cem noites sobre o gelo…sem gelar. Sou capaz de beber um rio de sangue sem estourar. Mostre-me … os seus … inimigos.

E a da Megera também é mais simples e mais legal no filme:

– O que você odeia odiamos também. Ninguém odeia melhor que nós.

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Trechos do último capítulo de Quase memória, um quase romance de Carlos Heitor Cony

Estou sem fome, apensas cansado. Paro o carro diante de um bar aberto na orla, a essa hora devem servir pizzas ou sanduíches. O calçadão de Copacabana, decadente e vazio, só tem agora alguns travestis que caçam fregueses. Apesar de a noite estar bonita, nem quente nem fria, sinto sordidez na pizza, no calçadão, afinal, eu passara as últimas horas numa viagem pela memória e tudo aqui fora ficou absurdo, irreal. Ou real demais.

Amanhã… amanhã vou guardá-lo, tal como o pai o deixou. Quando digo “amanhã” nesse tom (amanhã…) penso nele quando dizia, cada noite, antes de dormir: “Amanhã farei grandes coisas!” Mesmo quando não fazia nada, para ele o viver, o chegar à outra noite e se prometer que no dia seguinte faria grandes coisas era, em si, uma grande coisa.

A promessa feita a mim mesmo de guardar o embrulho me tranquiliza, já não sinto o cansaço e não gostaria de encerrar esse dia, pudesse, eu o prolongaria, até o infinito da memória.

Estou agora na enseada da Barra, dezoito quilômetros de avenida e mar. De raro em raro passa um carro em sentido contrário, só eu pareço estar indo para algum lugar, embora não tenha para onde ir, nem vontade disso tenho. Vou andando, para onde a noite e o carro me levarem.

Só então reparo que há muito deixei a cidade antiga, o Rio do pai, o Rio que em parte acabou, como as coisas acabam: no fim. Pior: sendo substituído por outro, largo, vertical, sem esquinas onde ele pudesse marcar um encontro, conversar com um desconhecido e assombrá-lo com as coisas que fez, que pensou ter feito ou que achava que iria fazer.

Pior também para mim. Alguma coisa acabou ou está acabando. Cansado ou não, dou-me direito a uma alucinação pessoal: ver o balão que ele fazia, rei de todos os outros reis, silencioso e iluminado, passando por cima deses prédios, destas pistas largas e fosforecentes. Para ele, seria uma bela vingança.

Já a minha vingança – se é que a mereço – é que o pai realizou o que se prometia todos os dias: fazer grandes coisas. Mandou-me uma mensagem que eu não preciso abrir nem ler. Tudo pode ter acabado, menos o pai que continua fazendo coisas – grandes coisas – para deslumbrar o filho, surgindo magicamente entre os túmulos do cemitério com os caramelos, na sacristia da catedral com o prato do botequim enrolado no guardanapo de quadradinhos vermelhos e brancos, tão banal, tão ele, tão grande.

Começa a amanhecer, vejo a primeira fatia de luz cortar a linha do horizonte, lá longe, no mais longe do mar. A sensação agora é que estou sozinho, sobrevivendo de um mundo que acabou. Só não sei, ainda, se eu também acabei.

Mais uma vez ele me tomou pela mão, levou-me para conhecer onde nasce o sol, onde fica a calle Yi, onde estão as linguiças da Calábria trazidas pelo Giordano, capitão de Caporetto, onde estão os troféus dos quais ele esqueceu o nome, onde está dando pulinhos de japonês o Goro que vendia gueixas por novecentos e noventa e nove anos, o Circo Sarraceni, a cara branca do palhaço chorando, e a mandíbula dos jacarés do Pantanal, o Taumaturgo de Urucânia, a moenda triturando a carne das canas e o caldo para ser tomado com sanduíches de salame, e o copo de alumínio com as minhas iniciais onde fazia limonadas, e as mangas do cemitério, o Absalão que talvez nunca tenha existido, e as pedras que tirou do riacho e pintou de azul, o quadro-negro onde esfregou o meu nariz, a pele do jacaré que ficou secando na porta do alpendre onde dormia o Manuel Firme, e a língua afiambrada da Confeitaria Cavê, e a água miraculosa que ele trouxe da fonte Bonifácio VIII para curar a doença do Seu Ministro, e o sermão do padre Júlio Maria que não houve, e a coleção de selos que ele conferia no Yvert, o canivete só lâmina que cortava a pele sem ferir a carne das castanhas do Natal, o balão roxo e branco pendurado em cima da minha cama, e o grande rei, Rei dos Reis, de todos os outros reis, bordado com a rosácea da Notre-Dame, com as cruzes de Lorena, com os corações que ele chamava de copas, com os leões de perfil, dentes à mostra, aquela lanterna colossal e iluminada que todos os anos ele mandava para a noite, e tudo enfim nesta noite que não termina nunca, enseada escura onde a memória é âncora e luz, noite que vai adormecer todas as coisas que ele assinou, mas só por algum tempo, até que chegue o amanhã onde as grandes coisas são feitas.

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